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A mostrar mensagens de Abril, 2017

À Beira do Abismo... e Joana Esperança Andrade e Raquel Santos Silva!

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Neste episódio, estive à conversa na rua, em pleno 25 de Abril, com duas senhoras que fazem muita coisa. Escrevem, podcastam, trabalham em coisas digitais, e gostam de falar de temáticas. Há algum ruído de vento durante a emissão, mas a galhofa compensa qualquer barulho provocado pela gravação amadora. O Inspector Sax pode não aparecer (continua no hospital), mas há alguém que quer falar com ele...

Uma vez na vida

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A primeira vez que vi o Stop Making Sense foi numa sessão do Monumental, há coisa de um ano e meio, entre vários títulos de uma retrospectiva dedicada ao seu realizador, Jonathan Demme. Estavam uns seis ou sete gatos pingados na sala, sendo que dois pareciam dormitar (como é isto possível?!) ao som dos ritmos tão contagiantes dos Talking Heads. É uma daquelas sessões que me ficaram marcadas na memória, não só por ser um fã enorme da banda liderada por mr. Byrne, mas porque essa foi uma das raras ocasiões em que pude ver um grande concerto filmado para cinema num próprio cinema, com um ecrã de dimensões mais apropriadas para a qualidade do espectáculo. 
Se o concerto é por si próprio fabuloso, passá-lo para filme (ou seja, capturar com a mínima decência pelo menos um centésimo do entusiasmo que a banda e o público sentiram naquela noite) poderia ser uma tarefa bastante complicada. E são pouquíssimos os filmes que conseguiram cumprir isso, e com resultados bem acima da média. Com The L…

Uma plateia contra uma plateia.

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Ou: quando o palco também se transforma numa plateia. 
Em O Cinema, de Annie Baker, há uma sala de cinema construída no palco. Tem lá o lixo doméstico e alimentar deixado pelos mais variados tipos de clientes, e que vai sendo "reposto" ao longo de toda a peça. Há espectadores que ficam até ao fim do genérico, ou a dormir depois de tudo acabar. O digital contra o analógico é uma questão sempre presente, o que incomoda mais a personagem cinéfila do que as outras, que só querem saber se poderão continuar ali a ter as suas vidinhas e a aldrabar as contas da caixa quando é preciso. E os protagonistas são dois frentes-sala e uma projecionista, que circulam por aquela sala suja entre recordações do trabalho, segredos pessoais e opiniões sobre vários filmes. 
O "ecrã" está virado para a outra plateia, a nossa, nós que somos os verdadeiros espectadores desta peça tragicómica sobre um trio de pessoas com vidas deprimentes, cada uma à sua maneira. Vemos e ouvimos filmes, as …

À Beira do Abismo... e Fernando Galrito!

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FERNANDO GALRITO, director artístico da MONSTRA, é o convidado deste programa. Há para escutar aqui uma conversa bem animada sobre o passado, presente e futuro de um dos grandes festivais de cinema do país. Haverá também espaço para alguns apontamentos sobre grandes autores da animação e da relação dessa arte com a(s) realidade(s) que a condicionam. O Inspector Sax regressa para continuar a desenrolar o folhetim habitual das suas peripécias, onde poderão contar com uma explicação totalmente convincente (e nada rebuscada) para explicar o que se passou depois do plot-twist espantosamente original.

Os filmes da Monstra 2017

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Pelo quarto ano consecutivo andei a cirandar pela Monstra - um dos meus festivais de eleição. Infelizmente, em 2017 tive menos tempo do que gostaria para me dedicar à muita animação que se viu nesta edição. No entanto, ainda consegui escrevinhar algumas coisas sobre o que vi na Máquina de Escrever. Podem ler tudo aqui.

À Beira do Abismo... e André Vieira & Marta Queiroz!

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Para começar abril em beleza, eis que chega mais um À BEIRA DO ABISMO. Os convidados são André Vieira e Marta Queiroz, com quem a vítima fez alguns programas do célebre Clarão. É uma conversa sem ponta por onde se lhe pegue, e que versa sobre os mais variados temas: desde filmes de super-heróis a presidentes da república, cabe tudo dentro desta emissão. E o inspector Sax pica o ponto, como de costume, e finaliza a sua intervenção com um espantoso cliffhanger! E olhem que nada disto é mentira: é questão de escutarem o que aí vem.