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A mostrar mensagens de Novembro, 2012

Sherlock - de novo em grande na segunda temporada

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«Sherlock» é uma das grandes séries de crime e mistério da atualidade (juntamente, para mim, com outra série britânica, «Luther»), que mostra que, em cada episódio, há sempre grande planificação, criatividade e inteligência no argumento e interpretação dos atores. Talvez seja a única série que, em formato telefilme (cada episódio tem cerca de noventa minutos de duração), me consegue captar a atenção e fazer-me ficar viciado. Mas é que, apesar de até agora ter tido apenas duas temporadas de três telefilmes, cada um deles é feito com o maior cuidado (característica habitual das séries britânicas - poucos episódios, muito "sumo") e precisão, onde se aproveita todas as qualidades do formato televisivo para se trazer uma grande série que ninguém perde em ver!
Sendo uma adaptação moderna das histórias originais de Sir Arthur Conan Doyle, «Sherlock» funciona não por "aparvalhar" as ideias e personagens de Doyle, mas por conseguir transpôr na perfeição para a nossa realid…

Louie - a série de comédia mais cómica da atualidade

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Não me dou muito bem com séries de televisão, principalmente as americanas. Poucas são as que consigo ficar suficientemente agradado para conseguir seguir regularmente. Entre essas séries "de topo", para a minha pessoa, encontram-se, neste preciso momento, apenas duas (algumas que vou falando por aqui no blog, apesar de ter gostado muito, perco um pouco a paciência para as ir acompanhando de episódio em episódio, ou então porque perco a oportunidade de o fazer): a fantástica história dramática «Breaking Bad» (nunca uma série de 45 minutos me tinha deixado tão viciado - estou a caminho da quinta temporada), e «Louie», uma série muito cómica, escrita e protagonizada pelo brilhante stand-up comedian Louis C.K.
«Louie» é uma série que pega num conceito algo usado em outros programas de humor americanos: a comédia de embaraço (presente em séries como «Curb Your Enthusiasm», de Larry David, e cá em Portugal, n'«Os Contemporâneos»). Mas «Louie» não precisa de ser original a 10…

Riso - Uma Exposição a Sério (mas que faz rir, de qualquer das formas)

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Esqueci-me de avisar na altura em que fui ver esta exposição (há cerca de duas semanas), mas penso que não é tarde ainda para divulgá-la, visto que vai estar em permanência no Museu da Eletricidade durante os primeiros dias de 2013. «Riso - Uma Exposição a Sério» é uma antologia ambulante do humor, do melhor que se fez em termos de comédia (das mais variadas formas - na arte, na televisão, no cinema...) ao longo dos últimos séculos. Desde Bocage até aos Gato Fedorento, não esquecendo o melhor que se fez no estrangeiro (Charlie Chaplin, Monty Python, e muitos, muitos outros grandes nomes com o enorme talento de fazer rir), e que não pretende ser uma enciclopédia total do humor (para isso seriam precisos, pelo menos, dois Museus com o tamanho do da Eletricidade!), mas que informa, divulga, e diverte os visitantes com experiências novas e diversas, ao dar a conhecer muitos dos génios que já deixaram a sua marca na História do Riso, mas também dos indivíduos que, por mérito involuntário,…

Charles Dickens e o verdadeiro significado do Natal

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O meu problema com a literatura é muito simples: só leio o que mesmo me desperta a atenção num determinado momento. Contudo, quando encontro o livro que seja ideal para essa determinada altura (o que envolve diversas condições, entre as quais a forma como é escrito e a simbologia que as suas palavras transmitem), a sensação de vício e ultra-gosto pela leitura vem ao de cima. E ultimamente, peguei em dois ou três livros que comecei a ler, mas que não me despertaram de todo a curiosidade para continuar a fazê-lo (mas ficou lá a semente, um dia volto a tê-los na mesa de cabeceira). Contudo, anteontem à noite, decidi desarrumar «O Cântico de Natal», o famoso conto de Charles Dickens, e que eu considero a história de Natal por excelência e a minha peça literária de eleição que aborda a quadra.

