sábado, 26 de fevereiro de 2011

Mais uma novidade gira...

A TVI decidiu contratar Alberto João Jardim para comentador da estação.

Palavras para quê?

A própria novidade em si já é uma piada...

Quero ver o que vai sair desta contratação. Ah quero ver quero...

Isto está impresso!

Em 2008, graças a um mero acaso (a descoberta de um álbum de músicas solo de Freddie Mercury), despertou-se-me o meu lado Queen. Até então, nunca tinha dado grande importância a eles. Eram apenas uma grande banda, com bons sucessos. Mas as bandas que costumam ser da nossa preferência são as que conhecemos todo o seu reportório. Foi o que me aconteceu com os Queen. Desde essa altura, comecei a pesquisar e a ouvir as músicas dos Queen, álbum por álbum. E foi graças a essa redescoberta dos Queen que o meu gosto musical se foi aperfeiçoando. O meu álbum preferido? «A night at the opera». Basta apenas uma canção desse álbum para caracterizar os Queen. «Bohemian Raphsody», uma ópera rock com menos de 6 minutos, considerada uma das melhores (senão a melhor) música rock alguma vez dada ao mundo. Os Queen tinham uma energia e uma compatibilidade raras de encontrar. Muitas bandas são conhecidas, mas nunca tiveram esta união que os Queen mantiveram, até à hora da morte do seu Mestre. Depois, continuaram. Brian May e Roger Taylor ainda andam por aí a espalharem o legado dos Queen. Andaram em digressões com um certo Paul Rodgers, que ainda não percebi o que esteve com eles a fazer, mas enfim... Os Queen deixaram uma série de músicas que, de uma forma ou de outra, mudaram a minha vida. Queen estão para todos os momentos. Foram e sempre serão uma boa companhia.

Citando o nome do fã-clube português dedicado a esta banda, Keep Queen Alive!

Rui Alves de Sousa


Este e-mail que mandei à Blitz depois de folhear a fantástica edição do mês passado com um grande artigo sobre Freddie Mercury pode ser encontrada na edição deste mês, no centro da página 6. Foi a carta do mês. Uau. Com isto ganhei um livro da biografia do Michael Jackson... Só cortaram, na revista, a referência (algo desagradável) que eu faço ao Paul Rodgers... Gostos são gostos...

Afinal...

...ainda consegui vir à net hoje!

Mas na Biblioteca das Galveias, no Campo Pequeno.

Portanto, se por acaso estiverem nas rwedondezas, e terem dado conta deste pequeno post, podem vir à biblioteca ver de perto este pequeno bichinho que faz este blog.

É pouco provável que alguém esteja a ler isto agora na hora que eu estou aqui, mas era giro... era giro se alguém respondesse ao meu apelo...

Cala-te boca.

Só dizes disparates...

Ai ai ai ai ai...

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Hoje vou ver isto...



Já ouvi falar muito bem desta comédia, com dois dos Monty Python, John Cleese e Michael Palin. E como estava a 1,99€ numa promoção do «Correio da Manhã»... aproveitei e trouxe do quiosque, juntamente com outro DVD («Nascido a 4 de Julho»), de uma colecção de outro jornal, o Público.

Depois faço aqui uma daquelas minhas críticas...

Este fim-de-semana não vou poder ir à net, porque além de estar ocupado com outras coisas, estou sem a pen da internet. A empresa da minha Mãe agora decidiu tirar... tenho de voltar à Câmara para vir à net...

Enfim, bom fim-de-semana!

Ainda sobre televisão...

... Parece que o programa do Mário Crespo «Plano Inclinado» acabou porque o jornalista e o apocalíptico comentador Medina Carreira tiveram uma discussão que fez com que o programa não fosse para o ar e que acabasse.

Devia ser giro que eles tivessem feito a discussão do programa... Ia ser um bom momento de televisão.

Mas não foi gravado, o que é pena... talvez façam um filme sobre isso... mistura de thriller com cinema português à la Manoel de Oliveira... ia ser bonzito ia.

Ena pá...

A CBS decidiu pôr um ponto final na série protagonizada por Charlie Sheen, depois de o actor ter criticado o produtor.

A decisão foi anunciada na quinta-feira depois de o actor - o mais bem pago da televisão norte-americana - ter feito duras críticas a um dos criadores do formato.

O actor acusou Chuck Lorre de ser "um charlatão que escolheu não fazer o seu trabalho" e "um homem muito, muito estúpido".

"Baseados nas declarações de Charlie Sheen, na sua conduta e estado, a CBS e a Wraner decidiram descontinuar a produção durante o resto da temporada", respondeu a produção, através de um comunicado tornado público na qunta-feira.

"Dois Homens e Meio" tem estado interrompida desde Janeiro, quando Charlie Shen fez uma festa de arromba que o atirou para o hospital. Surgiram notícias acerca de envolvimento com prostitutas e estrelas do cinema porno e acabou internado, pela terceira vez, numa clínica de reabilitação. O regresso ao trabalho estava previsto para breve.

