quinta-feira, 30 de junho de 2011

800

Uau, ando a escrever posts em série, e ando assim a festejar centenas de posts assim à balda!Para comemorar este 800.º post do blog, deixo-vos a música final da banda sonora do primeiro capítulo da saga «O Padrinho».

Tanto o filme como a música são monstruosos. Aliás, digo que é a banda sonora cinematográfica mais espetacularmente espectacular que ouvi em toda a minha vida, e acho que no resto dela. Porque não há nada que supere a extraordinária banda sonora de «O Padrinho»!!! Nino Rota e Carmine Coppola (Pai do realizador da trilogia, Francis Ford Coppola) fizeram um trabalho inesquecível e poderooosooo.

Escutem a leveza épica deste tema.

Very funny

No princípio desta semana deu-se uma grande mudança na minha vida.

Vieram cá os técnicos da Vodafone, e instalaram a internet (que só consegui configurar agora no meu computador) e a televisão por cabo na minha casinha.

Para mim, o que mudou mesmo foi a chegada da televisão por cabo, e da sua ferramenta tentadora: o gravador digital.

Tenho gravado filmes que passam tardíssimo para ver quando quiser, e mais importante que tudo: com a entrada da Box, agora pude matar saudades de Jon Stewart (ver última edição da rubrica "pessoas não irritantes") e do seu «Daily Show», o programa que sigo todos os dias (quando não o posso ver, lá está, gravo-o) e que considero um dos melhores na área do humor. O próprio apresentador é um ídolo para mim, um verdadeiro monstro do entretenimento. Além de ter uma escrita muito divertida, é um apresentador hilariante que sabe do que faz.

E também tenho acompanhado regularmente «The Colbert Report», o spin-off do «Daily Show», apresentado por Stephen Colbert. Ele é também muito divertido. Não vale a pena comparar os dois. São ambos geniais em diferentes vias.

Vale a pena ver um destes programas. Podem ter muito a ver com os EUA, mas nós conseguimos entender as piadas se as contextualizarmos. E há umas que são muito boas!

Do best.

Artista de rádio, TV e disco, e cassete pirata!

Para recordar o melhor do Herman José.

Esta música não me sai da cabeça...

Hoje fui pela primeira vez à praia este ano!

Ah, recordar os odores quase desaparecidos da minha mente... o mar, a areia, as pessoas...

Bem, foi um dia bom... mas as praias do Algarve, pfff... nem se compara!
Já tenho internet em casa!

De novo!

Que felicidade...

E é tudo o que tenho a dizer.

terça-feira, 28 de junho de 2011




Um filme que desde há cerca de cinco minutos anseio ver, se por cá estrear: «Conan O' Brien can't stop», um filme sobre os bastidores da tour do apresentador «Legally Prohibited From Being Funny On Television».

O filme estreou nos EUA a 24 de Junho e está a ser muitíssimo bem recebido pela crítica. Até já é considerado um dos melhores filmes independentes do ano.

Espero que este filme chegue a terras lusas!!!

Site Oficial
Paz à alma do cantor e actor Angélico. Nunca fui fã do trabalho dele, mas merece o nosso respeito. Ninguém merece uma coisa dessas. O sofrimento é grande, para a família e para os fãs

Algo preocupante é a forma como a comunicação social está a tratar o caso de Angélico. Citando o Nuno Markl, O drama do Angélico Vieira é ainda mais triste com esta guerra informativa que parece estar a ser travada online entre orgãos de comunicação, sedentos para serem os primeiros a dar a notícia. É surreal.

R.I.P
Mas que raio é esta nova mania das televisões 3D?

Agora, para além de ficar chateado por não dar nada de jeito na televisão, vou ter de usar uns óculos especiais para comprovar a má qualidade de vários programas da tv.

Eu até já uso óculos, por isso não acho o 3D grande inovação.

"Uuu vou ver a Júlia Pinheiro a sair do ecrã! Que fantástico!"

Da maneira como ela fala é como se já tivesse saído...

sábado, 25 de junho de 2011

Coisas que me irritam (n.º 27) - sobrecarga de informação

Não gosto nada quando isto acontece.

Como agora.

Estou no computador, a pensar que «Gaita! Tenho de escrever no blog!», e entretanto lembro-me que ainda tenho de consultar não sei quantos sites, e depois alguém me manda um SMS a dizer coisas parvas e eu que não estou com paciência nenhuma respondo à pressa, e depois ir aos mails e apagar as porcarias todas e pensar que estou numa corrida contra o tempo e tenho de fazer tudo antes que o tempo ACABE! AAAAH!

OK, isto às vezes acontece porque eu tenho a mania de fazer tudo rapidamente...

É um defeito meu, eu sei...

Mas mesmo assim, quando tenho sobrecargas de informação, não deixa de ser incomodativo!

O cérebro parece uma panela que ficou demasiado tempo ao lume e que agora deita o alimento para fora a borbulhar.

E acaba aqui este «Coisas que me irritam», que nesta edição esteve verdadeiramente pouco inspirado. Resto de bom fim-de-semana!

Mais leituras

Acabei os dois livros de Woody Allen, «Para acabar de vez com a cultura» e «Pura anarquia».

