terça-feira, 3 de novembro de 2015

Leituras: Astérix - O Papiro de César


Portanto, O Papiro de César fala de uma fuga de informação no ano 50 a.C? Sim, e lá pelo meio, o leitor ainda tem direito a um sem-número de gags imperdíveis, a críticas muito inteligentes, e ao regresso de vários bordões tão característicos do universo de Astérix. Voltamos aos bons velhos tempos, a um mundo tão original quanto sedutor, que continua a encantar miúdos e graúdos, num grande álbum de BD que mostra que é possível continuar e renovar um ícone da cultura popular.

A minha estreia na secção literária da Máquina de Escrever pode ser lida aqui.

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