sábado, 26 de fevereiro de 2011

Isto está impresso!

Em 2008, graças a um mero acaso (a descoberta de um álbum de músicas solo de Freddie Mercury), despertou-se-me o meu lado Queen. Até então, nunca tinha dado grande importância a eles. Eram apenas uma grande banda, com bons sucessos. Mas as bandas que costumam ser da nossa preferência são as que conhecemos todo o seu reportório. Foi o que me aconteceu com os Queen. Desde essa altura, comecei a pesquisar e a ouvir as músicas dos Queen, álbum por álbum. E foi graças a essa redescoberta dos Queen que o meu gosto musical se foi aperfeiçoando. O meu álbum preferido? «A night at the opera». Basta apenas uma canção desse álbum para caracterizar os Queen. «Bohemian Raphsody», uma ópera rock com menos de 6 minutos, considerada uma das melhores (senão a melhor) música rock alguma vez dada ao mundo. Os Queen tinham uma energia e uma compatibilidade raras de encontrar. Muitas bandas são conhecidas, mas nunca tiveram esta união que os Queen mantiveram, até à hora da morte do seu Mestre. Depois, continuaram. Brian May e Roger Taylor ainda andam por aí a espalharem o legado dos Queen. Andaram em digressões com um certo Paul Rodgers, que ainda não percebi o que esteve com eles a fazer, mas enfim... Os Queen deixaram uma série de músicas que, de uma forma ou de outra, mudaram a minha vida. Queen estão para todos os momentos. Foram e sempre serão uma boa companhia.

Citando o nome do fã-clube português dedicado a esta banda, Keep Queen Alive!

Rui Alves de Sousa


Este e-mail que mandei à Blitz depois de folhear a fantástica edição do mês passado com um grande artigo sobre Freddie Mercury pode ser encontrada na edição deste mês, no centro da página 6. Foi a carta do mês. Uau. Com isto ganhei um livro da biografia do Michael Jackson... Só cortaram, na revista, a referência (algo desagradável) que eu faço ao Paul Rodgers... Gostos são gostos...

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