O primeiro não teve assim tanta piada, mas não deixa de ser um bom livro. 4/5

O segundo, caríssimos amigos e amigas, foi espectacular! Um humor completamente descabido e acutilante, que por vezes faz dar gargalhadas pelos tamanhos disparates que lá estão escritos... e de uma maneira que parece que são coisas normais, o que aquele livro trata! Aqui temos um grande exemplo de comédia. Não precisa de fazer rir a toda a hora, mas desde que ponha os leitores bem-dispostos, tudo bem. 5/5

Já «Cartas de um louco» de Ted L. Nancy, foi um livro que me decepcionou. Até achei a ideia gira, um tipo mandar cartas imaginárias a entidades inventando problemas e pondo questões ridículas, mas chega a ser repetitivo e cansativo. Começou a ser engraçado de ler, mas depois... começou a ser sempre a mesma coisa... Eu acho que se eu fizesse algo parecido, também iria achar muita graça, mas só eu, e talvez uma ou outra pessoa. O Jerry Seinfeld diz que é impossível alguém não se rir com isto. Eu não ri muito... E nem foi um livro que me agradou... A certa altura tornou-se secante por ser tão repetitivo e pegar sempre na mesma ideia... Enfim... Não é do tipo de humor que eu goste. 2.5/5

Agora vou voltar a pegar n' «O Padrinho» (primeiro capítulo, de setenta páginas, já foi lido), e entretanto, leio os dois livros que o Musicólogo aconselhou há uns posts atrás. São pequeninos, por isso lêem-se rapidamente. Já que estou na biblioteca, aproveito para os trazer.

E sou sempre aberto a sugestões!
Anteontem escrevi o início do primeiro episódio da terceira (e provavelmente última) temporada do «Programa do mal-dizer». Acho que é melhor acabar com a série primeiro e depois avançar com outros projectos (ranhosos), como é o caso da áudionovela, que já ando a magicar há uns tempos, fazendo que, com outras coisas mais, a minha cabeça se assemelhe a um cozido à portuguesa. Tem de tudo lá dentro. No caso do cozido, são as carnes. No meu, é... tudo, vá.

Espero «estrear» a nova série do PMD antes do final do ano, e quero que a temporada acabe também antes do final do ano. Para não ter de voltar a pegar em temas já usados como o Natal e o fim-de-ano.

Por isso, deve estar a chegar... Uuuu... que suspense.
Morreu Peter Falk, o actor que popularizou e protagonizou a série policial de grande sucesso internacional «Columbo», em que era um detective que podia parecer desleixado e patético, mas conseguia sempre resolver todos os crimes que lhe aparecessem à frente. Por esta sua interpretação, recebeu nada mais nada menos que quatro emmys de melhor actor. Só vi um ou outro episódio desta série, e lembro-me de estar em Londres e dar (acho que na BBC2) um episódio do «Columbo». Peter Falk fez ainda uma grande carreira no cinema.

Leiam a notícia aqui

É triste saber quando morre alguém que marcou várias gerações. Paz à alma de Peter Falk, e por cá, permanecerá imortal a sua personagem mais conhecida, o detective Columbo.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Acabei de criar uma nova página no blog.

É uma lista onde estão os «filmes da minha vida», e que poderá sofrer alguma actualização se assim se justificar.

É impossível alguém ter apenas um filme de eleição.

Até agora, e dos que me lembre, tenho mais de trinta.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Ontem fui ao cinema...




... e vi «O Castor», o novo filme da autoria de Jodie Foster.

Achei interessante, mas não foi assim nada de excepcional. O tema é já algo usado no cinema. Um homem depressivo que cria uma personagem que o ajuda a melhorar-se, mas depois essa personagem começa a dominá-lo. Boas interpretações e este deve ter sido o primeiro filme com o Mel Gibson que gostei de ver.

4.2/5

segunda-feira, 20 de junho de 2011



Para acabar o update de cinema, revi ontem «O Fiel Jardineiro».
Um poderoso filme sobre o amor, o poder do dinheiro e a corrupção, com uma grande realização do brasileiro Fernando Meirelles e as magníficas interpretações de Ralph Fiennes e Rachel Weisz.

4.7/5


Este fim-de-semana, vi na SIC «José e Pilar», de Miguel Gonçalves Mendes.

Um documentário bastante bem executado sobre a relação entre José Saramago e Pilar Del Rio. Apesar de ter as minhas contradições em relação à opinião de José Saramago, elogio a sua obra e a sua vida, demonstrada neste filme exemplar.

4.3/5

Ui... o III...






«O Padrinho - Parte III» foi visto por esta pessoa que vos escreve.


