sexta-feira, 1 de abril de 2011

Eis que regressam as 5 pessoas irritantes!

E decidi voltar finalmente com esta rubrica que tanta polémica tem dado (pelo menos à minha cabeça, de certeza...), ocupando assim o 698.º post do blog (ena pá falta um para o 700!). Mas esta edição promete ser a mais corrosivazinha de todas, porque vou dar a minha opinião sobre cinco figuras, como é habitual, mas uma delas tem a ver com a actualidade, e o problema é que até pode dar asneira eu escrever sobre ela. Leiam, leiam o que está por baixo destas linhas. Leiam o meu comentário à pessoa irritante número 31... Observem e vejam se eu não sou capaz de levar um tiro pelo que escrevi...



31 - É o Khadafi! (espero que seja assim que se escreva...)




Eu nem sou grande fã de escrever coisas sobre a actualidade, porque sei que é daqueles temas que só costuma sair problema.


Mas este sotôr teria de ter um lugar marcado no passeio da fama da irritação mundial. Como já devem saber, as razões da escolha para os nomeados desta categoria não são as mais normais, mas sim as, digamos... mais picuinhas. Ou seja, escolhi este... indivíduo, para fazer parte desta rubrica por uma razão que, na verdade, são duas, pois envolvem ambas a mesma coisa, que é o rosto do senhor.


É que por um lado, ele faz-me lembrar um gangster, tipo o Robert de Niro no «Goodfellas» (ou até o Joe Pesci do mesmo filme, porque a lábia dos dois parece ser igual... mas um diz palavrões de 5 em 5 segundos e o outro, vá, só diz asneiras, mas não das que ofendem... São das outras), ou mesmo o Marlon Brando no «Padrinho», com aquela cara de «Olhem para mim, porque eu sou o chefe disto tudo por isso posso andar com esta carinha laroca de carneiro mal morto».


Mas por outro lado, a fuça do Khadafi faz-me também lembrar as caras daqueles bebézinhos que amuam facilmente se não lhes derem o que eles querem... Ou até mesmo sem serem bebézinhos... Podem ter vinte e tal anos e isto continua na mesma...


OK, é melhor parar por aqui que já estou a abusar da sorte... Nunca se sabe o que pode acontecer, por isso passemos já à próxima «vítima» desta maquiavelice.



32 - Julia Roberts


Resumindo, não gosto dela nem dos seus filmes porque não a suporto! Não dá! Tem aquele ar de menina querida da professora... nunca simpatizei com ela. É demasiado «hollywoodesca», ou seja, na minha opinião faz parte daquele género de actores americanos que são demasiado «caras de hollywood». É ela como são muitos outros, mas agora só me lembrei desta, que já pode representar toda uma panóplia de indivíduos.


33 - Manoel de Oliveira



Depois de hoje na aula de História ter tido o «prazer» de assistir ao «Cristóvão Colombo - o enigma», um dos últimos filmes deste cineasta, apeteceu-me incluí-lo nas pessoas irritantes. Aliás, para expressar a minha opinião sobre ele, aqui fica uma crítica ao filme escrita por mim para o fórum DVD Mania:


Bem, dar zero é um bocado mau, por isso dou um.

1/5

Os outros filmes que vi deste cineasta foram só bocados que não gostei, à excepção do «Aniki-bobó», que vi completo e até foi do meu agrado, embora não seja nenhuma obra-prima, mas que consegue ser melhor, porque é diferente dos outros filmes do cineasta em tudo.


Mas até pensei que este filme que vi hoje poderia ser diferente, que era hoje que eu voltaria a fazer as pazes com o Manoel de Oliveira do presente... mas de facto isso não se sucedeu.


Vi a película numa aula de História, a professora disse que iriamos ver uma «obra-prima». De obra-prima não tem nada! Argumento desinteressante, realização (como Manoel de Oliveira já nos habituou) chata e monótona, com a também usual lentidão da acção e das personagens (embora, vá, este filme não seja tão lento como os outros, que enquanto são lentíssimos, este foi só muito lento) , interpretações sem qualquer sentimento, enfim...Ainda bem que foram só 75 minutos... o que seria se fosse de duas horas e meia!


A professora ainda disse que este filme tinha valor didáctico por se falar de factos, vá, históricos. Mas a única coisa que é feita é debitar esses referidos dados como se não fossem nada! E desculpem lá, não é por referirem coisas que sejam lúdicas que o filme passa a ser bom, porque nem esses dados sâo tratados da devida maneira para um filme que se possa designar como tal!


E ainda me admiro de, noutro dia, num exemplar do «Cahiers do cinéma», recentemente folheada numa livraria da avenida de Roma, de fazerem publicidade espectacular à edição em DVD deste filme e do outro que se seguiu a esse... Enfim, gostos são gostos. Há quem considere isto obras-primas. Eu não.

Mai' nada!



34 - Joaquim de Almeida




A atitude dele é deveras irritante. «Ah ah acho que sou um gajo de sucesso em Hollywood». Até pode ser que seja, mas não é por isso que tenha de ter aquela atitude em entrevistas que dá (como a que ele deu ao Nilton no «5 para a meia-noite» e que me aborreceu um bocado), ou como vi no «Janela Indiscreta», em que o Joaquim estava a falar de como entrou num projecto cinematográfico, penso que era o «Contraluz» (um filme que até gostava de ver) em que dizia que «ai e tal convidaram-me para este projecto» e depois dizia qualquer coisa como « e eu fiz o favor de aceitar». Talvez não fosse exactamente como escrevi, mas do que tenho a certeza é que na resposta ele incluiu a expressão «fiz o favor»... Esta gentinha...


35 - Charlie Sheen


Ó rapaz, mete-te na ordem! Já não fizeste asneiras que chegassem? Prisões, violência, a saída do «Dois homens e meio», a desgraça que foi a estreia daquele teu espectáculo autobiográfico que parece que nas sessões seguintes deve ter melhorado bastante porque o público já não quis ir embora a meio... É assim, cada qual diverte-se como quer, agora tu, meu menino (sim pá!), já viste a figura que o teu Pai é? E que tal se tentasses ser um bom menino, só por cinco minutos? Hmm? Vá lá, faz lá isso fachavor. Até entraste num filme que eu gosto muito, o «Wall Street»... e a sitcom que protagonizavas até era engraçadazita... Faz lá um esforçozinho... Pleaseee...


(duvido que o Charlie Sheen alguma vez vá ler isto, mas não custa tentar...)


E foi mais uma edição das «5 pessoas irritantes», uma rubrica que, com sorte, ainda volta este ano. Agora a data exacta é que eu já não sei.


Ah, e este é o 698.º post, criançada!

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