quinta-feira, 31 de março de 2011

Novidades!

Ontem escrevi o guião do primeiro episódio da tão falada audionovela, que está a ser uma trabalheira para as cordas vocais para gravar tanta personagem diferente! Fiz o genérico inicial e final e quase que gravei o primeiro episódio todo. Falta a cena final. Os dez episódios da novela vão ser emitidos em duas semanas, de segunda a sexta-feira. Estrearei a série depois de a terminar, para não acontecer o mesmo que ocorria com o «Programa do mal-dizer», com sucessivos atrasos. Mas espero que a série esteja pronta para estrear no dia 16 de Maio, o dia a seguir ao aniversário deste vosso humilde caixa d'óculos. A áudionovela tem o bonito nome de «Favas com chouriço - uma história de amor». Título sugestivo, não? E estou a pensar adaptar a história desta novela para livro. É tanta parvoíce nesta novela... tanta mesmo. E entretanto, não sei se devem ter reparado, mas o blog está quase a chegar ao 700.º post. Faltam só mais dois e já 'tá! E já sei como vou comemorar este septuacentenário (é assim que se diz?). Publicando os três capítulos em atraso do Olho Morto! Boa comemoração, não? 3 doses do policial mais fraquinho de sempre... E agora fecho aqui o 696.º post deste miserável blog. Com licença.

segunda-feira, 28 de março de 2011

E parece que uma das mais famosas britcoms alguma vez criadas vai conhecer o seu fim, no décimo primeiro ano de emissões. Uma série engraçada, nada que seja uma obra-prima, mas dá gosto de ver quando passa na RTP2. E esta última temporada, quando estrear por cá... espero que seja boa e tenha um bom final!

sábado, 26 de março de 2011

Candidatei-me a um concursozinho do blog de fãs do 5 para a meia noite. O objectivo era enviarmos um texto assim engraçado, e depois eles escolheriam quem faria agora parte da equipa deles.

Eu enviei e fui rejeitado.

Logo que enviei a candidatura arrependi-me.

Primeiro, porque eles dizem que não sou aquilo que eles queriam. E por acaso foi o que eu pensei. Para aquele tipo de coisas à 5 para a meia noite, sei que não tenho jeito. Tenho o meu próprio estilo, por isso até foi bom. Se calhar foi também por não ser popular, ou coisa parecida... mas bem, isso não me interessa agora.

Aliás, porque eu não iria precisar desse blogzinho para poder ser alguém!

Ah pois é!

Ora tomem!

E se um dia eu for ao 5, e espero ir, vão ver... depois não venham cá pedir para «ah e tal, vem vem...»

Mas brincadeiras à parte, sei que foi melhor assim. Se é para fazer textos enormes sobre temas semanais, mais vale não fazer. Ou seja, se é para fazer coisas que se pensa que vão ter graça, para muitas pessoas verem, onde envolve fazer humor (ou coisa parecida) sobre a actualidade política, mas depois as pessoas lêem e vêem que aquilo não tem graça... mais vale fazer os meus posts a armar que sou engraçado no meu blog, para um público mais reduzido... E não quero estar envolvido com aquela gente... Eu sou assim, é a vida!

E isto foi mais um post completamente paranormal e esquisito.

Obrigado e bom dia.
Sim, parece que agora este governo acabou, e etc e tal...

Mas eu não vou fazer um post sobre isso.

Para já porque não faço piadas (parvas) sobre política. E porque acho que este assunto não tem assim nenhum lado por onde eu possa pegar que ache graça.

É a vida. Só sei é que daqui para a frente vai ser diferente. Olá se vai!

Volto a dizer: Este país não é para velhos.
Mais uma pérola dos Queen recentemente descoberta, com uma mensagem que faz todo o sentido.

Tem graça este vídeo, em que umas crianças imitam os membros dos Queen, intercalando com eles próprios.

Mais filmes...

Ontem vi o filme «Papillon».

Sinceramente, estava à espera de mais!

Quero ler o livro. A história parece ser interessante, mas o filme não a deve retratado da maneira mais correcta que uma história deste tipo deve ser.

Mas é bonzito... Dou-lhe um 8.3/10.

E no passado domingo vi no cinema Londres «O discurso do Rei».

Embora toda a gente diga que o filme não é grande coisa, o que é verdade é que eu adorei este filme. Não pela realização, que é vulgarzinha, e como muitos já disseram, semelhante a um telefilme, mas sim pela história, que me cativou (é o género de histórias que gosto de ver no ecrã). Não é nada de invulgar nem uma coisa toda xpto, é verdade, mas é um filme banal que me encantou. Porque há filmes que só são bons porque trazem alguma coisa de inovador (se calhar se não tivessem não seriam tão bons), e este é simples, e uma grande história!

9/10

terça-feira, 22 de março de 2011

1920-2011

Mais uma daquelas pessoas indispensáveis ao nosso país deixou hoje o nosso mundo.

Nunca tive oportunidade de conhecer Artur Agostinho, o que foi uma pena, dada a importância que tem na rádio, na televisão e no jornalismo. Uma personalidade que tinha uma mente muito mais nova de idade do que o corpo, como ouvi hoje num telejornal

Hoje vi várias das reportagens que as televisões emitiram em homenagem a este grande senhor. Uma delas era um excerto de uma entrevista de Manuel Luís Goucha, em que lhe dizia que estava descontente com a falta de comunicação que se vê nos nossos dias. Pedia para as pessoas comunicarem mais umas com as outras (uma coisa que eu admito que por vezes faço). Artur Agostinho, um dos maiores comunicadores que este país já viu, deixou-nos uma sugestão para podermos melhorar o nosso mundo.

