quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Ontem fui a um sítio que pode ser comparado a uma feira e tinha alguma popularidade, mas não consigo dizer que é uma feira popular...

... resumindo o título deste post, ontem fui a um sítio repleto de diversões típicas de feiras populares, e estava instalado junto ao circo Chen, ambos no antigo sítio da - lá está - feira popular de Entrecampos. Só que, ao entrar lá dentro, aquilo não me pareceu a feira popular. A feira popular que, há oito anos, fez as minhas delícias de petiz e me fez andar nos carrocéis, carrinhos de choque e comer algodão doce. Aquilo era, lá está, mais uma feira que outra coisa. Não por ser o circo Chen o dono daquilo e porque os Chen são uma família cigana, mas era o que parecia pelo aspeto daquilo. Algumas diversões espalhadas num sítio do local da antiga feira popular, música pimba aos altos berros, barracas com pechinchas que não servem para nada, e depois, o restante espaço livre do recinto estava ocupado por... nada, e carros estacionados. Não sei o que vos diga, meus amigos. O meu sobrinho pode ter gostado daquilo, mas eu fiquei dececionado. Talvez também por ter crescido e ter ficado menos apatetado (pelo menos neste tipo de assuntos). Mas aquilo não era a feira popular. Pelo menos a que eu conheci. Nem lhe chega aos calcanhares.

1 comentário:

  1. É, eu estive lá quando fui ao circo (porque o meu pai arranjou espantosos bilhetes grátis). Aquele espacinho para o estacionamento até que deu jeito. A minha pessoa ainda andava com a sua fiel amiga canadiana e portanto.. Mas vá, só para não ficares triste, sim, aquilo não se pode comparar à antiga feira popular. Tinha uma roda gigante (na qual não deixaram a minha prima andar porque estava a chover), mas essa parecia que ia cair dali a momentos. "Já não se fazem coisas como antigamente", tenho dito.

    ResponderEliminar

Se chegaram até aqui e tiverem alguma mensagem, crítica, ou opinação a fazer em relação ao que acabaram de ler, façam o favor de o escrever aqui. A gerência agradece e responde (se não forem nenhum príncipe da Malásia que tem 10 milhões de dólares para me oferecer, claro).