sábado, 30 de abril de 2011

"É isso mano! Dizes me'mo bem essas cenas!"

Sabem o que é que eu não gosto nada, mas mesmo nada nada nada mesmo?

Abrir o facebook e apanhar com «postagens» de pessoas que não dizem nada em concreto, ou o que dizem é estúpido (do género «Ia ganda LOLOLOL», só para dar um exemplo), e depois vai-se a ver... Ai e tal tenho 21371298761648 «laiques».

Desculpem. Hoje, para além de estar a apetecer-me escrever qualquer coisa no blog e não me sair nada de especial (como já puderam notar), estou num dia de criticar tudo.

Mas quer dizer!... É que as coisas que eu escrevo também são parvas (não chegando a estes extremos, embora eu também solte uns lol's de vez em quando, que não costumam ter «laiques»), mas não têm assim popularidade! Se calhar tenho de começar a fazer como a maior parte das pessoas da minha geração faz. Escrever coisas que não dizem nada de especial.

Um dia, quando tiver coragem, escrevo no facebook «GANDA ROFTL CHINADA YAH LOLOLOLOLOL ganda CENA!!! A MALTA TODA A CURTIR BUÉ e essas cenas». Vão ver que logo a minha fasquia de popularidade, hop!, sobe 200% em menos de duas horas.

Ou talvez não.

(aviso: acham que eu algum dia irei escrever algo assim no meu facebook? Só se me passar completamente! Mais vale avisar desde já que eu estava a ser irónico, porque senão as pessoas podem interpretar mal isto, e depois eu tenho aborrecimentos. Vá, não vos aborreço mais. Até segunda-feira, pelo menos, não vos aborreço mais. Ora com licença.)

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Não queria deixar de agradecer às pessoas que têm ido votar no concurso do DN e que espalharam a notícia para todas as pessoas que puderam. Como já se sabe, este concurso está muito mal organizado, e com estas votações os problemas são sempre os mesmos. Mas neste pequeno post gostaria de deixar o meu agradecimento a todos. É mesmo muita gente, e fico grato por isso. Eles sabem quem são.

OBRIGADO!

Começar de novo

Adoro fazer trocadilhos. Posso ter mencionado o nome de uma música brasileira (que por acaso é do meu agrado) mas não é sobre ela que escrevo este post. É sobre o começo de mais uma feira do livro. Iniciou-se ontem, e promete, como nas edições anteriores, estar cheia de eventos e promoções interessantes. Principalmente para pessoas como eu, apreciadoras da compra de bons livros a um preço, digamos, mais justo. Estive a dar uma olhadela ao calendário da Feira. O que é bom é que aquilo actualiza-se de quando em vez e adicionam mais actividades novas, porque por agora aquilo parece ser um bocado pobre. Vamos a ver.

É pena se os e-books, essa imbecil ferramenta, algum dia chegarem a dominar o planeta e conseguirem levar a cabo o seu diabólico plano, destruindo de vez o conceito de livro físico. Porque senão, festas destas dedicadas ao livro e aos leitores têm de fechar portas. Seria pena que isso acontecesse, como alguns especulam, porque a Feira do Livro é já uma Instituição, que há 81 anos divulga cultura ao povo português. Por isso, espero que a Feira continue por muitos e muitos anos. Era giro se eu fosse à 100.ª edição.

Isso só o futuro o dirá.
Nada a declarar.

Vi partes do casamento real, durante a manhã.

E penso que ainda bem que não faço parte da família real, senão não conseguiria ter uma vida sossegada. Enfim... Vá, que o casal seja muito feliz, e que durem muito tempo, já que, como ouvi na televisão, a monarquia inglesa é como uma indústria. Por isso, não parem de fazer lucro, senão... puf! Vai tudo por água abaixo.

E já agora um bom fim-de-semana para os eventuais leitores do blog!

quarta-feira, 27 de abril de 2011


Depois de o ter encontrado perdido numa vhs lá por casa, decidi ver logo de imediato este filme que estava há que tempos para ver. O clássico que introduz o famoso Hannibal Lecter, numa interpretação muito boa de Anthony Hopkins (caramba, até metia medo!), e que foi vencedor de 5 Oscars, fala de um estranho caso que envolve o rapto de algumas raparigas por um motivo muito peculiar. Gostei bastante deste filme, e recomendo para quem goste de um bom thriller policial. Vi também a sequela (pena não ter a Jodie Foster), que também vale a pena ser vista, sobretudo por mais uma interpretação de grande qualidade de Anthony Hopkins.

4.5/5



Ah, e tenham cuidado com o Hannibal Lecter... Ele pode andar por aí!

terça-feira, 26 de abril de 2011

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Em Lisboa, novamente.