Até sempre!
Já ando a gastar demasiado as minhas desculpas em relação ao policial. Por isso decidi fazer o seguinte: publicarei os capítulos em falta e o policial irá ficar suspenso durante tempo indeterminado. Já estou farto de andar a apregoar que sim, que vou publicar, mas na realidade não publico! E já tenho 3 capítulos em atraso!

Ando a publicar capítulos que não servem para nada... para quê? Por isso, peço desculpa a quem ainda tem vontade de ler o policial (se é que há alguém que ainda o lê), mas prefiro agora interromper por aqui, levar o tempo que precisar para acabar de construir a história (porque isto já me parece uma grande salganhada). Não sei quanto tempo irei levar, mas algum será de certeza.

Como agora compreendo Sir Arthur Conan Doyle, que dizia que escrever histórias do Sherlock Holmes lhe dava cabo do cérebro. Como eu o compreendo...

E entretanto, vou avançar com um pequeno projecto que já tinha planeado há uns tempos, e que já está de todo idealizado. É a audionovela em dez episódios, emitidos em duas semanas. Vai estrear em Abril. E entretanto vejo a melhor maneira para acabar com o raio do mistério do Olho Morto.

Isto tem andado difícil, tenho muito que fazer, e decidi parar por algum tempo o policial para dar mais atenção a outras coisas mais importantes...

Desculpem qualquer coisinha...

sexta-feira, 18 de março de 2011

That's not funny!

Eis uma das coisas que a maravilhosa «farramenta» que é a internet nos permite fazer. Cada um pode dar a sua opinião, tendo quem gosta ou não.

Foi com esta particularidade da web que fui acompanhado a nano-mini-micro polémica Nuno Markl VS Rui Sinel de Cordes. E achei por bem escrever aqui uns bitaites sobre o que acho do que se passou, e também falar um bocado de comédia.

Para quem passou despercebido a esta situação (e acredito que pelo menos as pessoas que lêem o meu blog, que já são poucas, apenas uma ou duas é que devem estar ao corrente), aqui vai um pequeno resumo dos acontecimentos.

O Rui Sinel de Cordes foi na passada segunda-feira ao programa «Prova Oral», do Fernando Alvim, na antena 3. Depois de por lá ter andado, o Nuno Markl publicou isto no seu facebook, o que me intrigou:

Acabo de ouvir o meu colega do humorismo e ex-formando, Rui Sinel de Cordes a falar dos Monty Python com profundo desprezo, na Prova Oral da Antena 3. Forma uma pessoa um rapaz para isto. O Rui esquece-se que ao pé de todo O Sentido da Vida, o humor dele é a Música no Coração, valha-me Deus. Mesmo as bocas sobre a Eunice Munoz, coitada.

Mais tarde, o Rui Sinel de Cordes publica um texto no seu blog contra o que o Markl disse. Vale a pena ler. Depois sucederam-se várias entradas no facebook do Markl, para ver se amenizava as coisas, que o Sinel tinha levado a mal o que ele tinha dito, chegando até a postar um excerto dos Monty Python comprovando que o que o Sinel disse, de que «A vida de Brian» faz pouco de Jesus Cristo (ler isto de uma pessoa que é ateia é estranho), não corresponde à realidade, que essa obra magistral dos Python é uma sátira ao fanatismo religioso e à política.
E assim termina o reconto desta história recheada de magia.

E aqui vai a minha opinião sobre ela:

Eu não ouvi esse episódio da «Prova Oral», mas concordo mais com o Markl que com o Sinel. Porque o Sinel, na minha opinião, foge mais para aquele argumento de «ter liberdade de expressão» para fazer piadas que de humor não tem nada, que são mais insulto que outra coisa. E isso não é humor. Para mim não é! Sim senhor, eu vejo o «Gente da minha Terra», acho um bom programa, mas ele às vezes gosta de ultrapassar a linha, não do que é aceitável, mas sim do que é o humor. Porque senão eu também me posso considerar comediante se me puser a falar mal das crianças vítimas de pedofilia, tema que ele por vezes gosta de falar. Nada tem a ver com as influências de cada um, claro. Não fico ofendido por ele não dizer que tem os Monty Python como referência, porque gostos são gostos. O que eu não gosto é ele aproveitar-se da «liberdade de expressão» para por vezes fazer aquilo que entende que é humor. Há um provérbio que diz «a nossa liberdade acaba quando começa a dos outros»...

Eu não sou humorista (nem pretendo ser), mas sei que por vezes há certas coisas que não quero escrever, ou fazer, porque sei que não é humor!

Nesse artigo que o Rui escreveu, ele diz que não podemos estar sempre no humor antigo. É preciso inovar.

Pois claro que sim! Mas a fazer comédia boa, e não algo disfarçado disso!

Gosto de ver humor, de diversos tipos, mas por vezes o Sinel abusa, sai da linha do humor, para ir para o insulto... mas depois defende-se dizendo que há a liberdade... A sério, há «piadas» dele que são de tremendo mau gosto... Como já disse, gosto de ver o «Gente da minha Terra», e do conceito do programa, mas há vezes que... enfim, já falei de mais... Ainda por cima um pirralho como eu a mandar opiniões desta maneira... Ainda me meto em sarilhos... Vou mas é fechar o post. Aqui.

quinta-feira, 17 de março de 2011

AVISO!

Alguns posts deste blog podem conter alguma ironia. O que é preciso é alguma genica para se perceber no que é que eu, em alguns textos, estou a ser irónico ou não (e não me chamem génio por fazer isso nos meus posts, como aquelas pessoas intelectuais que gostam de apelidar génios aqueles que fazem coisas insignificantes. E eu fiz algo parvo e que é mesmo uma cretinice, porque não estruturo bem os meus textos e é esse o problema, e não nenhuma genialidade!).

