sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Ó Doraemon? Doraemon! Ei, Doraemon! És parvo.

Esta é daquelas notícias em que eu, depois de as ler, dou por mim a ter pensamentos do género «Pff... que parvoíce». E porquê, perguntam vocês? Bem, basta ler a notícia de que vos falo neste momento.

É que parece que o Doraemon (sim, o Doraemon, a personagem que me começou a irritar solenemente porque já o ouvia em espanhol em demasia, sendo daquelas personagens que se a ouvir em japonês parece uma língua mais suave), o gato que, segundo dizem, é cósmico, vai ter um museu a ele dedicado, situado nos arredores de Tóquio, e que vai ser inaugurado no próximo dia 3 de Setembro. E pois, percebo porque é que os japoneses tem tanta adoração pelo seu gato robô que não possui orelhas e que gosta de comer aqueles bolos esquisitos. Até já foi considerado o primeiro desenho animado embaixador do Japão.

Mas desculpem, por mais que o Doraemon me possa ter divertido quando ainda era um pequeno petiz, mas que já não usava chucha (não sei para que serve o raio deste facto mas deve ficar giro neste texto fazer referência a algo que usei por pouco tempo na minha infância -e ainda bem-talvez para verem como eu até era valente, hein? Vá... quando comecei a ver o Doraemon tinha uns sete anos. Portanto, já era mais que obrigação não usar esse instrumento do mal infantil, que entorta dentes e tudo o mais), e ainda achava graça a esse boneco e aos seus amigos um tanto idiotas (nos desenhos animados não se pode pedir muito...) há pelo menos uns três ou quatro anos. Mas deixei de gostar porque IRRITA-ME OUVI-LO FALAR ESPANHOL CARAMBA! Até preferia que fosse em japonês! Sim, pois, o canal Panda, que transmite essa série, é de uma firma espanhola, logo... mas a sério... Era preciso estarmos a levar com as dobragens dos espanhóis? Foi com o Doraemon, com o Ninja Hatori (a sua voz era um bocadinho mais suportável, diga-se) e a primeira vez que vi o Oliver e Benji... Mas poupem-me! Não sou xenófobo, nem contra o nosso país vizinho, mas às vezes estas coisas irritam-me. Sorry, folks.

Mas lá que esses desenhos animados divertiam os 'piquenos' e ainda hoje divertem, é verdade.

Mas lá que eu, vendo-os agora, acho-os uma perda de tempo ver, lá isso é verdade, também.

E também que eu, embora ache esses animes um bocado fatelas, ache que o «Dragon Ball» e o «Naruto» e todos esses que metem porrada, são uma estupidez total do princípio ao fim, é uma pura verdade.

E lá que esse museu no Japão vai ser um sucesso, é outra verdade que não se pode negar.

Talvez eu não me importasse de ter um gato azul vindo do ano 3000 em minha casa (sim, eu acho o desenho animado parvo mas preservo as memórias que tinha dele de infância), mas talvez ele não fosse uma espécie de canguru, no aspecto de ter uma bolsinha na barriga (e só nisto é que o Doraemon é semelhante aos cangurus. O resto não interessa. Ele não pula como esses bichos australianos nem eles guardam maquinarias nas suas bolsinhas. Pode magoar-lhes a pele), com um número infindável de objectos, nem permanecesse por milhões de episódios a renovar o stock de gadgets de possui.

Talvez se um Doraemon viesse do futuro ter a minha casa e eu lhe perguntasse «Então bicho, como vai ser o futuro?», ele diria, num tom meio louco meio bêbado, «ATIREM-SE AO MAR!», e cairia desmaiado no chão. Ou seja, talvez isso fosse um mau presságio de que o que vem aí não é bom.


AHAHAHAHAH!
Bem, espero que tenham gostado deste post onde, pela primeirva vez, falei num tom a virar para o apocalíptico.

Adios
, cambada!

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