Estive no Sul por estes dias.

Estou cansadinho.

Queria escrever aqui um post grande agora, mas não tenho já mais tempo.

Por isso, fica este postito, para não dizerem que eu não actualizo o blog...

Ah, outro dia escrevi o final do Olho Morto (falta agora é o que vem antes). Seis páginas!!! Meu Deus, aquilo está muito confuso...

Esta vida, esta vida...

sexta-feira, 15 de abril de 2011

O teatrinho

Agora reparei, ao «folhear» posts do blog (mas que raio... posts não se folheiam!), que não cheguei a fazer um post relativo às sessões do teatro. Fiz uma pequena referência num post sobre como estava a correr, mas nunca cheguei a dedicar um artigo às cinco representações da peça que fizemos para a escola. Cada sessão teve a sua particularidade.

A primeira, feita na segunda-feira da semana passada, foi para um grupo especial. Uma turma de uma escola de Paris (o Liceu Molière), veio fazer-nos uma visitinha, num intercâmbio promovido pelo Teatro Nacional D.Maria II, que grande apoio nos tem dado. Riram-se nas partes que supostamente não teriam assim tanta graça (quer dizer, para mim, aquela peça não tem graça porque já a vi e li muitas vezes... e também não é o tipo de humor que me faça rir a bom rir), e foram muito simpáticos.

Entretanto, na terça-feira, no ensaio, a Professora Catarina (responsável pelo argumento), conseguiu arranjar o final ideal para a cena 5, que nos estava a causar diversos problemas porque nenhum final encaixava como deve ser. Então decidiu introduzir a minha personagem no final dessa cena (no texto original eu aparecia, mas não fazia sentido e resolveram tirar, para minha alegria), desta vez num final que eu gostei e muito. Por isso, decorei uma nova fala para apresentar nas sessões seguintes.

Depois, na quarta-feira, fizemos duas apresentações de manhã para a escola. Uma às dez e outra ao meio-dia. A segunda correu melhor que a primeira. O público alinhou mais, e houve um melhor trabalho.

Na quinta-feira, mais duas sessões, as últimas. Uma, às cinco e meia, para professores e direcção da escola. Sinceramente, e do fundo do coração, digo que foi a PIOR das sessões, aliás, a única que achámos que correu mal (e não me importo com as represálias que possa ter por ter escrito isto). E porquê? Porque esta peça, na minha opinião, é para pessoas que gostam da galhofa. E os professores estavam ali, muito caladinhos e quietinhos, não diziam nada... Enfim.

Seguiu-se a última sessão, às seis e meia no mesmo dia, para Pais e amigos dos artistas (ou que pensam que o são). E esta foi a que correu melhor. O público foi muito bom (em parte, e não é para me gabar, por causa das amigas que convidei, que se riem muito com este tipo de humor, e por isso fazem com que o resto do público solte uma ou outra gargalhada mais forte), todos representámos melhor porque percebemos que era este público que nos convinha. Até houve lugar para uma pequena alteração na cena em que participo (além da pequena participação na 5, apareço em toda a cena 4, em que faço de um rapaz que quer animar um professor, e que depois até chega a cantarolar «Olha sempre p'ró lado fixe da vida!"), em que o rapaz e o professor foram até ao público. Foi muito bom.

Em suma, esta experiência foi, como diz o Fernando Mendes, um ESPECTÁCULO! E o mais giro é que na escola, pessoas cantavam a música que eu tinha interpretado (numa versão portuguesa onde fui buscar muitos versos da versão do Nuno Markl - espero não ser processado por isto - e acrescentei alguns para dar um aspecto mais parvo à canção)...

Memorável. É nesta palavra que resumo todo este tempo de ensaios e apresentações da nossa peça «Os fazedores de sonhos». Ah, e no terceiro período vai haver mais! Não sei o que será, mas vai haver mais!

Eu vou estar lá!


Eu vou participar neste workshop. Vai-se realizar no fim-de-semana dos meus anos (14 e 15 de Maio, faço anos a 15), e os meus Pais decidiram-me dar isto como prenda de anos. Já tinha visto o cartaz disto no INATEL e até pensei que gostava de ir... E vou! Só me falta inscrever (Inscrições abertas a partir de 26 de Abril). O custo é de 25 euros, e 20 para sócios do INATEL. Eu, que sou fã de cinema, estou curioso sobre como será este workshop. Depois de o fazer prometo que escrevo aqui um post sobre ele.


'Tá prometidíssimo.

Se fosse vivo, hoje, um dos maiores génios do cinema, Charlie Chaplin, faria 122 primaveras. Foi o google que me informou.


