quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Rui Alves de Sousa conta à juventude uma alegre e bonita história de encantar - Um conto real que muito tem de ficção


(viram como dá para criar títulos giros recorrendo a contradições, também designadas por aquela-figura-de-estilo-que-por-agora-e-infelizmente-não-me-ocorre-o-nome? Ah pois. E para tudo isto foi apenas necessário fazer-me de parvo, criando um título que os energúmenos, digo, as pessoas, gostarão de ler, ficando todas felizes ao contemplarem-no, fazendo um ritual índio daqueles da dança da chuva, efeito secundário da leitura deste título.)

(e outra coisa: é giro fazer estes parênteses numa letra mais pequenina, não é? Assim vocês não leem nada e eu fico-me a rir, escrevendo aqui o que me apetecer até que vós percais as estribeiras e atirais o vosso "lápe-tópe" ou "ai-páde" ou "ai-fóni" ou "ai-pode" pela janela mais próxima que encontrem. Mas vamos lá ao texto em si, deixemo-nos então de rodeios. Pelo menos em parênteses com letra do tamanho mais pequeno que o normal)


Era uma vez, num planeta distante chamado Terra (mundo com a missiva máxima da deprimência universal), um senhor chamado Toni Inter e outro chamado Zé Net. Eram os dois muito amiguinhos um do outro, não querendo dizer isto que viviam situações obscenas quando estavam juntos (ai ai marotos vocês, petizada com uma mente deveras perversa!).

Um dia, o Toni e o Zé (que também não tinham qualquer ligação às personagens Toni e Zezé, das conversas e do filme que eram uma treta) tiveram uma brilhante ideia. Quem esteve na origem da ideia, não se sabe, embora cada um deles proclame que foi sua, daí que, no dia a seguir a terem tido a ideia, se terem deixado de falar. O que foi difícil, visto que viviam um ao lado do outro. Mas eles fizeram por isso.

Mas a ideia foi a seguinte: o Toni e o Zé, como bons solteiros com os seus 47 anos, viviam na casa dos Paizinhos (e ainda hoje, apesar da fortuna, continuam a morar com os seus progenitores), e solteiros e sem possibilidades de entrarem numa relação amorosa, divertiam-se a atirar pedras um ao outro, e também a arreliar as pessoas à sua volta. Daí que, nesse tal dia, um deles lançou a ideia de um plano de «arrelianço» à escala mundial. Ficaram todos contentes com a ideia, que foi comemorada com chá de tília e biscoitinhos de ameixa (Toni aponta essa como a razão pela qual nenhum deles sabe ao certo de quem foi a ideia). Então congeminaram um plano. Naquela época - estamos a falar em anos 80, vá - Os computadores estavam, ui, na moda. Então, Toni e Zé pegaram nos seus ZX Spectrums e contruíram aquilo que hoje chamamos a internet (como já perceberam, o nome deste instrumento diabólico deve-se aos apelidos dos seus dois criadores.). Assim, Toni e Zé conseguiram criar algo que, ao longo do tempo, se tornou necessária e impossível de se lhe resistir, e que além disso, conseguiria destruir vidas, relações, amizades, etc. Os corações meios nazis dos dois amigos (que o seriam até ao dia seguinte) pulavam de alegria. Conta-se que até o próprio diabo quis entrar na festa, tendo ele mais tarde colaborado com um tal de Mark Zuckerberg para a criação do Facebook (qual história do filme «A rede social», qual quê. É esta a verdade, cambada!).

Hoje em dia, Toni e Zé, com os seus 74 anos, continuam a viver com os Pais (ou com o que resta deles), estando felizes da vida tentando matar-se um ao outro das mais variadas maneiras.

Mas... Mas a história, meus amigos, está longe de ter um fim, ou um final do género «viveram felizes para sempre» (coisa que esta dupla não vai viver até que faleçam, ou até mesmo depois de falecerem), pois o instrmento diabólico que estes dois sotôres criaram, gerou as suas sequelas. Além do já falado Zuckerberg, conta-se que um certo filho bastardo do Senhor Satã, denominado de Bill Gates, também andou a tramar das suas. Agora anda a dizer que faz caridade, mas não engulam. Ele anda reunido com o Toni ou com o Zé (depende dos casos... uma vez tentou estar com os dois e aquele momento fez com que a segunda guerra mundial fosse um desenho animado da Baby TV), planeando mais diabólicos esquemas para dar cabo, de uma vez por todas, da raça humana, através da maior estupidez alguma vez inventada.

Mas também há certos sobrinhos ou indivíduos-que-se-calhar-se-formos-a-ver-bem-até-têm-uma-costela do homem a quem muitos gostam de sacrificar galinhas, que andam por aí a espalhar a maldade e a ignorância, reinando neste mundo escroque e muito deprimente. O gang de Samuel Massas, Hélio Imaginário, Katyzinha, Nurb, Kiko e todos os outros da pandilha estão a reunir todo o seu exército para concretizar o grande sonho do arreliamento.


FIM

(ou princípio?...)


PS - Este post está muito estúpido e carregadinho de nonsense, de uma ponta à outra. Veio-me assim de repente, e é apenas uma série de ideias parvas e sem nexo agrupadas de forma a dar a entender que a internet está cheia de coisas parvas. Como este blog, por exemplo. Mas atenção! A história do Toni e do Zé corresponde à realidade, sim... Não foram os "amaricanos" que fizeram a "néti", foram dois jovens (que de jovens pouco têm) de Freixo de Espada à Cinta. Isto é História. meus amigos. Contada à maneira do Professor José Rui Saraiva. Cumprimentos aos seres humanos e outros bípedes (ou quadrúpedes, até) que passem por este blog.

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