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A mostrar mensagens de Janeiro, 2011

The Office US e UK

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O tão esperado cruzamento das duas versões do «The Office». Um minuto em que Ricky Gervais, o famoso David Brent do «The Office» original, e Steve Carell, que é Michael Scott, a versão americana da personagem do Ricky Gervais no «The Office» US, se encontram por mero acaso...

Eu não consegui bem meter na cabeça que o Ricky Gervais estava a reencarnar o seu famoso David Brent, porque ele agora está diferente do que era quando fazia a série!

Ele também já fez o «Office» original há muito tempo...

Mudam-se os tempos...

Mas vale a pena ver.

Great stuff!

E cá está o trigésimo nono capítulo desta saga policial muito fraquinha...

Nem mais.

Acho que vou ter que mudar a data de lançamento do policial. Sai todas as semanas, ou à sexta, ou ao sábado, ou ao domingo.

Tenho também de continuar a modificar os capítulos mais antigos, porque houve certas coisas que eu quis mudar, primeiro para não haver nomes ou situações reais (par não me meter em sarilhos), e segundo porque há certas partes da história que não encaixam. Eu a escrever este capítulo já nem sei localizar isto no tempo!

Fiquem com mais um capítulo.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 39

Cheguei a casa, sem saber o que poderia fazer. Pensava que o Finório iria só fazer asneira. Por isso, mais valis eu ajudar.

Aproveitei para organizar os dados que tinha retirado das gravações dos interrogatórios aos suspeitos que já estavam despachado (tirando um ou outro que eu deveria estar de vigia...). Demorei cerca de duas horas para concluir este trabalho. Não mostro a lista já. Só o farei quando todos os interrogatórios estiverem prontos, para poder…

Directamente do Brasil...

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Uma pequena pérola da música brasileira.

A letra está muito boa...

Autoria de Chico Buarque, esse monstro da música brasileira, interpretada em dueto com Milton Nascimento.

É engraçado que esta música, sendo assim do género de intervenção, continua muito actual nos nossos dias.

O que será? Que será?

O último... pelo menos por agora.

Aqui está.

O último «Programa do mal-dizer».

Com um tema muito interessante, mas que não deu para um monólogo suficientemente interessante, em que me esqueci de coisas que realmente fossem pertinentes de falar.
A vida e a morte.

Ouçam esta emissão, e depois o programa voltará ainda este ano para uma última temporada, com mais 10 episódios!

E os «Mistérios desta vida», na próxima fornada de emissões, não vai voltar. Descobri que a rubrica era demasiado estúpida. Por isso, vou meditar meses a fio em busca de uma rubrica boa para substituir esta. Podem sempre dar dicas, enviando um mail para programadomaldizer@gmail.com (a caixa de entrada até já está a ficar com pó, de nunca receber mensagens...)

E agora, ide escutar o programa! IDE!

Até ao regresso do programa!

Falando de cinema...

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Enquanto não me está a apetecer pegar numa das inúmeras ideias que tenho arquivadas num documento no computador para fazer crónicas, decidi fazer um post dedicado a um dos melhores, e com certeza maiores, filmes que já vi na minha vida (quase 6 horas de duração!). Está no meu top 10, embora esse top 10 não tenha ordem de preferência,pois os outros filmes dessa lista são, na minha opinião, grandes fitas, e boas oportunidades de ver bom cinema.

O filme de que estou a falar é o italiano «A melhor juventude», de Marco Tulio Giordana.

É uma história de vida. Mais, é um hino à vida.

E por isso mesmo quis falar sobre ela aqui no blog, neste momento. Ando Às voltas de novo com as grandes questões da vida, da morte... Que também me vão servir para o Programa do mal-dizer desta semana...

O filme conta a história de dois irmãos, Niccola e Mateo, desde os anos 60 até 2003. O filme é grande porque originalmente foi uma minissérie de TV. Depois foi posto no cinema, onde só cortaram apenas... meia hora …

Another sketch!

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Mais uma preciosidade dos Monty Python que acabei de redescobrir que, se não tivesse postado agora, iria postar noutra altura, porque este sketch é também ele um clássico, e como o outro que postei há pouco tempo, é também do mítico espectáculo ao vivo deste famoso grupo de comédia em Hollywood Bowl

A ver.

