Biografia Espectacular do Autor

Rui Alves de Sousa é um exemplar espécime de humano, que possui fantásticos poderes mágicos e inolvidáveis talentos - sendo a capacidade de fazer sons com as bochechas o que mais se destaca.

Nascido no Porto a 15 de Maio de 1995, mudou-se três anos depois (ou algo parecido) para a capital destas bravas e esplendorosas terras lusitanas.

Desde 2009 que mantém um estaminé bloguístico que dá pelo nome de «Companhia das Amêndoas». Trata-se de uma humilde caldeirada de várias temáticas que interessam ao jovem petiz, nomeadamente algumas. Escreveu (ou por outras palavras, mandou umas opinações aleatórias para o ar e passou-as para o wordpress) sobre Cinema e Teatro, de Outubro de 2013 a Janeiro de 2015, no site "Espalha-Factos". E faz o mesmo (ou algo semelhante) sobre a arte das imagens em movimento (versando sobre estreias, clássicos e alguns festivais) e livros na "Máquina de Escrever", um projecto coordenado pelo jornalista Nuno Galopim. Ainda colaborou em diversas iniciativas de outras publicações e blogs espalhados pelos recantos da internet nacional. 

Rui apresentou o talk-show amador "Um Lance no Escuro" (primeiro na rádio do Liceu Camões e, a partir de 2014 e até 2016, no canal da Universidade Autónoma de Lisboa), onde entrevistou personalidades extremamente variadas, desde Camané até ao Palhaço Batatinha (verídico). Coolaborou noutros programas de rádio, como o "Minuto Zero" (a dizer totais blasfémias sobre desporto), o "EF Rádio" e o "Clarão". Neste último, emitido também na Autónoma, fez parte da equipa desde o momento da sua criação, em Janeiro de 2015, até Março de 2016, aproveitando para espalhar ainda mais as suas demoníacas dissertações sobre coisas. 

Regressou em 2017 às lides radiofónicas com um novo podcast, de periocidade quinzenal desta vez, feito de forma independente. Chama-se "À Beira do Abismo" e, apesar de parecer diferente do anterior, a azelhice é idêntica. 

Aspirante a "pessoa que faz coisas nos filmes, na televisão e na telefonia", Rui ainda tem tempo para respirar e, imagine-se!, desenvolver novas formas de reinventar o macramé, arte milenar que para ele tem o mesmo papel que os livros de colorir psicadélicos para milhares de indivíduos. Fez teatro num grupo da sua escola secundária (que venceu o projecto PANOS em 2012) e noutras organizações, e voluntariou em diversos festivais e eventos culturais. 

Criou ainda, com Raquel Santos Silva, a "Valsinha Produções", uma companhia que quer realizar curtas bem catitas – uma delas, "Ao Som da Guitarra o Fado Viveu", fez parte da selecção oficial do Festival MUVI Lisboa 2016. No que respeita à parte séria da sua vida profissional, Rui trabalhou na Livraria Barata, foi membro da organização da Feira do Livro de Lisboa em 2016, e agora é o assistente do A&R da Universal Music Portugal. 

Para além disto tudo, Rui ambiciona, num futuro próximo, tornar-se no autor de livros que sabem a peixe congelado mais vendido em todo o mundo.

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