sábado, 15 de abril de 2017

À Beira do Abismo... e Fernando Galrito!


FERNANDO GALRITO, director artístico da MONSTRA, é o convidado deste programa. Há para escutar aqui uma conversa bem animada sobre o passado, presente e futuro de um dos grandes festivais de cinema do país. Haverá também espaço para alguns apontamentos sobre grandes autores da animação e da relação dessa arte com a(s) realidade(s) que a condicionam. O Inspector Sax regressa para continuar a desenrolar o folhetim habitual das suas peripécias, onde poderão contar com uma explicação totalmente convincente (e nada rebuscada) para explicar o que se passou depois do plot-twist espantosamente original.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Os filmes da Monstra 2017


Pelo quarto ano consecutivo andei a cirandar pela Monstra - um dos meus festivais de eleição. Infelizmente, em 2017 tive menos tempo do que gostaria para me dedicar à muita animação que se viu nesta edição. No entanto, ainda consegui escrevinhar algumas coisas sobre o que vi na Máquina de Escrever. Podem ler tudo aqui.

sábado, 1 de abril de 2017

À Beira do Abismo... e André Vieira & Marta Queiroz!


Para começar abril em beleza, eis que chega mais um À BEIRA DO ABISMO. Os convidados são André Vieira e Marta Queiroz, com quem a vítima fez alguns programas do célebre Clarão. É uma conversa sem ponta por onde se lhe pegue, e que versa sobre os mais variados temas: desde filmes de super-heróis a presidentes da república, cabe tudo dentro desta emissão. E o inspector Sax pica o ponto, como de costume, e finaliza a sua intervenção com um espantoso cliffhanger! E olhem que nada disto é mentira: é questão de escutarem o que aí vem.


terça-feira, 21 de março de 2017

À Beira do Abismo... e Jorge Coelho!


JORGE COELHO é um ilustre talento da BD portuguesa que dá cartas no país e lá fora, já que é muito requisitado noutros países (fez trabalhos para a Image e a Marvel, por exemplo). Aqui conversa-se sobre o seu trabalho, a BD em geral e outros temas em particular. E o inspector Sax aproveita para regressar, explicar o motivo do seu súbito desaparecimento, e as novas aventuras que se seguiram.


terça-feira, 7 de março de 2017

Brincar aos nacionalismos



Nos últimos dias, a faculdade onde me licenciei tem feito correr rios de tinta bastante contraditórios a seu respeito. Ao que parece, era para haver uma conferência muito suspeita sobre portugalidade, e o pessoal responsável pela organização de tal evento decidiu cancelá-lo, depois dos vários protestos obtidos no meio universitário. Outras questões pertinentes a colocar também seriam "Mas então quem é que achou inteligente dar o primeiro OK para a realização disto, antes da polémica se ter instalado?", e "Porque é que só com o protesto dos estudantes é que o director fez qualquer coisa?", mas não é sobre isso que me quero debruçar nas próximas linhas.

Eu cá não sou de intrigas, e política não é coisa que costuma parar a estes recantos. Mas toda esta situação parece-me ser uma enorme faca de dois gumes bastante delicados que lidam com coisas ainda mais antigas: 

- por um lado, compreendo a posição de quem diz que impedir um evento destes é algo que vai contra à pluralidade de opiniões e etc, por mais estúpidas ou anti-democráticas que sejam. 

- por outro: no final da II Guerra Mundial procedeu-se a uma desnazificação da população alemã e dos territórios conquistados pelos nazis. Ninguém considerou que acabar com o mal do regime fosse um "ataque à democracia". O que mudou para que agora se considere "dar tempo de antena" a movimentos de extrema direita como "liberdade de expressão"? Impedir e matar esses movimentos nacionalistas (que utilizam a palavra "democracia" para pedirem a compreensão da opinião pública, quando essa palavra não consta nunca do seu dicionário ideológico) não será, antes, uma coisa essencial para mantermos a nossa liberdade? Ou teremos de permitir, daqui a uns tempos, paradas alegremente hitlerianas (que, espero eu, tenham sempre o mesmo final estrondosamente ridículo daquela que acontece no «Blues Brothers») a circularem os seus discursos de ódio no meio da rua?

