Quando o cinema era novo


A estreia de “Se eu Fosse Ladrão… Roubava” é acompanhada dos lançamentos, nas salas e em DVD, dos dois primeiros filmes de Paulo Rocha, em excecionais cópias restauradas. Uma nova oportunidade para (re)descobrir o início de um período marcante do cinema português. 

São dois filmes que marcam o início do Cinema Novo e de uma revolução discreta no cinema português – cujos efeitos sentimos mais em 2015 do que naqueles (pouco) longínquos anos 60. São histórias de amor e conflitos sociais num país dividido entre a tradição e o progresso. Contudo, este díptico representa mais do que um simples “documento histórico” de uma época (ao contrário de tantos outros títulos da “Nova Vaga” portuguesa) e de um modo de pensar e de fazer cinema em Portugal, porque Os Verdes Anos e Mudar de Vida passaram o teste do tempo e continuam bem atuais. É caso para dizer que Paulo Rocha não morreu no sentido cultural e artístico do termo: hoje, a sua obra continua presente no imaginário nacional.

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