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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2011
Mais uma novidade gira...

A TVI decidiu contratar Alberto João Jardim para comentador da estação.

Palavras para quê?

A própria novidade em si já é uma piada...

Quero ver o que vai sair desta contratação. Ah quero ver quero...

Isto está impresso!

Em 2008, graças a um mero acaso (a descoberta de um álbum de músicas solo de Freddie Mercury), despertou-se-me o meu lado Queen. Até então, nunca tinha dado grande importância a eles. Eram apenas uma grande banda, com bons sucessos. Mas as bandas que costumam ser da nossa preferência são as que conhecemos todo o seu reportório. Foi o que me aconteceu com os Queen. Desde essa altura, comecei a pesquisar e a ouvir as músicas dos Queen, álbum por álbum. E foi graças a essa redescoberta dos Queen que o meu gosto musical se foi aperfeiçoando. O meu álbum preferido? «A night at the opera». Basta apenas uma canção desse álbum para caracterizar os Queen. «Bohemian Raphsody», uma ópera rock com menos de 6 minutos, considerada uma das melhores (senão a melhor) música rock alguma vez dada ao mundo. Os Queen tinham uma energia e uma compatibilidade raras de encontrar. Muitas bandas são conhecidas, mas nunca tiveram esta união que os Queen mantiveram, até à hora da morte do seu Mestre. Depois, con…

Afinal...

...ainda consegui vir à net hoje!

Mas na Biblioteca das Galveias, no Campo Pequeno.

Portanto, se por acaso estiverem nas rwedondezas, e terem dado conta deste pequeno post, podem vir à biblioteca ver de perto este pequeno bichinho que faz este blog.

É pouco provável que alguém esteja a ler isto agora na hora que eu estou aqui, mas era giro... era giro se alguém respondesse ao meu apelo...

Cala-te boca.

Só dizes disparates...

Ai ai ai ai ai...
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Hoje vou ver isto...



Já ouvi falar muito bem desta comédia, com dois dos Monty Python, John Cleese e Michael Palin. E como estava a 1,99€ numa promoção do «Correio da Manhã»... aproveitei e trouxe do quiosque, juntamente com outro DVD («Nascido a 4 de Julho»), de uma colecção de outro jornal, o Público.

Depois faço aqui uma daquelas minhas críticas...

Este fim-de-semana não vou poder ir à net, porque além de estar ocupado com outras coisas, estou sem a pen da internet. A empresa da minha Mãe agora decidiu tirar... tenho de voltar à Câmara para vir à net...

Enfim, bom fim-de-semana!

Ainda sobre televisão...

... Parece que o programa do Mário Crespo «Plano Inclinado» acabou porque o jornalista e o apocalíptico comentador Medina Carreira tiveram uma discussão que fez com que o programa não fosse para o ar e que acabasse.

Devia ser giro que eles tivessem feito a discussão do programa... Ia ser um bom momento de televisão.

Mas não foi gravado, o que é pena... talvez façam um filme sobre isso... mistura de thriller com cinema português à la Manoel de Oliveira... ia ser bonzito ia.

Ena pá...

A CBS decidiu pôr um ponto final na série protagonizada por Charlie Sheen, depois de o actor ter criticado o produtor.

A decisão foi anunciada na quinta-feira depois de o actor - o mais bem pago da televisão norte-americana - ter feito duras críticas a um dos criadores do formato.

O actor acusou Chuck Lorre de ser "um charlatão que escolheu não fazer o seu trabalho" e "um homem muito, muito estúpido".

"Baseados nas declarações de Charlie Sheen, na sua conduta e estado, a CBS e a Wraner decidiram descontinuar a produção durante o resto da temporada", respondeu a produção, através de um comunicado tornado público na qunta-feira.

"Dois Homens e Meio" tem estado interrompida desde Janeiro, quando Charlie Shen fez uma festa de arromba que o atirou para o hospital. Surgiram notícias acerca de envolvimento com prostitutas e estrelas do cinema porno e acabou internado, pela terceira vez, numa clínica de reabilitação. O regresso ao trabalho estava previsto p…

Mudanças na TV

Li há instantes que a RTP confirmou a saída da estação de José Alberto Carvalho e de Judite de Sousa para a TVI.