Face ao cancelamento, Charlie Sheen contra-atacou através de uma carta aberta colocada no TMZ. O actor pediu aos fãs que acompanham a série há já 10 anos para o acompanharem "marchando as escadas da justiça para consertar este erro injusto".


in DN

Eu achava graça a esta série... Não era uma obra-prima, mas tinha piada. É pena ter sido cancelada...

Não sei qual foi a causa dos insultos (a polémica do Sheen, de certeza), mas também... acho que ao menos, deveriam acabar a temporada, dar um final digno à série...

Mas aconteceu isto, e decidiram acabar já. Era bom que fosse temporário e que acabassem pelo menos a temporada, como eu disse.

Vamos a ver, vamos a ver...

Mudanças na TV

Li há instantes que a RTP confirmou a saída da estação de José Alberto Carvalho e de Judite de Sousa para a TVI.

Agora, há uma coisa que eu não entendo...

A Judite de Sousa na TVI, vá lá, ainda se percebe que ela, quando entrevistava, as perguntas dela davam assim um certo ar «TVIesco», e até é bom que ela vá para uma televisão onde se sinta mais confortável a fazer os seus programinhas. Mas o José Alberto Carvalho? Ca raio...

Bom, só espero é que ele continue com a mesma imagem que tinha na RTP e não se deixe seduzir demasiado pelo tipo de informação que a TVI gosta de dar. Porque o José Alberto de Carvalho era daqueles pivots, como se fossem daqueles tipos fixes do outro lado do ecrã, a quem damos alguma confiança (não como a Judite de Sousa, na minha opinião... desculpem lá, mas sempre embirrei com a senhora). Acho que ele estava bem na RTP, mas como eu só sou um miúdito de quinze anos sem opinião bem formada, as pessoas fazem as decisões que querem.

Só espero é que continue com o profissionalismo que tinha na TV do Estado, mai' nada!

E, na despedida, decidiu enviar este e-mail a todos os trabalhadores da redacção da RTP. Vale a pena ler.

Ah, também era bom que ele conseguisse mudar a informação da TVI... isso sim era bom!

15000...

... visitas.

Não são 15 000 seguidores...

Não são 15 000 prémios...

Mas sim mais de 15 000 visitas que o blog recebeu até agora.

Parece pouco, mas para mim não é.

Aliás, às tantas já devem ser mais, porque o contador de visitas dá erro por vezes... gaita...

Venham mais! Venham mais!

Tragam os amigos para ver o blog! Ou mesmo os vossos inimigos, para eles ficarem bastante aborrecidos com o que é aqui escrito...

E daqui a 3 meses o blog faz 2 anos de vida...

Como diz o Fernando Mendes, «Espectáculo!»

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Uma pequena crítica

Ontem fui ver ao cinema Londres (outro cinema dos do tipo fora-de-centros-comerciais-que-para-mim-são-os-mais-agradáveis), o tão falado «Black swan - Cisne negro».

Pequena opinião sobre o filme:

Destaco a interpretação da Natalie Portman, mas... a história não é uma obra-prima. o filme é interessante, mas peca pelo exagero em certas coisas, e o facto do argumento ser «vulgar» (e eu ligo muito a isto do argumento, porque o filme de resto está bem feito... só o argumento é que poderia ser melhor)... é algo de que muitos filmes hoje em dia sofrem, na minha opinião, é tornarem realistas coisas muito importantes, e outras levarem-nas ao exagero. O final está muito bom, a Natalie Portman está muito bem (espero que ganhe o oscar), mas... é um bom filme, e não nada de «Uh que filme fantástico que mudou a minha vida...», que é como muitas vezes os críticos gostam de pintar certas películas que, vai-se a ver, não são nada de especial.

Mesmo assim, recomendo para quem gosta desta temática do ballet (eu não sou grande interessado nisso, mas há amigas minhas que foram ver o filme e adoraram por causa disso), e dá para tirar uma moral desta fita.
7.5/10

Obrigadinho...

Eu estou metido num concurso do Diário de Notícias direccionado às escolas (podem consultar o site clicando aqui).

Fiz um editorial, juntamente com o meu grupo, como já o mostrei, aliás, no blog. Procurem por aí que devem encontrar.

Estava tudo bem, o grupo que dirige o concurso tinha-nos dito que sim senhora, em princípio, iríamos entrevistar o Rui Veloso na segunda fase do concurso, mas não tinham a certeza disso. Eu na altura estava muito empolgado com isto, mas decidi não divulgar a toda a gente (só a algumas pessoas), da entrevista que poderia fazer, porque tinha medo que afinal o Rui Veloso não viesse à entrevista (o que já achava muito provável...).

E, na verdade, isso aconteceu.

Uma semana antes do dia DN (o dia da entrevista), em que já estavam preparadas quinze perguntas para o «Chico Fininho», e quando eu já pensava para mim mesmo que «sim, afinal é verdade, vou entrevistar o Rui Veloso», dizem-nos que «ah, afinal ele não pode vir».

E decidem substituir o nosso suposto entrevistado pelo jornalista do DN e radialista da RADAR Nuno Galopim.