Previsões para os Oscars

Bom, vou fazer o mesmo que todos os críticos fazem (embora eu não receba dinheiro nenhum por isto), que é fazer as minhas previsões para algumas categorias vencedoras dos Oscars. Só algumas, porque por exemplo, a de montagem... eu não sou grande especialista nisso... e a dos efeitos especiais... Ui! Muito menos... A lista dos nomeados é fresquinha, saiu hoje e pode ser consultada aqui.

Para melhor filme, embora hajam candidatos muito bons (incluindo a animação «Toy Story 3») todos nós sabemos (ou julgamos saber, como acontece na maior parte das vezes... quem sabe se irá haver uma reviravolta e ganhava o «The King's Speech», que parece ser um filme bastante bom com dois actores que muito admiro?) que, para esta categoria, há apenas dois nomeados com fortes probabilidades de saírem vencedores. E falo-vos do duelo «The Social Network» VS «Inception». Eu acho que era bom que a Academia fosse diferente, e desse o prémio ao «Inception», pois o «The Social Network» não é melhor e já receb…

Belo pedaço de comédia

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Dá-me sempre um gozo enorme rever este maravilhoso sketch dos Monty Python, intitulado «Four Yorkshiremen». Uma espécie de «Quem é o mais coitadinho?».
Nestes últimos dias tem-me dado a vontade de voltar a deliciar-me com certas preciosidades pythonianas, e como estou sem DVD (foi à vida!), não me posso divertir a ver os filmes deles, e o espectáculo ao vivo, de onde foi retirado este sketch
É um tipo de humor mais sofisticado, que obriga a uma certa ginástica mental, e que muito aprecio.
Watch it.

Tradução... fraquinha

Andei a fazer a tradução portuguesa de uma canção para uma peça de teatro em que estou a participar na escola. Disseram que a minha cena estava por minha conta, e então decidi mudar algumas coisas. Uma delas foi criar um momento musical.

E assim, decidi pegar no «Always Look On the Bright Side of Life» do Eric Idle, dos Monty Python, e fazer a minha versão, pegando também na tradução que o Nuno Markl fez para a peça «Os melhores sketches dos Monty Python», da qual fiz algumas colagens de frases (espero que isto não me dê processo de direitos de autor...) mas tirando as ideias (geniais, na minha opinião) da morte. Porque esta música vai ser usada na peça numa cena em que o objectivo é fazer pensar às pessoas que não devem perder o sentido de humor. Daí o refrão.

Mas vejam a minha versão. Vejam, vejam.

Na vida há coisas más
Que nos deixam de pé atrás
Outras coisas só nos fazem praguejar
Quando te cair tudo em cima,
Não desistas, assobia,
E vais ver como tudo pode melhorar!

Olha sempre para o lad…

O Cavaco ganhou...

Minha resposta em relação a isto:

Olha que sorte!

Já se sabia, não é?

Mas é melhor não me pôr aqui a falar de política, que ainda dá asneira.

Adeusinho, sotôres e sotôras...

Reading...

Alguns de vós já se devem ter questionado «tá bom que este menino anda muito no cinema, lê as notícias, vê televisão, está a par do que gosta... MAS LER, RAPAZ? HEIN?»

Tenho de dizer que nos últimos tempos não tenho lido muito, com muita pena minha, porque cada noite que vou para a cama sem ler um livro sinto que perdi uma boa oportunidade para absorver mais cultura para o meu cérebro.

Mas no Natal até li alguns livros. Já não me lembro foi quais. Não devem ter sido nada de especial.

Tentei começar a ler um calhamaço de quase 600 páginas, chamado «Dr. Jivago» (já vi o filme, que é espectacular), que tinha trazido da biblioteca da escolinha. Mas fui apenas até às 40 e tal páginas do livro, e achei que talvez não fosse a altura ideal para ler este livro, porque o que me estava mesmo a apetecer era ler livros curtos, para ler mais em menos tempo.

Então pensei «Eu, que tenho tanto em casa para ler, porque é que não aproveito a oportunidade, em vez de estar a trazer coisas de fora?»