Esta efeméride é curiosa, porque ontem estive precisamente a rever um dos seus filmes, que para mim é a sua obra-prima absoluta: «O grande ditador», uma sátira aos regimes totalitários, feita durante os tempos conturbados da segunda guerra e de Hitler, que dizem que terá visto este filme três vezes, mesmo que fosse uma caricatura dele próprio! Mas, além de todos os brilhantes momentos de humor presentes nesta película, há também uma mensagem de esperança, que Chaplin quis corajosamente transmitir ao mundo numa época negra da História.

Charlie Chaplin é o mestre. É conhecido principalmente pelas suas curtas-metragens mudas, mas os filmes para mim são as suas melhores obras. «O garoto de Charlot», «Tempos modernos», «O Barba azul» e «Luzes da Ribalta» e este «Grande ditador» são as suas grandes fitas de referência.

Fecho este pequeno post de homenagem com uma cena memorável de «O grande ditador». E seria uma boa altura para (re)descobrir Chaplin!




Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação. Charlie Chaplin

Um apelo!!!

A cada dia que passa considero o concurso do DN cada vez mais mal organizado. Então pedem ao público para votar? Não é justo, e por isso acho que o meu grupo não vai passar... A não ser que vocês dêem uma ajuda! Basta carregarem neste link, carregarem em Escola Secundária com 3.º Ciclo do Ensino Básico da Rainha Dona Leonor, e depois na palavra vota. Só isto! Não vos tira tempo nenhum, e também estão a ajudar! Por isso, ajudem, por favor! Queremos chegar à próxima fase!!!

quinta-feira, 14 de abril de 2011


Depois do lançamento da edição especial do álbum «Bridge Over troubled water», este é outro álbum que gostava de ter. Tem tido muito boas críticas, e já chegou a Portugal, ao modesto preço de quinze euros! Sim senhora... e pensar que na Amazon está a 8,93£, ou existe até uma edição deluxe com DVD a 10£...

Enfim, Paul Simon é um dos meus artistas favoritos, e este álbum parece ser uma boa compra. E pensar que li outro dia num jornal que o álbum só saía em Outubro... quando dou por mim, já está à venda há muito tempo!

Paul Simon considera este disco o seu melhor trabalho desde há vinte anos. E ainda bem que continua em forma para nos dar obras como esta.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Sobre o concurso do DN

Este é o pequeno vídeo que montei para o trabalho do concurso do «Nescolas», para a segunda fase do concurso (se quiserem dar uma espreitadela carreguem aqui). Os grupos que irão passar esta fase vão ser escolhidos pelo público, por isso quando arrancar, porei aqui as instruções para votarem no meu template... Uma ajudinha vale sempre a pena. É claro que talvez o meu grupo não irá participar, porque as pessoas talvez votarão nos grupos que entrevistaram convidados famosos... Isso é um bocado injusto, mas é assim... O povo é que sabe...

Aqui fica o texto escrito para a reportagem (é pena que não desse para mais. Teve de se cortar o testamento que se tinha escrito de duas páginas para este textinho que não diz nada de jeito):

Estava-se a 2 de Março de 2011, por volta das três horas da tarde. Na Escola Secundária Rainha Dona Leonor, estava prestes a começar a entrevista que o grupo Sounds of Silence preparou para o seu convidado, Nuno Galopim. Depois de resolvidos alguns contratempos, começou-se então a entrevista que serviria para fazer esta reportagem para o concurso Nescolas, uma iniciativa do Diário de Notícias. A vasta cultura do convidado permitiu ao grupo uma conversa com Nuno Galopim sobre diversos temas. Nuno Galopim respondeu a todas as questões, sempre com humor e boa disposição que cativou o público presente.
«Como é que chegou ao DN?» foi a questão que deu início à entrevista. «Pela porta da frente», respondeu Nuno Galopim. Toda a entrevista foi marcada pela boa disposição do convidado, mostrando os seus dotes comunicativos e humorísticos. Entre momentos que fizeram soltar uma gargalhada ao público e aos próprios entrevistadores, ficou-se a saber mais sobre o entrevistado e todos aprenderam algo mais sobre música, cinema, rádio e jornalismo.
Nuno Galopim falou da RADAR, do DN, dos seus tempos de juventude... Houve espaço para tudo. No futuro diz que gostava de continuar a fazer o que mais lhe agrada, que é sem dúvida o que de melhor sabe fazer. Divulgar e informar o público sobre as novidades da cultura, nacional e internacional.