Eu acho que isto não tem mal nenhum, mas o que penso é que só escolheram este entrevistado porque, lá está, é ligado ao DN (quando poderiam ter escolhido outro entrevistado que fosse um cantor, como o Tim, o José Cid... olhem, até mesmo o Tony Carreira!). Também digo que o DN tem uma má organização porque só nos disse isto uma semana antes do dia DN (devem pensar que não tenho vida própria!). E também acho que este convidado, vá, é ligado à música, principalmente sobre o artigo que escrevi para a primeira fase do concurso (embora que, segundo o comentador do meu blog especialista em música, é uma bodega), mas... eu não tenho muitas perguntas para lhe fazer, assim originais, como tinha para o Rui Veloso. Agora vou ter que pensar muito para poder fazer perguntas decentes ao entrevistado... Mas quer dizer... é que ele, segundo o blog dele, que fui dar uma espreitadela, e ao seu facebook (adicionei-o como amigo, mesmo que ele não adicione - quem adiciona um estranho como eu? - mas pelos seus gostos musicais, já vi que não é do estilo de música que é mais do meu agrado), vou ter problemas ao elaborar as perguntas.

Vou ter que fazer um grande trabalho de investigação estes dias... Quando se dizem assim as coisas à toa, quase em cima da hora, deve ser mesmo para ver se os grupos não passam à próxima fase do concurso...

Só espero é que o Rui Veloso não vá àquele grupo de um colégio que também o queria como convidado... desculpem dizer isto, eu sei que é um bocado maldade nem eu costumo dizer estas coisas, mas acho que era um bocado injusto... Eles, que fizeram um artigo ainda mais de bodega que o meu... Eu passo-me se isso acontecer. A sério...

A entrevista será feita na quarta-feira, dia 2 de Março.

Por isso, desejem-me sorte.

Muita sorte.


P.S (dos grandes) - Eu tenho o péssimo hábito de não reler os posts antes de os publicar.
Portanto, se calhar, daqui a bocado devo estar a alterar alguma coisa que ache que seja demasiado «livre»... ou seja, eu sei que tenho liberdade de expressão, mas não devia dizer coisas desse género. Mas se isto é um blog, onde posso expressar a minha opinião (e não ganho dinheiro para fazer isso), as coisas são para serem ditas.
Talvez desta maneira consiga que alguém me ajude com isto...
Só espero é que ninguém do DN se depare com isto e profira: «Ó diabo... Queres ver que vai haver sarilho?», e me desclassifique. Ou até o próprio Nuno Galopim!
Mas sabem... ao escrever agora o parágrafo antes desse, pensei: Talvez até quarta-feira, numa altura em que já conheça melhor o convidado para a entrevista, já deva ter mudado de opinião e deva ter uma data de perguntas para lhe fazer. Como uma colega minha disse hoje na aula de literatura, talvez esta entrevista, com uma pessoa ligada à comunicação social, seja uma porta para se eu um dia quiser ir para jornalismo... Talvez até fale deste post ao entrevistado, e da maneira que a minha opinião mudou... Sim, vou fazer isso, se a minha opinião mudar. Se não mudar, paciência. Também posso admitir não saber nada sobre ele, o que pode custar caro para o concurso... opá sei lá! Só não gosto é de dizer mal das pessoas sem as conhecer, que é o que penso que fiz sem intenção neste post (se conhecer a pessoa da cabeça aos pés, tudo bem. Digo mal à vontade porque sei que tenho razão no que estou a dizer)...

Depois vejo o que irei fazer...
Ontem houve jogo.

Benfica-Sporting.

Logo previ que ia haver sarilho.

E não é que adivinhei?

(Um pensamento deveras inteligente de Rui Alves de Sousa.)

domingo, 20 de fevereiro de 2011

'Tá decidido

OK, já está planeado.

Como tinha falado num post anterior, comecei a desenvolver um projecto (ranhoso, diga-se) que já tinha na gaveta há algum tempo.

A dita audionovela terá 20 episódios de cerca de 5 minutos, com diversas personagens (e eu vou fazer a voz delas todas!), e diversas situações de clímax e de estupidez. Será emitida durante quatro semanas, ao ritmo de cinco episódios por semana.

Mas primeiro vou gravar os episódios todos de uma vez, para poder depois postá-los nas datas prometidas.

A menos de um mês, já estará no ar. A data de estreia ainda está para confirmar, e o título do programa também.

Agora com licença, que tenho de carregar no botão «publicar mensagem».

Isto é algo estúpido de se dizer porque ao lerem esta mensagem eu já publiquei isto há algum tempo.

Mas é para criar alguma empatia entre vós, público, e eu, anormalzinho.

Agora sim, é que vou fechar o post. Com licença.

É bom de se ouvir...

Uma obra algo infantil e tosca dos Beatles, mas gosto.

O refrão fica na cabeça.



Obla di, Obla da...
Estou a rever, na SIC, uma das melhores comédias que vi até hoje.

«Bruce, o todo-poderoso».

Com o grande Jim Carrey e também com Morgan Freeman.

Uma grande história, com uma grande moral.

