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A mostrar mensagens de Novembro, 2011

Mark Twain - 176 anos

Hoje comemorou-se o 176.º aniversário do nascimento de Samuel Clemens, mais conhecido por Mark Twain, que é nada mais nada menos que um dos maiores escritores americanos e universais de todos os tempos.
Mark Twain é absolutamente genial. Deixou para a História uma vasta obra com grandiosos títulos como «As aventuras de Tom Sawyer» e «As aventuras de Huckelberry Finn». Eu considero-o mesmo o Eça de Queirós americano (ou então o Eça é que é o Mark Twain europeu?). É um autor que escrevia com um estilo humorístico tão marcante que continuam frescos e bons passado tanto tempo, sendo suscetíveis de causar gargalhadas a quem leia os seus livros. Aconselho a leitura da sua obra, e já agora, passem com o google que está com uma imagem muito gira de tributo a Twain, ilustrando uma cena que aparece no livro «As aventuras de Tom Sawyer».

Bom feriado!

BTTF 1

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Roads? Where We're Going We Don't Need Roads.

«Regresso ao futuro» é simplesmente fantástico. Se antes de ver o filme estava com algum receio de que não o achasse com a mesma magia com que o vi há uns anos, voltei a adorar e a idolatrar o filme. Só o vi umas três vezes em toda a minha vida, mas é um dos meus filmes favoritos, sem precisar de ser uma obra-prima cinematográfica. Não precisa de o ser porque contém tudo lá dentro: comédia, aventura, uma grande história... e tudo isto numa grande mistura que a ela muito se igualam os primeiros filmes de Indiana Jones e a recente adaptação das aventuras de Tintin por Spielberg. O filme foi marcante para mim porque, pela primeira vez, tomei contacto com um mundo cinematográfico mais virado para a ficção científica, que gostei! Hoje em dia na minha cabeça andam passagens e momentos do filme, para aproveitar algum momento em que seja conveniente utilizá-las, e gosto sempre de saber coisas novas sobre os atores, as filmagens, etc. Mas al…

Os fados desta vida

O fado é agora património imaterial da humanidade.

É bom, isto.

E é tudo o que eu tenho para dizer sobre este tema, sem pegar nas mesmas coisas que as milhentas pessoas que foram entrevistadas disseram. Eram um bocado repetitivas, essas opiniões.

Mas sim. Para mim é idem idem aspas aspas.

Os dias das nossas vidas

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No passado dia 24 de Novembro comemoraram-se vinte anos sobre o desaparecimento de Freddie Mercury (comemorar é como quem diz... ninguém "comemora" a morte de alguém, não é? A não ser que seja uma pessoa que nos fosse bastante desprezível, mas isso agora não interessa para o caso). E para assinalar esta data, o Biography Channel fez o favor de passar nesse dia, à noite, o documentário de dois episódios «Days of our lives» da BBC, feito este ano e integrado nas celebrações dos quarenta anos de Queen, na sua programação, e que eu tive o gáudio de poder gravar e ver ontem à tarde no «télévisor», em vez de estar a estudar.
Uma coisa que muito me alegrou é que (parece que sim, finalmente) o Biography deixou de dobrar os seus documentários e passou a legendá-los, o que para uma pessoa fã de originais como eu sou, torna-se um grande presente, além de ser um documentário sobre a minha banda favorita.
«Days of our lives» é capaz de ser o melhor documentário que existe à face da Terra …

