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A mostrar mensagens de Outubro, 2011

Traika, Treika, Triika, Troika,... e Truika

Já se previa, mas mesmo assim muita gente caiu em mais uma armadilha e ficou à espera para ver o que é que a «troika» tinha a dizer aos portugueses.
Depois de ter visto aquele anúncio, penso que olhar para uma parede durante duas horas talvez seria mais interessante do que ver outra vez aquele anúncio, que, como costumam ser estas campanhas publicitárias, não passou de um esquema para levar todos os idiotas/espetadores a verem o anúncio. E eu, que sabia que isto não seria nada de interessante, mesmo assim, vi o anúncio, ou seja, fui um deles.
Só que este anúncio até teve a particularidade de não ter piada nenhuma. Aliás, só houve um segundo onde houve motivo de humor. De resto, foi um anúncio publicitário fatela como tantos outros. Só que este teve a particularidade de levar as pessoas a vê-lo, mesmo que elas já soubessem que se iria tratar de um anúncio da treta.
Mas é assim que se faz televisão. E assim se faz o nosso quotidiano.

Senna

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Às vezes fico incrédulo com as notas e comentários que certos criticos dão a certos e determinados filmes, dando por vezes uma pontuação a uns que não chegam a dar a outros, mesmo que estes sejam semelhantes ou melhores que os outros.
O caso em questão é o filme «Senna», que acabei de ver há cerca de uma hora, e da crítica que Roger Ebert (um crítico que muito admiro e do qual sigo frequentemente o seu trabalho) fez a essa fita. Na crítica, Ebert deu 2.5/4 ao filme, e diz que este filme cumpriria a sua premissa, se se tratasse de um daqueles documentários de televisão dos canais desportivos, não revelando nada de novo sobre a vida do grande corredor de formula 1, considerado por muitos (eu próprio inclusive) como o melhor de todos os tempos. Ao ler esta crítica, há cerca de umas duas semanas, fiquei espantado e algo desolado sobre como seria o filme. Mas hoje vi-o e, pelo menos eu e os meus Pais, ficámos muito satisfeitos com o filme.
Eu sou um apreciador de formula 1 e um fã do Senna, …
Gostei muito da crónica de hoje do Joel Neto, do DN, que fala sobre a estupidez de uma certa concorrente desse concurs deveras interessante denominado «A casa dos segredos». É questão de o ler.

Um regalo para a vista!

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Um grande espetáculo visual e cinematográfico. É assim que, em meia dúzia de palavras, se pode resumir «As aventuras de Tintin: O segredo do Licorne», capítulo primeiro de uma saga que, espero eu e muita gente, dure e muito! Pelo menos mais um capítulo, para concluir este.
Mas prosseguindo, gostaria de dar a minha opinião sobre Spielberg e Indiana Jones. Muitos dizem que este filme do Tintin assemelha-se a uma espécie de «Indiana Jones V». Nego essa ideia, acho que é exatamente o contrário. Todos os filmes do Indiana Jones são spin-offs do Tintin. Aliás, acho que o Tintin é bem melhor que o Indy (desculpai o que eu acabei de dizer, adoradores da famosa personagem de Harrison Ford!). Eu sou um grande fã da personagem belga, sou capaz de ter lido cada álbum umas setecentas vezes (sem exageros), e acho que o filme é extraordinário. É claro que as histórias foram adaptadas de uma forma diferente, e vários elementos dos álbuns «O caranguejo das tenazes de ouro» e «O segredo do Licorne» for…
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Neste filme temos, nos papéis principais, os três soberbos Al Pacino, Robbie Williams e Hillary Swank. A história ronda à volta de dois assassínios: um a ser investigado e outro que ocorre durante a investigação e que é coberto pelo assassino. Além de termos também a realização de Christopher Nolan, que em certa medida enche mais a qualidade deste filme do que se fosse com outro realizador. Al Pacino chega com o seu partner ao Alasca, numa altura do ano em que nunca anoitece. Pacino não vai conseguir dormir, e a investigação e posteriormente a sua relação com o culpado ainda lhe vão dar uma dor de cabeça maior. Um grande thriller, que tende a ser pouco apreciado, mas eu gostei muito. Não vi o original (que, pelo que tenho lido, é superior a este remake), mas tenho curiosidade em ver e comparar com este. E recomendo para aqueles que gostam de um bom thriller.
Nota: ****1/2

Havia necessidadezzz?