Foi o que …

Isto é magistral!

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Esta música é para aqueles momentos em que pensamos que tudo nos vai correr mal, mas dizemos (ou tentamos dizer) para nós mesmos «vai em frente pá! Tu consegues!», e imaginamos a cena de conquista da vitória, e talvez o triunfo, em câmara lenta, num misto de emoção e pura parolice (isto depende da pessoa em questão. No meu caso é mais parolice que outra coisa).

Há muito tempo que ando para ver o filme de onde foi retirada esta faixa, da banda sonora da autoria dos Vangelis.

Este tema, sei-o de cor e salteado. É uma música estrondosa, das melhores usadas em cinema. Até mesmo quem não conhece o filme, já ouviu este tema muitas vezes.

tan tan tan tan tan (tcha tcha tcha tcha tcha...)

'Tá de volta!

E cá está o policial de volta ao ecrã do vosso PC! (ou do vosso Ipad... sei lá!).

Neste capítulo vai haver uma grande reviravolta na história... Ui se não vai!

É ler para crer...

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 38

Carreguei no botão que indicava as palavras «ler mensagem» com algum receio do que viria escrito nessa mensagem.

-Finório - disse eu - lê-me tu a mensagem... prefiro ouvir da boca de outra pessoa do que ser eu próprio a lê-la...

-Está bem. - responde ele. Dei-lhe o telemóvel e ele leu o que lá estava a dizer. - A mensagem diz o seguinte: OM (não sei o que isto quer dizer)...

-Olho Morto!

-Ah! Bem, OM, venha... ó chefe, é «veinha» que se lê ou «vênha»?

-DIZ COMO TE APETECER!

-OK, OK! Bem, OM, «vênha» ter ao meu gabinete daqui a vinte minutos. Navalhas.

Fiquei em silêncio por uns segundos até reagir.

-A mensagem só diz isso? - perguntei.

-Sim - respondeu o Finório.

-Ah, que bom! Quer-me fazer sofrer até ao fim. Pois bem, vamos lá Finório. Entra no carro!

Entrámos o…

O penúltimo (da segunda série)

Cá está, o décimo nono PMD, o nono e penúltimo da segunda temporada, dedicado às Artes.

Só algumas. Não tinha tempo para mais.

Tem 30 minutos e sete segundos... o limite de duração por programa é de 30 minutos.

Excedi 7 segundos.

Desculpem!

Ouçam-no carregando aqui, nesta palavra!

Ah ah, que giro...

Li no jornal que nos EUA estão a planear um talk-show... sabem para quem?

Nada mais, nada menos que o Pacman!

Não o dos da Weasel, estou a falar mesmo daquele, do joguinho com os sons irritantes à 80's (bem, o Pacman é dos 80's...), como só os jogos dessa época sabiam proporcionar.

Mas o projecto ainda está em fase «embrionária», segundo o jornal onde li a notícia, num rectângulozinho escondido numa das páginas... Embrionária. Palavra que me ficou na cabeça desde que a vi no jornal...

Ai, estes americanos... inventam de tudo...

Não estou a imaginar o Pacman a fazer um talk-show à moda da «Praça da Alegria», e também não vejo este talk-show a seguir o género do Conan O' Brien e afins... mas era giro ver uma bola amarela tentar dizer piadas na TV. Ou a tentar atacar as suas arqui-inimigas (aqueles fantasminhas do clássico jogo), mandando bocas tão foleiras, como esta: «Bom, eu agora tenho este programa, e apresento-o sozinho. Já não tenho ninguém a perseguir-me... Porque sabem qu…

Só pergunto uma coisa...

Onde é que raio pus a pen?!

Estou farto de andar à procura, à procura, à procura... e não a encontro!

Odeio quando isto acontece.

E sim, este foi outro daqueles posts que faziam melhor se não tivessem sido escritos, pois não servem para nada (e vocês perguntam: e os outros, por acaso servem para alguma coisa?, dando uma gargalhada sinistra, vinda de uma mistura de pessoa maquiavélica com o «iac» do Pateta. Sim. Eu escrevi «iac» num post. É verdade), mas como já me estava a sentir algo irresponsável por não vir cá escrever, decidi deixar esta notinha.