Uma pequena leitura

Li, mais uma vez, uma história ligada ao género do terror e fantástico. Desta feita foi o clássico da literatura portuguesa «O barão», um pequeno conto da autoria de Branquinho da Fonseca, que foi recentemente alvo de uma adaptação para cinema, realizada por Edgar Pêra e com Nuno Melo no papel do Barão.
Esta obra introduz ao leitor a estranha e enigmática personagem do Barão, um homem que vive sozinho na sua mansão, com os seus criados e os seus cães. Um inspetor da instrução primária irá encontrar este aristocrata com algo de excêntrico e decadente, que ao longo da história irá interessando cada vez mais o narrador, através das situações que as duas personagens vão viver nessa noite, à volta do pequeno mundo criado pelo Barão.
Aconselho o livro, pois além de ser de rápida leitura, é uma história com muito interesse que vale a pena ser lida. Pena não ter podido ver o filme - está a sair dos cinemas por estar a ser um fracasso de bilheteira - se calhar, se Edgar Pêra tivesse tomado a ide…
Ontem, graças às andanças que o nosso grupo escolar de teatro anda a percorrer, pude assistir, no Teatro Nacional D. Maria II, ao ensaio geral da peça «Quem tem medo de Virginia Woolf?», um clássico da dramaturgia contemporânea americana adaptado para português, que simplesmente adorei. Além de ter quatro atores fantásticos e um excelente cenário, é de aplaudir o magnífico texto e encenação. Uma história sobre relações humanas e a própria vida, numa comédia dramática fantástica. Se puderem ir ao teatro, se tiverem dinheiro para ir ao teatro, vão ver esta peça. Estreia hoje e vale muito a pena.

Nota: *****

Vampiros doentios

Diz que o novo capítulo da saga «Tuailaite» anda a gerar polémica nos EUA por certas cenas causarem convulsões a pessoas com problemas epiléticos ou lá o que é
A minha pergunta era se a saga em si já não traz uma série de efeitos secundários negativos a quem a visione...
Além de atacar as pessoas com essa doença que é a parolice (incurável) e das convulsões, os espetadores de «Amanhecer» vão ser um grupo de pessoas completamente doentes a nível cinematográfico, e provavelmente, social.
E assim vai o mundo.
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«A última tentação de Cristo» é, na minha opinião, uma das melhores versões cinematográficas da vida de Cristo que tive o prazer de contemplar até hoje. Além de ser um filme muito bonito, baseado no controverso livro de Nikos Kazantzakis (se bem que tudo o que envolva Jesus Cristo é provável que seja causador de controvérsia), é uma história baseada nas Escrituras (podemos ver alguns episódios reais da vida de Cristo no filme, como a ressurreição de Lázaro ou a crucificação), que nos dá uma visão da vida de Cristo mais real e humana. Eu, como crente, digo-vos que imagino que Ele tenha sido uma figura assim, uma pessoa simples e mais humana. E por isso gostei do filme. Um pouco pesado em certas partes, é verdade, mas não deixa de ser um filme belíssimo, com um excecional trabalho de realização do Mestre Martin Scorsese. Recomendo vivamente «A última tentação de Cristo», um filme um espantoso e excelente épico bíblico.

Nota: *****
Não sou grande fã de histórias de terror ou fantástico, porque tendem a ser demasiado repetitivas e cansativas para a minha pessoa. Contudo, há uns dias li de uma assentada o primeiro volume das «Aventuras de Dog Mendonça e Pizzaboy», um livro de banda desenhada saído dessa mente extraordinária que é a de Filipe Melo, com os "bonecos" de Juan Cavia, também muito bons. É um livro que mistura terror com fantasia, e embora eu, como referi, não seja fã deste tipo de histórias, gostei desta. Por envolver bem humor e aventura, numa história que é, em parte, um tributo a grandes clássicos do cinema. Lê-se muito bem - aliás, o meu apetite voraz por banda desenhada (agora um pouco destreinado porque não tenho lido muito) ajudou a que acabasse depressa o livro - e recomendo. Aos fãs de terror e fantástico e aos fãs de BD. Vale muito a pena, é uma história muito boa.
Nota: ****1/2

Curto Circuito

Há uns tempos idos ver o «Curto Circuito», talk-show juvenil da SIC Radical, tinha piada. Ver pessoas como Rui Unas, Bruno Nogueira, João Manzarra, que tinham graça, era sempre agradável e engraçado, entretinha quem seguia o programa. Agora não vejo tanto, dantes era quase um programa de culto...

"É a luta, pá!" "Qual luta, pá?" "Sei lá, pá!"

(ATENÇÃO: Este post contém material EXTREMAMENTE explosivo e chocante. Cuidadinho hein?)

