BTTF 2

Depois de revisto o primeiro filme, pude visionar, durante o resto da semana, as duas sequelas dessa mítica trilogia «Regresso ao futuro» de Robert Zemeckis e Bob Gale, uma obra que prima pelas boas histórias e atores, e por continuar atrativa ainda hoje, algo que muitos filmes da época não conseguiram. Neste segundo filme, faz-se uma viagem ao... futuro. Ou seja, daqui a quatro anos. É engraçado ver-se a perspetiva que os autores tinham do que seria o naquela altura longínquo ano de 2015. Mas até lá, quem sabe se não aparecem aí uns hoverboards? Até que eram bem jeitosos, se eu por acaso encontrasse na rua um gang do género do do Griff Tennen (só que com roupas ainda mais ridículas do que aquelas que eles usam no filme, de certeza). Desta segunda vez que vi a segunda parte de «Regresso ao futuro» gostei mais do que vi do que da primeira vez que a pude ver. Talvez isso se deva ao facto de, quando vi esta Parte II pela primeira vez, foi passados dois anos de ter visto o filme original. Não me lembrava de muita coisa do primeiro filme e por isso fiquei um pouco dececionado com esta sequela. Mas agora que a revi um dia ou dois depois de ter visto o original, fiquei muito mais satisfeito, embora não a ache tão boa ou melhor que o primeiro filme. É quase tão boa, mas falta ali qualquer coisinha para ser ainda melhor. Talvez por terem passado quatro anos entre o primeiro e o segundo filme, fez com que Michael J. Fox perdesse alguma daquela dinâmica jovem (também ganhou mais quatro anos à idade), não me dando muito a noção de que "sim sim, aquilo é um jovem de dezassete anos, o McFly. É sim senhora". Mas tirando isso, é uma sequela boa, com mais ficção científica, um argumento ainda mais elaborado que o primeiro filme e com tanta piada como o mesmo.

Nota: ****

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