Aconselho. Pode ser uma comédia algo parva, mas é interessante, ao contrário de muitas que são exibidas ao fim-de-semana...

sábado, 19 de fevereiro de 2011

N.º 42

E aqui vem o quadragésimo segundo capítulo deste policial que não ata nem desata.

Informações interessantes sobre o caso a ocorrer? Também nada vem neste capítulo.

Mas não perdem nada em o ler.

Perdem cerca de cinco minutos do vosso tempo.

Vá, para os mais minuciosos, cinco minutos, vinte e três segundos e quatro milésimas.

Este capítulo já está a fazer melhorias em relação ao anterior.

Enquanto que o outro foi colocado com quase uma semana de atraso, este é só com um dia...

Bom proveito!


Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 42

Cheguei a casa, preparei o tabuleiro com o prato, talheres e copo, para colocar na mesa que está disposta à frente da televisão. Fui pôr a lasanha dentro do microondas, e enquanto esperava que estivesse pronta, fui escolher que filme é que ia ver naquela noite.

Depois de matutar durante alguns minutos (e entretanto o microondas já tinha dado o sinal que o trabalho estava concluído), decidi pegar num clássico, uma obra de grande culto do cinema. «Casablanca». Apetecia-me naquela altura voltar a ver o Humphrey Bogart a contracenar com a Ingrid Bergman. Ele, ali, o homem que sabe tomar uma posição. O homem rijo, que até deixa que a sua amada se vá embora, para que ela não se meta em sarilhos. Ah, tenho tanta inveja daquele tipo... Pena que nunca consiga ter aquela postura e aquela voz, que nunca sabemos bem se ele está contente, ou quer dar um tiro em alguém. Ah, quem me dera ser assim...

Aliás, até encontrava semelhanças na história do filme com a minha história real. Na película, os dois protagonistas recordam o seu passado amoroso, e depois voltam-se a encontrar. Comigo e a Anne, tinha acontecido mais ou menos a mesma coisa... mas de uma maneira à portuguesa... e também nunca receberia algum oscar, como aconteceu com o «Casablanca», de tão ridícula e telenovelesca que é a minha história. Mas, se eu pudesse, tocava ao piano a música «As time goes by»...

Acabado o momento de nostalgia, decidi ir-me deitar. Não tinha muito sono. Aí lembrei-me que já não lia há algum tempo. Decidi então pegar num livro para começar a ler, naquela noite, pelo menos uma ou duas páginas.

Fui até à sala (o passeio não foi longo, porque o apartamento não é grande), e na estante encontrei uma obra que ainda não tinha lido. «Noites Brancas» de Dostoievsky. E na verdade, era uma obra tão pequenina, que se lia tão facilmente, que acabei por lê-la toda de uma vez. Um conto sobre um homem que se apaixona por uma tipa que está à espera do seu amado, ou lá o que é... até achei interessante, a história, mas agora já não me recordo muito dela. Mas identificava-me, na altura, com o coitado do homem, solitário e sonhador...

Acabada a leitura, deitei-me e apaguei a luz. Já eram duas da manhã. Agora tinha de pensar numa maneira de como continuar a investigar o caso sem estar a fazê-lo efectivamente. Então tive uma ideia. Mas depois adormeci.

Continua...

Fazer algo novo...

De há umas semanas para cá tenho reunido mais umas quantas novas ideias para coisas que ando a planear fazer e quiçá possam um dia ver a luz do dia.

Um desses projectos é uma espécie de novela a dar os seus ares de comédia.

Seriam vinte capítulos exibidos durante quatro semanas, de segunda a sexta.

Hoje decidi pegar neste projecto, e vou começar a escrever umas ideias para ele.

Aposto que vai sair daqui uma parolice recheada de climax e de piadas secas, como já é meu costume.

Ah, e é claro, vou fazer tudo neste programa. E vai ter também o mesmo som com garantia de qualidade Rui Alves de Sousa.

Ou seja, de fugir a sete pés.

Estejai atentos, que daqui (não) vai sair coisa boa...

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Já está aqui...

E aqui está o capítulo quase uma semana atrasado do policial.

Estou para ver quando é que acabo com isto!!!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 41

Esperei durante algum tempo que atendessem.

Nada. Sempre a tocar.

Decidi desistir, e terminei a chamada, dez toques depois de a ter começado.

Ou a Anne não tinha ouvido o telefone, ou já não tinha paciência depois da cena que foi no restaurante...

Deduzi que a segunda opção fosse a mais provável. Por isso, decidi preparar o jantar para comer, mais uma vez, sozinho, tendo as luzes da televisão como companhia.

Adoro fazer-me de coitadinho.

Nessa altura, só pensava na oportunidade que tinha perdido. Ao interrogá-la tudo parecia ter corrido bem, ela até parecia estar interessada, mas tinha de ir fazer aquela alarvidade no restaurante, que pimba! Lá se foram os meus planos todos por água abaixo.

Decidi então passar pelo supermercado, já que tinha a dispensa vazia. Tenho comido que nem um alarve. É da solidão...

Lá estou eu a fazer-me de coitadinho... Outra vez.

Voltei a vestir o casaco, repesquei as chaves de casa, e saí, com um saco de plástico, colocado previamente no bolso direito das calças.