Porque eu, muitas vezes, faço os posts pensando como ficam na oralidade.

Daí ouvir (e ler) comentários sobre pessoas que acharam que eu tinha uma opinião sobre dada coisa e afinal, não era bem assim, como aconteceu nos comentários do post dedicado à edição do festival da canção deste ano.

Portanto, tenham cuidado com a ironia neste blog.

É isso e com as dores de cabeça.

Depois de ficarem tanto tempo agarrados ao computador, é o que pode acontecer...

Continuo solteiro ... ou uma crónica dedicada ao amor

Depiois deste tema já ter feito correr litros de tinta (virtual) no blog, decidi voltar com ele, e além de lhe fazer um update, dedicar-lhe pela primeira vez uma crónica, porque quando falei de amor no blog foi em posts dispersos.

Quis fazer isto para comprovar que, passado mais ou menos um ano, depois de eu ter feito um «Programa do mal-dizer» sobre este tema, eu continuo com a mesma opinião choninhas sobre ele. Ou talvez não... E depois porque têm ocorrido uma série de acontecimentos nos últimos dias que me fizeram querer voltar a escrever uma crónica sobre... l'amourrrr.

A ideia para este post surgiu-se-me (adoro usar demasiados pronomes numa palavra) ontem, na reunião semanal do pequeno grupo no qual estou inserido (que já foi maior, mas que foi dividido em dois para haver mais tempo para a partilha), nos grupos de jovens do Campo Grande. O tema de ontem era a amizade (até pensei em re-abordar este tema, mas como já fiz uma edição das «coisas que me irritam» dedicado a um certo caso, não valia a pena voltar a falar sobre ele. Talvez daqui a uns tempos, para deicar arrefecer. Ou então pego logo daqui a uma semana, se não tiver temas para falar), e no final ainda se falou um bocadinho sobre os namoros e as curtes, temas que, já na reunião de ontem disse e ironicamente, devo ser a pessoa que, das que estavam naquela sala, era o mais ignorante.

E continuo a achar que sim, mesmo depois do «piqueno» debate que se gerou depois desta minha afirmação (foi curtinho porque o tempo da reunião estava a acabar), que confrontou opiniões. Mais tarde voltaremos a falar deste tema.

Depois de tanto engonhar, em relação ao amor, fiquem descansados que continuo a achar as mesmas besteiras de sempre. Também por um amigo meu ter arranjado namorada hoje (e sim, hoje, meus amigos e amigas), sinto-me mais «oh pá, e eu?»... Mas, citando uma frase que ouvi na «Caderneta de cromos» hoje, «há sempre uma tampa para cada tacho».

Oxalá que sim...

Ah, e não quero fazer deste post uma sala de blind dates, ou coisa do género. Era mesmo só para expressar a minha opinião, embora não tenha falado muito sobre o tema em si.

Mas por vezes, penso que é mau estar solteiro... faz falta alguém, por vezes... e noutros casos, é preferível ser solteiro... e fico dividido nestas teorias... E depois ainda me vêm dizer «Só és solteiro porque queres»... talvez seja isso, também.

E no meio disto tudo, o amor continua para mim como aquelas pessoas que somos forçados a cumprimentar mas que depois não conseguimos falar com elas. São alvos evitáveis. Mas não queremos cortar relações com essa pessoa, mesmo que quase não falemos com ela, porque esse corte pode dar sarilho...

É, em poucas palavras, e numa linda comparação, o que eu acho do amor.

Caramba, eu até consigo ser mauzinho neste tema!

Está visto, sou solteiro porque quero... também a escrever coisas deste género... ai ai ai esta vida...

Mais boas notícias musicais...

Para terminar bem a semana, a RTP2 decidiu homenagear os Queen com uma edição especial do programa «Palcos», onde será emitido o especial «Greatest Video Hits», com os melhores videoclips desta mítica banda.

Boa maneira para homenagear os Queen, que este ano comemoram 40 velas de existência.

Outra grande notícia é a reedição dos seus álbuns de originais, que começou este mês (os cinco primeiros álbuns já estão disponíveis em edições de coleccionador desde 14 de Março em todo o mundo, Portugal inclusive). Além de que o Sacha Baron Cohen (o famoso Borat) está a fazer de Freddie Mercury numa película que irá estrear ainda este ano. Também está a ser feita uma adaptação cinematográfica do musical «We will rock you», que segundo uma amiga minha que o foi ver ao teatro em Londres, é espectacular.

Estou mesmo curioso pelos filmes, principalmente pelo primeiro de que aqui escrevi, que será uma biografia da banda até à actuação no Live Aid. O filme promete.

Keep Queen Alive!

Já se estava à espera de uma coisa assim!


Nos EUA lançaram isto.

