quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

SPAM - uma crónica pouco interessante, mas que pretende fingir que o é para passar por cima das pessoas mais espertas e ser considerada uma obra-prima



(NOTA: a introdução do clássico sketch dos Monty Python neste post não significa que eu irei falar dele. É porque sempre que eu penso em SPAM lembro-me primeiro deste sketch, e só depois me lembro que ah, sim, SPAM é também... aquilo que vos vou falar neste post. Talvez assim consiga ter as ideias mais arrumadas para tentar fazer um texto de jeito. Talvez...)


Pensar em SPAM faz-me sempre concordar mais com a minha mini-teoria da conspiração (e sim, caro leitor ou cara leitora, todos nós adoramos criar teorias da conspiração), onde afirmo que os indivíduos que criaram a internet e os e-mails deviam estar, com certeza, arreliados com algo ou alguém. Para receber todo aquele correio eletrónico que mais não serve para nada que para a pasta «lixo» do e-mail, só pode ser por isso. Então e se a pessoa que criou a internet está aborrecida com esta pessoa que sou eu, então estou bem tramadinho, ai se estou...

Mas vamos por partes. Entro num dos mails que tenho, que são três: sapo, gmail, hotmail e depois mais três ou quatro contas anónimas que uso para ameaçar pessoas - OK OK! estava a brincar em relação a este último dado... Só tenho os três e-mails que disse, OK? Para evitar confusões e acusações, que às vezes as pessoas levam a sério o que eu digo e depois é uma maçada. Portanto, são o Sapo, o gmail e o hotmail... e um netcabo que utilizo para... coisas. Só isso, ok? Pronto, podemos prosseguir, ó pessoas paranóicas que agora devem estar a tremer como varas verdes com o susto que apanharam? Pronto, continuemos então...

Onde é que eu ia? Ah, entro em qualquer um dos mails que tenho, e o que é que encontro? Logo sete ou oito mensagens com convites para viagens imaginárias, prémios que não existem em lado nenhum - incluindo cheques-oferta do Pingo Doce. Cheques-oferta do Pingo Doce? Poupem-me... -, propostas algo obscenas e ainda emails chineses e indianos que penso sempre que, se os abrir, vão-me "arrebentar" o computador todo, fazendo um efeito semelhante, em escala reduzida, do cogumelo provocado pela bomba atómica de Hiroshima (e sim, estou a falar a sério agora, tenho mesmo medo disso!!!).

E o que é que esta besta, perdão, este senhor faz? Delete. Tudo. Gosto de os apagar em quantidades. Pôr logo um «tickê» nos emails «spamados» e eliminá-los em massa. É um genocídio eletrónico (e esta expressão, juntamente com a comparação à bomba de Hiroshima, faz-me pensar que ando com a mania do mau gosto, pelo qual peço imensa desculpa. É a veia da pouca criatividade que tenho a exprimir-se, após ter ficado presa por muito tempo a decorar matérias escolares que envolviam Sofistas, Quantificadores, Marquês de Pombal, Política Agrícola Comum e outras coisas pouco substanciais, sem ser exatamente por esta ordem.).

E pronto. É isto que eu tenho a dizer. Se sou contra o SPAM? Claro! Há alguém que seja a favor? Só que não quero é que acabem com isso. Acabava-se a minha sensação de domínio total... do meu mail. É um pequeno mundo, mas serve para ser dominado. Como também há certos países que, certamente, ficariam contentes por conquistar este micro-reino denominado Portugal. E é isto.

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