O povo português tem uma particularidade que a mim me interessa muito e que é o poder quen tem de se indignar. Do género «Olha amanhã fazemos mais uma manifestação. Como é que vai ser? Indignação das nove ao meio dia, depois almoço, às três voltamos a indignar e se possível pomos um cocktail molotov ou dois à mistura, e depois ao final do dia, depois do cházinho e as torradas, fazemos o concurso do manifestante mais suado 2011. Ok, 'tá tudo. Olha, trazes aí o livro de frases e cançonetas inspiradoras para serem gritadas em manifestações? Está aí, ao lado da TV7 Dias da semana passada. Pronto, podemos ir».
Ou seja, para muita gente a indignação através de greves tornou-se um hábito diário que se impenetrou tanto nos grevistas, tanto nas outras pessoas que não fazem greve, que já estão acostumadas a ligarem a televisão de manhã e a ouvirem, além do Minuto Verde, a cobertura da greve pelos jornalis…

Habemus Filmum

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Este filme despertou-me a atenção, não por ser de Nanni Moretti, porque, confesso, até hoje não vi ainda sequer um filme deste realizador - embora tenha «O caimão» para ver - mas pelo tema em si e por ser realizado por uma pessoa que não é crente na religião. Parece-me ser um bom filme, pelo menos o trailer convenceu-me. Por isso também vos aconselho este «Habemus Papam».

Eis um artista que vai trazer algo de mais interessante à edição do Rock in Rio do próximo ano. É que, em 2012, pela segunda vez na sua carreira, Bruce Springsteen vem atuar a Portugal!

Se o bilhete até não for muito carote ainda pondero ir a este festivalzeco só para ir ver este Senhor. Senão, "bão róbar dinhêro a quem quiserem, tá"? A mim não!

Tenho dito.

EDIT - para variar os bilhetes são muito baratos. Quase sessenta euros.

Desculpa Boss, mas nem por ti pago uma roubalheira dessas.

Heil Hynkel - retrato de um filme de génio

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Já são inumeráveis as vezes que escrevi posts sobre Charlie Chaplin ou com citações desse génio. Já foram muitas vezes, mas acho que vale a pena falar sobre Chaplin as vezes que me apetecer, porque ele é uma das pessoas que mais me influencia no dia a dia e um dos meus ídolos, estatuto que lhe preservo na minha mente desde que me lembro.
Lembrei-me de voltar a escrever pela milionésima vez neste blog um post em homenagem a Charlie Chaplin porque a sua obra tem estado, nos últimos dias, mais presente do que o habitual na minha vida quotidiana, principalmente o seu filme «O grande ditador», do qual foi retirada a imagem que ilustra este post e que eu considero a sua obra prima máxima. Ultimamente, nas aulas de filosofia, tem-se falado de Hitler, e quando se fala no Hitler, eu falo deste filme. E na aula de sexta feira passada o professor falou do filme por estar a falar no Hitler, e eu disse que tinha o filme. Então ficou acordado que eu traria o filme na próxima aula (amanhã) para most…

Finalmente estreou

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Sou um grande fã da dupla Ricky Gervais e Stephen Merchant. Adoro «The office» e os poucos episódios que vi de «Extras». E há imenso tempo que esperava a estreia desta nova série. E eis que, finalmente, no passado dia 10 de Novembro, «Life's too short» estreou na BBC.

Estou ansioso por ver esta nova sitcom, mas ainda só teve dois episódios emitidos e já recebeu uma reação muito mais negativa que positiva da crítica. Muitos críticos apontam a falta de piada da série (um crítico do The Guardian diz que só teve um primeiro sorriso aos oito minutos do primeiro episódio) e o facto de Gervais e Merchant pegarem nas mesmas personagens com as mesmas particularidades de sempre. Mas independentemente do que a crítica diz, eu quero ver esta sitcom. Claro que só por ter o Gervais não é por isso que esta série va ser boa, mas quero vê-la para tirar as minhas conclusões.

Finalmente voltei às leituras!

Hoje acabei de ler um livro que me demorou imenso tempo a acabar. Não por ser grande (muito pelo contrário), nem pouco interessante (muito pelo contrário!), mas nos últimos dias não tive muita vontade de pegar num livro, depois de ter pegado nuns três antes deste e não ter avançado em nenhum destes além da página 30 (exceto a «Alice no País das Maravilhas», que consegui ir até à 50. Só que achei a história tão pouco interessante, mesmo que fosse escrita com a linguagem mais fácil deste mundo, que decidi libertar-me deste peso e recolocar esta obra na estante). Mas decidi acabar hoje, pois voltei a ganhar aquele impulso literário devorador de livros que já não sentia desde que tinha acabado de ler o «Huckelberry Finn».
E o livro que acabei de ler foi «O terceiro homem», de Graham Greene. É curioso por ter originado um guião para filme e não ter sido planeado como livro. Muitas pessoas dizem que o filme é cem vezes melhor que o livro (por acaso gostava muito de o ver), mas gostei do livr…

Como não tenho mais nada de útil para fazer fui refazer a minha vida...

