sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Coisas giras envolvendo informações para candidaturas


Sabem aquela sensação de acharmos uma coisa muito tempo, confirmarmos essa coisa com muitas pessoas e, passadas umas semanas, descobrirmos que essa coisa não é verdadeira? 
Acabou de me acontecer, ao ir pedir a ficha ENES para a candidatura para a primeira fase. Quando fiz os exames várias pessoas, incluindo professores e funcionários de escolas, responderam-me a uma dúvida "estúpida" (isto foi o que um dos indivíduos respondeu na altura) e que foi: posso usar a nota de Português da segunda fase para a média de candidatura da primeira? Fiz esta pergunta e a cada um dos mais de quinze inquiridos refiz várias vezes a mesma, para ver se eles percebiam o que eu queria dizer. Todos me responderam que "sim, sem dúvida alguma". Nenhum disse que não era possível. 
Well, turn's out that is bulls*t porque hoje refiz, novamente, a pergunta na secretaria do Rainha (ai que desconfiadinho que eu sou - e com razão!) e mostraram-me até como vai ser a minha ficha ENES, que mostra que isso não é possível! 
E como eu estou? Aha! Radiante! Tenho duas décimas de diferença nas duas médias (16,8 na primeira e 17 na segunda) e, parecendo que não, isso até tem algum significado, nomeadamente no que diz respeito a conseguir, na primeira fase, aceder a uma universidade que me garantia uma isenção total de propinas! Ah, e lembrei-me agora que fui fazer o exame da 2.ª fase de Português porque toda esta gente me disse que sim à minha pergunta! 
Mas pronto, agora é esperar para ver. Também quem fui eu para seguir as afirmações de quinze pessoas que, supostamente, deveriam estar bem informadas sobre as coisas que dizem respeito à sua área profissional?
É porque... pois, tinha-me esquecido, mais uma vez, que estamos em Portugal...

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