Ao fechar a porta de casa, revistei-me para ver se trazia o que era necessário. Chaves, saco, carteira...

Gaita! Tinha-me esquecido da carteira!

Abri a porta com a chave, num gesto rápido. Fui buscar a carteira ao quarto. Ao voltar, não me deparei com a porta do corredor e levei com ela na cara. Ui a dor.

Tentando manter a calma, fechei a porta do corredor, e voltei a fechar a porta de entrada do apartamento. Chamei o elevador, embora ele não tenha respondido ao meu apelo (os malditos vizinhos do terceiro andar devem ter deixado a portada mal fechada para variar...).

Já começava a ser de noite. O céu preparava-se para escurecer, já havia menos pessoas na rua, e os carros começavam a acender os faróis. Excepto um ou outro anormalzinho, que se esquece de os ligar.

No supermercado, não vi nada de que me estivesse a apetecer, até chegar ao corredor da comida-que-se-põe-no-microondas-e-em-mais-ou-menos-cinco-minutos-está-pronta (ou então, a secção do pronto a comer). Decidi levar uma lasanha, aproveito para trazer uma daquelas bebidas que fazem muito mal à saúde, que dão pelo nome de refrigerantes, e um pacote de pipocas para pôr no microondas. Hoje ia haver cinema, lá em casa. Pena é que fosse só para um, e não para dois...

Continua...

Mais uma crítica cinéfila

Tenho andado um pouco ausente do blog, e ainda tenho de publicar o capítulo do policial da semana passada...

Mas agora o que me está mesmo a apetecer é falar de cinema.

Pela 382371289.ª vez.

Gosto de divulgar cinema às pessoas.

E vou falar-vos de um filme que vi esta semana. Um filme de gangsters. E se pensam que eu estou a falar no épico «Padrinho», enganam-se. Falo de outro, que á algo diferente. Mas entretanto já devem ter visto a imagem do poster do filme que pus neste post, e já perceberam que não estava a falar na saga da família Corleone antes mesmo ter começado a escrever isto.

Falo-vos de «Goodfellas - Tudo bons rapazes», a minha obra favorita do realizador Martin Scorsese (a segunda é o «Shutter Island», e a terceira «O aviador», só para saberem). Entrou logo no n~º 1 do meu top deste realizador porque foi um filme que, sinceramente, gostei apenas um bocadinho mais que o «Shutter Island». Bem, em breve estou a pensar ver mais filmes do Martin Scorsese, por isso este top pode ser mais vezes alterado. Mas por agora, «Goodfellas» ocupa a primeira posição.



O filme retrata o modo de vida de um grupo de gangsters, em especial Henry Hill (interpretado por Ray Liotta), protagonista da história, e que também se encarrega de narrar a fita (embora que em certas partes, seja intercalado pela sua mulher, que de vez em quando também dá uns bitaites). Uma das primeiras frases que ouvimos é «As far back as I can remember, I always wanted to be a gangster. ». E aí o Henry começa a contar a sua história de vida, desde quando era um adolescente e se juntou aos mafiosos até à sua queda, de ele mesmo e dos outros gangsters, em especial os seus amigos, Jimmy Conway e Tommy DeVito (Robert DeNiro e Joe Pesci respectivamente). É por causa do Tommy que, segundo o IMDB, metade dos «fucks» que são ditos ao longo do filme (segundo a estatística, são cerca de 2,06 por cada minuto de filme) saem da sua boca. Ao longo do filme vamo-nos habituando àquele mundo e àquelas personagens, mas é daqueles filmes que nós pensamos «Era giro ser como eles... mas não na vida real». E olhem que este filme se aplica a muita bandidagem portuguesa que anda por aí. Corruptos e gente dessa laia... para mim são todos uma cambada de mafiosos!

E na verdade, «Goodfellas» é um filme ordinário, violento e... extraordinário. É um retrato fiel da realidade da Máfia, e sobre o poder que eles têm nas pessoas. É uma história não muito complexa, o clássico ascensão-queda da personagem principal. Mas gostei muito, tanto pela realização de Martin Scorsese (que viu nos ambientes da sua infância, que envolvia gente desse «calibre», inspiração para adaptar o livro original a cinema), como pelos actores, que têm desempenhos fantásticos, e também pelo argumento, que, segundo pesquisei, é muito improvisado, o que torna um filme ainda mais interessante (pelo menos para mim).

Só notei uma coisa mal numa cena, relativamente a efeitos especiais. Se virem o filme, devem saber do que estou a falar, porque nota-se à distância. E se na televisão do meu quarto, que é pequenina, eu vejo, num plasma enorme, deve-se notar ainda mais. Mas todos os filmes têm as suas pequenas gaffes, e não é por uma coisinha destas que baixo o 10/10 que dou a este filme.

Recomendo a quem gostar de Robert DeNiro (ele nasceu para fazer de gangster!), um dos meus actores favoritos (talvez um dia ainda o entreviste...), ou dos filmes de Martin Scorsese, ou quem aprecie filmes de gangsters (embora este não seja um filme de gangsters vulgar, como aconteceu com o «Padrinho»), ou ainda quem goste de ver bons clássicos. Um tesouro do cinema.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Qual deles?

