quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

A fúria da razão

Eis o grande feito dos tugas. Muitas vezes dão títulos traduzidos aos filmes que nada têm a ver com os originais, mas depois vai-se a ver e alguns soam muito bem e ficam melhor que os do país de origem. «Dirty Harry», na nossa língua «A fúria da razão», é um desses casos. Gostei de ontem à noite passar duas horas na companhia do detetive Harry Callahan, uma figura já lendária do cinema de ação americano, interpretada pelo veterano Clint Eastwood. Harry é um inspetor da polícia de São Francisco, implacável e que gosta de impôr respeitinho por todos os lados por onde passa - não vá alguém levar um tiro no focinho por isso! -, que se vê a braços com a investigação de um assassino que mata vítimas ao acaso. Harry não vai olhar a meios para atingir os seus fins, mas claro, a lei, por vezes, dá umas patadas na poça que impedirão Harry de alcançar o seu objetivo principal: capturar aquele estranho psicopata. O filme não é uma obra-prima, nem é o melhor filme com Clint Eastwood, mas entretém, mas sem ser entretenimento de "pastilha elástica". É bom entretenimento, que sabe bem ver.
★ ★ 

Sem comentários:

Enviar um comentário

Se chegaram até aqui e tiverem alguma mensagem, crítica, ou opinação a fazer em relação ao que acabaram de ler, façam o favor de o escrever aqui. A gerência agradece e responde (se não forem nenhum príncipe da Malásia que tem 10 milhões de dólares para me oferecer, claro).