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A mostrar mensagens de Outubro, 2015

Um Lance no Escuro... e Inês Meneses!

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Inês Meneses é a primeira convidada da quarta temporada do programa. Comunicadora por excelência, esteve à conversa connosco sobre o mundo da rádio, e ainda houve tempo para se falar de cultura, actualidade, e de filmes pelo meio. Uma voz inconfundível, em mais uma emissão de "Um Lance no Escuro" que podem escutar aqui em baixo.

UM LANCE NO ESCURO 36

Reencontro de Irmãos

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Um Lance no Escuro está de volta!

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Esta será, provavelmente, a última temporada d' Um Lance no Escuro (depois de finalizada a faculdade, não sei o que estarei a fazer no próximo ano lectivo). Irá durar até ao mês de Junho, como a anterior, e com algumas pequenas interrupções lá pelo meio (uma delas poderá ser para um outro projecto radiofónico, que mais adiante será conhecido). Com um novo logo (e presença no Itunes, pela primeira vez!), continuarei a trazer grandes convidados e, de quando em vez, boa música, como é o caso deste episódio inicial desta quarta "season". Uma viagem por compositores geniais que auxiliaram grandes filmes e realizadores, que podem escutar aqui em baixo.

UM LANCE NO ESCURO 35

Branco e Preto

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Na versão original de «Kodachrome», brilhante reflexão sobre a memória que abre o não-menos fabuloso disco "There Goes Rhymin' Simon", de 1973, Paul Simon cantava, entre ironias e sarcasmos acesos sobre memórias da sua vida e outras coisas, que "tudo fica pior a preto e branco" ("everything looks worse in black and white", no original). Anos mais tarde, no mítico concerto em Central Park, onde se reuniu de novo, perante uma plateia de mais de 500 mil pessoas, com Art Garfunkel (uma das maiores parcerias musicais da segunda metade dos anos 60, do qual resultaram cinco grandes discos), os artistas recordaram algumas belas cantigas dos seus tempos áureos e outras que Simon compôs a solo depois da separação do duo. Uma delas foi precisamente «Kodachrome», numa versão mais lenta em que, curiosamente, podemos ouvir um dos seus versos alterados, em relação à versão gravada em estúdio e editada em disco. 
Foi exactamente aquele verso: em vez de ser tudo pior…

O regresso do Clarão

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Antes do Lance voltou o CLARÃO na semana passada. Nesta "season premiere" liderei a bancada das opinações, com a Marta e o Rafael no papel de exímios comentadores de coisas. Música, cinema e alguma literatura: foram as artes que estiveram em cima da mesa, ao longo deste divertido episódio. Podem ouvir tudo aqui em baixo!  CLARÃO 15/10

João Bénard da Costa: Outros Amarão as Coisas que eu Amei [2014]

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Através de um percurso entre imagens, sons e memórias, Manuel Mozos traça uma pequena-grande homenagem ao maior ícone da cinefilia portuguesa. 
Falar de João Bénard da Costa é abordar, desde logo, uma figura complexa. À primeira vista, o “comum dos mortais” associá-lo-á ao cinema e, provavelmente, a alguns eventos importantes no que à divulgação do cinema diz respeito (lembremos, antes da Cinemateca, dos vários ciclos realizados no Grande Auditório da Gulbenkian a partir do início da década de 70, ou o programa da RTP No Meu Cinema, em que Bénard da Costa apresentou vários dos seus filmes preferidos). 
Contudo, o propósito de Manuel Mozos e deste seu documentário é, mais do que a paixão deste seu protagonista pelo cinema, traçar um caminho poético e emocionalmente grandioso pelas diversas facetas da sua vida. Desde a juventude até ao reconhecimento internacional, Mozos recolheu diversos textos de Bénard da Costa (desde críticas de cinema até a reflexões filosóficas sobre o seu cresci…