Estou na dúvida entre qual deles escolher...

Passo a explicar. Não consegui ainda escolher qual o supermercado com a melhor campanha televisiva, se o Pingo Doce ou o Continente.

Um, diz que os descontos só existem para baixar preços que já estavam caros, e que se anda num sobe e desce de preços, e que o acumular dinheiro em cartões não vale nada a pena...

No outro, uma senhora riposta, atacando mesmo o Pingo Doce, chegando a proferir algo semelhante a isto: «Dizem por aí que os descontos não dão jeito para nada. Então não dão?», e depois põe-se num falatório sobre descontos... é claro que a senhora não falou daquela maneira, mas foi o mais próximo que me lembrei do original.

É-me muito difícil escolher entre um deles.

No Pingo Doce, os anúncios contêm a música com uma tendência para o piroso/musical da Floribella.

No do Continente, ouvimos aquela musiquinha irritante dos assobios, e os actores fazem sempre uns sorrisos que me soam a «Só estou a sorrir para a câmara porque é assim que consigo umas massas» (e perdoem-me um calão)...

É mesmo uma tarefa difícil escolher um destes dois...

São ambos muito bons na arte de manipular os clientes, cada um à sua maneira.

A sério. Eu depois de ver os dois anúncios, até fiquei baralhado...

Isto é uma tentativa de que me fechem o blog por estar a falar mal de marcas conhecidas... Ai ai se o Belmiro de Azevedo ou o Sotôr da Jerónimo Martins (que não sei como se chama) porventura vierem parar a este blog, estou tramado...

É que os dois manipulam tão bem...

É difícil. Muito difícil.

Desisto.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Um momento nostálgico (mais um, vá...)

Hoje, o meu sobrinho de cinco anos convidou-me a (re)ver uma das minhas cassetes do Pokémon, escondidas algures na estante arrumada na arrecadação do meu quarto...

E digo-vos... que nostalgia!

E estou a ficar velho...

Mas, pensando bem, enquanto que quando era pequenito e gostava destes monstrinhos, achava espectacular um rapazola de aspecto algo duvidoso de nome Ash querer ser o maior treinador de Pokémon do mundo e querer apanhar todos os bichos com esse nome... com este (re)visionamento, vi que aquilo já perdeu a graça que tinha.

Menos a música! Ficou-me na cabeça... A primeira que saiu, que para mim é a melhor, e é a que eu tenho nas cassetes...

E que AGORA NÃO ME SAI DA CABEÇA!!!

«Vou apanhá-los todos...
POKÉMON!»

A sério. Estou a ficar velho...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

Vinicius de Moraes

(é bonito, este poema...)

Aconteceu no fim-de-semana...

Na sexta-feira e o sábado últimos, fui ver uma programação especial do Teatro Maria Matos, em que quatro pianistas, dois por cada noite, de géneros completamente diferentes, iriam mostrar os seus dotes. Duas noites de música, por apenas onze euros? Bora lá!

Dos quatro, só gostei de um.

O primeiro que ouvi, um tal de John Tilbury, bem... andei a vaguear pelo youtube, e há pessoas a dizerem que ele é um génio... opiniões são opinões, mas eu sei que o público, quando viu a actuação dele, ficou COMPLETAMENTE ATÓNITO! O homem, sempre a olhar para a pauta, a tocar o mesmo acorde durante vinte minutos, depois levantava-se e andava à volta do piano com um instrumento parecido com uma cobra, mas que faz com de maracas... desculpem, mas AQUILO NEM ERA MÚSICA! Aquilo era um homem, já de certa idade, a martelar num piano, como uma criança de cinco anos sabe fazer!

Mas, se isto é arte, é arte...

O segundo que ouvi, e último da noite de sexta-feira, foi o que eu gostei. Chama-se Dustin O' Halloran. Além de ter interagido com o público, tocou algumas das suas peças (aquilo sim é música!). Fazem-me lembrar Chopin... Ele faz bandas sonoras para filmes, como para um que até ganharam um prémio no festival de Sundance. A banda sonora de um filme que, segundo a minha pesquisa, também colaborou o Paul Simon! Mas esquecendo essas coisas, as obras dele são muito bonitas. E quem continue a negar que eu tenho um gosto muito eclético, ouça esta peça do Dustin que posto aqui, e depois comparem com o «Hammer to fall» dos Queen. Há semelhanças, há? Só para verem...



Os outros dois, da noite seguinte, tocaram música... mas não soou bem para os meus ouvidos. O primeiro tinha cara de que tinha saído da Família Addams, e tocava músicas que faziam dores de cabeça de tão martirizantes que eram. O segundo, não era nada de especial. É isso.

Bom, pelo menos já foi bom ter conhecido um artista que considero bom!

E, como eu disse, eu tenho gostos muito ecléticos...

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Uma crítica ao filme «Wall Street»

Cá estou eu de volta, depois de uma ausência de três dias.

Decidi voltar aos posts com mais uma crítica de cinema, para ver se animo um bocado o blog que tem um bocado parado.

