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A mostrar mensagens de Maio, 2011
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Já agora, um momento musical de «The Office». Uma canção, meio tosca, da autoria do próprio Ricky Gervais para a sua personagem na série, David Brent.

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Nos últimos dias, além de descobrir pérolas do cinema, estive também a ver, de uma ponta a outra, a sitcom britânica «The Office». Exibida em mais de 60 países e com apenas catorze episódios, esta série da autoria de Ricky Gervais e Stephen Merchant (a dupla responsável por outras séries como «Extras» e «Life's too short», que vai estrear este ano) conseguiu levar os dois ingleses à fama e à fortuna. A série foi rodada com um orçamento baixo (a razão segundo a qual os autores dizem que a BBC os autorizou a fazê-la), mas não foi isso que a evitou ser um sucesso estrondoso de público e de crítica, tendo recebido diversos BAFTA's e dois globos de ouro (aliás, foi a primeira sitcom britânica a sair triunfante nos globos!). «The Office» ainda teve a oportunidade de ser considerada a vigésima quinta melhor sitcom britânica de sempre, numa sondagem realizada em 2004. A influência desta sitcom no mundo da comédia foi tal, que vários países decidiram pegar nela e criar versões nacional…

Ele fala, fala, fala... e depois? Nada!

O artista Moby anda a dar polémica, e tudo por ter dito que "Britney Spears e Ke$ha não são música".

Mas qual é a polémica? Então não há verdade nisto?

Se bem que eu não diria que não fosse música. Apenas destacaria o facto de achar más as músicas das duas artistas. Esta minha opinião também se reflecte em relação à música do Moby. Portanto, se calhar mais valia ele estar calado...

Pronto, pronto, tem de se dizer as verdades! Não me critiquem mais uma vez! Então agora vem o Moby dizer que a música das duas moças não é música... Quando as dele também não andam longe dessa distinção!

Ai ai... as pessoas vêem polémicas em todo o lado.

O que é que vem a seguir, pergunto eu? O quê?

Mais cinema!

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Este fim-de-semana fui galardoado com o visionamento de duas obras-primas:


É preciso dizer alguma coisa sobre esta gigantesca obra?
Basta dizer que é um filme fascinante, diferente e marcante, recheado de momentos que fazem parte da História do Cinema, como a já conhecida sequência «Are you talkin' to me?». Um dos melhores filmes do Scorsese que vi até hoje. Uma verdadeira pérola.
5/5


Ao contrário de «Taxi Driver», antes de ver este filme não sabia bem o que realmente se iria passar. Um filme que me surpreendeu, quer pelo seu extraordinário argumento (muito bem construído), quer pelos seus grandes desempenhos e a realização, de Paul Thomas Anderson, que assina também o argumento. É uma história diferente e cativante até ao último minuto. Mais um grande filme que vale a pena ser visto.
5/5

Primeira parte de uma nova história!

Bem, ontem falei-vos do quão giro seria contar a história deste blog (ainda curtinha, mas já muito parva). Hoje de manhã, escrevi este textinho que posto abaixo. É apenas uma primeira parte de uma grande história, que se formos a ver bem, até dava para um filme (em inglês, para ficar mais pomposo). Não vou prometer já aqui que vou publicar as partes restantes no dia x ou y, porque só comecei a escrever isto hoje e este projecto ainda está em fase embrionária.
Mas pronto, fiquem com esta primeira parte da história que pretende recriar a existência de dois anos deste blog, baseando-se em parvoíces que saíram da minha cabeça, para tornar a história interessante. Senão, digo-vos, isto era muito entediante. Assim, com muita ficção à mistura (e coisas muito parvas, garanto-vos) se faz uma má (quero dizer, boa) historinha. Ora leiam então a primeira parte. Agradecem-se comentários!

A história miraculosamente parva e (não) verídica da criação do Blog «Companhia das Amêndoas»

Parte 1
Lisboa, 2 de…

«Company of Almonds: The movie»

Depois de ter chegado à conclusão que o nome do blog, em língua inglesa, até que fica giro, veio-me a ideia de criar um pequeno texto em estilo cinematográfico, a contar a história do blog. Com muita ficção à mistura, para ser um filme interessante e não mais uma obra do Manoel de Oliveira.