A isto se chama espremer a laranja até à última gota de sumo. Caramba! Freddie Mercury já morreu há 20 anos e querem continuar a lançar discos? Bem, ao menos se prova que os Queen, sem o seu vocalista, não são os Queen...
Claro que se o disco for bom, até ponho a hipótese de o adquirir. Mas se for do tipo daquele álbum ranhoso que disseram ser do Michael Jackson, bem... Bye bye suckers!

Rui Alves de Sousa conta à juventude uma alegre e bonita história de encantar - Um conto real que muito tem de ficção

(viram como dá para criar títulos giros recorrendo a contradições, também designadas por aquela-figura-de-estilo-que-por-agora-e-infelizmente-não-me-ocorre-o-nome? Ah pois. E para tudo isto foi apenas necessário fazer-me de parvo, criando um título que os energúmenos, digo, as pessoas, gostarão de ler, ficando todas felizes ao contemplarem-no, fazendo um ritual índio daqueles da dança da chuva, efeito secundário da leitura deste título.)
(e outra coisa: é giro fazer estes parênteses numa letra mais pequenina, não é? Assim vocês não leem nada e eu fico-me a rir, escrevendo aqui o que me apetecer até que vós percais as estribeiras e atirais o vosso "lápe-tópe" ou "ai-páde" ou "ai-fóni" ou "ai-pode" pela janela mais próxima que encontrem. Mas vamos lá ao texto em si, deixemo-nos então de rodeios. Pelo menos em parênteses com letra do tamanho mais pequeno que o normal)

Era uma vez, num planeta distante chamado Terra (mundo com a missiva máxima da depr…

Bloqueio criativo

Apesar de ultimamente a vida escolar me ter impedido de me dedicar mais à escrita blogueira, sinto um vazio criativo. Sim, por vezes acontece. Fico sem imaginação para escrever um daqueles habituais artigos, se bem que esses não tenham grande criatividade lá injetada.

Sim, é verdade que hoje em dia não se é preciso ser muito criativo para de um momento para o outro andarmos a receber convites para publicitar o MEO - e sim, estou a criticar um tal de Hélio (pouco) Imaginário. Ou então aquele que diz trinta... trinta... trinta e tal.

Por isso, vim por este meio avisar que, em tempos vindouros, algo aconteça à minha mente, o blog não vai andar muito movimentado em relação a posts muito (pouco) criativos.

Exemplo disso é este. Acabei de escrever um texto sobre o facto de estar sem grande inspiração para escrever textos. Talvez um dia destes lance um livro sobre este tema. Talvez venda. Já que muitas pessoas dizem «ai e tal podias lançar um livro», pois...

Bem, cambada, vou fazer outra coisa d…
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O bom, o mau, e o vilão. A banda sonora num grande arranjo digno de se ouvir. E como nos últimos dias tenho andado com um grande vazio criativo, ando a encher chouriços com posts assim.

Mas ouçam o vídeo, ouçam. E vejam, também.

RAP e eu

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Que fim de tarde (muito cultural) bem passado foi o de hoje, na faculdade de ciências sociais e humanas, a ouvir o professor Abel Barros Baptista e o grande Ricardo Araújo Pereira a debaterem o humor! Aqui, nesta fotografia, estou eu com o RAP, e quem não viu e gostava de ter visto, não ficais desolados, cambada, porque estes debates irão continuar mensalmente, e com alguns convidados à mistura!
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Uma pérola do «Late Night» do Conan O' Brien, em que é feita uma paródia ao filme «Apocalypse now», num sketch escrito por Louis CK, um dos grandes humoristas da atualidade.