... por escrito. Por isso, se quiserem ler literatura da má, para não variar dessas coisitas que andam a ler nos facebooks dos vossoas amiguinhos, espreitem a minha vidinha, contada em menos de meia dúzia de parágrafos. Também não era preciso mais que isso.

Basta clicarem nesse espaço por baixo do título do blog, com o nome «Sobre a minha pessoa».

Sobre nada

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É impossível ter-se uma opinião universalmente aceite sobre qual é a melhor sitcom de todos os tempos, porque há muitas que podem ser apelidadas de excelentes, e todas mereceriam o primeiro lugar.
Uma dessas sitcoms mestras, dignas de serem admiradas como se religiões se tratassem,é «Seinfeld», a famosa série americana que conquistou o público de todo o mundo ao longo dos anos 90, e que agora está novamente em reposição na SIC Radical (até agora vi toda a sexta temporada graças a esta exibição na TV, e agora vou começar a sétima). «Seinfeld» tem uma particularidade que a distingue das outras comédias de situação, e que todos os fãs que estiverem a ler isto saberão do que estou a falar: é do facto do programa falar sobre... nada. Tanto um episódio inteiro pode ser feito sobre uma matrícula de automóvel algo estranha como também a espera num restaurante chinês pode dar vinte e dois minutos de pura comédia.
Mas atenção: «Seinfeld» não tem mérito por ser só sobre situações do quotidiano d…

Outono, Outono... Queria fazer uma rima com a palavra "Outono" mas nada me ocorreu, por isso fica aqui este título longo e choninhas.

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CASTANHAS!!!!

(o post propriamente dito só começa no parágrafo seguinte. Este serve apenas para eu, numa letra centrada a grande destaque e a negrito, expôr a minha admiração por esse alimento «outonístico» que é a castanha. E assadinha é tão boa... Bem, podem ler um texto mais decente na próxima linha, sim?


Ah, o Outono. E o "ah" não serviu para prestar a minha admiração por esta época do ano, mas sim porque estou com o nariz um bocado entupido e tenho de respirar aos "ahs".
(Foi uma piada mesmo estúpida, não foi? Do género das que o Malatinho e outros da pandilha gostam de fazer. Estou a passar para o lado mais idiota da escrita, mas até que nem está a ser mau de todo. Tenho de experimentar isto mais vezes.)
Chegámos àquela altura do ano mais conhecida por aquela-época-em-que-as-televisões-começam-logo-com-popotas-e-leopoldinas-mesmo-quando-ainda-estamos-em-final-de-outubro-caraças-essas-campanhas-não-serão-muito-abusadoras-não-sei-e-como-já-fiz-esta-coisa-com-muito…

Um grande exemplo!

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Acabei agora de ver «Comando», uma curta metragem portuguesa que, ultimamente, tem andado mais na berra por ter tido um orçamento de uns míseros 27 euros.
Mas não é isso que o filme tem de melhor. Ou aliás, a única coisa que podemos pensar é que como é que se pode fazer algo desta envergadura com tão pouco dinheiro? Como se consegue fazer um mini-épico de guerra com menos de 30 euros?
Vale muito a pena ver. Dura dez minutos e qualquer coisa e é tempo bem gasto. Ao acabar de ver pensei que tinha visto um filme de duas horas e meia, tal é a intensidade cinematográfica que consegue concentrar em menos de uma dúzia de minutos. Apesar de ter um ou outro cliché dos filmes de guerra, vejam que é para verem como há bom cinema português que dá cartas no estrangeiro (também há o mau cinema português que dá cartas no estrangeiro só por ser feito por um senhor com mais de 100 anos mas isso é outra história).