Nota Biográfica - Nuno Galopim é director executivo do DN, onde assina vários artigos e uma sugestão cultural semanal. É responsável pelo programa diário «Lado A» e pelo programa semanal «Discos voadores» da RADAR. Em 2006, publicou, pela Assírio & Alvim, a obra «Retrovisor: Uma Biografia Musical de Sérgio Godinho». É autor, juntamente com João Lopes, do blog cultural «sound + vision».


E por fim, fica aqui o vídeozinho que me deu um trabalhão a montar (bolas para o movie maker!), e que parece estar uma porcaria... Aliás, está mesmo!



PS - entretanto o facebook do concurso anunciou que os vídeos só podem ter no máximo 1 minuto e meio... E escrevem lá isto logo a seguir a eu ter mandado o trabalho... Uhu! Isto está ganho... (irónico).

Quero ver!



Este é o próximo filme que estou a pensar ir ver ao cinema...

Têm-me falado muito bem dele, e estou mesmo curioso.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Este é o post 700!

E então? Bem, prometi publicar neste post as três partes que faltavam publicar do policial. Mas acho que de momento não o vou fazer. Acho que vou parar esta história por uns tempos, mas vamos a ver.

Por isso que celebração vai ter este 700.º post?

Nenhuma.

Vá, vão fazer qualquer coisa da vossa vida.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

'Tava ausente...

Desde sexta-feira que não vinha à internet.

Não pude, ora! E a única vez que pude, que foi ontem, vim à Câmara... estava tudo cheio. Que azar pá!

Actualizei tudo agora, durante duas horas.

E escrevi quase tudo do post de regresso das «pessoas irritantes», mas ainda faltam umas coisinhas. Ou seja, uma ou duas vítimas para serem agredidas pela arte do mal dizer.

Já começaram as apresentações da peça do teatro lá da escola. Até agora está a ser um sucesso. Faltam apenas duas, no dia de amanhã. Mais tarde farei um relatório alargado sobre tudo o que achar interessante acerca das cinco sessões da dita peçazinha.

Agora o meu tempo está a acabar. Por isso, adeuzinho! E desculpem lá se este post foi mesmo sem conteúdo nenhum, mas agora, depois deste tempo todo, faz-me imopressão ficar imenso tempo sem pôr qualquer coisa neste meu blog. E hoje saiu-se isto, que é que se pode fazer? É melhor do que nada...

Ah, já agora, sabiam que este é o 699.º post do blog? Ah pois é...

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Eis que regressam as 5 pessoas irritantes!

E decidi voltar finalmente com esta rubrica que tanta polémica tem dado (pelo menos à minha cabeça, de certeza...), ocupando assim o 698.º post do blog (ena pá falta um para o 700!). Mas esta edição promete ser a mais corrosivazinha de todas, porque vou dar a minha opinião sobre cinco figuras, como é habitual, mas uma delas tem a ver com a actualidade, e o problema é que até pode dar asneira eu escrever sobre ela. Leiam, leiam o que está por baixo destas linhas. Leiam o meu comentário à pessoa irritante número 31... Observem e vejam se eu não sou capaz de levar um tiro pelo que escrevi...



31 - É o Khadafi! (espero que seja assim que se escreva...)




Eu nem sou grande fã de escrever coisas sobre a actualidade, porque sei que é daqueles temas que só costuma sair problema.


Mas este sotôr teria de ter um lugar marcado no passeio da fama da irritação mundial. Como já devem saber, as razões da escolha para os nomeados desta categoria não são as mais normais, mas sim as, digamos... mais picuinhas. Ou seja, escolhi este... indivíduo, para fazer parte desta rubrica por uma razão que, na verdade, são duas, pois envolvem ambas a mesma coisa, que é o rosto do senhor.


É que por um lado, ele faz-me lembrar um gangster, tipo o Robert de Niro no «Goodfellas» (ou até o Joe Pesci do mesmo filme, porque a lábia dos dois parece ser igual... mas um diz palavrões de 5 em 5 segundos e o outro, vá, só diz asneiras, mas não das que ofendem... São das outras), ou mesmo o Marlon Brando no «Padrinho», com aquela cara de «Olhem para mim, porque eu sou o chefe disto tudo por isso posso andar com esta carinha laroca de carneiro mal morto».


Mas por outro lado, a fuça do Khadafi faz-me também lembrar as caras daqueles bebézinhos que amuam facilmente se não lhes derem o que eles querem... Ou até mesmo sem serem bebézinhos... Podem ter vinte e tal anos e isto continua na mesma...


OK, é melhor parar por aqui que já estou a abusar da sorte... Nunca se sabe o que pode acontecer, por isso passemos já à próxima «vítima» desta maquiavelice.