Uma notícia que me deixa contentíssimo, porque para já é um dos meus álbuns preferidos. Depois, porque traz um DVD de bónus carregadinho de extras, e por fim, porque está a 16 dólares na net. Vai chegar a Portugal, segundo a Fnac (tem lá a informação, mas está indisponível para compra), e está mais ou menos ao mesmo preço. Há três edições: uma com o disco original e o DVD, outra com dois CD's (o disco original e, pelo que opesquisei, outro disco com gravações ao vivo), e mais uma, com os dois CD's mais o DVD. Qual a mais tentadora? Claro, a que tem mais coisas, e que fica a vinte euros.
Entretanto, no site oficial do duo, foram sido lançados pequenos vídeos que explicam o álbum faixa por faixa. Ao clicarem neste link poderão ver o vídeo dedicado à canção-tema do disco.
Também fizeram edições especiais para os outros álbuns, mas este, que é o melhor álbum, parece ser mesmo indispensável, pelo menos para mim. Mas assim fico também dividido entre comprar esta edição especial e a edição «The collection», que há uns tempos vi em destaque na montra da Fnac do Vasco da Gama, com os cinco álbuns originais mais um DVD com o concerto em Central Park ao preço super apetecível de 19,99€! Só que entretanto essa edição desapareceu de novo... voltou à Fnac por uns dias e evaporou-se para só voltar daqui uns anos, como já é habitual com certos produtos desta dita loja...

Mas, mesmo assim, esta edição do BOTW é obra!!!

terça-feira, 15 de março de 2011

Um de três atrasados

Eu disse que pelo menos um ia ser publicado...

E foi!

É este que vocês terão agora a oportunidade de ler.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 43

No dia seguinte, acordei virado ao contrário, com os pés na almofada, como é habitual acontecer. Olhei para a mesa de cabeceira, para ver o telemóvel, e vejo que estava caído no chão. Apanhei-o e notei que tinha quatro chamadas não atendidas do Finório às nove e trinta e sete, nove e quarenta e um, nove e cinquenta e quatro, e, por fim, às dez horas e dois minutos. E já eram onze da manhã.

Liguei para o Finório. Tocou oito vezes, não me atendeu. Achei que ele iria ligar depois, quando visse a chamada. Por isso, decidi ir comer alguma coisa porque já eram horas disso. Preparei um café, umas torradas e liguei a televisão da sala. Os mesmos monótonos programas matinais ou os desenhos animados para indivíduos com um grau muito elevado de infantilidade (ou então, para crianças). Não tinha paciência nem para uma coisa nem para outra. Por isso desliguei a televisão e liguei o rádio, para dar ambiente... Distribuia desordeiramente manteiga nas torradas pensando nesta vida que levo.

Até que sinto o telemóvel a mexer na mesa que está ao lado do sofá da salinha do meu apartamento. Vou atender, e é o Finório.

-Tou chefe?

-Olá Finório. Que se passa?

-Chefe... Posso ir aí a casa chefe? É que... chefe, o patrão deu-me ordens... E agora, chefe?

-Podes vir cá, que eu vou-te dar instruções... Aparece daqui a... meia hora.

-OK chefe. Até já!

A minha casa é relativamente longe do escritório, e como o Finório não tem carro, vai demorar um bocado a cá chegar. Entretanto lembro-me da ideia que me tinha surgido na noite passada. Agora ia continuar a investigação, e à séria!

Continua...
Se quiserem, vejam esta petição.

É uma pequena ideia minha, que talvez um dia... chegue a algum lado.

Assinem se acharem interessante!
OK, mais uma vez, venho com um pequeno post para explicar que os capítulos não irão ver hoje a luz do dia.

É que eu, na Câmara, muitas vezes tenho pouco tempo, e tenho sempre muita coisa para ver.

A prova disto é que já se passaram 35 minutos desde que estou na net e só agora é que consegui vir ao blog!

Mas prometo que se conseguir hoje, ponho PELO MENOS um capítulo do policial. Depois de concretizar aqui na net uma ideia que tive há uns dias... Talvez daqui a bocado escreva um ou outro postzito daqueles pequenitos... mas se conseguir, depois de acabar o que tenho a fazer, e se conseguir mais uma hora de net, escrevo PELO MENOS um capítulo.

'Tá prometido.

Toca a despachar quw faltam 21 minutos para isto acabar!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Só visto...

"Adoro" ver estas novas tecnologias, como a TDT (televisão digital terrestre), que prevê que seja uma mudança para uma televisão, segundo o slogan da campanha, para todos.

A TDT, para quem não sabe, resume-se ao seguinte. As velhinhas antenas, em 2012, serão lixo, pois a televisão portuguesa só poderá ser captada através de sinal digital. Para quem tem TV Cabo, não há problema. Nem para quem tem televisões compradas de 2008 até agora, que já têm o tal sinal, também não.

E para quem não tem nem uma coisa nem outra, que é o meu caso?

Bom, tem de se comprar descodificadores para as televisões que, lá em casa, são antigas. E paga-se por elas.

Cá para mim, a TDT é só para os empresários (aqueles que ganham milhões, tipo Zeinal Bava), encherem mais os bolsos, que com tanta "massa" já devem estar rotos.

Então agora vai ter de se comprar 3 descodificadores, um por cada TV que há lá em casa? Deveria era ser gratuito!

E para as pessoas que não podem comprar estes descodificadores, ficam sem ver televisão.

Esta situação é parecida com a que está a ser vista com os DVD's. Parece que as editoras andam a piorar de propósito a qualidade destes para os consumidores mudarem para o Blu-ray...

(Quase) citando o famoso filme dos irmãos Coen, este mundo não é para velhos. Aliás, acho que não cabe na cabeça de ninguém, mesmo...

Ao levantar-me da cama, o meu Pai tinha-me chamado para ir ver a TV.

Mal disposto por já me estarem a maçar de manhã, fui ver. E na altura nem prestei muita atenção. Sabia da notícia, mas só reflecti mais sobre ela mais tarde.

Uma pessoa só se dá conta dos perigos que pode ter de correr, que podem estar a bater à porta... depois de ver as catástrofes que ocorrem nos outros países.

E isto até aconteceu num dos países mais avançados do mundo...

Pensei «E se isto tivesse sido cá?».