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Mais uma grande surpresa, descoberta na última sessão do «Colbert Report». Um quarteto de cordas com um estilo algo baseado em country, mas que é uma delícia para os ouvidos. Eis aqui «attaboy», uma das músicas do álbum «The Goat Rodeo Sessions».

Diz que este é o milésimo post deste mísero blog.

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E pronto, é isto. Eis que o blog conseguiu alcançar uma meta que se calhar, há uns dois anos, quando o blog foi criado, eu nem pensava que se concretizaria. Cheguei à entrada n.º 1000. Um grande número que me orgulho muito, e que agradeço a todos que tornaram isto possível e que, passados 1000 posts e dois anos e meio desde a sua nascença, ainda têm a paciência de seguir as palermices que por aqui escrevo. Muito obrigado a todos, e claro, que venham mais mil!!!
Mas para celebrar em festa esta grande data, vou propor, aqui e no facebook, uma pequena atividade para todos aqueles que conhecem o meu blog. Que digam, numa palavra ou numa pequena frase., o que acham deste estaminé. Que acham? Fico à espera da vossa solidariedade!
E mais uma vez muito obrigado e, mesmo que o tempo não esteja a ajudar, um resto de um bom domingo!

Em artigo de jornal, todos opinam mas só falam mal

Como deveis saber - ou se não sabem passam a saber - eu sou uma pessoa que gosta de se informar. Gosto de ir aos sítios online dos jornais (quando não os posso consultar em mão) e ler artigos interessantes e textos de opinião de um ou outro cronista. Mas aquilo que certamente me dá mais gozo de ver nas páginas dos artigos é os comentários que certos indivíduos vão lá escrever. Por vezes, acontece como no youtube nos vídeos mais polémicos, iniciam-se grandes discussões que criam verdadeiras batalhas campais, que felizmente, ficam pelo computador e não passam para a realidade.
É interessante como num artigo sobre a Amy Winehouse se pode chegar a uma discussão sobre racismo e sobre o Obama. As voltas que essas conversas dão.
Mas há ali uns comentadores repetentes, sim. Certos indivíduos que se calhar nada mais têm a fazer do que ir comentar qualquer notícia que lhes apareça à frente. No caso do site do DN, lembro-me de dois veteranos: Ingunurante e Ludovico, mas há mais. Só que de momento…

Gatos pretos e brancos

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«Gato preto gato branco» é considerado por muitos a obra maior do realizador Emir Kusturica (que também dirigiu "O Pai foi em viagem de negócios" e "Underground - Era uma vez um país", ambos os filmes galardoados com a Palma de Ouro no festival de Cannes). E não é para menos, pois este filme apresenta ao espetador um festim cinematografico-humoristico-idiotístico-surrealista, repleto de personagens e situações deveras caricatas, estando muitas delas a roçar a estupidez completa. Mas ao contrário de outras comédias também estúpidas que todos conhecem, esta fita consegue sê-lo no bom sentido, fazendo rir quem a vê apesar de o que se está a passar no ecrã não fazer qualquer espécie de sentido. Daí eu comparar muito esta comédia às experiências cinematográficas dos Grandes Monty Python, Senhores do absurdo cómico e do nonsense. «Gato preto gato branco» está recheado de pequenos pormenores engraçadíssimos, o que me faz querer que o argumento foi pensado ao pormenor, hav…

O último segredo? Tendes a certeza que é o último?

Acho curiosa a polémica que se tem feito à volta do novo livro de José Rodrigues dos Santos, «O último segredo», por meter questões problemáticas em relação à Igreja Católica.
Do meu ponto de vista, para quê dar-se demasiada atenção a livros destes? São só Dan Brownzices plagiadas para vender e que rapidamente são esquecidas, tal como um lançado recentemente, «A mentira sagrada», dentro do mesmo género e que gerou uma mini-polémica. É só para fazer dinheiro a partir de temas polémicos.
Aliás, há uns dias li uma crónica de Joel Neto (um bom cronista que, de vez em quando, dá umas patadas na poça, mas geralmente é bom de se ler), em que dizia que José Rodrigues dos Santos vai todos os anos à amazon, compra dois ou três livros sobre uma teoria da conspiração qualquer, e faz um livro. É que até o Dan Brown tem mais detalhe de pesquisa que ele, ao que parece.
Mas acho que, como católico do século XXI, não se deve levar a mal essas coisas comerciais. Há liberdade de expressão e pronto. Tal com…

Então não? Claro que sim...

