Coisas giras envolvendo informações para candidaturas


Sabem aquela sensação de acharmos uma coisa muito tempo, confirmarmos essa coisa com muitas pessoas e, passadas umas semanas, descobrirmos que essa coisa não é verdadeira? 
Acabou de me acontecer, ao ir pedir a ficha ENES para a candidatura para a primeira fase. Quando fiz os exames várias pessoas, incluindo professores e funcionários de escolas, responderam-me a uma dúvida "estúpida" (isto foi o que um dos indivíduos respondeu na altura) e que foi: posso usar a nota de Português da segunda fase para a média de candidatura da primeira? Fiz esta pergunta e a cada um dos mais de quinze inquiridos refiz várias vezes a mesma, para ver se eles percebiam o que eu queria dizer. Todos me responderam que "sim, sem dúvida alguma". Nenhum disse que não era possível. 
Well, turn's out that is bulls*t porque hoje refiz, novamente, a pergunta na secretaria do Rainha (ai que desconfiadinho que eu sou - e com razão!) e mostraram-me até como vai ser a minha ficha ENES, que mostra que isso não é possível! 
E como eu estou? Aha! Radiante! Tenho duas décimas de diferença nas duas médias (16,8 na primeira e 17 na segunda) e, parecendo que não, isso até tem algum significado, nomeadamente no que diz respeito a conseguir, na primeira fase, aceder a uma universidade que me garantia uma isenção total de propinas! Ah, e lembrei-me agora que fui fazer o exame da 2.ª fase de Português porque toda esta gente me disse que sim à minha pergunta! 
Mas pronto, agora é esperar para ver. Também quem fui eu para seguir as afirmações de quinze pessoas que, supostamente, deveriam estar bem informadas sobre as coisas que dizem respeito à sua área profissional?
É porque... pois, tinha-me esquecido, mais uma vez, que estamos em Portugal...

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