Talvez eu não estivesse cá para escrever isto, não sei (isto parece uma previsão algo negra, mas quem sabe se eu poderia ter morrido se tivesse sido cá?)

Devemos andar atentos ao mundo que nos rodeia. E digo especialmente às pessoas da minha geração.

Sei que este post não foi nada de especial, e talvez não consegui escrever aquilo que na realidade queria que vocês lessem, mas queria dedicar um post a esta tragédia. Porque o blog não é feito só de dissertações irrelevantes para o comum do cidadão, e também um espaço que porn vezes sabe ser sério.
Se eu pudesse, aboliria a Educação Física da minha vida escolar.

Quem me conhece (e porventura, quem já foi colega de turma deste moço) sabe do que eu estou a falar.

E hoje, foi outro daqueles dias em que saio de uma aula de Educação Física (uma aula assim no final da tarde do último dia antes do fim-de-semana... nada mau, não é? - irónico) frustrado e algo desanimado por ser mesmo um zero mais à esquerda do que deveria estar (e não me venham com conversas de «somos bons a tudo», como há pessoas que me dizem... Ninguém é perfeito, e o meu ponto fraco é a Educação Física. É isso e era também, até ao ano lectivo passado, a Química (AHAH nunca mais vou ter como disciplina em toda a minha vida!)...

Mais um pequeno desabafo pessoal do (ainda mais) pequeno Rui Alves de Sousa.

Há quem diga que os blogs são uma tremeda parvoíce. Bom, admito que se é para escrever textos como este, essas pessoas que afirmam isso até têm alguma razão...

quinta-feira, 10 de março de 2011

Parece mesmo que o Charlie Sheen foi despedido, e o «Dois Homens e meio» vai à vida.

Ou talvez não.

Neste artigo, é explicado que mesmo com a saída do Sheen, a série pode voltar.

Por vezes gostava de ver. Não era má de todo, até tinha alguma graça... mas é interessante acompanhar estas andanças da TV nos EUA. Pelo menos eu acho...

Sempre a pedir desculpas, eu!

E com o de amanhã, somam-se três capítulos do policial que tenho de colocar no blog.

Uma história que me está a dar a volta à cabeça...

Só me faz pensar «Porque é que eu me meto nestas alhadas, porquê?»...

Ainda pensei escrever pelo menos um hoje, mas demorei tempo demais com o post anterior, e têm de perceber, eu agora estou sem computador, ultimamente estou com imensas coisas para fazer (para provar esta afirmação, primeiro: recebi hoje o vídeo da entrevista do DN, e ainda hoje quero vê-lo e começar a preparar a reportagem para a próxima fase do concurso. Depois, tenho o Concurso Nacional de Leitura. Vou ter de ler dois livros que nas livrarias estão caríssimos e na biblioteca... bem, tenho o cartão suspenso até Abril, ou lá o que é... depois, tenho um trabalho de História para entregar na segunda-feira sobre «a minha imagem do Ocidente Medieval». Muito interessante... E por fim, tenho outros projectos na mente. Ora tomem lá!).

A minha prioridade de quando venho à net é ver o essencial, e depois ir para o superficial. E como eu nunca escrevi uma história desta envergadura na minha curta vida, torna-se difícil dar-lhe um rumo, como está agora a acontecer. Mesmo que eu já tenha na mente o final da história (que é fraquinho, diga-se de passagem), tenho de ver como ela vai ser estruturada até chegar ao último capítulo.

Pronto, escrevi este post para explicar a situação. É claro que, talvez, com o tempo que demorei a escrever isto, poderia ter escrito outro capítulo... mas é a vida, vá-se lá saber porquê.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Um apontamento de retrospectiva sobre o que foi o festival da canção

Tinha de voltar a este tema... E depois da edição deste ano... ui ui. Há muito para falar. Depois de ter perdido momentos importantes da minha vida para fazer uma edição das «Coisas que me irritam».

Por acaso tinha tudo escrito num papel e esqueci-me de o trazer para a Câmara... Agora vou ter de recorrer à minha curta memória para fazer um post decentezito.

Vou falar então só do essencial. Maior parte das canções concorrentes eu irei aqui criticar e injuriar. Algumas com mais tempo de antena do que outras. O festival deste ano teve recheado de momentos estupidamente interessantes.

Primeiro, ganharam os Homens da Luta. Penso que não foi pela música em si, mas pelo facto de serem eles a concorrer. Por isso, a maior parte das pessoas votou neles, a pensar que seria no gozo, mas de facto a votação do público valeu-lhes a responsabilidade de serem os representantes de Portugal na cidade de Dusseldorrrf, na Alemanha (ya vohl!). Não achei boa a canção deles, mas preferi que fossem eles a ganhar do que o cantor que estava previsto vencer, segundo o «júre» de todo o Portugal, o Nuno Norte, que pareceu-me um tipo um bocado convencido demais. Os Homens da Luta não queriam vencer, como o próprio Jel disse (e há quem não acredite que os Homens da Luta são personagens... por isso há quem fique descontente com a vitória deles. Eu não ligo muito ao que eles fazem, mas acho graça à ideia dos Homens da Luta, embora falem de coisas que eu não concorde em parte). Mas eles conseguiram, este ano, mudar o sentido do festival da canção.

Ouvi e analisei com detalhe (na altura, quando estava a ver o festival na TV) as doze canções concorrentes. Embora já não ligue a isto, gosto sempre de ver as deprimências que por vezes aparecem neste lendário concurso da RTP.