Ao ouvir pessoas como Otelo Saraiva de Carvalho opinarem sobre o estado da nação, pessoas do género desse indivíduo que se acham uns heróis por só terem feito porcaria, o que eu considero é o mesmo quando opinam outras figuras de "elite" como Júlia Pinheiro, Teresa Guilherme, José Castelo Branco, Berlusconi, Hugo Chavéz, Fidel Castro, etc. Não ligo porque são de um nível tão baixo que nem vale a pena ligar. Sim, sim, ui, o Otelo foi um herói, foi, claro. Então não? Claro! É o Capitão América português, com certeza...

Se eu desse crédito a gente dessa, seria como se o Hitler voltasse à Terra e falasse do que acha do Euro e da CEE. Ignorava, porque é uma pessoa que nada de bom trouxe ao mundo e que por isso não merece ser ouvida.

E escrevo isto porque estou algo incomodado com a grande adesão que as opiniões destas "pessoas" têm nos recantos da internet. "Sim, sim, ele tem muita razão".

Claro, claro...
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Eis outra série que me agrada por não ter uma quantidade exorbitante de episódios, tendo até ao momento duas temporadas, com, ui, dez capítulos. É por isso que gosto das séries britânicas. Curtas e incisivas. Como o «The office». Ao passo que o remake americano precisou de tantas temporadas para singrar, o original britânico só precisou de duas temporadas de seis episódios e um especial de Natal em duas partes.
Mas falando neste policial em particular, «Luther» é diferente de muitos do género por ser britânico (e por isso, ter outra visão, mais negra e profunda, do mundo do crime e da polícia), e também pelas personagens não serem garanhões todos felizes, tipo os CSI's and oother stuff like that.

Por isso, também aconselho que vejam «Luther», em exibição no AXN. Um dos raros policiais que consegue ser interessante no seu todo.

É legal. E é em Boston.

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Eis uma série americana que não precisou de mais de 100 episódios (sim, pois, pedir 100 episódios para uma série americana é pouco, enquanto que as inglesas só precisam de ter menos de vinte e são obras-primas - e merecidamente) para se tornar um clássico da televisão desse país, e também de todo o mundo. Já tinha visto um ou outro episódio salteado no passado, mas agora tenho andado a ver os episódios todos na FOX Crime, e tenho gostado muito. Não só porque gira em torno da advocacia (um tema pelo qual me interesso muito mas que como profissão seria uma lástima), mas porque tem duas personagens carismáticas, Alan Shore (interpretado por James Spader), e Denny Crane (personagem de William Shatner). «Boston Legal» é daquelas séries que não precisa de ter grande originalidade, porque tem duas personagens que já se tornaram históricas, e que fazem a série toda. E não precisa de argumentos exuberantes no meio de pouca criatividade para singrar (tal como no caso que referi no post anterior…

Você é a série mais fraca. Adeus.

Nesta época invernal (sim, quis dizer invernal, e não infernal, porque este tempo tem sido uma mistura de climas que não lembra nem ao diabo!), que é também a época da reentré televisiva, várias séries novas surgem nos ecrãs e outras continuam com novas temporadas. Mas nessas séries novas, há umas que são canceladas e há outras mais antigas que, por qualquer razão, também acabam por sofrer o mesmo fim.

Uma série que há já algum tempo merecia terminar é «House M.D», que me parece, segundo dizem, que é agora (FINALMENTE!) que aquela série, que ao princípio era bem interessante mas, como acontece com grande parte das séries que duram muito tempo, perdeu o interesse, mais propriamente porque os guionistas devem ter andado a tomar drogas nestas últimas temporadas. Vá, pronto, drogas não. Só levaram com um piano na cabeça. É algo mais leve.