Esta é a «ovelha negra» da saga. Embora não seja um mau filme, não chega também a ser nenhuma obra-prima, porque não tem aquele espírito dos dois filmes anteriores, e o argumento... não é tão bom, nem a realização. Acho que é isto que acontece quando se faz um interregno tão grande entre dois filmes. Foi por isso que também não gostei muito do último Indiana Jones, o que deu polémica aqui há uns tempos... Acho que, tal como o terceiro filme do «Padrinho», a magia perde-se, porque o filão não foi tratado da mesma maneira que nos outros filmes.
A ideia era boa: Michael Corleone querer redimir-se de todos os seus crimes. Mas... acho que não foi bem apanhada, esta ideia, e o filme torna-se mais numa espécie de «Velocidade Furiosa» cheio de tiroteios idiotas, e envolvendo mais as conspirações do Papa e a relação das personagens de Andy Garcia e Sofia Coppola do que propriamente o que interessa mesmo: Michael Corleone. Ficamos ali a olhar para aquele filme, perplexos com o que é que se terá passado para o argumento não ter sido tão bom.
É uma pena. Não gostei do repentino final e do exagero de certos aspectos ao longo de todo o filme. Não é um péssimo filme, como muitos o pintam, mas não chega a ser um filme memorável.

3.8/5
Mais uma bonita música dos Beatles...

A ouvir.

Não posso acreditar.

Abro hoje o mail e dou de caras com este artigo da Blitz, que falava do falecimento, no passado dia 18, de Clarence Clemons, o saxofonista da E Street Band, de Bruce Springsteen. Para mim, ele e o Steve Van Zandt são os tipos mais valiosos daquela banda.

Agora, perde-se um saxofonista com um enorme talento para esse instrumento.

Como escrevi no facebook, Paz à alma de um dos maiores saxofonistas de todos os tempos, que nos presenteou com diversos solos espectaculares em diversos êxitos de Bruce Springsteen.

Basta procurarem pelos inúmeros posts que dediquei a músicas do Bruce Springsteen, e ouçam, pois há umas em que o saxofone assume um importantíssimo papel, como em «Born to run» ou «Thunder Road».

R.I.P

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Esta versão dos Beach Boys da canção famosíssima dos Mamas and the Papas consegue, arrisco dizê-lo, superar o original.

É mesmo boa, esta versão, pois capta a cem por cento o sentido da canção.

A ouvir.



E bom fim-de-semana!

10.º ano... ACABOU! And that's all folks!

Pois é.

Até pus uma mensagem toda janota no facebook para a minha turma, transcrita em baixo:

Aos meus caríssimos colegas, quero dizer-vos que, apesar de todos os problemas que possam ter havido ao longo deste ano lectivo, foi bastante boa esta experiência nesta nova escola e com vocês. Isto pode parecer um pouco choninhas, mas chego até a dizer que com vocês cresci, e passei de palhaço a palhacinho menor. Obrigado, até para o ano e aproveitem as férias!
O vosso coleguinha,
Rui


E agora, três meses de pura galhofa... e depois, mais aulas!

É o ciclo da vida.

O II




Hoje terminei de ver o segundo capítulo da saga de Francis Ford Coppola, «O Padrinho», que comecei a visionar ontem.

Começo esta pequena crítica por responder àquela questão eterna: Qual o melhor? O I ou o II?

Bem, na minha opinião, nem um nem outro são superiores. Estão ambos a um nível de excelência. Na primeira parte da trilogia, temos um Marlon Brando no seu melhor, e uma abordagem inicial ao mundo dos Corleone. Neste segundo capítulo, acompanhamos o filho Michael como sucessor de Vito Corleone, ao mesmo tempo que nos são mostradas as suas origens humildes, e ainda dá-se especial atenção ao relacionamento dos membros da família. Por mim, acho que «O Padrinho» conseguiria viver sendo apenas um capítulo, mas vendo o segundo verificamos que também é um filme notável, e que, agora sim, a saga poderia terminar aqui. Por isso agora estou com um certo receio de ver o terceiro e achá-lo tão mau como muitos o pintam. Mas pela trilogia, estes dois primeiros filmes valem por si. Destaco de novo o elenco, a realização e a poderosa música, da autoria de Nino Rota, nesta que é uma das melhores sequelas alguma vez feitas.

5/5

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Voltando aos livros...

Acabei hoje de ler o «Naked Pictures of Famous People», em português «Nus de Pessoas Famosas», da autoria de Jon Stewart, o conhecido apresentador do «Daily Show».
Um livro bem escrito e engraçado, onde Stewart mostra dezanove ensaios de humor sobre os mais variados temas: política, religião, Hitler... Uma boa peça de comédia!
4.5/5

Hoje trouxe da biblioteca a segunda e terceira partes de «O Padrinho» em DVD, para na próxima semana poder finalmente proclamar aos sete ventos que sim, eu já vi toda a trilogia! Trouxe também o livro de Mario Puzo. Embora seja grande, como estou numa febre de «Padrinho», é melhor aproveitar a onda para ler o livro. Aproveitarei o Verão para ler vários livros da lista dos indispensáveis, incluindo os que algumas pessoas me têm vindo a aconselhar.

E um conselho: leiam, que é bom e faz bem. E não consome energia! Bem, menos do candeeiro, se tiverem a ler à noite. Mas de resto, não é preciso nada de tecnológico para ler! vá, aproveitem para terminar aquele livro que esconderam no fim de uma prateleira. Sim, aquele que deixaram a meio desde há já não sabem quando. Eu continuo também a ler os livros do Woody Allen (aproveitei já para despachar o Stewart porque estava quase no fim) e entretanto comecei a ler «Cartas de um louco», de Ted L. Nancy (ó diabo! Estou a ler três livros ao mesmo tempo... mais o «Padrinho» quatro!), que basicamente, são cartas com perguntas ou assuntos idiotas que o autor mandou a certos estabelecimentos, incluindo as respostas que estas lhes enviam! Uma proposta de leitura diferente, mas que soa a coisa gira.
Agora acabo aqui o post que já me doem os dedos de tanto teclar. Aii...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Spider man, spider man.

