domingo, 6 de novembro de 2011

School killed the radio star

Uma das coisas que mais graça acho é a rádio das escolas. Quer dizer, ao menos na minha escola anterior, o Camões, onde tive responsável pela rádio no 8.º ano, ainda tínhamos uma cabinezinha (que compartilhávamos com esfregonas obsoletas e com livros que, pela antiguidade, devem ter pertencido à padeira de Aljubarrota - isto se a mulher sabia ler), que tinha ao menos umas máquinazinhas e andávamos ali a fazer umas experiências. No 9.º ano já tinham transformado aquela cabine em salão de limpeza, por isso não houve rádio nesse ano, mas nesta escola, o que é a rádio? É uma espécie de carrinha ambulante com um computador Windows do século XVIII, com umas colunas péssimas como o diabo e que está num sítio muito, muito estratégico. À porta da escola. E só se houve lá. Depois... já não se ouve. Talvez a rádio em escolas se esteja a tornar em algo inútil... Até eu, quando quero ouvir música, ouço rádio no meu telemóvel. Também as escolhas da rádio escolar são muito variáveis. Ou música de discoteca, ou então, como se sucedeu no ano passado, havia ainda a variedade por músicas quase arcaicas que ninguém se queria lembrar. Exceto uma ou outra vez, na minha opinião, a Rádio da Escola, no ano passado (e este ano, já que há listas para a associação de estudantes que querem pegar nesse assunto), nunca passou música digna de ser ouvida.

1 comentário:

  1. Tu hoje, Rui, estás mesmo em alta a criticar tudo e todos da escola. Quanto à rádio da escola.. Não sei.. Nunca tive uma, para poder comparar com a que houve o ano passado.

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