Teria de ser um filme à americana. Para interpretar o meu papel... Hmm... Não sei. Vou ter de pensar nisso depois. Vou primeiro idealizar a história com calminha porque já estou a ficar sem tempo aqui na internet. Depois publico a história para vós poderdes ler.

Vá. bom fim-de-semana!

Viajando nas estatísticas

Hoje decidi alimentar o meu ego e fui ver as estatísticas do blog que, embora não sejam grande coisa, dão alguns dados interessantes.

Como por exemplo, Portugal é o país onde o meu blog é mais lido (com pouquinhas visualizações, cerca de seis mil, mas é o que tem mais), seguido pelo Brasil e pelos Estados Unidos. Nesta lista ainda integram Rússia, Holanda, França, Alemanha, Canadá, Suíça e Japão! Uau... tantos países... bem, a partir dos EUA as visualizações começam a reduzir para a centena... mas já é bom haver pessoas noutros países a virem cá parar! Devem vir por engano, mas fica registado! Ah pois é!

É também interessante saber que há pessoas que vêm ler o blog em Ipods, blackberries, e playstation 3! Impressionante...

Depois é de reparar que muita gente vem cá parar ou porque eu escrevo em fóruns (e na assinatura das minhas mensagens, aparece o link do blog).

Ah, e as palavras de pesquisa que as pessoas usam para virem ter a este blog. A mais usada é «companhia das amêndoas» (se fore…

Mais um post sobre o concurso do DN (o último, garanto-vos!)

Bem, o concurso do DN já terminou.

Para o meu grupo já terminou antes, mas agora terminou para os finalistas.

Não quero voltar a falar na má organização e estruturação deste concurso, porque já o fiz num post anterior, mas agora fui vasculhar na minha pen e encontrei um documento precioso.

A reportagem original que foi escrita. Esta não foi publicada para o concurso do DN porque o que eles queriam para "reportagem" era uma coisinha muito mais pequena. E cada vez mais penso que nestes concursos o objectivo é fazer trabalhos maus. Eu não acho que este texto que vou postar esteja bom, mas estaria muito melhor se tivesse sido publicado em vez do outro, que era uma versão muito reduzida deste original.

Para o ano, vamos fazer uma reportagem fraquita. Tal como uns que fizeram e passaram à fase seguinte. Desculpem lá eu dizer isto e espero que ninguém leve a mal, mas os que ganharam na parte da «Cultura» (que era o nosso sector) tinham uma reportagem saída dos Morangos com açúcar! Pelo…

Dois filmes vistos

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Um grande thriller, muito bem estruturado e realizado. É já um clássico do cinema. Dois detectives, interpretados por Morgan Freeman e Brad Pitt, têm de descobrir quem é o misterioso assassino que idealiza os crimes segundo os sete pecados mortais. Boa fita para quem gosta de histórias interessantes e que não vão beber muito a histórias anteriores do mesmo género.
4.8/5



Baseado em factos verídicos, este filme conta-nos a história de Joseph Pistone, um agente do FBI infiltrado dentro de uma rede mafiosa. O agente adquire o nome de Donnie Brasco e será acarinhado por um dos grandes líderes dessa máfia, interpretado por Al Pacino. Uma história muito interessante e cativante, sobre a família, a lealdade... A ver.
4.3/5

Há gente normal, neste país?!

Que vergonha. Não há mais palavras para descrever.

Já foi aquilo da Carolina Michaelis, há uns tempos, agora aparece isto.

Devem saber do que estou a falar, eventuais leitores. Aliás, se não sabem, vão mas é INFORMAR-SE, JÁ!

Uma miúda leva pancada de outras duas. Mas atenção: uma coisa é um empurrãozinho, ou uma coisa do género. Outra coisa é andarem à pancada com a coitada da rapariga, numa cena saída do «Tudo Bons rapazes»! A sério... faz-me lembrar o Joe Pesci a matar toda a gente por tudo e por nada (e desculpem se a comparação é um pouco exagerada, mas se virem o vídeo não pensam que as duas atacantes estão a tentar dar ar de mafiosas?).