Estreou ontem nos EUA o musical dedicado ao Homem-aranha e, imagine-se, os críticos especializados disseram que o espectáculo ficou aquém das expectativas.

Mas do que é que vocês estavam à espera, hein?

É o Homem-aranha, não é o «Música no Coração»!

Mas imaginar o Homem-aranha a cantar... pff... e com um dos inimigos dele. Podiam fazer um dueto! AH AH!

Pronto, chega de palhaçada por hoje.

O que faz falta é boa televisão!

Com a divulgação de uMan, o novo reality show que estreará em Dezembro na ZON pela mão de José Eduardo Moniz, comprova-se a minha teoria que a televisão deteriora-se apenas por quem a controla.

Porque os espectadores vêem o que lhes dão. E os «Senhores da Televisão» moldaram a sociedade a ver reality shows e programas sensacionalistas e a ler revistas de fofocas... Eles só estragam a TV porque querem e nós, depois, habituamo-nos a isso.

Faz-me lembrar o «The Truman Show - a vida em directo» com o Jim Carrey.

Assim pensamos... Ou os «Senhores da Televisão» (também conhecidos como «Padrinhos da Caixa Mágica) têm um péssimo gosto, ou o que lhes interessa é sempre o dinheiro. A massa. O pilim.

Eu opto pelas duas hipóteses.
Chico Buarque está quase a lançar no mercado o seu novo disco. No Brasil sai no dia vinte do próximo mês.

Entretanto, o músico arranjou uma estratégia para tentar combater a pirataria do seu disco, fazendo uma pré-venda pela internet, exclusiva ao território brasileiro (mais pormenores aqui).

Estou com curiosidade sobre o que sairá deste novo disco do autor de sucessos como «A Banda», «Meu caro amigo» e «O que será (À flor da Terra)».

Vai ser coisa boa.

Tem de ser. De certeza!

Cinco estrelas

Ontem fui ver o Tim ao vivo no Hard Rock Café num concerto dos 40 anos do dito estabelecimento.

Digo-vos: foi extraordinário. Além de músicas que todos conhecem decor e salteado, o Tim e os seus Companheiros de Aventura tocaram outras melodias menos conhecidas, mas não menos boas.

Como esta.



Enfim, foi uma experiência única. Primeiro porque visitei pela primeira vez o Hard Rock Café, e depois, porque ver concertos destes à borliu não são fáceis de arranjar!

Quando forem os 50 anos do Hard Rock, estou curioso para o que é que eles vão fazer. Mas para já, isto foi muito bom. Que venham mais iniciativas destas que o Rui gosta!

terça-feira, 14 de junho de 2011



Finalmente, e sim, FINALMENTE, estou a ter a oportunidade de ver toda a trilogia de «O Padrinho», de Francis Ford Coppola. Dantes pouco ou nada tinha visto destes três filmes, mas agora vou poder ver e apreciar esta magnífica saga.

Comecei, obviamente, pelo primeiro filme. E ao contrário do que algumas pessoas me dizem, que o filme é lento e/ou aborrecido, eu não o achei. Tudo isso tem a ver com os gostos das pessoas. Felizmente, eu aprendi a gostar de tudo.


A história prende o espectador ao ecrã, auxiliado pelo brilhante elenco e pela maravilhosa banda sonora de Nino Rota. O argumento, escrito por Coppola e Mario Puzo está muito bem construído, e ficamos ali ao longo de 170 minutos a acompanhar a família Corleone e os seus problemas. Um Al Pacino a dar os primeiros passos e um Marlon Brando no seu melhor, nesta obra-prima do cinema americano.

5/5

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Dezassete mil...

... visitas ao blog.

Pensavam que era o quê?

Bem, isso também não interessa.

Ora vou continuar a carregar mais três mil vezes para conseguir chegar às vinte mil!

OK, estava a brincar.

Mas o que é verdade é que grande parte das visitas são minhas, quando eu ando a vasculhar o blog...

Cala-te boca!
Há uns dias vi este.


Um filme bastante interessante sobre o tráfico de droga e o cruzamento de várias histórias, todas elas relacionadas com a droga. Destaque também para a realização, galardoada com um Oscar, e para o elenco. Michael Douglas, Catherine Zeta-Jones, Don Cheadle, Benicio del Toro (vencedor do Oscar para melhor actor secundário) num filme diferente e cativante.

4.8/5

Às vezes apetece-me ver filmes, mas quero informar-me bem, para não ficar desiludido.

Vejo uma página cheia de críticas, de várias pessoas. Umas elogiam, outras amaldiçoam o filme.

Agora penso naquelas pessoas que adoram um filme e pões no facebook «É espectacular! VEJAM VEJAM! COMPREM!», talvez sem pensarem que, se calhar, os outros não gostam do mesmo tipo de filme.

E assim, se rotulam as pessoas em relação aos filmes que vêem. Pois é!

