Frozen - O Reino de Gelo [2013]


Frozen é um filme de animação que se inspirou no famoso conto A Rainha de Gelo, de Hans Christian Andersen. E se bem que, como de costume, a Disney deturpa a história para poder aceder aos propósitos morais dos seus filmes, a intenção mantém-se igual: o filme é a história de Anna e Elsa, duas irmãs e princesas, separadas pelo poder mágico de Elsa (que transforma em gelo tudo o que toca), que destruiu a sua relação familiar e acabou com a estabilidade da cidade onde vivem. Elsa foge para as montanhas, conseguindo cada vez menos controlar o seu poder e os danos que causa, mas Anna quer encontrá-la e descobrir a solução para acabar com todos os males daquela situação. Pelo meio conhece algumas personagens que a irão ajudar nesta grande demanda musical, cómica e sentimental, ao melhor estilo da Disney.

Uma nova aposta forte da Disney, Frozen está pronto para se tornar em mais um grande sucesso de bilheteira da marca, reactualizando os seus hábitos cinematográficos, introduzindo-lhes novos elementos que continuam a dar interesse às histórias e às personagens destas fitas. Não é para se ver e pensar que esta obra peca por não ser “como das que já não se fazem hoje em dia”. Esqueçam os saudosismos, porque Frozen é um filme para se disfrutar ao máximo, para divertir, para rir e para ligar os mais novos com aquilo que os adultos se habituaram a ver na infância. Porque o legado da Disney é mesmo transversal a todas as gerações. 

Destacar também que, antes do filme, o espectador poderá ver um bónus adicional de seis minutos (e que será a única parte da sessão onde o preço do 3D valerá mesmo a pena): Get a Horse!, uma deliciosa aventura do Rato Mickey que mistura a animação tradicional a preto e branco (com a voz do próprio Walt Disney como Mickey) com as extraordinárias potencialidades da animação moderna, que dão uma vida nova e fenomenal às tropelias do rato e dos seus amigos. É uma óptima maneira de comemorar o 80.º aniversário da carismática personagem e de mostrar como o legado da Disney continua a ser incomparável, com ou sem computadores. 

Leiam a crítica integral no Espalha Factos.

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