A propósito da estreia do novo filme do Tintin, realizado por Steven Spielberg, saiu um artigo sobre a atualidade dos valores morais da personagem belga. Leiam-no que faz bem.

Heeere's Johnny!

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Não sou fã de filmes de terror pela simples razão de que grande parte dos que vi até hoje não me suscitaram grande interesse. Enredos aborrecidos e previsíveis, personagens e histórias que pegam sempre nos mesmos clichés, enfim...
Mas fiquei surpreendido por um lado com este «Shining» de Stanley Kubrick, que deve ter sido o primeiro filme de terror que gostei a sério. E acho que este se diferencia de outros do mesmo género por duas coisas: a realização ímpar de Kubrick e a interpretação genial de Jack Nicholson. A história em si, pois, pega nalguns clichés básicos deste tipo de história. Avisam o personagem principal de um caso que se sucedeu há alguns anos de um homem que enlouqueceu, etc. Mas a história consegue seguir um rumo que vá para além desses clichés, fazendo de «Shining» um bom filme, alternativo a «Screams» ou «Sexta-feira 13» ou «Saw», na minha opinião. Mas não achei este filme uma obra prima, como todos o pintam, mas que vale a pena ver, isso tenho a certeza.
Nota: ****

Isto NÃO É jornalismo!

Soube esta tarde, como a maioria de vós, presumo, da morte de Khadafi. Na altura, ainda não se tinha confirmado a morte do ditador líbio, mas passados quinze minutos ou menos que isso já se tinha a confirmação.
E agora, ao ver o telejornal, deparo-me com as imagens tremendamente chocantes que constituíam o vídeo-amador que mostrava a tortura que os rebeldes ou lá o que seja estavam a fazer a Khadafi.
Não quero dizer, com este post, que defendo Khadafi, atenção! Muito pelo contrário, até há uns meses tinha-o incluído nas «Pessoas Irritantes». Mas há outro assunto que estou contra, que é este de passarem as imagens com o intuito de serem jornalismo, não o são. Não deveriam passar nos telejornais. Parafraseando o Henrique Dias, que ao escrever isto me deu inspiração para escrever este artigo, Há em Portugal quem ache que imagens de um cadáver a ser selvaticamente pontapeado têm interesse jornalístico. Esta é a crise que mais me preocupa.
Lembro-me de estar em Londres, há uns cinco anos, e c…

O Carteirista

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Para mim os filmes podem ser americanos, portugueses, franceses, checos, japoneses, não sou esquisito. Mas esses filmes só são do meu agrado se tiverem interesse. E foi esse interesse que encontrei nesta obra de Robert Bresson, «O Carteirista», considerada uma das suas grandes fitas. O filme é curto (menos de oitenta minutos), sendo vagamente inspirado no clássico «Crime e Castigo» de Fiodor Dostoievsky, e conta-nos a história de Michel, que defende a teoria de que os homens sábios, dotados e imprescindíveis à sociedade deveriam ser livres de fazer o que bem lhes apetecesse, e assim, desobedecer à lei. Aí ele decide tornar-se carteirista, e no filme acompanhamos a aprendizagem da personagem no meio. Gostei muito deste filme, por conseguir ser simples e ao mesmo tempo uma grande obra do cinema. A história não precisa de ser muito trabalhada para manter o espetador sentado quietinho no sofá (pelo menos eu gostei! Há quem possa não gostar, mas foi do meu agrado). Para quem quer ver cine…

Segredos, palermice e mentiras - relato da vida de um décimo primeiro ano português pelos olhos de alguém neutro a tudo o que por lá se passa

