sexta-feira, 15 de abril de 2011


Se fosse vivo, hoje, um dos maiores génios do cinema, Charlie Chaplin, faria 122 primaveras. Foi o google que me informou.


Esta efeméride é curiosa, porque ontem estive precisamente a rever um dos seus filmes, que para mim é a sua obra-prima absoluta: «O grande ditador», uma sátira aos regimes totalitários, feita durante os tempos conturbados da segunda guerra e de Hitler, que dizem que terá visto este filme três vezes, mesmo que fosse uma caricatura dele próprio! Mas, além de todos os brilhantes momentos de humor presentes nesta película, há também uma mensagem de esperança, que Chaplin quis corajosamente transmitir ao mundo numa época negra da História.

Charlie Chaplin é o mestre. É conhecido principalmente pelas suas curtas-metragens mudas, mas os filmes para mim são as suas melhores obras. «O garoto de Charlot», «Tempos modernos», «O Barba azul» e «Luzes da Ribalta» e este «Grande ditador» são as suas grandes fitas de referência.

Fecho este pequeno post de homenagem com uma cena memorável de «O grande ditador». E seria uma boa altura para (re)descobrir Chaplin!




Num filme o que importa não é a realidade, mas o que dela possa extrair a imaginação. Charlie Chaplin

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