Eu por vezes, digo que um filme é muito bom. Mas evito dizer aos outros para irem ver se não conhyecer minimamente os seus gostos cinematográficos.

Pode dar asneira.

Por isso, agora, prefiro ver os filmes que me interessam, sem grande ajuda da crítica. Só daquelas pessoas que sei mesmo que têm gostos parecidos com os meus.

Porque nunca vou pedir a uma pessoa fã dos filmes cómicos a roçar o tesourinho deprimente para me falar do que acha do «Padrinho», ou a um intelectual fã a 100% de Godard para me explicar como é «A ressaca II».

As opiniões divergem, pois claro.

Por isso, tenham cuidado com os filmes que aconselham aos amigos. Pode dar mau resultado. E eu agora vou também ser mais cauteloso... nunca se sabe o que uma simples recomendação pode causar.

É melhor guiarmo-nos por quem sabe, ou por quem confiamos. As hipóteses de desilusão são mais baixas.

Mas não desaparecem. Podemos até ter uma surpresazinha...

terça-feira, 7 de junho de 2011

Esta cena é do filme «perfume de mulher».

Se não o viram, vejam primeiro o filme, para entenderem melhor a grandiosidade desta cena (bem grande).

Não vos quero revelar muito, mas já vi isto umas quatro vezes e para mim é uma das melhores cenas que vi em algum filme!

Al Pacino está aqui no seu melhor.

Mas digo que é melhor verem o filme primeiro, se tiverem disponibilidade. Já o filme em si é uma verdadeira jóia. Uma grande história de moral.

Se quiserem, vejam a cena, mas irá estar completamente desencaixada do resto do filme.

Caramba, isto rebenta tudo!

E sem precisar de efeitos especiais, nem tiroteios, nem nada dessas coisas. Apenas o Al Pacino a falar.

Muito bom.



Lido mais um livrinho

Li muito rapidamente «Linguagem Seinfeld», uma antologia de textos humorísticos de Jerry Seinfeld dedicados aos mais variados temas: ao amor, à vida, aos amigos... Seinfeld fala de tudo aquilo que já pensámos, mas que não somos capazes de deitar cá para fora, parafraseando o texto da contracapa do livro, da autoria de Nuno Markl.


Como os textos são curtinhos e muitos deles bastante interessantes e bem apanhados, a leitura foi bastante rápida, e como gosto dmuito de humor e textos humorísticos e o Jerry Seinfeld é um dos meus comediantes favoritos, foi bastante fácil ler este livro de uma assentada.


Mesmo tendo testes e trabalhos... Sim, com o livro, perdi mais tempo a divertir-me que a estudar. Peço desculpa pelo mau exemplo que estou a transmitir à «jubentude». Estudai, crianças! Estudai e com abundância. Não acabem como este indivíduo, que passa a vida com o nariz enfiado entre livros e filmes e completamente a lés da sociedade. Cuidado. Não se tornem mais um caso perdido.


Continuando, hoje entreguei o livro e trouxe o do Jon Stewart, «Nus de Pessoas famosas». Vamos ver como será. Entretanto ainda tenho de acabar de ler os dois do Woody Allen. E na biblioteca há tantos e bons livros humorísticos.


Estão a ver? Em vez de ir passear, ir à praia, estar com os amigos, este moço vai-se entreter a ler livros no Verão. Já viram o exemplo, não já? Pronto...


Ok, o último parágrafo é mentira descarada! Eu gosto de fazer tudo o que mencionei. Mas gosto também de ler. Isso é bom, não? Ah, esperem, afinal não. Eu devia era ver os «Morangos com Açúcar» - alguém me esclarece se esta é a 84536ª temporada ou é a 84537.ª? Ando com essa dúvida -, ler os livros da Stephanie Meyer, sonhar em ser um vampiro, já ter experimentado todo o tipo de drogas, enfim... Isso sim, era ser normal.


Felizmente, não sou assim. E estou muito contente por isso. Só por não ver os «Morangos» nem ler os livros da Meyer nem andar a drogar-me, acho que vou viver mais anos. Feliz, não sei, mas com mais saúde, podem ter a certeza.


Ah, já agora, a nota que dou ao livro do Seinfeld é 4.5/5. Adorei. Mesmo. Daqueles livros que só eu, e mais ninguém no meu núcleo mais chegado de amigos, era capaz de ler.


Pronto, hoje estou com a pica toda. Deve ser porque amanhã tenho teste de filosofia. Por isso pus-me a filosofar.


Daqui a bocadinho tenho de perguntar ao Sartre e ao Kiekergaard o que é o jantar de hoje. Talvez eles me respondam, se não estiverem ocupados com as suas filosofias.


OK! ACABOU! Este post já se esticou demais. E por isso... acaba... aqui!
Em relação a esta notícia sobre os Estrumpfes...

Epá deixem os bonecos em paz! Coitados...

Eles são tão giros e queridinhos... o que é que me interessa saber se eles são um regime totalitário?

É como aquelas pessoas que adoram procurar mensagens subliminares nos filmes da Disney, ou noutros desenhos animados. Para quê? Para terem provas que o melhor que as crianças têm para ver, logo desde tenra idade, é o canal Parlamento?

Poupem-me.