Ao longo dos anos vi muitas versões televisivas e cinematográficas da obra de Dickens, e antes de ter começado a ler o livro, recordara-me de todos os elementos que captara do visionamento de todas …

Fúria Sanguinária (White Heat)

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Unanimemente considerado, tanto por públicos tanto por críticas deste Mundo, um dos melhores filmes de gangsters de todos os tempos, «White Heat» (vou-me referir ao filme sempre no título original porque penso que a tradução portuguesa fica mal e não encaixa. Prefiro fazer outra exceção à regra geral de referenciar os títulos em português, e assim escrevinhar esta crítica dessa maneira) é uma obra que merece todo o reconhecimento que lhe possa ser atribuído. E este excelente filme, realizado pelo fantástico Raoul Walsh e com James Cagney no papel principal, tem já várias aclamações no currículo que não podem passar despercebidas: para além de ser o quarto filme no top 10 dedicado ao filme de gangsters do American Film Institute (apesar de eu não considerar «O Padrinho» como um filme incluído nesse género - é o número 1 do top, mas penso que a obra de Francis Ford Coppola é muito mais do que isso - penso que estes tops do AFI têm uma seleção de filmes muito boa para se conhecer mais e…

Em busca da geração perdida (visto que pouco me relaciono com a que pertenço)

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Antes de alguém começar a inventar significados para a postagem desta imagem neste "póste", afirmo desde logo que a mesma não pretende ter grande valor, significativo para as próximas linhas que vós, poucos e humildes leitores desta estalagem virtual, ireis ler dentro de seguida. Apenas achei interessante colocar este fotograma de «O Garoto de Charlot», uma das maiores obras-primas da carreira do genial Charles Chaplin, por duas razões meramente simbólicas: primeiro, o conflito de gerações entre o vagabundo Charlot e o miúdo que este cuida ao longo da fita; segundo, por ser um exemplo da diferença de gostos entre a minha pessoa e o resto da malta da minha geração (será que a maioria dos energúmenos indivíduos da minha idade sabe ao menos quem foi Chaplin? Arrisco prever que, numa hipotética sondagem, 80% responderia que "não sei", e outros 5% profeririam "é um gajo com um bigode tipo o do Hitler". Riam-se, riam-se à vontade (e pessoas da minha idade, prep…

Brazil: O Outro Lado do Sonho

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Vou ser sincero: se houve um filme que, ultimamente, me surpreendeu mais do que o esperado e me provocou alterações cerebrais mais densas do que poderia alguma vez imaginar, foi o filme de ficção científica misturado com alguma parvoeira non-sense que dá pelo título de «Brazil: O Outro Lado do Sonho» (um subtítulo à tuga - visto que o filme, no nome original, se chama apenas «Brazil» - mas que volta a ser dos tais que até que nem foi mal pensado!). Esta comédia, com tons de drama, e que, com o seu brilhante final, acaba por ser uma reflexão muito macabra e densa da burocracia e dos exageros da nossa sociedade, foi concebida por um senhor que dá pelo nome de Terry Gilliam. Um cartoonista que ficou, primeiramente, conhecido pela bonecada que fazia para "elementos de ligação" na série «Monty Python's Flying Circus» e também nos filmes do grupo britânico de comediantes (não esquecer que teve também pequenos papéis hilariantes na obra do gang. Para mim, é o mais engraçado do…

Uma das milhentas comparações que faço entre Filmes e a vida real...

Alberto João Jardim garante que sairá do cargo de Presidente do Governo Regional da Madeira no ano de 2015. Mas então...? Já é tarde demais para o sotôr decidir isso! É que, devido às influências e à "popularidade" que o Alberto angariou ao longo do seu extenso mandato, o estadista está agora a passar uma fase da sua vida que, se fosse adaptada para filme, seria uma versão tuga de «O Padrinho Parte III», na qual estaria incluída a frase: "Just when I thought I was out, they pull me back in..."
 (e agora, interpretem isto como quiserem!)