Hoje, vou atingir os limites da minha já feroz ironia algo mista de Eça e Miguel Sousa Tavares, vou dar asas ao meu sarcasmo e finalmente um post que vai dar mesmo polémica. Sim, é desta. Se eu daqui a alguns dias não levar com um taco de basebol na cabeça, quer dizer que fui muito levezinho. Mas espero que isto não aconteça, porque penso que este texto vai ser... não gosto da palavra, mas... bombástico.
E só para não ser bombástico ao extremo, vou «anonimar» todas as pessoas que entrarão neste relato. Mas elas sabem quem são. Ou deveriam saber. Se não sabem, acordem para a vida. Está na hora!
A ideia para este texto ocorreu-me há minutos, como me acontece com muitas outras peças que escrevo aqui para o blog. E quem me conhece sabe que o que eu vou dizer é verdade: Eu não tenho papas na língua. Gosto de dizer o que penso. E por vezes, admito, até sei demais, às vezes. Sou o homem que sabia de mais. Mas como ninguém parece que quer levar estes assuntos ao extremo, eis que eu, Rui Alves d…

Fuminhos

Enquanto tenho tempo até à hora em que a professora chegue - às nove - decidi aproveitar este pequeno espaço livre para escrever no blog e para vos falar de um assunto que me ocorreu falar no fim de semana. Só que, como estive a estudar - ou a fingir que o fazia - não pude concretizar essa ideia em algo escrito. Tento agora.

Eu sei que, sim, já discursei, tanto aqui como no «Programa do mal dizer», sobre este tema, mas acho que nunca é demais abordá-lo pelo menos mais uma vez.

Falo-vos das drogas. Sim, meus amigos. Até porque são insuportáveis - tanto o tabaco como outras que se fumam pelos recantos desta escola -, mas tão insuportáveis que o fumo que todos os cigarros e charros e coisa que o valha deitam, fazem à entrada da escola como que uma nuvem de fumo que ataca quem quer passar o portão para ir para as aulas.

É uma coisa que acho interessante. Há pessoas que passam a aula sentadas. E o que é que fazem no intervalo? Aproveitam para estar sentadas mais um bocadinho. E com um cigarro…

Do facebook...

OK, ontem comprovei que o que o grande público gosta de ver na televisão é essoas mais burras e estúpidas do que elas. Quer sejam apresentadores, repórteres, ou até concorrentes da «Casa dos segredos». Sim, porque muita gente delira com uma tipa burra como um calhau que diz que a África faz parte da América do Sul. Uau! Se eu agora fizer um vídeo a cantar os martelinhos também sou o maior? Ah ah.

Comunicado de Sua Excelência o Sotôr.

Caros (e poucos) fiéis seguidores,

como já deveis ter decerto reparado, este indivíduo que vos escreve tem dado poucas novidades neste blog.

E a que se deve isso? Bem, a uma simples razão: agora chegámos àquela altura do ano mais complicada em termos de trabalhos, testes e outros derivados, e no tempo que me resta depois de todos esses deveres, não me tem dado, coa breca, grande criatividade para escrever posts aqui no blog. Por isso, esta página vai estar meio desatualizada. Ou seja, não poderei agora vir aqui todos os dias. Virei de vez em quando, quando tiver tempo e alguma coisa para escrever, como por exemplo uma crítica de cinema ou uma crónicazinha de quarta categoria.

Um bom fim de semana (sem hífens, o que é pena. Até dava para fazer um post sobre o facto de «fim de semana» perder os hífens),

Rui Alves de Sousa
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Eis um filme que parece ter uma boa premissa. «50/50» é baseado na história real de um homem que é diagnosticado com uma espécie rara de cancro.
Soube da existência deste filme ao ver o «Daily Show» da passada terça feira, em que o Seth Rogen, um dos atores da fita, foi entrevistado sobre a mesma.
Parece ser um filme interessante. Tem sido bem recebido pela crítica. E por cá estreia a 3 de Novembro.