Agora vou-me embora.

Maldita da pen! APARECE!

Um pouco de humor

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Na minha opinião, é o melhor cartonista que já passou pelos meus olhos.

A crítica que faz, tanto nas tiras da famosa «Mafalda» como nos seus outros trabalhos, a certos pequenos (mas relevantes) aspectos da sociedade, fazem rir e pensar o leitor de uma forma extraordinária, e que são muito mais que uns rabiscos.

Um humor e um estilo inconfundível, como se podem comprovar nestes três cartoons de Joaquín Salvador Lavado (conhecido por Quino) que aqui publico.


Zero de ideias

Desde quarta-feira que não publico assim nada de novo, porque a minha cabeça está naqueles momentos em que as ideias parece que se evaporam...

Agora, que até estava com vontade de escrever, zás!, não dá... Não tenho ideias! Buá! Sou um infeliz.

Mas então, pensam vocês, pelo menos tiveste a ideia de vir fazer um pequeno post sobre o facto de estares sem ideias nenhumas para posts!

Foi a única ideia que tive hoje.

Queria escrever no blog, porque acho que ficar assim tanto tempo sem dizer nada... sinto-me um bocado irresponsável por não saber tratar do meu filho...

A minha criação, vá. Agora chamar filho a isto... Pel' amor de Deus!

Bem, vou indo. Aproveitem o domingo que amanhã é segunda-feira! Ah ah ah ah.

Frase típica de alguém que não tem mais nada para dizer.

Está bonito, não está?

Digam-me lá se notaram alguma coisa de diferente no blog.

Basta olharem um bocadinho acima deste pequeno post...

Acrescentei duas páginas ao blog. Uma com uma biografia sobre mim, e outra com a minha selecção das 10 melhores crónicas.

Enjoy!

Oitavo...

O oitavo.

Cá está ele.

Fresco que nem uma alface.

Acabadinho de fazer!

Ouçam-no aqui!

Clicando na palavra espinafre (só para variar... em vez de ser no «aqui»...)

He did it!

Fiquei contente por ter visto esta notícia na televisão.

Depois de tanta luta, Michael Douglas finalmente conseguiu alcançar o seu objectivo.

Um exemplo.

Coisas que me irritam (n.º24) - Certas amizades...

Decidi voltar com esta rubrica há uns minutos atrás. Nada planeado. Foi no momento. Fui confrontado com uma dada situação, que mais abaixo irei explicar, que me fez ter a ideia de expôr o caso e dar a minha opinião sobre ele, num post do blog.

Não pensem que vou falar de amizades do género «más companhias». Até porque nem me interessam quem são as pessoas que vocês consideram ser vossos amigos... Leiam e já vão ver o que eu vos quero contar.

O que se passou foi isto: Há uns momentos falei com uma amiga minha (cujo nome vai ficar claramente anónimo) pelo chat do facebook. Para saber as coisas normais que se perguntam a uma pessoa que está longe e que já não vemos regularmente como dantes. «Está tudo bem?», «Como vai a vida?», «E a escola?». Coisas assim.

(E outras que não vale a pena mencionar, pois são demasiado parvas para aparecerem num blog digno desse nome!)

E, depois, decidi falar-lhe de uma coisa que já tinha ouvido pelos cantos (da internet, claro!). Perguntei-lhe se ela e outra r…

Live!

Esta é a melhor versão, cantada pelos artistas originais, da «Bridge Over troubled water»....

Só a original lhe fica à frente, na minha opinião.

Já vi muitos covers, na maior parte maus, desta música... o único que gostei mesmo foi do Stevie Wonder... Dele não podia sair má coisa!

Esta performance foi captada em 2009, nos 25 anos do Rock and Roll Hall of fame, no Madison Square Garden, em Nova Iorque.

Caramba! Como o tempo passa! O Paul Simon e o Art Garfunkel estão muito mais velhos, mas mesmo assim conseguiram fazer uma boa versão ao vivo do seu hit, e que é «a minha música», como uma amiga minha a designou...