E vou-vos falar de um filme que vi hoje.

Este aqui. O que está na imagem, por baixo desta frase.

Este é daqueles filmes que merecia um post aqui no blog.

A primeira vez que o vi foi há cerca de uns três anos, já não me lembro onde. Já não me recordava muito da história, porque há três anos atrás, tinha outra mentalidade (ou seja, mais infantil).

Agora, que tenho novamente DVD em casa (o meu antigo foi-se à vida há uns tempos, comprou-se um novo da Philips que é muito bom - e barato!), decidi começar a «papar» todos os filmes que fui acumulando para ver.

E decidi começar por pegar por este. Tinha-o comprado há umas semanas no el corte inglés, com um cheque prenda recebido no Natal, e como tinha mesmo curiosidade em rever todo aquele universo de que pouco ou nada me recordava, aventurei-me a introduzir o DVD no leitor, e aturar de novo aquele anúncio da pirataria (que eu acho estúpido, já que comprei o DVD, para que é que terei de levar com aquilo?), que, sinceramente, tinha saudades (vai ser daquelas coisas que daqui a vinte anos vou recordar com muita saudade, como os trintões de agora recordam com emoção o tempo que demorava uma televisão a acender...), e, depois de ter ficado aborrecido porque afinal não havia nenhum extra, mas que a contracapa referia a existência de um documentário e de trailers, e nem trailers havia! Só o comentário do realizador, mas eu não ia perder tempo a ver o filme com o Oliver Stone a falar por cima! Primeiro queria ver o filme. Mas gosto que os DVD's tenham um documentário sobre os filmes, para poder absorver mais cultura completamente inútil (para toda a gente, menos para mim) no meu cérebro. Ah pá... e a Amazon que tem uma edição de 2 discos deste filme a menos de cinco libras... e eu comprei isto no el corte inglés a 9,99€... Damn it!

Uau... o parágrafo anterior deve ter sido o maior que escrevi até hoje! E está tão confuso... parece retirado de um livro do Saramago... continuando...

Depois disto tudo, queria apenas dizer que a experiência de ver este filme foi proveitosa. «Wall Street» subiu rapidamente na minha consideração e é já para a minha pessoa um dos filmes da minha vida.

Realizado por Oliver Stone, conta-nos a história de Bud Fox (o Charlie Sheen, da série «Dois homens e meio»... nunca pensei que ele fosse tão bom actor, como esteve neste filme!), um corretor da bolsa que quer subir na vida. As interpretações geniais de Michael Douglas no papel de Gordon Gekko, o barão dos negócios (que recebeu um oscar de melhor actor em 1987 com este filme), e de Martin Sheen (o Pai de Charlie Sheen, que eu não conhecia, mas que pude ver com este filme que é um grande actor), o esplendoroso argumento de Stanley Weiser e Oliver Stone e a grande realização do mesmo, fazem deste filme uma pérola, que me tocou de uma forma que é raro nestes tempos um filme o fazer. A história cativou-me, e também o facto de o filme ser equilibrado, não exagerar em nada e não deixar algo importante por contar (como se faz em muitos filmes hoje em dia) fez com que ficasse mesmo fã deste filme. É um bom exemplo de bom cinema, de que parece que muita gente hoje em dia se esqueceu. É por isso que não há muitos filmes recentes que me encham tanto as medidas!

Dou a este filme um 10/10.

Em relação à sequela, ainda não a vi, só uns bocados, e percebi que deixa algo a desejar. Incluindo as críticas que têm feito a esse «Wall Street 2: money never sleeps». Acho que o original é um filme tão bom, mas tão bom, mas tão bom, PARA QUE RAIO ERA PRECISO UMA SEQUELA?

«Wall Street» é um conto moral. Uma história que nos faz reflectir e pensar, que não perdeu a actualidade, sobre o poder do dinheiro, e como o «papel» pode mudar a nossa vida. Toda a gente deveria ver este filme. E agora estou interessado em comprar acções na Bluestar airlines (ah ah, uma private joke... pois é, agora se forem ver o filme e ouvirem o nome desta empresa fictícia, vão pensar «epá, eu já ouvi isso em qualquer lado!». E depois lembram-se, e pensam «ah, foi no blog da besta do Rui... esquece-te desse nome, cérebro! ESQUECE!!!»)...

Até ao próximo post, e... façam o favor de ver bons filmes!


I'm gonna make you rich, Bud Fox.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Parece ser boa coisa!


Estive a ver umas imagens e uns vídeos desta série.

Palpita-me que seja boa.

Ganhou dois globos de ouro, um deles para melhor série dramática.

Com grandes actores, «Boardwalk empire» passa-se na América dos anos 20.

Acho que ainda não chegou a Portugal.

Se ainda não dá por estas bandas, devia dar!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O quadragésimo

Cá vai mais um capítulo do famoso policial...

... que está a dar cabo do cérebro!

Este tem o redondo número 40.

Desfrutem!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 40

Olhei pela janela, vi que já estava escuro. Olhei para baixo e vi um vulto com um casaco azul e vermelho a dirigir-se para a porta do prédio onde moro. Era o Finório.