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Não sou grande seguidor de Darren Aronofsky. Também, antes de ter visto este «Requiem for a dream», dele só tinha visto o «Black swan» que achei interessante. Mas ao ver este filme, acho que fiquei com uma opinião completamente diferente do realizador. Gostei muito deste filme, aliás porque trata de temas que permanecem e continuarão a permanecer atuais por muito tempo: a droga e a ambição de algumas pessoas que têm como objectivo de vida aparecerem pelo menos cinco minutinhos na televisão, quer como emplastros, quer a dar uns bitaites a fingirem que são muito sabedores.Seguimos várias histórias: a de Harry, a da sua namorada, a da sua Mãe e a do seu amigo, sendo ambos traficantes de droga. Têm um plano para conseguir levar o seu negócio avante, mas algo corre mal, e tudo vira do avesso. O mesmo irá acontecer com a Mãe de Harry, Sara, que tem como droga a televisão e se sente desejosa de entrar nesse mundo, fazendo tudo o que estiver ao seu alcance para concretizar o seu sonho.Fiquei …
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É oficial. Alberto João Jardim tem mesmo planos na agenda para quando chegar o dia em que tiver que sair da presidência da Madeira. Alberto João Jardim autorizou que Francis Ford Coppola comprasse os direitos sobre a sua vida para fazer um filme biográfico sobre o "Rei da Madeira". Eis o primeiro cartaz. O filme será um sucesso, como já se prevê.
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Andei agora a ver umas montagens ranhosas antigas que fiz, por ocasião da nova acabei de fazer. Eis a única que consegui passar do hi5 (sim, o meu ainda está ativo embora eu não fosse lá há mais de um ano), e que consegue ser perceptível ao olho humano. E o que é que os comentários do hi5 a esta fotografia dizem? Que eu sou louco. De todo. Acho que essas pessoas tinham razão. E infelizmente, continuam a ter.
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Rowan Atkinson é um cómico genial, e para além de ter grandes séries na sua carreira como «Black Adder» ou «Mr. Bean», vale também a pena ver os muitos vídeos de stand up do ator.

Como este, uma «ida» ao Inferno. Típico humor inglês, com muita graça.

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Este é considerado o filme revelação de Woody Allen. Também não é para menos, já que a fita recebeu quatro Oscars em 1977, incluindo melhor filme. Em «Annie Hall», Woody Allen faz algo que só ele sabe fazer: ser uma personagem neurótica. Neste caso, Allen é Alvy Singer, um popular comediante nova iorquino, que encontra o amor em Annie Hall, uma cantora, interpretada por Diane Keaton, que recebeu o Oscar pela sua interpretação. Este filme, além de ser um retrato das relações amorosas e afetivas, é também uma sátira à sociedade, carregada de momentos muito cómicos. Uma comédia muito boa.
Nota: ****1/2

Jobs

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Quer se goste ou não, quer se ame ou se odeie, uma coisa é certa e sabida. Steve Jobs mudou o mundo e a forma como o vemos e como comunicamos uns com os outros.
Steve Jobs criou a Apple e foi responsável por estes novos gadgets que mudaram tudo. Eu não sou grande fã dos Ipads, Ipods, Iphones e todos esses produtos da Apple, mas respeitava muito este senhor, que além de ter criado um grande império, lutou nos últimos tempos contra um cancro que lhe levou a melhor. Foi por isso que há pouco, quando cheguei a casa depois de ter tido um furo, ao ligar a net e ver o google, fiquei surpreendido com a notícia da morte de Steve Jobs. É triste ter-se perdido uma mente tão brilhante, visionária e inovadora para o panorama da tecnologia. Fica o seu legado, que de certeza, perdurará por muito tempo.

R.I.P
Soube-me tão bem apagar 38 gravações da box que sei que, em toda a minha vida, não iria ser capaz de ver, ou por falta de tempo ou por ter a paranóia de ter de visionar outros mil e tal programas e não conseguir prestar atenção ao que estou mesmo a ver (só para verem, há bocado tentava ver um filme, não estava com vontade, mudava para outro, e depois outro, e outro, e outro... isto umas oito vezes até ter desistido!). Sim, está visto e mais que comprovado. Isto de televisão com mais de quatro canais. e poder de gravação em massa tem os seus contras.