PS- Aliás, como disse o Tiago Videira, meu professor de música no já distante 8.º ano na outra escola, autor deste sítio que vale a pena espreitar e foi no seu facebook que vi esta notícia, Os estrumpfes sempre foram uma sociedade comunista ideal. A diferença é que... funcionam!

Mais nada!
Agora é que o Jerónimo de Sousa poderia reunir todos os militantes do PCP para uma leitura obrigatória dos álbuns dos Estrunpfes. Para tirarem ideias.

Ups! Falei de política. Nunca mais. Nunca mais. Foi só um pequeno apontamentozinho.

Agora calo-me.
Só para saberem, ou então, volto a lembrar:

NESTA CASA NÃO SE FALA DE POLÍTICA! (mas espero que tenham reflectido bem no sábado. Tiveram mais que tempo suficiente!)

Ponto final.

PS - isto foi só para se alguém me vier perguntar o que achei das legislativas, tem aqui a resposta. Embrulhem-na bem.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Coisas que me irritam (n.º 26) - telediscos provocadores

Estava mesmo a pensar escrever um texto sobre isto. E talvez se não me tivesse lembrado «Espera aí, isto é uma coisa que me irrita!», este post talvez não teria sido numerado como mais um gloriosa edição da infame rubrica de crítica horripilantemente horrenda, daquelas que só eu tenho um jeitinho para fazer, pois gosto de embirrar com tudo. Como descobri há uns dias, acho que sou uma espécie de Pedro Boucherie dos pequeninos, mas garanto-vos que, sem me querer gabar, sou um bocadinho mais simpático do que esse indivíduo. Pois é, pois é.

E sim, os telediscos a dar ar de escândalo são, garantidamente, uma coisa que me irrita, e tal como todos os números anteriores desta rubrica, é algo que me irrita solenemente (ó diabo... ando-me a repetir demasiado! É preciso ter cuidado...)

A ideia para este texto surge depois de eu ter ficado exausto até ao grau máximo de exaustão que poderão imaginar, de ler notícias que falavam de telediscos polémicos, como os da sodôna Gaga (vinda do planeta X-98, na minha opinião. Ou às tantas é prima de Mr Spock. Calma, eventuais fãs desta senhora que porventura estejam a ler estas linhas! Estava a brincar, está bom? Calma, calma... não tenho nada contra a Lady Gaga... vá, agora parem de gritar e espernear de raiva, e continuem a ler este texto, sosegadamente.), ou os da Ranha (AH AH adoro "trocadilhar". Eu queria dizer Rihanna. Desculpem lá mais uma vez este vaipezinho). Mas, no meio de todas as notícias, o que me fez mesmo pensar «É agora que isto tem de ser escrito», foi a notícia que li na newsletter da Blitz, que dizia que talvez os telediscos dessas cantoras pudessem ser banidos, ou lá o que era.

Em relação a este tema dos telediscos, digo isto: Caríssimas artistas do mundo da Pop, e que tal enveredarem pelo caminho da... como é que se chama... ai pá, está-me a escapar o nome... como é que era? Ah, sim! O caminho da normalidade! Ouvi dizer que faz maravilhas. Porque é que querem sempre dar ar de extravagantes e fazerem videoclips estranhos? Para quê? A sério... No dia em que vir estas duas artistas a serem normais, no inteiro sentido do termo, tenho uma coisa... que nem sei! Mas acho que isso é impossível. Lá no mundo dos Americanos... eles têm lá as suas manias. É melhor deixá-los sossegados se não queremos ter sarilhos.

Mas o que mais me interessa (no sentido parvo da palavra) é a parvoíce das histórias dos videoclips. Quero lá saber de pessoas que se matem umas às outras, ou que haja violações. O que acho interessante é que as histórias não têm sentido nenhum! Não têm ponta por onde se lhes pegue! É como as touradas. Não gosto de as ver não por causa do touro, que «ai está a sofrer», mas porque acho parvas!É por isso que não me interessam. Não gosto de filmes demasiado inverosímeis. Estou-me nas tintas para a violência dos videoclips. Desde que tenham sentido... mas não sei quem gosta de perder muito tempo a ver videoclips. Eu, quando vejo, é só uma vez, e quando quero voltas a ouvir a música, por exemplo, no youtube, vou fazendo outras coisas e já não me interesso pelo videoclip. Eu sou assim.

Também gostava de mandar uma mensagem às pessoas preservadoras dos bons costumes, maior parte deles do século XV: Para quê fazerem grande alarido à volta disto? Eu não me choco com estas coisas, e até gosto de coisas violentas (mas com sentido! Não é cá Chuck Norris ou Steven Seagal - este último um péssimo actor, o primeiro um bocadinho melhor), como os filmes do Scorsese e outros que tais. Mas digo-vos que, ao fazerem mais barulho à volta dos telediscos chocantes das artistas, mais elas ficam populares. Porque o que os adolescentes gostam é de coisas rebeldes. Por isso, tenham lá cuidadinho. Se a vossa intenção é acabar com a carreira dessas artistas vindas de um planeta distante, mais vale estarem de bico calado. Talvez, um dia, conseguirão alcançar o vosso objectivo.