Os homens do presidente... e uma notinha sobre a falta de profissionalismo com que certas pessoas legendam os filmes...

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Há bocado, vi este filme na RTP2.

Além de poder ter feito o meu pequeno julgamento sobre este filme, quero fazer um apontamento sobre a péssima qualidade da legendagem do mesmo. E não, caros (e caras) leitores (e leitoras), não estou a referir-me aos, já clássicos, erros de tradução dos filmes (que também são um bom entretenimento para fazer uma espécie de jogo de caça ao erro). Estou a falar de ERROS DE ORTOGRAFIA! Mais propriamente QUASE DUAS DEZENAS!

Cada vez menos percebo este «serviço público»...

É que a RTP tem um departamento de legendagem tão grande, e fazem os subtítulos deste filme como se tivessem pressa? Palavras mal escritas... epá... poupem-me! Se fosse no Odisseia, ou no National Geographic, ainda compreendia, pois são canais de cabo de «enlatados»... mas agora a televisão do Estado?

Poupem-me...

E em relação ao filme:

É uma fita interessante, mas que não chega a ser mais que apenas interessante... a temática do filme (o caso Watergate) tem muito bom material para ser filmado…

A tale of two brains

Descobri este comediante, Mark Gungor, de um mail que me enviaram com um excerto deste monólogo sobre os cérebros do homem e da mulher.

É longo, mas é giro ver...

Vejam ao menos a primeira parte!


Ah! Cá está ele!

FINALMENTE postei o programa!

FINALMENTE!

AH AH AH AH!

Agora não digo mais nada que já estou cansado.

Carreguem lá se faz favor aqui!

As preciosidades que se encontram no Youtube...

Andava a pesquisar por uma música do Paul Simon, e dou de caras com isto.

Um dueto de «Here comes the sun», com George Harrison e Paul Simon.

Pena só ser som...

Gostei... é uma versão mais calminha da original...

Como eu li num comentário a outro vídeo, "This is REAL music!"

Pronto! Já está!

O último capítulo do Olho Morto...

...Em atraso...

Ahah por momentos enganei-vos, não foi?

Que giro...

Bom, como sabem, agora o policial deveria estar suspenso esta e a próxima semana. Portanto volta dia 21 de Janeiro...

Vou continuar o meu trabalho de «conserto» na história... já comecei nos primeiros capítulos, a mudar o nome de algumas pessoas (para evitar processos, pois alguns eram mesmo reais...), e a ver certas partes da história que precisam de arranjo.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 37


Só me faltava isto, mais a minha estupidez e a minha inconsciência! Por causa daquele acto deveras idiota, agora ia perder tempo precioso do meu dia que tinha planeado para acabar com as tretas dos interrogatórios e passar à acção! Graças à minha perspicácia e «agilidade», estava agora metido numa grande alhada (estava mesmo desesperado, na altura, e acho que devo escrever desta maneira para poderem perceber o meu estado de espírito depois do incidente que a minha pessoa te…

Grandes frases de músicas, séries e filmes - Parte II

E eis que meio ano depois, decidi rebuscar esta rubrica, perdida algures no tempo e no espaço.

E por isso aqui ficam, mais umas frases de músicas, séries e filmes.

-I brought this note back from the future and now it's erased.
-Of course it's erased! It means your future hasn't been written yet. No one's has. Your future is whatever you make it. So make it a good one, both of you.
-We will, Doc.

«Back to the future Part III»

Esta frase faz parte do final de uma das melhores sagas de sempre... «Regresso ao futuro». Penso que nesta frase, o Doc Brown resume a moral da trilogia...


To begin... To begin... How to start? I'm hungry. I should get coffee. Coffee would help me think. Maybe I should write something first, then reward myself with coffee. Coffee and a muffin. Okay, so I need to establish the themes. Maybe a banana-nut. That's a good muffin.
Nicolas Cage em «Inadaptado»

Este é um dos muitos pensamentos que a personagem Charlie Kaufman tem durante este filme que vi…

Três palavras...

Será que vós conseguis descrever a minha pessoa em três palavras apenas?

Basta clicarem aqui.

Eu sei que é difícil...

