domingo, 10 de junho de 2012

Balanço do ano

Bem, mais um ano que termina.
E foi um ano bem cheio, diga-se. Tanto a nível pessoal (conheci muita gente nova e vivi muitas coisas boas, desenvolvendo-me muito como ser humano) como a nível... profissional.
Senão, vejamos: Fui delegado de turma, estive mais uma vez envolvido no teatro do Rainha (onde fiz de Diácono Remédios, reencarnei um Homem a Quem Parece que Aconteceu Não Sei Quê, e um rapazito chamado Vicente), entrevistei, com mais três comparsas, o Nuno Markl para o DNEscolas, fiz parte do Júri Junior da Competição de Estudantes da MONSTRA (Festival de Animação de Lisboa), fui apresentador (com mais duas amigas e atrizes do teatro) de um concurso de talentos lá na escola, recebi um Prémio Literário do Jornal da Escola pelo artigo que enviei para o mesmo sobre a entrevista feita ao Nuno Markl, concorri ao Concurso de Leitura Expressiva da Escola (com um honroso terceiro lugar - e bem, porque as duas primeiras liam cem mil vezes melhor que a minha pessoa) e por fim, fui o apresentador/voz off dos concertos da Banda do Rainha (e espero que, para o ano, seja uma voz on - ou seja, a cantar em palco. Vou fazer por isso. E depois aí ver-se-á o meu jeito para a comédia - ou seja, fazer os outros rir porque canto mal como uma porta e faço umas figuras tristes de todo o tamanho a armar-me em bom).
Se este ano já foi bastante preenchido, o próximo, ui! Nem se fala! Principalmente por duas coisas: estou a preparar umas ideias para uma peça que vou escrever no Verão, a partir de uma ideia já antiga que tinha planeado antes ser executada aqui no blog, mas agora, pela quantidade de ideias que estou a ter, penso que vai ser uma coisa gigante, e também, porque vou transpôr para o ecrã grande (não gigante, mas está lá perto) da Sala Polivalente da Escola, o meu projeto de exibições de cinema (do bom!). Por isso, vai ser um ano que vai dar que fazer. E ainda bem. Eu gosto disso!
Agora, vêm os exames nacionais e prontos, é ir logo para a rambóia. Ou não. É mesmo provável que não. Mas pronto, ficar em casa a descansar na caminha não é nada má ideia!

Sem comentários:

Enviar um comentário

Se chegaram até aqui e tiverem alguma mensagem, crítica, ou opinação a fazer em relação ao que acabaram de ler, façam o favor de o escrever aqui. A gerência agradece e responde (se não forem nenhum príncipe da Malásia que tem 10 milhões de dólares para me oferecer, claro).