Tocou 3 vezes à campainha. Fui abrir, ele subiu no elevador e chegou ao apartamento.

-Então chefe? Explica lá o que é que eu tenho de fazer!

-Primeiro entra! Já te explico.

Fechei a porta de entrada, conduzi o Finório à sala. Disse para se ir sentar na mesa de jantar, enquanto eu ia ao quarto buscar umas coisas.

-Ora bem - comecei a explicar - o que tu vais fazer é o seguinte: Tens aqui uma lista com 5 perguntas que deves fazer aos interrogados. Se achares que há alguma coisa mais a interrogar, fazes a questão. Mas lembra-te sempre que, antes de cada sessão, deves ligar o gravador aqui, neste botão. Estás a ver?

-Estou, sim senhor - respondeu o Finório.

-Depois - continuei - o que tu vais fazer é, com este cabo USB, passar os ficheiros da gravações para o teu computador e mandar-mos por mail, para eu poder analisar e tirar as minhas conclusões. OK?

-OK.

-Quando os interrogatórios terminarem, eu depois dar-te-ei novas instruções. Podes aproveitar para, neste caderninho, pôr algumas notas que achares pertinentes sobre os suspeitos. Estás a perceber?

-Sim, chefe. Mas tenho só uma dúvida.

-Diz.

-O que é que quer dizer «pertinentes»?

Pronto, o rapaz tem falta de cultura. Ainda bem que eu estava calmo, nessa altura, senão eu tinha-me passado ali com ele.

-Bem - expliquei-lhe - pertinente quer dizer algo que é importante, que seja de interesse para o caso.

-Ah, está bem.

-Só mais uma coisa - disse-lhe - tens aqui a lista dos suspeitos, com as moradas de cada um. E vou-te dar outra grande responsabilidade.

-O quê?

Fui ao casaco, pendurado num cabide no hall de entrada, e voltei para a sala com a chave do meu carro na mão.

-Não acredito! - disse o Finório, espantado com a situação - Vai-me emprestar o seu carro?

-Sim - respondi - mas é para teres cuidado, está bem? E vê se trabalhas! Hoje já não, que está a escurecer. Continua amanhã. Manda-me relatórios, enfim, envia-me tudo o que achares importante! E despacha-te, que só temos mais seis dias para mostrarmos a resolução deste caso!

-OK chefe! - respondeu o Finório, muito convicto do que estava a dizer.

-Esta investigação tem sido muito lenta, e quanto mais cedo nos despacharmos disto, melhor!

-OK! Até amanhã Chefe!

-Ó Finório! Se quiseres jantar aqui... estou a pensar encomendar uma pizza.

-Chefe - respondeu-me ele - eu gostava muito de estar consigo, mas eu tenho agora um encontro.

-Ah, está bem. Boa sorte rapaz!

-Obrigado!

E ele foi-se embora. Fiquei sentado por momentos, a pensar na minha vida amorosa. Decidi pegar no telefone, e marcar um número.

Continua...

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Esta semana foi cheia.

Aliás...

Ainda está a ser.

No blog é que não.

Já soube quando vai ser a segunda fase do concurso do DN.

Dia 2 de Março.

E possivelmente vou entrevistar, juntamente com os meus dois colegas, o Rui Veloso.

O teatro lá da escola está a ir bem.

Os testes vão indo.

E amanhã tenho duas apresentações orais. Uma de livro, em que vou falar da obra «O velho que lia romances de amor», e outra de tema livre, em que vou falar no Simon and Garfunkel. Estive a treinar várias vezes em frente ao espelho, mas sei que, provavelmente, vai ser como no primeiro período. Chego lá à frente e engasgo-me todo.

Aquela professora de português fornece sempre uma certa dose de stress...

Vamos a ver no que vai dar.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Musiquita algo invulgar para o que eu costumo aconselhar aqui no blog

Tenho um gosto tão eclético, que ultimamente tenho ouvido esta música.

É de uma banda também ela muito eclética, que toca variados géneros. Blues, rap, rock alternativo. São os Fun Lovin' Criminals.

Talvez para vocês esta música não vos interesse para nada, mas eu gosto dela.

Eu sei que é estranho eu aconselhar uma música de rap...

Tenham calma, eu estou de saúde!

Eu já várias vezes digo que tenho um gosto musical muito eclético...

Não quiseram acreditar... Ah ah TOMEM!

E ouçam a música, «fachavoire».

Isto se vos apetecer.

Se estiverem mal-dispostos, é melhor fecharem já a página do blog.

Não entra aqui gente mal-disposta, perceberam?

Quer dizer, entrar entra... eu é que não queria.

Às vezes tenho a impressão de a minha escrita, para além de ser patética e vergonhosa, é também algo infantil.

Não acham?

Ou é só impressão minha?


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Eu acho que devo ter razão. Só pelo facto de gastar um post para perguntar isso, é porque tenho razão. Além da escrita, também a minha pessoa é algo infantil.

Mil perdões.

Prometo que vou crescer.

Mentalmente.

Porque de altura já estou bem como estou.