Como que, por exemplo, a maior parte das canções era dedicada ao mar. Autores de músicas do festival da canção... Portugal tem mais coisas boas que o mar, está bem? Agora façam aí umas melodias bonitas para a edição do próximo ano... olhem, eu tive uma ideia! Que tal pegarem nos sucessos antigos do festival, como... o José Cid... a Dina... a Sara Tavares... e verem o que é que essas músicas têm que as de agora na maior parte NÃO TÊM! Pensem nisto, está bem? Vá lá... vão ver que vai valer a pena... A ver se pelo menos, continuamos a não ganhar o festival da eurovisão, mas se voltamos a levar representantes portugueses, daqueles que ficam na História... Nem digo que sejam concorrentes que fiquem memoráveis em todas as edições... porque, digamos, no passado, há certas músicas que representaram Portugal que, no meio das boas, são, resumindo, menos boas... Pode ser assim uma melhorzita de três em três anos... hm? Que tal, a ideia?

Continuando na «análese» das cantigas (hoje estou muito de trocadilhos) uma outra música era dedicada a estar «quase a voar», que a dada altura se tornava demasiado horrível ouvir-se aquilo. Eu pedia «HENRIQUE FEIST, PÁRA DE CANTAR! QUE DORR! AARG!». Porquê? Porque ele estava com os braços na posição em que se costuma dançar aquelas danças de leste, e depois porque a música parecia o devaneio de um louco que queria voar, mas que estava quase... Quel horreur!

Outros dois tesourinhos deprimentes foram uma música género Lady Gaga de uma rapariga que se considera poderosa (não sei onde), e um indivíduo com uma canção intitulada «Boom boom yeah», que acabou por ser a grande derrotada da noite. Hmm... o título da canção do homenzinho (de nome Axel) não vos faz lembrar o nome de outra, dos EUA, de uma banda que por sua vez também me aborrece demasiado? Pois é... E havia ainda uma terceira música que também estava mais ou menos no género de música que os jovens (menos eu) costumam gostar. Só que a concorrente desta canção tinha uma vantagem em relação às outras duas que eram também do mesmo género. Ela era mais gira, vá. O problema das outras duas canções é serem más, incluindo os intérpretes, e esta, a música era má, mas... vá lá... podia parecer uma barbie, mas pelo menos dava mais gosto ver a actuação dela que dos outros dois pacóvios!

Outra que decidiu concorrer foi a Wanda Stuart... a música... outra que tal. Mas que é tão vulgar que nem precisa de comentário malvado (pois é, há gentinha que diz que eu sou mau quando escrevo... pelamordedeus...)

Mas o grande destaque da noite vai para esta canção, do último concorrente da noite, Ricardo Sousa, de Faro, que merece até ser postada aqui no blog. Atentai à letra e ao cantor em si.



Quatro notas sobre isto:

Ponto 1 - Ouviram com atenção o refrão? E notaram no lindo verso Em viagens suicidas? Muito bom para uma música de festival... Deve ter sido a primeira vez que ouvi isto numa música de festival, numa música sobre o mar... e acho que posso dizer que, em português, nunca tinha sido proferida esta palavra numa canção! Histórico...

Ponto 2 - o refrão faz-me lembrar aquelas séries de TV para a pequenada em que o genérico é assim uma música heróica, em que mostram o herói com ar de «olha para mim que eu sou o maior do mundo. Ainda contratam este cantor para cantar o tema de abertura de uma série que poderia ter o título de «The amazing D.Henrique»! Seria um sucesso junto dos espectadores de palmo e meio.

Ponto 3 - Lá para o final da música, o cantor parece que está ou a gemer, ou que está com falta de ar, ou parece daqueles vendedores que para apregoarem os seus produtos, gesticulam muito e parece que estão à espera do apocalipse. Gosto mais da última hipótese. É que parece mesmo que ele está a dizer ao telespectador «ouçam! OUÇAM! O FIM ESTÁ PRÓXIMO».

Ponto 4 - Gaita! O homem faz-me lembrar o actor inglês David Jason!


E foi a minha análise ao festival da canção! Um festival interessante, em termos de música (deu um bom post!). Pena é que a apresentadore fosse a Sílvia Alberto... quer dizer, eu acho que tenho uma espécie de «contra» com ela e com a Catarina Furtado (mais à primeira que à segunda). Agora, vamos a ver como se sai o Jel e o seu irmão Vasco Duarte. É óbvio que não vão ganhar (e só por causa do que eu disse, eles depois ganhavam... muitas vezes, as previsões que eu faço não se realizam, mas sim o contrário do que eu previ), e, vá, a edição deste ano foi menos má que a do ano passado. Foi também má, mas menos que a outra.

(Ah, e já agora, tenham cuidado com os comentários. Não se esqueçam que isto é só uma opinião, e mais... eu não sou pago para dar a minha opinião, ok? Isto é um blog, e eu gosto de dar aqui a minha opinião, embora certas pessoas achem os blogs idiotas... tá bem, tá bem... Não gozem com os meus problemas... se eu gosto de escrever no blog, então prontos!, como responderia uma criança de 10 anos.)

Another reviews

Dois filmes que vi no cinema:

-Indomável
Gostei muito. Mais do que o Black Swan, e que a Rede Social. É um bom western, nada a ver com os com o John Wayne, com um bom argumento e bons actores. Há quem não goste, mas foi do meu agrado.
8.9/10

-O dilema
Bem, só fui ver esta «coisinha» ao cinema porque era o aniversário de uma amiga minha. Senão diria que foram cinco euros deitados à rua. Passei uma seca, não achei graça a esta comédia (estou farto de actores que acham que fazer figuras infantis no ecrã tem piada... só soltei três «ah ah» em todo o filme), enquanto que um homem de mais idade que estava ao meu lado ria que se fartava, e uma outra amiga minha também. É um óptimo filme para quem venera as comédias de fim-de-semana (daquelas mázinhas). Eu não gostei. Isto não é comédia. Mas a realização está boa. Os actores é que são uma lástima, e a meio do filme isto torna-se mais drama que outra coisa.
5.3/10

Good stuff!