E outra série que merecia ser cancelada mas que, infelizmente, ainda não o vai ser (porque parece que as audiências justificam que continue) é «O Mentali…

Nos idos de Março

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Não pode haver melhor combinação neste mundo do que ir ver um bom filme ao cinema a custo zero. Pelo menos do bilhete.
Ontem, fui à antestreia de «Nos idos de março», o novo filme realizado e interpretado por George Clooney, embora que aqui esteja num papel mais secundário.
Gosto de filmes que envolvem política, e que conseguem ser reais e não cair em exageros ou disparates do tamanho de um arranha-céus. E por isso gostei muito deste filme, ao contrário de muita gente que também sobre ele se pronunciou. Chamem-me o que quiserem, eu até nem sou grande fã do Clooney, mas apreciei bastante esta fita, com um sólido argumento e grandes interpretações.
E pode ser uma história ficcionada, mas encontra-se nela imensas partes que poderiam fazer um filme verídico. Corrupção, manipulação, tudo o que envolve a política está em «Os idos de Março», e recomendo que, se puderem, o vão ver e tirem as vossas conclusões. É um filme americano, mas tanto faz a sua nacionalidade, porque toca a todos os paí…

Mais uma notícia para o Inimigo Público

Vida de Berlusconi retratada na próxima sequela de «O Padrinho»

Ontem à tarde, após ter tornado pública a sua demissão do cargo de primeiro ministro, Silvino Berlusconi recebeu um telefonema de Francis Ford Coppola, que se mostrou interessado em levar a vida do político italiano ao grande ecrã, naquele que está agendado para ser o quarto filme da saga «O Padrinho». "Estou muito contente com este convite", disse Berlusconi hoje de manhã à Rai Uno, "já que os Corleone foram uma grande inspiração para mim e para a minha carreira política". Coppola confirmou, há momentos, esta notícia, acrescentando que "já tinha contactado Alberto João Jardim, para que, se este não conseguisse voltar ao poder, pudesse fazer esta dita sequela. Mas isso não aconteceu e ocorreu-me ontem o Berlusconi quando estava a ver as notícias.". Coppola considera excelente a escolha de Berlusconi para a nova sequela, dizendo que "É perfeito por ser mesmo italiano, e o guião apenas vai …
E eis que o blog consegue atingir mais um bonito número, ou seja, vinte mil, neste caso, que são as visitas a este estaminé.
E era isto que eu tinha para dizer.
Ah, e obrigado também a vós, caros leitores!

E pela primeira vez, cá vai um emoticon num post deste blog, para comemorar:

:D

Venham mais vinte mil!

(Não) sou italiano.

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Sim, podem dizer à vontade que eu tenho um gosto esquisito, mas esta é daquelas poucas músicas que ouvia desde pequenino e que ainda acho graça ouvir hoje em dia. Gosto muito desta música e hoje fui procurá-la no youtube, e lá encontrei. E tornou-se naquelas músicas que, após a redescoberta passado tempo sem a ouvi-la, a conseguimos escutar umas dez vezes seguidas. É o que me está a acontecer neste momento.
E desculpem qualquer coisinha, ok? Este gosto é algo estranho, mas pronto.

Lasciate Mi Cantare...


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No fim de semana, vi um passatempo da página do facebook do Canal Hollywood para se ganhar convites para a antestreia de «Nos idos de março», o mais recente filme de George Clooney e considerado por muitos como potencial candidato aos Oscares. E em boa hora participei, e pude ganhar um convite duplo! Por isso, na quarta feira à noite, lá estarei no meio da confusão do Vasco da Gama para ir ver este filme, que pelo qual tenho uma grande curiosidade.

Rebelde sem causa?

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Há filmes que continuam a ser importantes na História do Cinema, passados mais de cinquenta anos após a sua estreia original. Um desses casos é «Fúria de viver», uma "tradução" de «Rebel without a cause», o segundo filme dos três protagonizados por James Dean, estreado um mês depois após a morte do ator, que por morrer tão novo tornou-se um mito incontornável do Cinema Americano.
Este filme retrata a rebeldia de uma geração da década de 50, com os seus dilemas, as suas alegrias e também, se formos a ver bem, as suas parvoíces. James Dean é Jim, um jovem que gosta, resumidamente, de se meter em sarilhos. Ao chegar a uma nova cidade com os Pais, irá ser confrontado com um mundo escolar novo e perigoso para ele, que o levará a estar no meio dos problemas e a arranjar alguns amigos.
Como eu disse, o filme vê-se bem, mesmo sendo tão antigo (porque há filmes que, com o tempo, perdem a "magia". Este não), e torna-se atual, em certa medida, por falar da adolescência de um…