Ah, e depois há ainda os estupores palermóides armados em palhaços (com todo o respeito que tenho pelos senhores e senhoras que exercem esta profissão), que pensaram «Ah ah. Olha, sou tão estúpido e imbecil, que vou filmar esta cena de pancadaria para pôr no facebook e vangloriar-me disso, sem pensar que alguém pode ver o vídeo e que eu possa ter pro…
Ontem Bob Dylan fez 70 anos. E continua em forma, a dar concertos por todo o lado, e recentemente foi pela primeira vez à China!

Espero que continue por muito tempo a ser uma das maiores vozes da música mundial.

«The answer my friend, is blowing in the wind...»
Ena pá... esqueci-me que o blog, no dia 2 de Maio, assinalou dois anos de existência!

Fica aqui a nota.

«Companhia das amêndoas: há dois anos a azucrinar Portugal»
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Há músicas que nunca me canso de ouvir.

E grande parte delas são dos Queen.

Tenho andado outra vez a analisar algumas das músicas desta mítica banda, e admito: é a minha banda favorita! As músicas são verdadeiros épicos, que transmitem fortes mensagens (principalmente os três últimos álbuns dos Queen, em que as músicas estão carregadas de humanidade, na minha opinião).

Uma dessas músicas que tenho andado de novo em alerta nos últimos dias é «heaven for everyone». E fiz este post porque precisamente queria publicar aqui essa música. Posso já ter postado esta música aqui no blog, mas isso não me interessa. Ela tem estado muito «in» ultimamente.
Esta e tantas outras da fase final dos Queen (uma das outras é «These are the days of our lifes», que nos faz pensar sobre o tempo e o facto de não o podermos perder com coisas inúteis).

Escutem a música. E a letra.



Listen - what people do to their souls
They take their lives - destroy their goals
Their basic pride and dignity
Is stripped and torn and sh…
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Uma sátira brilhante ao mundo da política e, em parte, da comunicação social. Robert de Niro e Dustin Hoffman num filme que além de estar bem construído e ser bom de se ver, faz-nos pensar. E é bom quando os filmes fazem as pessoas reflectir.

4/5

O mundo não acabou...

...e por isso vou continuar a postar as minhas idiossincrasias neste «estaminé». A não ser que alguém faça algo (assim, mais violento) para eu fechar o blog, até lá ele vai continuar activo. Para verem quem comanda aqui! (ups, frase de uma marca publicitária... ainda sou processado!).

Fico curioso com o que é que acontece com estes sotôres que fazem profecias. Então quando elas não se concretizam, o que é que lhes acontece?

A pergunta do dia para os caríssimos leitores poderem reflectir até ao fim do dia... ou até mesmo até à próxima data em que se profetiza o fim do planeta Terra.
«A árvore da vida», o novo filme de Terrence Malick, que conta com as participações de Brad Pitt e Sean Penn, conseguiu arrecadar o prémio máximo do festival de Cannes: a Palma de Ouro.

Um filme que decididamente tenho de ver quando estrear no cinema.

Digno de nota o facto do festival deste ano ter sido bastante rico, quer em cinema quer em parvoíce (obrigado, Lars Von Trier, pela parte que lhe toca).

E viva o cinema!
Seth McFarlane, criador de «Family Guy», vai pegar nos «Flintstones».

Vamos ver do que sai daqui.

Espero que o Fred Flintstone não se torne numa espécie de Peter Griffin... da idade da Pedra.

Vamos a ver, vamos a ver.
O Titanic vai voltar aos cinemas em 3D em Abril de 2012. Os ingredientes são a mesma música da Celine Dion, o mesmo Leonardo Di Caprio com ares de Tony Carreira, o mesmo barco a afundar-se e a mesma lamechice que o visionamento deste filme sempre proporcionou.

A diferença é que em 2012 a água do mar vai parecer um bocadinho mais real. É isso.

De resto, tudo igual.
Andam a dizer que o mundo acaba amanhã.

Eu vejo o fim do mundo desta maneira: está tudo bem no planeta Terra, quando de repente... BUUUUM! Ouve-se uma música épica dos Queen (tocada por eles ao vivo em cima de um asteróide), as pessoas a irem pelos ares e a dançarem no espaço.

E foi a minha visão lunática e surrealista do dia. Obrigado e bom dia.