Eu, como grande aprendiz de justiceiro da sociedade, pendo mais para me fiar no segundo gume. E volto a sublinhar que compreendo quem afirma que está aqui um ataque à democracia e/ou à direita (e o Observador, claro, aproveitou isto para fazer deste o seu ganha pão clickbaitiano por umas horas). Mas meus queridos, permitir que vários grupos ideológicos discutam entre si numa faculdade não é a mesma coisa que tratar o nacionalismo com pézinhos de lã e dizer que tal coisa autoritária e anti-pluralidade opinativa pode ter o mesmo lugar e representação no meio de outros movimentos que, por mais diferentes que sejam, têm em comum a democracia. Creio que existe uma grande diferença entre uma conferência organizada pelo CDS sobre os 100 anos das aparições, e uma leitura pública do «Mein Kampf» pelo dirigente do PNR. São dois exageros, sim, mas que poderão suscitar umas ideias interessantes.

sábado, 4 de março de 2017

À Beira do Abismo... e Stefano Savio!


E o convidado do 5.º programa é STEFANO SAVIO, director da Festa do Cinema Italiano, que começará a sua 10.ª edição a 5 de Abril. Falaremos deste e outros festivais, e vários filmes serão citados e discutidos. E o inspector Sax não poderá continuar o relato das suas intrépidas aventuras, porque se encontra noutra investigação num lugar longínquo. 

(foto de Joana Linda)


quinta-feira, 2 de março de 2017

Bang! Bang!


Como contar a história de um psicopata de uma forma alegre e divertida, transformando acontecimentos trágicos em coisas fofinhas. Não parece, mas é o que está escondido na letra desta belíssima pérola, escondida entre tantas outras pequenas obras primas incluídas num belíssimo disco dos Beatles («Abbey Road»). Os Beatles também tinham o seu lado de "humor negro", e redescobrir de vez em quando os nossos heróis de sempre faz com que nos apaixonemos de outra forma por algumas cantigas.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

À Beira do Abismo... e Jonathan Rosenbaum!


JONATHAN ROSENBAUM foi crítico de cinema do Chicago Reader, e continua em intensa actividade, entre várias colaborações e iniciativas ligadas à crítica e à teoria dessa arte. Esteve em Portugal para apresentar, na Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, um pequeno ciclo de filmes realizados por Eric Von Stroheim. Nesta emissão falou-se da obra desse cineasta "maldito" e de outras temáticas, como o amor que Donald Trump nutre por Citizen Kane. E o Inspector Sax regressa para dar notícias surpreendentes!
 

sábado, 4 de fevereiro de 2017

À Beira do Abismo... e Catarina Mourão!


CATARINA MOURÃO, realizadora do documentário "A Toca do Lobo" (disponível em DVD numa edição da Alambique) é a convidada deste programa. Uma conversa que gira à volta dos temas principais do filme e onde vamos conhecer um pouco dos "bastidores" da sua produção. Antes e depois disto, o Inspector Sax dará notícias sobre a desastrosa investigação, mas sem a sua voz característica.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

À Beira do Abismo... e João Monteiro!


JOÃO MONTEIRO é o convidado do segundo episódio. É um dos principais responsáveis pelo MOTELx Festival Internacional De Cinema De Lisboa, e recentemente realizou o documentário Nos Interstícios da Realidade ou O Cinema de António de Macedo. Estes são os dois grandes temas da conversa do programa, onde há espaço para momentos de reflexão e alguma galhofa. Nos entretantos, o Inspector Sax diz coisas e encontra uma pista que poderá (ou não) ser fundamental para descobrir a chave do crime. É o segundo episódio de À BEIRA DO ABISMO, que podem ouvir aqui em baixo.


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

O melhor da BD em 2016


Uma listinha que fiz para a Máquina de Escrever (site que tem agora 2 anos de vida!), com 10 títulos incontornáveis da BD publicados em terras lusas no ano que agora findou. Podem ler tudo aqui.

sábado, 7 de janeiro de 2017

À Beira do Abismo... e Antonio Altarriba!


ANTONIO ALTARRIBA é o convidado do programa de estreia. O escritor espanhol trabalhou vários géneros literários, mas é na Banda Desenhada que se centra esta conversa, gravada na AMADORA BD. Do autor, estão publicados em Portugal o díptico genial "A Arte de Voar"/"A Asa Quebrada" (Levoir), que são o destaque principal do programa, e "Eu Assassino" (Arte de Autor). Falou-se sobre as histórias reais que originaram as suas BDs mais conhecidas e do contacto do público português com a obra do autor. Não vão precisar de legendas porque a entrevista é 100% compreensível, com ou sem conhecimentos de portinhol. Nos entretantos, o Inspector Sax tece alguns comentários. É o episódio de estreia de À BEIRA DO ABISMO, que podem ouvir aqui em baixo.