sexta-feira, 29 de março de 2013

A parvoíce de Robot Chicken


Eu tenho um sentido de humor um pouco estranho, admito. Tanto posso estar a rir-me com uma das várias peripécias de «Sim, Senhor Ministro», como a seguir pego num episódio de «Robot Chicken», a série do Adult Swim que popularizou o humorista Seth Green (que também dá uma perninha no «Family Guy» - e o Seth Macfarlane vice-versa), e quase choro de tanto "gargalhar". Gosto muito de comédia e esta série, constituída por pequenos sketches sem ligação entre si e que parodiam filmes, programas de televisão e certas individualidades americanas, com um estilo humorístico muito parvo, patético e estúpido, tem feito as minhas delícias nos últimos dias. Estou cada vez mais convencido que o que me faz rir de uma maneira inexplicavelmente gigantesca são desenhos animados. Porque neles podem ser postas em prática todas as impossibilidades do ser humano em fazer humor, e daí séries como «Robot Chicken», «Os Simpsons» e «Family Guy» terem tanto sucesso e aclamação - e serem os programas que eu "perco" mais tempo a ver. Apesar de se tratarem de séries com piadas muito infantis e que, por vezes, roçam o escatológico (isto para a primeira e a terceira que mencionei). Mas é impossível eu não rir com os disparates criados pela equipa que faz este programa em stop-motion, repleto de nonsense e de cenas do maior absurdo possível, sempre a brincar com os bordões da sociedade, com as coisas fofinhas a que estivemos sempre habituados a ver de uma certa maneira, e com as coisas que nunca poderíamos associar a outras (Uma pequena discussão de escritório e o jogo «Street Fighter», por exemplo). «Robot Chicken» não agrada a todos, e como eu compreendo isso! Aliás, eu por vezes sinto-me bastante envergonhado por ver esta bonecada tão idiota e estúpida, cheia de lugares-comuns e piadas fáceis e/ou pouco imaginativas. Mas caramba, isto faz-me rir, e de que maneira!

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