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Mas vá, agora a sério... Disseram que o mundo ia acabar... Ora deixa cá ver... às seis da tarde, é o que parece. Mas ó senhor que profetizou isto (e que já fez algumas previsões erradas antes), não dá para alterar a data? É que eu tenho que fazer a essa hora. Se for às sete, tudo bem... aliás, até pode ser às sete e meia, para ter tempo de comer qualquer coisa. Depois a essa hora é que pode começar o espectáculo. Por mim tudo bem. Ah, e deixem-me só també acabar de ver o «The Office», que tenho andado a visionar. É um bocado chato deixar as coisas a meio. Então agora, que só me faltam ver 3 episódios. Pensem lá nisso.

FINALMENTE!

Os posts que andavam desaparecidos voltaram.

Descobri-os hoje, nas mensagens gravadas como rascunho. Já estão um pouco desactualizados, mas decidi republicá-los outra vez, para ocupar posts, e porque me apeteceu.

Agora tenho que fazer. A net está lenta.

Co' licença.
Li que o filme «Velocidade furiosa 5» teve a maior estreia este ano em Portugal.

Não é um filme do meu agrado, nem espero que alguém me convide para ir ver «isto»...

Gosto de outro género de filmes, e não destes em que há «porrada» (desculpem o termo) de cinco em cinco segundos.

Um dia se me apetecer (se esse dia chegar) vejo é na TVI, que depois vão dar o filme milhentas vezes...

(este é o último post que andava desaparecido e que agora reapareceu do nada. Não os quis apagar, por isso re-publiquei-os, embora já estejam um pouco desactualizados. As minhas desculpas mais sincerazinhas.)
Estive a ler uma pequena obra, chamada «O estrangeiro» de Albert Camus. Fiz um trabalho sobre o Existencialismo e o meu professor de filosofia aconselhou-me a lê-lo.

Livro pequenino (nem chega a 100 páginas, fica-se pelas 95), de leitura acessível, conta-nos a história de Meursault, um homem que não ligava muito ao futuro e deixava correr a vida tal como ela ia. Até que um dia um acontecimento grave vai alterar o seu percurso e descobrirá a beleza da sua vivência.

Gostei do livro, embora não ache que seja excepcional. É um livro interessante e lê-se bem, mas é simples, e quer transmitir ideias do escritor (absurdismo, existencialismo) aos leitores (digo já que não concordo com as ideias de Camus). Não deixa de ser uma história interessante, que nada mais tem a acrescentar, mas... é difícil de explicar. Resumindo, já li melhor.

Estou a ler outro livro, que um amigo me ofereceu como prenda de anos. Chama-se «O clube do cinema».

Uma crítica em breve, quando terminar a sua leitura.
O Mark Zuckerberg cancelou uma conta de um utilizador do facebook porque este tinha o mesmo nome do fundador da rede social. E ele pensou que o nome desse senhor era falso...

Ai ai o ego do Markito deve ser grande... este rapaz pensa que é único no mundo...

Pela cara de parvo pode ele ter a certeza que não é.

Porque se é por isso eu também tenho de estar nessa lista.

(este era outro dos posts que andava desaparecido, e que agora puseram aqui, numa data de que nem pertence... enfim. maravilhas da internet!)
Começou o festival de Cannes, cheio de apostas de grande interesse para o mundo do cinema. Ontem estreou a nova comédia de Woody Allen, e vai também ser projectada pela primeira vez a nova obra de Terrence Malick, «The tree of life» (filme que estou curioso para ver), com Brad Pitt e Sean Penn. Há também diversos filmes europeus que parecem ser bons, nomeadamente os que estão nomeados para ganharem a cobiçada palma de ouro, o prémio máximo deste festival francês.

Vale a pena acompanhar as notícias que cheguem de Cannes, a mítica cidade francesa do cinema.

(PS - Este era um daqueles posts que tinham andado perdidos e que agora subitamente apareceram do nada como rascunhos! Por isso não liguem se está desactualizado... O que é que se pode fazer?)

5 estrelas

O workshop de cinema foi muito bom. Aprendi muito mais sobre a história da sétima arte, e fiquei a conhecer mais em pormenor todos os realizadores que foram falados.

Bravo a estas iniciativas!
Dois filmes que teho curiosidade em ver:

-The tree of life
O trailer cativou-me, o realizador é de referência e o filme é há muito tempo aguardado. Vai estrear em Cannes.

