O Rui Responde n.º 17 - O regresso (definitivo)

E para comemorar o 1400.º post o blog (que é, precisamente, este), decidi apostar no regresso DEFINITIVO do Rui Responde. Tinha recebido muitas perguntas e arrastei, arrastei e arrastei isto e acabei por não regressar com a rubrica, como tinha dito, há cerca de meio ano. Mas agora sim, volta mesmo. Todas as quintas feiras virão respostas a mais três perguntas. E já sabem, se por acaso tiverem alguma duvidazinha que gostassem que este mamífero respondesse, basta enviarem-na para a caixa de comentários deste post ou para o meu mail ruialvesdesousa@hotmail.com

E agora, as respostas a mais três perguntas da Rita Gonçalves:

49. ª pergunta
Escreve a primeira palavra que te ocorre neste momento. Tenta explicar de alguma forma porque razão a escreveste - tudo tem o seu significado. 

OK, esta resposta não deixa de ficar condicionada, porque mandaste esta pergunta há alguns meses, e por isso não vou responder de uma forma tão "automática". Mas a primeira palavra que me ocorreu quando voltei a ler esta pergunta, antes de começar a escrever este post, foi: PARVOÍCE. E não estou a gozar, nem a dar segundas intenções sobre o que eu acho desta tua pergunta, mas cá vai. E escrevi-a porque tudo o que faço neste blog é uma parvoíce, mas uma parvoíce que gosto, obviamente. Satisfeita? Gostastes do significado da palavrinhazinha? Muito bem, prossigamos.

50.ª pergunta
Até que ponto estas disposto/a perdoar os erros de quem te é próximo? 

Ai que pergunta tão à «Alta Definição»! Tinhas de vir com estas perguntas todas filosóficas e não sei quê não era? Não me estava a apetecer pensar muito, hoje. Enfim... acho que nunca tive situações assim muito dramáticas para considerar não perdoar o próximo (eu é que costumo errar mais, por isso a tua pergunta deveria ser feita de outra maneira), mas sim, perdoo sempre. Não gosto de ficar com ressentimentos para sempre, acho isso uma estupidez. Algum tempo sim, mas isso depois passa. Também depende do erro em questão. A não ser que o próximo estivesse a planear a minha morte com um piano a aterrar em cima da minha cabeça, qual desenho animado dos Looney Tunes. Mas fora essas situações mais graves, acho que não tenho muitas razões para pensar nessa questão. Preocupo-me mais com os outros a perdoarem-me as múltiplas gaffes que eu faço. Isso sim é que é importante, dada a figura desastrada que eu sou!

51.ª pergunta
Acreditas no "felizes para sempre"?

Não sei, sinceramente. Gosto da primeira parte da expressão, mas tenho receio da segunda. "Sempre" faz-me alguma confusão. Se uma pessoa for constantemente feliz acabará por ficar um dia entediada de tanta felicidade, o que acaba por não a tornar feliz... acho eu. A vida é feita de coisas boas e más (ó p'ra mim a ser filosófico), e penso que não se deve pensar nesse tipo de ideias. Sejamos felizes à nossa maneira, porque a vida, infelizmente, não é um conto de fadas. Mas por um lado, até é bom que não seja. A vida é muito mais interessante assim!

E está feito, O Rui Responde volta na próxima quinta feira! E obrigado pelos 1400 posts! ;)

Comentários

  1. Estou ligeiramente cheia porque acabei de almoçar e precisava de uma soneca para colocar as ideias em ordem mas é isto: SIM, EU GOSTO DE FAZER PERGUNTAS FILOSÓFICAS E À ALTA DEFINIÇÃO, PROBLEMAS COM ISSO? Maaaaaau, vê lá se não tenho de me chatear.
    Portanto, só tenho a dizer que gostei muito desta última resposta porque isto: "Gosto da primeira parte da expressão, mas tenho receio da segunda. "Sempre" faz-me alguma confusão. Se uma pessoa for constantemente feliz acabará por ficar um dia entediada de tanta felicidade, o que acaba por não a tornar feliz... acho eu.", e pronto, muito muito muito bom.
    Devo ter mais umas quantas crises existenciais mas não tas vou colocar agora. Talvez amanhã... :)

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    Respostas
    1. Ah ah ah tá bem Rita, manda mais perguntas sempre que quiseres ;) como vai o Chá da Tarde?

      Bjs,
      Rui

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