Mas para mim, e finalizando este texto, em relação a este assunto (muito parvo e irritante ao mesmo tempo), o que eu digo é, e parafraseando a conhecida frase de «E tudo o vento levou», Francamente, estou-me nas tintas!

Esperança de cura para a SIDA

Parece que foi descoberta, aparentemente (e repito, aparentemente), a cura para a SIDA. Aliás, há esperanças que isso aconteça.

Isto porque um homem diz estar curado da mesma. Ou seja, parece ser a primeira pessoa vítima de SIDA a ser curada.

Quando estava a pesquisar no google sobre esta notícia, deparei-me com outras mais antigas. Já foram muitas as expeculações sobre se a cura para a SIDA teria sido encontrada.

Mas seria óptimo que isto fosse verdade, e assim, a ciência poderia dar um grande avanço.

sábado, 4 de junho de 2011

Mais 5 pessoas que não são irritantes!

Decidi regressar com esta rubrica porque hoje estou pacífico.


É isso.





Por isso, vamos lá a isto, venham daí mais 5 pessoas que não são irritantes!





11 - Woody Allen

Além de ter feito grandes filmes, tem uma escrita genial, como tenho vindo a comprovar nestes últimos dias, com a leitura dos textos dos livros «Para acabar de vez com a cultura» e «Pura Anarquia». Woody Allen continua a realizar um filme por ano (e o último que fez, «Midnight in Paris», fez-me curiosidade de o ir ver), e é um dos grandes cómicos do século XX e XXI. Vale a pena dar uma vista de olhos por «Annie Hall», «Manhattan», e tantas outras obras cinematográficas de Allen.




12 - Martin Scorsese


Realizador de muitos dos meus filmes de eleição, como «Taxi Driver», «O Cabo do Medo», «O aviador», «Shutter Island» e, acima de todos os anteriores, «Goodfellas - Tudo Bons Rapazes», Martin Scorsese é, sem dúvida, um dos meus realizadores favoritos. É ele e o Charlie Chaplin. Muitos dos seus filmes são verdadeiras obras-primas que atingiram a imortalidade e a preferência do público e da crítica. Scorsese sabe do que faz, e tenta dar sempre um bom nível de verosimilidade aos seus filmes. E não pára! Já tem mais não-sei-quantos projectos em mente... Um bom exemplo do que é o verdadeiro cinema.



13 - Al Pacino

O que é que se pode dizer? É um dos melhores actores vivos. Já viram «O Padrinho», «Scarface - a força do poder» ou «Donnie Brasco»? Pois é, Al Pacino entra nesses dois em grande forma. Mas a interpretação dele que mais me fascinou foi a do coronel invisual Frank Slade no filme «Perfume de mulher», que valeu ao actor o Oscar. É um dos maiores da sua área, e arrisco dizer que é um dos melhores de sempre, mesmo contando com os que já não estão deste mundo.




14 - Robert de Niro


Aqui está mais um grande actor, que entrou em filmes tão famosos como «O Padrinho - parte II», «Heat» (também com Pacino), as comédias «Uma questão de nervos» (e a sua sequela, a «Outra questão de nervos») e «Manobras na Casa Branca», «O Cabo do medo», «Goodfellas», «Casino»... Não há muito que se pode dizer sobre de Niro, e até mesmo sobre Pacino. Já foi dito tudo e é nestas alturas que uma pessoa fica sem palavras para os descrever.




15 - Jon Stewart



Um humorista excepcional, apresentador do famoso «Daily Show» (onde os Gato Fedorento se foram inspirar para esmiuçarem os sufrágios), Jon Stewart é, acima de tudo, um activista político que sabe captivar multidões com o seu bom humor, como aconteceu algum tempo naquela concentração de pessoas que se fez nos EUA. É bom ver o «Daily Show», e daqui a algum tempo, vou ler um dos livros dele. Um dos melhores comediantes americanos da actualidade.


E pronto, acaba aqui a terceira edição das pessoas que não são irritantes. Resto de bom fim-de-semana e continuem a reflectir!

Em matéria de livros

Ultimamente, tenho andado a ler obras de cariz mais humorístico. Agora, estou a ler ao mesmo tempo «Para acabar de vez com a cultura» e «Pura Anarquia» de Woody Allen, e vou começar «Linguagem Seinfeld», da autoria de, obviamente, Jerry Seinfeld. Todos estes títulos foram caçados na biblioteca das Galveias (como é bom ter este poder de requisitar livros!), e em breve irei debruçar-me sobre livros do Steve Martin, Groucho Marx e Jon Stewart, que também há nessa biblioteca (não mos tirem, ouviram?).





Mas antes destes livros, li dois que gostava de fazer um breve comentário:



«O clube do cinema»



Uma história simples, mas ao mesmo tempo cativante e divertida, sobre a relação entre um Pai e um filho. A grande ligação entre eles é «O clube do cinema», uma forma do Pai educar o filho, que quis sair da escola, através do visionamento de três filmes por semana. Uma grande lição de vida e um testemunho que vale a pena ler.