-Barney's version
Uma comédia romântica que até foi bem recebida, e parece ser bastante interessante. O Paul Giamatti recebeu um globo de ouro por esta interpretação. Ah, e a outra razão é que o Dustin Hoffman entra neste filme. Pouco, como nos nossos dias acontece com outros grandes actores que fazem curtas aparições em filmes, mas aparece.
A feira do livro acabou.

Eu fui lá uma vez e não trouxe nenhum livro...

Resumindo a minha opinião, porque já não tenho tempo para escrever posts grandes: Aquilo já não é o que era há uns tempos, quando ainda se podia trazer bons livros a bons preços.

Agora... na maior parte dos casos ou comprar livros antigos usados a um preço reduzido (embora alguns estivessem bastante caros e... estragados), ou então comprar livros novinhos em folha que ao preço da feira, em vez de ser onze fica dez euros...

Se é para isso aproveito os descontos das livrarias...

Enfim. Para o ano vou voltar e quero pelo menos trazer um livro! Apenas UM!

Portanto, melhorem lá isso, fachavor. Têm um ano para o fazer.

Ontem fiz anos.

Eu já não acho espectacular fazer anos... Gosto que sejam dias quase normais, sem grandes celebrações.

Este foi. Só houve um cinema com amigos à tarde e um jantar à noite.

O filme que fui ver foi o «Unknown».

É daqueles filmes que daqui a uns meses se calhar já não me lembro de o ter visto... Tão banal...

Mas foi bom estar com a família e amigos.

E agora... só para o ano!
O que é um facto é que até agora ainda só está aqui um dos quatro posts de outro dia...

Eu tinha-me empenhado tanto naqueles posts... Se me lembro um deles era sobre Cannes e o outro era um «mal-dizanço» à saga Velocidade Furiosa.

E de um momento para o outro, foram-se...
Boa... agora aparece um dos quatro posts que tinham «desaparecido»... Um sobre o cancelamento do «Lie to me» (leiam esta maravilhazinha do mundo do mau gosto mais abaixo). Já soube pelo fórum «DVD Mania» que o Blogger esteve com problemas e que agora está em recuperação.

Portanto, ó senhores bloggeiros, resolvam lá isso fachavor! Peguem nos vossos sistemas e resolvam isto.

JÁ!

Não, assim não vou a lado nenhum. Tem de ser com bons modos. Por favor!!!

Sem mais comentários a fazer.

A não ser que «tá calor como o catano!».

De resto é tudo.

Avaria...?

Parece-me que o blog está com um problema.

Então eu ontem escrevi quatro posts e eles agora desapareceram?

A internet é muito boa... sim senhor... é por estas e por outras que não confio demais nas tecnologias...

E agora? Alguém que seja um perito em problemas blogueiros me sabe explicar o que se passa com isto?

Hein?

A FOX cancelou «Lie to me».

Era uma série que eu gostava de ver quando apanhava na televisão. Não seguia, porque era sempre a mesma coisa (tal e qual como os CSI's e até «O Mentalista», mas este ainda tem alguma história interessante), mas gostava de ver sobretudo pelo lado de como o Tim Roth detectava as mentiras.

Foi essa série que foi cancelada e outras quatro que nunca ouvi falar.

Bem, mais uma menos uma, ninguém dá conta...

Duas novas e grandes apostas no humor televisivo nacional

Esta semana surgiram dois novos projectos de comédia na RTP, que eu gostei e recomendo.

Um deles é «Café Central», uma série animada diária com grande potencial, diária, que fala sobre os acontecimentos do próprio dia em que está a ser emitido (na RTP2, passo a publicidade). Embora as personagens sejam um pouco estereotipadas demais, é um programa com um bom nível em termos de escrita, e com uma animação razoável (se talvez fizessem o programa semanalmente conseguiriam melhorar a animação em certos termos técnicos, mas enfim). Pena também ser emitido à meia noite e meia. Mas é curtinho, menos de quinze minutos por episódio (tenho-os visto desde que a série estreou, na passada segunda-feira), e são bons momentos de humor.