Descobri uma nova série de comédia muito boa.

Chama-se «Come fly with me», e é da mesma dupla do êxito «Little Britain». São mais ou menos do mesmo género, embora eu goste mais da «Little Britain».

Esta série é passada num aeroporto, onde os dois comediantes interpretam inúmeras personagens, muito engraçadas.

Vale a pena ver a «Britcom» aos domingos na RTP2!

Não... Desta vez é a sério, ok?

Estive fora estes dias dos circuitos internetais.

E aconteceu muita coisa que vai dar para eu encher alguns posts.

Uma delas é esta notícia.

Phil Collins confirma fim de carreira

Outra vez?

Quer dizer, eu fui assistir a um espectáculo dele há já uns largos anos no estádio de Alvalade, e já dizia que «era a última tour, vou deixar a música»... Depois regressou para «ah, são só uns concertos pequeninos»... depois lançou um disco no ano passado... E agora diz novamente que vai abandonar a carreira...

Hmm... Não me cheira. É difícil deixar a música para sempre, ó Phil...

Eu nem sou grande fã da música dele... Mas são estas coisas que acho interessantes para desperdiçar posts no blog.

E assim vai o mundo.

sexta-feira, 4 de março de 2011

O Carnaval...

... é parvo.

Ponto final.

Mas dá férias...

O que é bom.

Uma filosofia da autoria de Rui Alves de Sousa.
Boa questão, colocada neste artigo do «Daily Telegraph».

Será que os kindles, ipads e companhia, estão a matar a beleza dos livros?

A minha resposta é SIM!, mas vale a pena ler o artigo.

Duas críticas

Aqui vai uma nano-mini-micro crítica sobre os dois filmes do realizador Oliver Stone que vi esta semana, porque acho que não é preciso falar muito sobre eles.

Nascido a 4 de Julho


O DVD foi barato (embora com uma imagem fraquinha, é uma edição mesmo formatada para sair mais baratinho... só há legendas na nossa língua e tiraram os extras, que é uma coisa que me irrita, lá está... e mesmo para o pequenino televisor Sony daqueles dos antigos... fica mal!), saiu com o Público, e gostei desta interpretação do Tom Cruise, um actor que não me diz muito, a não ser no «Rain Man» e neste filme, que nos fala de um homem e o seu país antes e depois de ele ter partido para a guerra do Vietname.

Boa aposta. O segundo melhor filme que vi do Oliver Stone (o primeiro é o «Wall Street»).

8/10


W.
Este filme retrata de uma maneira interessante certos pontos da vida do presidente Bush, onde vemos desde o início em que ele era um rebelde daqueles à americana nos filmes (uma parte que é algo desnecessária e mostrada em demasia, poderiam ter falado mais noutras coisas, não sei), mas que a meio ganha bom ritmo e mostra coisas interessantes, não sendo um retrato injusto do homem (que tantas gaffes cometeu). Vale a pena ver, embora não seja o meu filme de eleição do Oliver Stone (tenho de ver mais filmes dele, também), mas para os curiosos sobre George W. Bush, é bom entretenimento.

7/10


Bom fim-de-semana, e vejam bons filmes!

Triunfo!

Não, eu não arranjei nenhum patrocínio para o blog (e espero que esta palavra não tenha direitos de autor!)

É que finalmente já sei como vai mesmo acabar a história do Olho Morto, de uma maneira que faça sentido continuar por mais uns bons capítulos! Então, os assassinos são... Mau! Acham que eu vou dizer aqui, é? Ai os bandidozinhos...

E isto para mim é um triunfo!

É melhor não escrever mais a palavra, senão pode dar asneira...

Mas só irei postar o capítulo em atraso e o de hoje amanhã. E porquê, amiguinhos? Porque o tempo da internet já está a terminar (neste momento, daqui a 17:32 minutos tenho de sair da Câmara... agora já são 17:20! O tempo a passar!!!), porque ainda quero publicar a crítica aos dois filmes do Oliver Stone que vi nesta semana. Um apontamento rapidinho...

Vá, vão comer qualquer coisa. Façam um lanchinho que o Rui já volta.

Que maravilha!

Esta semana está a ser «ispectaculari».

Na quarta-feira, uma entrevista a um jornalista que não conhecia, mas que nos deu uma grande entrevista.

Ontem à tarde, estive com este senhor.

Uma tertúlia na Livraria Bertrand do Chiado sobre a «Caderneta de cromos» e outras coisas mais. Ontem à tarde vim ao facebook e vi o anúncio que ele tinha feito a este evento.

E tive oportunidade de fazer uma pergunta ao Nuno Markl que me garantiu uma entrevista para uma rádio (não me perguntem qual que me esqueci de perguntar na altura. Uma menina veio ter comigo, fez-me umas perguntas com um microfone na mão e prontos!), sobre as ligações que há entre a geração do Nuno Markl e a minha.

Foi muito bom, gostei imenso, e agora passei a conhecer o «CRÓMÓ», onde na fotografia, está ao lado do indivíduo (ou seja, eu) que quando deixa crescer o cabelo e pôe os óculos, é considerado seu sósia.

O Nuno foi muito simpático, respondeu muito bem à minha pergunta. Quando eu comecei a falar deu-se esta situação.

Rui: O Nuno sabe que eu não sou da sua geração...

