Cinema em estado puro

É praticamente impossível dizer algo sobre «O Padrinho» que ainda não tenha sido referido e discutido. Por isso, só me posso restringir ao que possível, ou seja, concordar com a maioria das pessoas que viram o filme e dizer: sim, é extraordinário. Uma obra épica a suar de excelência por todos os poros. Uma fita que nos leva à raiz do verdadeiro cinema e ao que de melhor se fez em toda a História da Sétima Arte.
Perdoem-me o vocabulário muito elaborado, com a utilização excessiva de adjetivos com os quais escrevo esta crítica. Mas só assim consigo falar de «O Padrinho» para ser mais credível. Sempre que ouço algum colega ou amigo falar mal ou ignorantemente do filme, logo entro em defesa da obra da autoria de Francis Ford Coppola. E tive a oportunidade de revê-lo ontem e hoje (ontem à noite o cansaço era demais para conseguir ver até ao fim e deixei os últimos quarenta minutos de filme que faltavam para hoje de manhã), e também vou aproveitar para conhecer melhor os capítulos seguintes que me deixaram muitas dúvidas no ar. Mas após o terceiro visionamento do primeiro capítulo desta monumental trilogia, eu reafirmo: é E-S-P-E-T-A-C-U-L-A-R! Acho que alguém que goste de cinema a sério e não goste do «Padrinho», pelo menos deste primeiro capítulo (não quero dizer que precise de adorar o filme como eu e muita gente, mas se não reconhece nele uma marca cinematográfica importante), peço imensa desculpa, mas então não pode afirmar-se como um cinéfilo. Não é que eu passe a ser um por venerar «O Padrinho», mas só sei que ver este filme enche a minha cultura e o meu gosto do cinema de cada vez que o vejo. Altamente recomendado.

Nota: * * * * *

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