Gigante

Um filme simples com uma história simples, mas que vale a pena. Assim se resume, em poucas palavras, o que eu achei de «Gigante», um filme que parte de uma premissa humilde e com pouca substância, mas que acaba por ser uma boa experiência cinematográfica, neste que é o primeiro filme do realizador Adrián Biniez, e que recebeu inúmeros prémios, nomeadamente o Urso de Prata do Festival de Cinema de Berlim.
Nesta pequena fita, conhecemos Jara, um segurança de supermercado que se começa a apaixonar por Julia, uma empregada de limpezas desse estabelecimento. A partir daí, inicia uma espécie de obsessão por ela, seguindo-a por tudo quanto é sítio e tentando sempre saber mais coisas sobre ela.
Não sendo um filme inovador, inesquecível, fantástico ou marcante, «Gigante» é bom entretenimento, o suficiente para passarmos descansados oitenta e cinco minutos do nosso tempo livre sem ter que mexer muito com a cabeça. E, parecendo que não, muitas vezes precisamos de filmes assim. Filmes que nos façam parar um pouco, com histórias menos "cerebrais", mas mais humanas.

Nota: * * * *

Comentários