Poderosa Afrodite

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Já é certo e sabido que, se eu vou criticar um filme do Woody Allen, não vai ser algo de negativo. Até agora nunca vi um filme mau deste Senhor. Uns melhores, outros menos bons mas ainda dentro do nível "Bom", o talento, a criatividade e a genialidade do cineasta americano nunca me desiludiram e sempre me surpreenderam, não só pelos diversos (e versáteis) caminhos para onde dirige a sua arte cinematográfica (desde a comédia de costumes até ao pseudo-documentário sobre um indivíduo de nome Zelig), como pelo facto de conseguir sempre renovar o "roupeiro" cómico e manter sempre a mesma graça e o mesmo interesse, mesmo que enverede pelos caminhos mais invulgares e desconhecidos. Pelo menos para mim.
«Poderosa Afrodite» vai de encontro a isso mesmo, naquele que eu considero um dos melhores filmes dos mais de vinte que já vi até hoje do Sr. Allen. Se tivesse de fazer um top 10 - tarefa algo complicada, diria - não tenho dúvidas de que «Poderosa Afrodite» estaria lá. Ach…

O Verão de Kikujiro

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Depois do sucesso e aclamação de «Hana-Bi: Fogo de Artifício» no Festival de Veneza (filme pelo qual o realizador/autor/ator Takeshi Kitano recebeu o galardão máximo do certame: o Leão de Ouro), dois anos depois surge um filme completamente diferente, quer em estilo, quer em forma, quer em conteúdo. Takeshi Kitano afirmou que, depois da premiação de «Hana-Bi», quis mudar radicalmente de "visual" cinematográfico, para conseguir pôr os seus seguidores constantemente à prova e para mostrar a versatilidade de temas que sabe abordar como ninguém no grande ecrã.
«O Verão de Kikujiro» é um filme que possui um ambiente bonito e cativante, reforçado pela extraordinária química entre as duas personagens protagonistas da narrativa: Masao, o menino que parte numa grande jornada em busca da sua Mãe, e Kikujiro, uma autêntica besta javardola mal educada, que acompanha o garoto na sua busca pela progenitora perdida. A relação entre as duas personagens desenvolve-se, ao longo das quase dua…

O Menino de Cabul

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Ao contrário de muitos, gostei bastante de ver «O Menino de Cabul». Não chego ao ponto de o considerar excelente, mas de facto, achei que esta obra tem mais do que se lhe diga e que deve ser vista ao pormenor. O filme parece simples, e não parece apenas, admito. A história não é complexa, não há grandes reviravoltas no guião, a montagem não é ultra espetacular, nem a narrativa é contada de uma forma pouco linear. Mas a força de «O Menino de Cabul» está mesmo na sua simplicidade, e na empatia que as personagens emanam e que me marcaram completamente. «O Menino de Cabul» não precisa de estar incluído em alguma das milhentas listas que atribuem esse epíteto tão subjetivo de «O melhor filme de todos os tempos» para ser o seu visionamento ser compensador. O filme não foi feito para ser um marco inesquecível na História do Cinema, mas para transportar uma grande história (a partir do livro «The Kite Runner», da autoria de Khaled Hosseini, que faz uma introdução ao filme na edição home-vide…

Sleepers - Sentimento de Revolta

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«Sleepers - Sentimento de Revolta» é um filme que poderia muito bem ser adequado à realidade portuguesa, alterando, apenas, os nomes das personagens e os locais em que as mesmas se localizam à medida que a ação se desenrola. Realizado por Barry Levinson (o cineasta das causas sociais - veja-se, por exemplo, o oscarizado «Rain Man - Encontro de Irmãos», sobre um homem que descobre que tem um irmão autista, «Manobras na Casa Branca», uma sátira brilhante à política americana e à manipulação dos media, ou ainda o telefilme recente «Ninguém Conhece Jack», sobre a vida e visão do Dr. Jack Kervorkian, defensor da eutanásia nos EUA), a história de «Sleepers» gira em torno de um grupo de rapazes em duas fases distintas da sua vida: na adolescência e na idade adulta. Um erro, cometido entre estas duas fases (e que mudará a vida dos quatro amigos para sempre - e não digo isto por ser uma frase toda cliché e que é muito atraente para as multidões amantes de filmes lamechas), por esse quarteto d…

