Um pequeno texto para tentar (mais ou menos) explicar o meu fascínio pelo Cinema

Acho que já devo ter falado sobre isto no blog, mas não faz mal reciclar os temas abordados nesta fatelice reles assim de vez em quando, pois não?

Acho que os meus leitores (eu e um periquito amarelo de nome Celso) não se importarão, de certeza. Até porque já são parvos em perder tempo com este blog.

Bem, vim falar-vos da minha paixão (a.k.a vício) que tenho pela sétima arte. E porquê? Porque a cada dia gosto mais de ver filmes, a cada dia comparo mais cenas de filmes com a realidade, e porque me influenciam diretamente durante todos os dias da minha existência, a cada dia, hora, minuto ou segundo.

Mas a questão que se coloca, que penso que é fundamental, sobre este meu vício bom (sim, não é como a droga, ao menos) e que merece ser respondida aos (poucos) curiosos que se têm perguntado sobre a mesma à minha pessoa (minto... a única pessoa curiosa com isto sou eu próprio, mas vou responder à mesma, não vá alguém interessar-se também - o que muito duvido) é: Porquê o cinema? Porquê elevar a um estatuto quase próximo do culto religioso películas como «O Padrinho» (que me mexe cada vez mais a cada novo visionamento), «Regresso ao futuro», «A melhor juventude», enfim, tantos filmes que me fazem crescer e aprender todos os dias?

E, se algum de vós (que já são uma minoria muito pequena, do tamanho de duas formiguinhas a carregarem uma garrafa de Sun Quick - quem se lembra do anúncio, hm?) estiver interessado em saber a resposta, cá vai:

Não sei. Mas acho que é alguma coisa dentro de mim que me incute para a Sétima Arte, mais do que a qualquer outra das Artes maiores. É assim, cada um gosta mais de outras coisas. O meu caso é o do cinema, assim como do humor. Eu gosto imenso, de uma maneira quase que obsessiva, mas pronto, é o que eu gosto. Gosto de atores, realizadores, bandas sonoras... gosto também de tentar deduzir a forma como uma ou outra cena que me interessou mais foi executada, e gosto de saber sempre mais sobre o que vejo. Gosto de encher a minha cultura cinematográfica e ir aprendendo o que é o verdadeiro cinema a sério. Eu cheguei a uma dada situação, em que gosto de voltar a rever cenas de filmes em dados momentos porque são elas que fazem sentido naquele momento.

Chamem-me poeta, chamem-me atraso de vida (o que é um desígnio mais comum que é dado à minha pessoa), mas é esta a minha opinião. E quem me pretende acabar com uma das poucas coisas pela qual me interesso mesmo e de que consigo manter uma conversa a modos que interessante, que tire o cavalinho da chuva.

Porque já dizia o versador: «tem os amigos perto, mas os inimigos...»... e é isso.

Comentários

  1. Ora então.. Um periquito amarelo de nome Celso, ham? Eu sou um fantasma, é?! "Até porque já são parvos em perder tempo com este blog", pois, claro, parvos... Maaaaaauuu xD
    "Eu cheguei a uma dada situação, em que gosto de voltar a rever cenas de filmes em dados momentos porque são elas que fazem sentido naquele momento." Ééé.. É impressão minha ou isto soou a algo mesmo muito profundo?!

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  2. Ahahaah :)
    Não, não é nada de profundo. eheheh

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