O outro projecto é o «Último a sair», uma sátira aos reality shows bem captada e escrita, com um elenco improvável e com situações bem conseguidas. Só consegui apanhar o compacto da primeira «gala» ontem, quando deu em repetição. E digo que ali está um programa que irá …
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Mais uma agradável surpresa. Em «Perfume de Mulher» somos brindados com Al Pacino numa actuação que lhe valeu um Oscar, num filme que retrata a relação entre um estudante e um coronel invisual. Não vi o original de Dino Risi (pelo que tenho pesquisado na internet já algumas pessoas disseram que é melhor que este), mas digo que este filme é cativante, com uma história que me agrada, porque tem um certo toque de humanidade. Embora não tenha visto o outro, e perdoem se a minha opinião for disparatada para vocês, gostei muito deste filme. Digam o que disserem.
4.5/5
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Uma agradável surpresa (para mim) do realizador de «Voando sobre um ninho de cucos», filme que também aconselho. Este filme (visto na director's cut) mostra-nos uma perspectiva da vida do mais famoso compositor de todos os tempos (e sim, é verdade o que eu digo), e da relação deste com Salieri, que sentia uma tremenda inveja por Mozart. Este filme é um belo retrato da vida do excêntrico Mozart, mesmo sendo em parte ficcional, começando pela sua caminhada até ao sucesso e terminando com a sua morte. Aconselho a quem goste de Milos Forman, de bom cinema, de Mozart e da música em geral.
5/5
Não sei se repararam, mas eu não escrevi nada sobre a morte de Osama Bin Laden.

Mas concordo com a opinião do Michael Moore.

Eu também sou católico, e acho que é melhor para o mundo o Bin Laden já cá não estar, mas a forma como as pessoas (principalmente os americanos) reagiram... Falta de espírito... Falta de valores, mesmo!

Faz-me lembrar as celebrações em volta da morte do Saddam Hussein, há uns anos...

Que tristeza...

Não creio que Jesus tenha ido ao Ground Zero com garrafas de champanhe como fez muita gente no domingo.
Michael Moore

We'll be back... mas na próxima edição do concurso...

Ontem vi numa vista de olhos rápida ao site do «Nescolas» que não passámos.

Decidi ir ao facebook do site e dar a minha opinião sobre toda esta coboiada.

Aqui transcrevo as minhas palavras:

Faço parte de um dos grupos que não passaram, e decidi vir aqui expressar a minha opinião sobre tudo isto. Muitos de vocês (senão todos) repararam na grave desorganização deste concurso. Esteve muito mal concebido, é isso. Não tenho mal em perder (aliás, parabéns aos que passaram), mas não acho que seja justo fazerem estes concursos às três pancadas. Não sei quais foram os vossos critérios, mas sei uma coisa: Para o ano o meu grupo vai voltar a participar, e esperemos que as diversas falhas que ocorreram neste concurso estejam reparadas na edição do próximo ano.
Cumprimentos
Rui Alves de Sousa


E tenho dito!
É pena ver salas de cinema como a do Saldanha Residence a fecharem por causa de uma grande empresa, a Zon Lusomundo...

Infelizmente é o que está a acontecer com a maior parte do comércio. Os grandes estão a comer os pequenos.

E assim vai o nosso mundo, e o nosso país.

Coisas que me irritam (n.º 25) - Estrangeirismos em demasia

Estava eu a «trolitar» pela imensidão da internet, procurando uma ideia para um post no blog (estou naqueles dias de «tenho de escrever alguma coisa aqui hoje senão... Oh pá sei lá!»), até que, ao ouvir um senhor aqui na câmara ao falar ao telefone, surgiu-se-me uma espécie de lâmpada na minha mente que se acendeu (é raro quando isto acontece... já está cheia de pó, a lâmpada... pouco uso, é o que dá). Bastou ouvir «Ah, ok, então um dia destes temos de nos falar face to face», para descobrir que SIM! Está na altura de regressar com as «Coisas que me irritam», e desta vez, vou falar sobre a maneira estranha e certamente irritante como as pessoas gostam de usar estrangeirismos para tudo e para nada!

Começo por dar alguns exemplos: outro dia, estive a ver o Quem quer ser Milionário (não o original, este diz que tem pressão mas depois vai-se a ver e... enfim), um programa que vejo quando calha, e só pelas perguntas (não me interessa nada ver o Malato perder tempo na estação do Estado para …