Uma Balada, dizendo que eu até nem sou mau rapaz

Há uns tempos, decidi fazer um pedido para o novo programa do Nuno Markl, com esse músico brilhante que dá pelo nome de João Só. Por coincidência, o meu pedido foi o primeiro a ser feito, e foi tão detalhado que esse mestre da cantiga portuguesa pegou logo nele e transformou-o numa bonita balada, que podem ver e ouvir neste vídeo. Inclui a participação especial do mítico Tim, dos Xutos e Pontapés, mais um solo épico de guitarra. O tema da cantiga, muito resumidamente, é a dificuldade namoradeira que sempre tive de enfrentar durante a minha (ainda) curta existência. Mas talvez tenha de seguir os conselhos dos dois anfitriões deste programa de baladas por encomenda do Canal Q, e dar tempo ao tempo. Enquanto o tempo não passa, fiquem com esta cantiga e apreciem-na devidamente, porque fica no ouvido e resume muito bem tudo o que expliquei no pedido que fiz para estes dois senhores, que a meu ver, já criaram uma boa e original peça de televisão (pena é que o Canal Q só emita, por enquanto…

O Homem Elefante

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Há quase vinte e quatro horas terminei uma das sessões mais emocionantes e perturbadoras de cinema que fiz em muito tempo.É raro encontrar um filme com particularidades que me fizeram estar num estado de espírito tão particular que considero impossível transpôr para a palavra escrita (mesmo para a falada, penso que teria grandes dificuldades em conseguir descrever o que sinto neste momento). Encontrei características tão únicas e especiais em «O Homem Elefante», um dos mais admirados trabalhos do realizador David Lynch (o nome diz tudo, não preciso de estar a fazer referências à sua carreira).
Não consigo considerar «O Homem Elefante» uma obra prima cinematográfica, nem penso mesmo que seja um filme assim tão bem executado para "merecer" uma nota máxima dada pela minha pessoa. Contudo, tornou-se mais um filme integrante da minha lista de preferidos de sempre (que já vai em 58 itens, por agora). O filme é imperfeito, mas é perfeito ao mesmo tempo. É difícil explicar, mas ape…

O Inimigo Público (Take the Money and Run)

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«O Inimigo Público» (outra tradução pouco fiel a um título de um filme, mas mais ou menos adequada ao contexto do mesmo) foi o segundo filme do comediante Woody Allen em que o artista esteve a cargo também da realização. Até então, Allen tinha dado cartas em experiências como ator e argumentista em comédias mais ou menos bem sucedidas (como no filme «Casino Royale», paródia ao universo do agente secreto 007) e na sua estreia como realizador, «What's Up Tiger Lily» (uma experiência tão estranha e peculiar que nem pode ser mesmo considerada como uma "estreia" na realização, pelo que pude pesquisar sobre ela. «O Inimigo Público» é uma iniciação mais digna do epíteto de "estreia"). Contudo, penso que o filme que define o estilo Woody Allen, a marca de escrita e comédia que marcaria, então, a obra deste grande humorista americano, seja mesmo «O Inimigo Público». Nele encontramos várias piadas e personagens que parecem ser protótipos para a criação de outras tantas …

Casablanca Parte II (Ou: Como Hollywood mostra ter uma forte carência de boas ideias)

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Ontem estive a rever algumas das cenas de um dos meus 57 filmes preferidos de sempre (até agora, a lista poderá aumentar): «Casablanca». O critério que usei para a seleção do visionamento de certas partes deste grande clássico americano foi o de, simplesmente, procurar os momentos que mais me marcaram e mais persistem na minha memória que tenho do filme. Desde o momento em que Rick (Humphrey Bogart) constata que o antigo grande amor da sua vida está no seu café, quando ouve o pianista Sam tocar a (agora famosíssima) balada «As Time Goes By», até ao "início de uma bela amizade", às recordações dos tempos passados em Paris (e que ficarão para sempre na memória dos dois personagens - "We'll always have Paris"), não esquecendo, também, a famosa ordem dada por Louis: "Prendam os suspeitos do costume". Que é que eu posso dizer sobre «Casablanca»? Adoro o filme (fiz uma pequena crítica sobre ele há uns tempos, leiam-na aqui), e mais qualquer palavra que eu …