5/5



«Caderneta de Cromos»



Sim, eu gosto muito do trabalho do Nuno Markl, gosto bastante de o ouvir na rádio, quando posso, e de ler os livros dele. Mas esta edição livresca com textos da rubrica da rádio comercial fica um pouco aquém do esperado, agora que tive oportunidade de o ler de uma assentada. Além de ele repetir-se um bocado, comparando muitas coisas do tempo da sua juventude com guias que dão sentido à vida, ou expressões parecidas, chega a ser um bocado exaustivo e cansativo. A rubrica é engraçada, mas acho que os melhores livros do Nuno Markl foram os do «Há vida em Markl», e embora este esteja a ser o maior sucesso do humorista em termos de vendas, a «Caderneta de cromos», na minha opinião, prima pela repetição... Como em certas coisas do humor nacional, que acham que repetir um dado sketch ou situação num sem-número de vezes, continua a ter piada. Mas não. Desculpem se este comentário foi mau, e eu gosto do Markl, mas... os defeitos que os textos dele têm, são substituídos por coisas melhores nas versões rádio... Já lendo o texto em si... É difícil explicar, peço desculpa. Eu sou fã da rubrica, e sei da importância que ela tem, e até estive com o próprio Nuno Markl por causa deste livro. Mas agora que o pude ler todo... fiquei com outra perspectiva do mesmo. A rubrica radiofónica continua óptima, isso sim!


3.8/5
Deixo aqui um pequeno artigo muito interessante sobre as frases mais célebres da História do Cinema .

A ler.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Não me incomodem! Estou a reflectir!


Amanhã é dia (ou momento, ou lá o que seja) de reflexão.

Eu vou começar a reflectir desde já.

É reflectir, a toda a hora... sempre a reflectir.

Vou estar como a estátua.

A reflectir.

Até a dormir, hmm?

Zzzz... zzzz... reflectir!

Sempre a reflectir...

E JÁ ESTOU FARTO DA PALAVRA REFLECTIR! Já a repeti tantas vezes que já me parece uma palavra estranha.

Mas agora a sério. Reflictam lá, se faz favor.

Aliás, nem é tarde nem é cedo. Começem JÁ a reflectir!

A partir... DESTA LINHA! AGORA!

VÃO! REFLICTAM!

Mau... se ainda estão a ler isto é porque ainda não começaram a reflectir...

Vá lá. Vamos todos ser filósofos por um dia e umas horas. Vai ser giro pensar durante um bocado.

Depois podemos ir todos jogar ao mata, mas primeiro, é necessário reflectir.

Entendido?

Enfim, um bom fim-de-semana de reflexão para vós!

Por falar em Bruce Springsteen...

Fica aqui mais uma, mais precisamente a primeira faixa do álbum «Born to run» e para mim a melhor faixa desse álbum.

De destacar os solos de saxofone de Clarence Clemons. Nesta música, e em muitas outras do Bruce Springsteen, é como se fosse o segundo vocalista.

Há dias em que me apetece variar.

Nestes dias tenho andado a percorrer dois álbuns de Bruce Springsteen: «Born to Run» e «Born in the USA».

Deixo-vos uma música menos conhecida do segundo álbum mencionado, que gosto bastante. E como não encontro a versão do álbum, olha! Ponho aqui uma versão ao vivo.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Leonard Cohen venceu ontem o prémio Príncipe das Astúrias.

Numa palavra: merecido.

Leonard Cohen é grande. Na música, com uma música que já teve milhões de versões (e não preciso de dizer qual, não é), na prosa e na poesia.

Long life to Leonard Cohen!

The Famous Humour Festival

Nos dias 1, 2 e 3 de Julho, vai-se realizar um Festival de Humor no cinema São Jorge. No emblemático espaço irão estar no palco grandes nomes da nossa comédia. Herman José, Nuno Markl, Pedro Tochas, Bruno Nogueira, Commedia a la Carte, Luís Filipe Borges, e muitos outros.

Vai ser um óptimo entretenimento para o início do Verão. E se os preços forem convidativos... ainda melhor!

Mais informações aqui.

E esta, hein?

O vídeo do «artista» Justin Bieber (é artista é...) é o videoclip mais visto de sempre do Youtube, com (imagine-se!) 550 milhões de visualizações.

Não leram bem ou pensam que isto é brincadeira?

Então vou escrever o número por extenso.

Quinhentos e cinquenta milhões de visualizações!

Mas... mas... O que se passa?

Bem, digamos que os outros nove lugares do top dez também são música recente. E da má! Quer dizer, pelo menos para mim...

As coisas que se descobre todos os dias.

Filmes que quero ver

Esta semana surgiram mais dois filmes no cinema que me despertaram a curiosidade de os ver. Além de já ter na lista «A árvore da vida» e «Barney's version», acrescentei mais estes dois títulos:

«Carlos»
A história do famoso «Chacal», contada numa versão reduzida do telefilme de cinco horas e meia (vencedor do globo de ouro dessa categoria no início deste ano), e embora tenha sido muito cortado (tem 163 minutos, a versão de cinema), o trailer fascinou-me. Bem, isto pode ser só o trailer. Às vezes eles enganam-nos. Mas vamos a ver!


«Get Low»
Uma história peculiar sobre um homem que quer ver o seu próprio funeral. Além de ter Bill Murray, um actor do meu agrado, gosto deste tipo de filmes, com histórias mais peculiares. Vamos ver o que sai disto!