Mas não custa tentar...

Mas vá lá...

Por favoooor...

Até parece que é de propósito...!

Damn it!

Estou outra vez na Câmara, porque vim cá tentar passar os genéricos do programa, porque no meu computador puf, fica tudo infectado com vírus...

Mas isto agora não dá para abrir o movie maker!

E eu que me dei ao trabalho de mandar todas as partes do programa que gravei para o mail, para depois montar tudo aqui... e não deu.

Tanto trabalho para nada...

Às vezes parece que é de propósito!

Vou ter de «sacar» um episódio do programa, quando chegar a casa (porque eles estão todos guardados na pen!), e vou ter de andar a cortar só o que me interessa...

E assim vou nesta vida...

Ah, e o policial VAI SAIR HOJE! Are you listening to me?

Arrgh...

The golden voice

Impressionante.

É como dizem por aí, « uma voz das ruas que soa a conto de fadas».

É destas histórias que merecia um filme, e não só uma notícia de um minuto e meio.

Mas seria daqueles filmes muito muito bons.

Grande exemplo de vida.

O 2.º Canal

Há quem queira acabar com a mítica RTP2, segundo esta crónica que li no blog do Jorge Mourinha...

Quererem matar a RTP2 é como tirarem-me a alma.

A RTP2 é aquele canal que, por ser de serviço público, é o canal mais humilde, que o público (eu, pelo menos) e o canal gera uma simpatia mútua...

Não tirem a RTP2... por favor...

Esperem até o povo português gostar de cultura...

Esperem só por isso, 'tá bom?

Forgive me!

Ontem era para já estar posto no ar o 7.º episódio da segunda temporada do programa.

Todo o programa estva gravado antes das sete e meia da tarde. Só faltava montar tudo.

O que se sucedeu?

A pen onde tenho guardados os ficheiros de som dos genéricos das rubricas todas está com vírus.

Tenho de passar tudo para outra.

Entretanto gravei o programa todo hoje e guardei-o no computador...

Espero que até ao final da semana já esteja publicado...

Isso e o policial da semana passada...

«Prontos! Peço desculpa, vá!»

Agora reparei que este é o 601.º post do blog!

Ou seja, o blog já tem mais de 600 entradas!

Inacreditável...

O número 600 não dá para se fazer aqui umas curiosidades de números... é pena... quando os simpsons chegarem aos 600 episódios, pode ser que dê... Mas quando esse momento chegar o blog já deve andar nos 1000 posts (espero eu...)

E eu que estava todo entusiasmado para fazer um grande post de celebração...

Não cheguei a fazer, e fica este como forma de festejo...

Mas acho que posso dar umas notícias.

A primeira é que ontem, numa aula de História (ups...) comecei a fazer um esboço numa folha de uma nova história. Vamos a ver o que isso dá...

A segunda é que ando a reunir as melhores crónicas do blog, na eventualidade de alguém querer editar um livro de minha autoria (o que é absolutamente improvável). Ando a ver as crónicas e acho que vou ter de mudar muita coisa nelas, isto se quero ver aquilo publicado. Aquele nível de escrita não é suficientemente decente para estar num bloco de folhas encadernado. Ah, a não ser, pois... já que aq…
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Eu tinha razão.

Isto é brilhante!

Nunca pensei que uma produção britância pudesse ser tão boa.

Já sabia o elevado nível da comédia do Reino Unido, mas nunca pensei que a adaptação do Sherlock Holmes para os nossos dias fosse tão bem feita.

Se não me engano, são 3 episódios de noventa minutos.

Dois já deram. Se quiserem ver o terceiro, é na RTP2 no domingo às 22:35.

Um policial dinâmico, inteligente, com um grande argumento.

You must see.

Oh no! HE IS REAL!

Ele tornou-se uma realidade.

Ele já começou a dominar as escolas.

A Blitz, o Expresso, até a própria RTP, já o adoptou...

Só até ao final deste ano é que permitem que escrevamos à maneira antiga... senão depois, já devem ser erros ortográficos... Gaita, e eu que pensava que era bom a ortografia...

Para o ano, os livros escolares que tiverem a antiga forma, serão «destruídos»... e depois ainda se queixam «ai a crise»...

