O II




Hoje terminei de ver o segundo capítulo da saga de Francis Ford Coppola, «O Padrinho», que comecei a visionar ontem.

Começo esta pequena crítica por responder àquela questão eterna: Qual o melhor? O I ou o II?

Bem, na minha opinião, nem um nem outro são superiores. Estão ambos a um nível de excelência. Na primeira parte da trilogia, temos um Marlon Brando no seu melhor, e uma abordagem inicial ao mundo dos Corleone. Neste segundo capítulo, acompanhamos o filho Michael como sucessor de Vito Corleone, ao mesmo tempo que nos são mostradas as suas origens humildes, e ainda dá-se especial atenção ao relacionamento dos membros da família. Por mim, acho que «O Padrinho» conseguiria viver sendo apenas um capítulo, mas vendo o segundo verificamos que também é um filme notável, e que, agora sim, a saga poderia terminar aqui. Por isso agora estou com um certo receio de ver o terceiro e achá-lo tão mau como muitos o pintam. Mas pela trilogia, estes dois primeiros filmes valem por si. Destaco de novo o elenco, a realização e a poderosa música, da autoria de Nino Rota, nesta que é uma das melhores sequelas alguma vez feitas.

5/5

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