Pagos a Dobrar

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Na noite da passada terça-feira, em vez de ter ido estudar para o teste de Psicologia, que tive hoje, preferi investir quase duas horas do meu tempo neste precioso filme americano, um dos maiores objetos de culto do film-noir, um género de que sou muito apreciador. E digo-vos, foi tempo muito bem gasto (e o teste correu bem, ao menos isso... acho que aproveitei melhor aquele tempo a ver esta excelente obra do que a estudar matérias que, àquela hora, não me chamavam muito a atenção). «Double Indemnity», na tradução correta «Dupla Indemnização» (mas neste caso, o título tuga, apesar de não ser uma tradução fiel ao original, até que nem lhe fica mal, porque não tira o contexto do mesmo) é um filme sobre amor, enganos, morte, dinheiro e seguros. Sim, visto que a história da fita gira à volta de Walter Neff, um corretor de uma empresa de seguros (interpretado por Fred MacMurray), que se apaixona pela esposa de um dos seus clientes, Phyllis Dietrichson (interpretada por Barbara Stanwyck). …

Os Pássaros: um verdadeiro filme de terror

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Faço aqui uma pequena confissão: não sou apreciador de filmes de terror. Não é por meterem medo (porque, pelo menos a maioria dos que eu vi, não me fizeram qualquer efeito mental - à exceção do «Shining», que ainda teve algum efeito, embora eu não o considere uma obra-prima), mas por duas razões completamente diferentes: a primeira, porque a generalidade dos filmes de terror vive dos mesmos lugares comuns e estereótipos de sempre: um ambiente perfeitamente natural, em que a história de fundo entre as personagens nada interessa para o desenvolvimento do filme, onde aparece, como sempre, um serial killer disposto a matar toda a gente sabe-se lá porquê ou um monstro que, muito previsivelmente, devora tudo o que lhe apareça à frente; a segunda razão é que a maioria dos filmes deste género cinematográfico tendem a ser, além de, como já expliquei, repetitivos, fazerem o uso de sangue e tripas para me tentarem assustar. Infelizmente, não é isso que me assusta. Uma vez fiquei espantado quand…

Nova página do blogzinho...

... um índice com os links para os meus comentários a mais de duas centenas de filmes. Algumas mais extensas, outras nem tanto (também derivado da altura em que as escrevi - ao longo dos meses fui desenvolvendo a minha parvoíce, daí as críticas ficarem mais extensas). Enjoy! Basta clicarem, na barra verdinha por baixo da frase do Woody Allen, no espaço «Índice de Críticas de Cinema», 'tá bom?

Skyfall (Ou: o filme que me fez perceber que vale a pena continuar a descobrir a saga 007)

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Foi preciso ter ido ver, hoje à tarde, ao Campo Pequeno, o mais recente filme das peripécias de James Bond, que dá pelo nome de «Skyfall», que percebi como eu estava enganado em relação às potencialidades da série do agente secreto 007 (um indivíduo sempre pronto para a pancadaria, perseguições, explosões, moças jeitosas e tudo). Esta saga (ou pelo menos, este filme) tem uma grande capacidade de interesse para a minha pessoa! «Skyfall» é um filme de ação muito bem feito e que me fez ficar colado à cadeira do princípio ao fim, sensação esta que já não sentia, pelo menos, desde que fui ver «A Origem», de Christopher Nolan, no mesmo cinema há uns dois anos atrás. 
A meu ver, o facto de «Skyfall» ter resultado tão bem deriva, muito provavelmente, dos nomes de mui' grande talento que estiveram envolvidos na sua produção. Comecemos pelo realizador Sam Mendes, que viu a Academia de Hollywood reconhecê-lo com o filme «Beleza Americana», pelo qual arrecadou diversos Oscares, mas nos últim…