32 - Julia Roberts


Resumindo, não gosto dela nem dos seus filmes porque não a suporto! Não dá! Tem aquele ar de menina querida da professora... nunca simpatizei com ela. É demasiado «hollywoodesca», ou seja, na minha opinião faz parte daquele género de actores americanos que são demasiado «caras de hollywood». É ela como são muitos outros, mas agora só me lembrei desta, que já pode representar toda uma panóplia de indivíduos.


33 - Manoel de Oliveira



Depois de hoje na aula de História ter tido o «prazer» de assistir ao «Cristóvão Colombo - o enigma», um dos últimos filmes deste cineasta, apeteceu-me incluí-lo nas pessoas irritantes. Aliás, para expressar a minha opinião sobre ele, aqui fica uma crítica ao filme escrita por mim para o fórum DVD Mania:


Bem, dar zero é um bocado mau, por isso dou um.

1/5

Os outros filmes que vi deste cineasta foram só bocados que não gostei, à excepção do «Aniki-bobó», que vi completo e até foi do meu agrado, embora não seja nenhuma obra-prima, mas que consegue ser melhor, porque é diferente dos outros filmes do cineasta em tudo.


Mas até pensei que este filme que vi hoje poderia ser diferente, que era hoje que eu voltaria a fazer as pazes com o Manoel de Oliveira do presente... mas de facto isso não se sucedeu.


Vi a película numa aula de História, a professora disse que iriamos ver uma «obra-prima». De obra-prima não tem nada! Argumento desinteressante, realização (como Manoel de Oliveira já nos habituou) chata e monótona, com a também usual lentidão da acção e das personagens (embora, vá, este filme não seja tão lento como os outros, que enquanto são lentíssimos, este foi só muito lento) , interpretações sem qualquer sentimento, enfim...Ainda bem que foram só 75 minutos... o que seria se fosse de duas horas e meia!


A professora ainda disse que este filme tinha valor didáctico por se falar de factos, vá, históricos. Mas a única coisa que é feita é debitar esses referidos dados como se não fossem nada! E desculpem lá, não é por referirem coisas que sejam lúdicas que o filme passa a ser bom, porque nem esses dados sâo tratados da devida maneira para um filme que se possa designar como tal!


E ainda me admiro de, noutro dia, num exemplar do «Cahiers do cinéma», recentemente folheada numa livraria da avenida de Roma, de fazerem publicidade espectacular à edição em DVD deste filme e do outro que se seguiu a esse... Enfim, gostos são gostos. Há quem considere isto obras-primas. Eu não.

Mai' nada!



34 - Joaquim de Almeida




A atitude dele é deveras irritante. «Ah ah acho que sou um gajo de sucesso em Hollywood». Até pode ser que seja, mas não é por isso que tenha de ter aquela atitude em entrevistas que dá (como a que ele deu ao Nilton no «5 para a meia-noite» e que me aborreceu um bocado), ou como vi no «Janela Indiscreta», em que o Joaquim estava a falar de como entrou num projecto cinematográfico, penso que era o «Contraluz» (um filme que até gostava de ver) em que dizia que «ai e tal convidaram-me para este projecto» e depois dizia qualquer coisa como « e eu fiz o favor de aceitar». Talvez não fosse exactamente como escrevi, mas do que tenho a certeza é que na resposta ele incluiu a expressão «fiz o favor»... Esta gentinha...


35 - Charlie Sheen


Ó rapaz, mete-te na ordem! Já não fizeste asneiras que chegassem? Prisões, violência, a saída do «Dois homens e meio», a desgraça que foi a estreia daquele teu espectáculo autobiográfico que parece que nas sessões seguintes deve ter melhorado bastante porque o público já não quis ir embora a meio... É assim, cada qual diverte-se como quer, agora tu, meu menino (sim pá!), já viste a figura que o teu Pai é? E que tal se tentasses ser um bom menino, só por cinco minutos? Hmm? Vá lá, faz lá isso fachavor. Até entraste num filme que eu gosto muito, o «Wall Street»... e a sitcom que protagonizavas até era engraçadazita... Faz lá um esforçozinho... Pleaseee...


(duvido que o Charlie Sheen alguma vez vá ler isto, mas não custa tentar...)


E foi mais uma edição das «5 pessoas irritantes», uma rubrica que, com sorte, ainda volta este ano. Agora a data exacta é que eu já não sei.


Ah, e este é o 698.º post, criançada!

Citação para o dia de hoje...

O degrau da escada não foi inventado para repousar, mas apenas para sustentar o pé o tempo necessário para que o homem coloque o outro pé um pouco mais alto. Aldous Huxley