Acho que era mais feliz no tempo em que tinha menos preocupações televisivas. Lá se foi a liberdade. As séries e os filmes gravados deram cabo de mim.
Novidades da versão renovada do Iphone: câmara aperfeiçoada, melhor imagem, mais jogos, acesso mais rápido à internet, nova aplicação para cuidar de gatinhos, faz sumos e cocktails e bolos para festas e batizados... Ah, e dá para fazer chamadas.

Por isso, lanço um apelo: Geeks de Portugal, acorrai à loja de tecnologia mais próxima dos vossos lares (para não se cansarem muito) e reservem já o novo iphone! Comecem já a preparar a vitrine para pôr o vosso antigo (exatamente o modelo antes deste novo) juntamente com os outros dezassete modelos que até agora fazem parte da colecção, e que se irá tornar numa espécie de objeto de coleccionismo museológico. No futuro (ou seja, daqui a dois ou três dias), poderão dizer aos vossos... parentes, que «sim, no meu tempo (ou seja, antes de ontem), nós vivíamos com objetos arcaicos como este». E as crianças vão ficar maravilhadas. Só se forem parvas. Mas vão.
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Espantoso.
Incrível.
De fazer uma pessoa ficar de boca aberta após ter acabado de ver.
Adorei «Pulp Fiction» de uma ponta à outra e tornou-se num dos meus filmes favoritos. Cheio de cenas memoráveis, com um argumento, realização e elenco de se tirar o chapéu! Três histórias que se ligam de uma maneira surpreendente, que agarram o espetador à cadeira, ou ao sofá, ou lá o que seja, num filme que mereceu e bem a Palma de Ouro e que se tornou num grande marco dos anos 90. Não consigo escrever/engonhar mais do que este parágrafo porque este foi daqueles filmes que me deixou sem nada para dizer.
Uma obra-prima absoluta.

Nota: *****
Há pouco tempo magiquei, em mais uma das minhas muitas maluquices diárias, uma hipotética incursão de Alberto João Jardim no mundo cinematográfico. E agora, magiquei outra. Depois de o famoso político que, se fosse cantor (que é o que eu acho que ele vai ser quando um dia - não sei quando - terminar a sua "brilhante" carreira política), venderia tantos discos como o Tony Carreira, ter dito que «É preciso dar porrada em quem of...ende o povo madeirense», é impossível não se imaginar o político a interpretar, numa fita que provavelmente teria dezenas de sequelas, a personagem de ação.... Alberto "John Rambo" Jardim. A brincar a brincar, às vezes parece-me que o Albertinho é sobrinho afastado do Chuck Norris ou outro indivíduo dessa pandilha. Mas já sabe, Alberto. Ou a música ou os filmes de ação chunga. São duas boas saídas. Daqui a uns anos talvez já esteja no estrangeiro, tipo Joaquim de Almeida, a entrar no «Velocidade furiosa CXVII». Eu vou comprar bilhete. Só pa…

Cadeira giratória: uma história de horror que afinal é tão dócil como um cordeirinho

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Nota: a imagem acima apresentada pareceu-me ser, após uma vasta pesquisa no Google usando as palavras «cadeira giratória», o exemplar mais semelhante à cadeira giratória semi-protagonista da história que vai ser a seguir narrada. Peço desculpa às testemunhas da situação abaixo descrita se esta cadeira não se assemelhar, de facto, com a real. Mas acho que é igualzinha. Mas que não seja por esta cadeira ter um encosto mais para a frente ou para trás que a história perde a graça (se é que tem alguma). Por fim, para acabar esta notinha com letras mais pequeninas que os livros de bolso oferecidos com os jornais, queria pedir desculpa à cadeira em questão, pelo mesmo motivo de este exemplar se assemelhar com ela ou não. Espero que não fique fula (como o óleo) após ver esta imagem.
Há cerca de alguns minutos (a rondar os três e os quatro, acrescentando umas milésimas de segundo de tolerância), ocorreu lembrar-me de um singular episódio que se sucedeu, se não me falha a memória, na aula de Li…