Estou a falar, senhoras e senhores, do terrível, do abominável, do horrível ACORDO ORTOGRÁFICO!

TAN TAN TAN!

(música de terror)

Brevemente, num cinema perto de si.

PS - lembrei-me hoje de voltar a falar dele por causa de uma pequena conversa na aula de literatura portuguesa sobre o acordo... o terror linguístico voltou a apoderar-se de mim.

Há ainda aquela petição, que eu e mais não-sei-quantos (ai, desculpem, devia ter escrito sem os hífenes, se fosse com o acordo) milhares de pessoas...

Será que ainda pode ser uma arma contra o acordo?

Sei lá!

Não me façam perguntas demasiado elab…

Há dois dias...

Desde domingo que não vinha à internet.

Qualquer viciado diria «Ai que horror! Eu não conseguiria aguentar 48 horas sem computador!».

Eu fiquei. E bem!

Eu quando fico sem computador não fico depressivo, como certas pessoas. Penso «Bom, agora não tenho o computador, vou-me entreter com outras coisas.

E tenho andado a apurar as paciências. As das cartas. Li uns livros, vi boa televisão...

O que aconteceu com o computador é que o carregador foi-se á vida, e foi preciso arranjar-se um novo. A minha Mãe levou para lá o PC para o técnico informático da agência poder averiguar o que se passava, e talvez hoje o computador esteja em casa.

Sim, talvez, porque há bocado falei com ele ao telefone, para ele me explicar o problema, e depois de dizer que já estava pronto, falei-lhe do vírus que está no PC...

Vamos a ver o que ocorre...

Estou, lá está, a escrever esta pequena nota na Câmara Municipal de Lisboa...

A ver se loguinho o PC já esteja em casa...

Bom, até depois!

Uma "notícia" escrita por mim!

Estive a pesquisar o site do Inimigo Público, e há um cantinho do site em que os leitores podem mandar as suas "notícias". Eu tive uma pequena ideia e mandei esta, que podem ler nas próximas linhas.

Bom proveito.

Júlia Pinheiro quer formar uma segunda TVI

Júlia Pinheiro, após o final da última gala de Casa dos Segredos, foi vista a segredar a Pedro Granger: «Eu saio daqui para formar um império, custe o que custar! A SIC vai ser a nova TVI!», seguido de uma gargalhada diabólica e de uma dança de uma tribo perdida na Amazónia. Pedro fez a revelação à imprensa hoje de manhã, que diz ter ficado chocado com a revelação da apresentadora, e que agora está com receio de a reencontrar quando ela já estiver na SIC. «Estou com medo que ela venha a minha casa ameaçar-me para vir fazer uma novela para Carnaxide» revela Granger. «Nem dormi hoje só de pensar que poderia vir ela mais o Nuno Santos atrás de mim para me contratarem!». O vencedor da Casa dos Segredos também foi vítima de D. Júl…

Mensagem de Ano novo de sua excelência o Ilustre Rui Alves de Sousa

Portuguesas e Portugueses,

Hoje, primeiro dia de 2011, vou-vos dar a minha perspectiva do que acho que é a passagem do ano e tudo o que ela envolve, neste que é o primeiro post deste novo ano.

Para mim, passagem do já velhinho 2010 para o novo e fresco 2011 significou três coisas:

-Tomei o gole anual da (para mim, intragável) bebida típica desta época
-A Sandra Pereira é o novo ídolo de Portugal
-E o António, o pastor de Báião (já que ele costuma pronunciar o primeiro "a" como se tivesse acento), que tinha uma casa de alterne, foi o vencedor da Casa dos Segredos.

Já tinha passado da meia-noite, e o meu Pai decidiu que íamos fazer o que tínhamos planeado. Íamos à Baixa ver o concerto que os Xutos e Pontapés estavam a dar.

E essa ida à Baixa, que fui juntamente com o meu Pai e com a minha irmã, levou-me a concluir que uma filosofia minha que já tinha pensado e matutado na minha pobre cabecinha desde há muito tempo estava correcta.

Nestes tempos de festas, existem dois tipos de pessoa…