Verdes Anos: A odisseia de um grupo de teatro escolar

Depois de vários meses de intenso trabalho e esforço de todos os elementos do nosso grupo, eis que levámos, na terça e quarta-feira da semana passada, a nossa peça «Verdes Anos» aos palcos da Sala Polivalente do Liceu Rainha Dona Leonor.
«Verdes Anos» é uma peça sobre a memória, o conflito entre gerações distintas e o modo como o presente é influenciado pelo passado. É uma peça dividida em três atos, cada um deles contando uma história distinta: no primeiro, um senhor de idade conversa com um rapaz mais novo (interpretado por mim) sobre a adolescência e outras problemáticas, culminando com um momento musical em que também participei (a cantar horrivelmente mal, mas pronto... ao menos as pessoas, como eu cantei com microfone e, por isso, o som da minha voz se confundiu com o som da música, pensaram que eu cantei em playback!), O segundo passa-se numa sala de aula, em que uma professora conversa com cinco alunas do papel da Mulher na sociedade de hoje. Já o último ato é uma autêntica cena revisteira à portuguesa, completamente hilariante, passada no lisboeta Bairro da Bica.
Com esta peça a autora, a Professora Catarina Machado, pretendeu homenagear diversas figuras marcantes da nossa cultura: Amália Rodrigues, Paulo de Carvalho, Raul Solnado, Ivone Silva, Beatriz Costa e Rui Veloso são algumas das figuras que inspiraram esta peça, que constitui um grande orgulho para o nosso grupo. O sucesso de todas as atuações foi gigantesco, o que fez com que começasse a ser planeada mais uma atuação, para o último dia de aulas deste ano letivo.
A magia do teatro continua, assim, no Rainha, e esperemos que permaneça por muito mais tempo!

Comentários

  1. Talvez tenha acabado de ganhar uma certa inspiração ao ler isto. E não cantaste mal. Eu adorei ouvir-te cantar :)

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  2. Então escreve mais no teu blog! Oh, obrigado :) cantei razoavelmente, vá :/

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    1. Ando sem paciência e TEMPO para isso - não é como dizes, os artistas, pelo menos eu, tenho mesmo imenso que fazer :/ Para além de que são escassas as pessoas que por lá passam agora!

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