(riso geral por causa da parvoíce que tinha acabado de dizer)

Markl: Mas olha que se fosses, diria que estás muito bem conservado!

(riso geral)

Faço a pergunta e depois, O Markl está a responder e pergunta:

Markl: Quantos anos é que tu tens?

Rui: 15...

(riso geral, talvez por ter sido a idade que o Nuno Markl começou na rádio - numa pirata, localizada nas traseiras do prédio da sua Avó, como ele contou)

Markl: Diria que estás bem conservado, mas não para tão novo!

Foi um fim de tarde bem passado, com um ambiente simpático (e um estranho indivíduo que envergava um casaco verde-alface, que mais tarde se foi embora), que me faz pensar que valeu a pena, sim senhor, andar no metro completamente cheio de gente, estando ao pé de indivíduos com a música aos altos berros ou com um estranho odor, ou ainda uma Mãe irritante a dizer ao filho para não andar meio centímetro para a esquerda senão caía e saíam-lhe as tripas (é um exagero, mas percebem a ideia... acho eu...)

E, para acabar a semana em grande, hoje há cinema.

Filme? «Indomável».

Que semana «ri-fixe», como diria a Mãezinha daquela criança chamada Leonce... o segundo nome é muito complicado para escrever... vocês sabem qual é...

Agora dão-me licença para fechar o post?

Pronto.

A partir desta linha já não há mais nada meus filhinhos!!! Eu bem vos avisei que ia terminar o post!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Outra criticazinha

Há uns dias falei de dois filmes que ia visionamentalizacionalizar.

Eis agora uma pequena crítica sobre um deles.

«Um peixe chamado Wanda»


Uma boa comédia, muito bem escrita (o argumento é de autoria do extraordinário John Cleese, um dos Monty Python), e com interpretações de luxo. O próprio John Cleese, Michael Palin (outro Monty Python, autor também da série «Rypping Yarns» que recomendo, e dos documentários «Michael Palin's New Europe»), Kevin Kline (venceu o Oscar com esta interpretação) e Jamie Lee Curtis.

Embora não seja daquelas comédias que façam rir às gargalhadas, é inteligente, pois o argumento está muito bem estruturado, e não é como aquelas comédias que fazem rir, mas não fazem sentido nenhum ou são completamente idiotas, mas que fazem rir (isto é um bocado difícil de explicar... eu próprio sou uma pessoa difícil!). Mas o filme tem grandes momentos que fazem uma pessoa chorar de riso (pelo menos a mim quase fizeram!)

Aconselho a quem goste dos Monty Python, de boas comédias... são 108 minutos bem passados.

8/10
Da próxima vez falo do outro que vi, o «Nascido a 4 de Julho», acrescentando outro do mesmo realizador que vi no princípio desta semana, «W», sobre George W. Bush.

Foi bom, foi!





Estive ausente estes dias do blog por estar ocupado com certas coisas. Uma delas foi a tão falada entrevista. Outro dia estava bastante pessimista, e obviamente só tenho a dizer que correu extremamente bem! Colocaram estas fotografias há bocado (embora sejam poucas, e as melhores não estão publicadas - esta última que coloquei neste post, não sei porquê mas as calças parece que estão desajustadas... que comentário mais ridículo...) aqui, e no facebook do «Nescolas» as fotografias estão com melhor resolução.

A entrevista foi muito boa, e tivemos direito a meia coluna numa das páginas finais do DN de hoje (no jornal está uma fotografia que nem está no site), como acontece com todos os grupos que participam neste concurso, mas esta, ao contrário de outras que tive a oportunidade de ler, parecia que dizia mais coisas E não é para me gabar!

A entrevista ficou gravada em áudio e em vídeo, e em breve vamos começar a preparar o nosso projecto para a próxima fase do concurso, sobre esta entrevista. Espero talvez mais tarde postar excertos da entrevista aqui no blog. Desde já agradeço a toda a turma que colaborou para que tudo corresse às mil maravilhas (coisas impensáveis, até!), um muito obrigado a todos. Foi uma óptima experiência, com a sala cheia (graças aos esforços das minhas colegas, que tiveram o trabalho de irem chamar turmas às salas para vir assistir!), e acho que toda a gente gostou, porque o Nuno Galopim falava de uma maneira muito aberta e muito jovial. E ele também gostou da entrevista, o que é bom!

Falámos sobre tudo. Música, Cinema, Jornalismo... Mas a melhor resposta de todas foi, sem dúvida, a uma pergunta que eu elaborei e que lhe fiz que era para o Nuno nos aconselhar, a mim, ao Miguel, e ao Eduardo, álbuns de acordo com as nossas preferências. Ele então pediu para lhe dizermos os nossos três álbuns preferidos. Enquanto que, para o Eduardo e para o Miguel, que com a dificuldade em escolher, preferiram dizer três artistas de sua preferência, e que implicou algum raciocínio ao Nuno, a mim, que indiquei três álbuns («Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band», «A night at the Opera» e «Bridge over troubled water»), ele disse que era o mais fácil, porque ele indicou-me três artistas que já tinha referido anteriormente. São eles James Blake, PJ Harvey (esta já tinha ouvido falar) e, se bem me lembro, Linda Calvi. E agora estou curioso em descobrir estes artistas.

Foi uma tarde em cheio, sem dúvida, e acho que valeu mais a pena a entrevista ter sido com ele do que com o Rui Veloso. Acho que saí de lá a saber mais coisas do que saberia se fosse lá o Rui Veloso, que é só da música. Com o Nuno, que foi muito simpático deu para falar de tudo.

Espero que passemos à próxima fase... Gostava de continuar nisto!