School killed the radio star

Uma das coisas que mais graça acho é a rádio das escolas. Quer dizer, ao menos na minha escola anterior, o Camões, onde tive responsável pela rádio no 8.º ano, ainda tínhamos uma cabinezinha (que compartilhávamos com esfregonas obsoletas e com livros que, pela antiguidade, devem ter pertencido à padeira de Aljubarrota - isto se a mulher sabia ler), que tinha ao menos umas máquinazinhas e andávamos ali a fazer umas experiências. No 9.º ano já tinham transformado aquela cabine em salão de limpeza, por isso não houve rádio nesse ano, mas nesta escola, o que é a rádio? É uma espécie de carrinha ambulante com um computador Windows do século XVIII, com umas colunas péssimas como o diabo e que está num sítio muito, muito estratégico. À porta da escola. E só se houve lá. Depois... já não se ouve. Talvez a rádio em escolas se esteja a tornar em algo inútil... Até eu, quando quero ouvir música, ouço rádio no meu telemóvel. Também as escolhas da rádio escolar são muito variáveis. Ou música de di…

Associações de estudantes, ou... Máfias de estudantes?

Nas escolas, estamos a chegar àquela fatídica época do ano letivo que envolve muita publicidade, música para furar os tímpanos e listas. Não, meus amigos e amigas, não estou a falar do Natal, que também anda à porta e que consegue ser deveras irritante, já que voltou a Popota para destruir mais uma música pop que, por si própria, já era péssima.
Hoje vou azucrinar, como só eu sei fazer, essa coisa que são as associações de estudantes.
Nos últimos dias tenho visto uma grande euforia (como já é habitual todos os anos) à volta das campanhas. Vota Alpha, Vota J, Vota XYZ... Todas prometem uma série de coisas boas para a "jubentude", e ninguém se apercebe que aquilo são só promessas publicitárias, com nenhuma vantagem para a escola, e aliás, se uma dita lista vencer, vai também estar longe de conseguir concretizar alguma das publicidades que criou para aliciar o voto na mesma.
E para quê tudo isto, pergunto eu? Para quê se, logo um dia ou dois a seguir à votação, a associação escol…

Chamem a RTP, uouououo... que eu não pago!

Nada melhor, para retomar (por momentos) a rotineira de escrita blogueira do que com uma opinião contraditória à minha, que pude ler há momentos no site do Diário de Notícias.
Falo-vos de um texto de opinião sobre televisão da autoria de Nuno Azinheira (um cronista que de quando em vez diz coisas acertadas, mas que na maior parte dos casos, ou diz bem de programas como «Morangos com açúcar» ou então opina sobre coisas destas), que abordava os brutos salários das "estrelas" da RêTêPê, tema que praticamente quase toda a gente tem a mesma ideia (à exceção do Sr. Azinheira e claro, as ditas vedetas da RTP, que preferem ter os bolsos cheios de massa até cima do que, vá, cheios até meio), mas que, claro, eu como bom português que sou, também tenho de dar por escrito a minha opinião sobre isto. Já na página online da crónica fiz um comentário, mas aqui vou desenvolver um pouco mais as minhas ideias.
Ora bem, vejamos... Azinheira acaba a crónica a dizer que, se a RTP quer ter vedetas,…
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Al Pacino é o meu ator favorito, juntamente com Charlie Chaplin e Robert de Niro. E gosto também de filmes que abordem temas de justiça. E este filme, «...And Justice for all», junta esse grande ator a esse mundo da advocacia, num grande filme com uma história bastante interessante e lúdica, num certo sentido, sobre esse tema.
Al Pacino é, neste filme, um advogado que se confronta com o falhanço de alguns dos seus casos devido a certas particularidades do sistema judicial, e também por causa de um juiz particular. Ao longo do filme seguimos o percurso da personagem de Pacino mas também de outros advogados, com histórias também elas muito interessantes. E mais tarde, Pacino é chamado a defender o tal juiz, acusado de um crime de violação.
Se gostam de filmes deste género ou de séries de advogados, como o «Boston Legal» ou «The Good Wife», aconselho-vos que vejam este filme, que tem um rating no IMDB que considero algo baixo para um filme que é muito bom. E aliás, este filme torna-se um…