Agora, há uma coisa que eu não entendo...

A Judite de Sousa na TVI, vá lá, ainda se percebe que ela, quando entrevistava, as perguntas dela davam assim um certo ar «TVIesco», e até é bom que ela vá para uma televisão onde se sinta mais confortável a fazer os seus programinhas. Mas o José Alberto Carvalho? Ca raio...

Bom, só espero é que ele continue com a mesma imagem que tinha na RTP e não se deixe seduzir demasiado pelo tipo de informação que a TVI gosta de dar. Porque o José Alberto de Carvalho era daqueles pivots, como se fossem daqueles tipos fixes do outro lado do ecrã, a quem damos alguma confiança (não como a Judite de Sousa, na minha opinião... desculpem lá, mas sempre embirrei com a senhora). Acho que ele estava bem na RTP, mas como eu só sou um miúdito de quinze anos sem opinião bem formada, as pessoas fazem as decisões que querem.

Só espero é que continue com o prof…

15000...

... visitas.

Não são 15 000 seguidores...

Não são 15 000 prémios...

Mas sim mais de 15 000 visitas que o blog recebeu até agora.

Parece pouco, mas para mim não é.

Aliás, às tantas já devem ser mais, porque o contador de visitas dá erro por vezes... gaita...

Venham mais! Venham mais!

Tragam os amigos para ver o blog! Ou mesmo os vossos inimigos, para eles ficarem bastante aborrecidos com o que é aqui escrito...

E daqui a 3 meses o blog faz 2 anos de vida...

Como diz o Fernando Mendes, «Espectáculo!»

Uma pequena crítica

Ontem fui ver ao cinema Londres (outro cinema dos do tipo fora-de-centros-comerciais-que-para-mim-são-os-mais-agradáveis), o tão falado «Black swan - Cisne negro».

Pequena opinião sobre o filme:

Destaco a interpretação da Natalie Portman, mas... a história não é uma obra-prima. o filme é interessante, mas peca pelo exagero em certas coisas, e o facto do argumento ser «vulgar» (e eu ligo muito a isto do argumento, porque o filme de resto está bem feito... só o argumento é que poderia ser melhor)... é algo de que muitos filmes hoje em dia sofrem, na minha opinião, é tornarem realistas coisas muito importantes, e outras levarem-nas ao exagero. O final está muito bom, a Natalie Portman está muito bem (espero que ganhe o oscar), mas... é um bom filme, e não nada de «Uh que filme fantástico que mudou a minha vida...», que é como muitas vezes os críticos gostam de pintar certas películas que, vai-se a ver, não são nada de especial.

Mesmo assim, recomendo para quem gosta desta temática do bal…

Obrigadinho...

Eu estou metido num concurso do Diário de Notícias direccionado às escolas (podem consultar o site clicando aqui).

Fiz um editorial, juntamente com o meu grupo, como já o mostrei, aliás, no blog. Procurem por aí que devem encontrar.

Estava tudo bem, o grupo que dirige o concurso tinha-nos dito que sim senhora, em princípio, iríamos entrevistar o Rui Veloso na segunda fase do concurso, mas não tinham a certeza disso. Eu na altura estava muito empolgado com isto, mas decidi não divulgar a toda a gente (só a algumas pessoas), da entrevista que poderia fazer, porque tinha medo que afinal o Rui Veloso não viesse à entrevista (o que já achava muito provável...).

E, na verdade, isso aconteceu.

Uma semana antes do dia DN (o dia da entrevista), em que já estavam preparadas quinze perguntas para o «Chico Fininho», e quando eu já pensava para mim mesmo que «sim, afinal é verdade, vou entrevistar o Rui Veloso», dizem-nos que «ah, afinal ele não pode vir».

E decidem substituir o nosso suposto entrevist…
Ontem houve jogo.

Benfica-Sporting.

Logo previ que ia haver sarilho.

E não é que adivinhei?

(Um pensamento deveras inteligente de Rui Alves de Sousa.)

'Tá decidido

OK, já está planeado.

Como tinha falado num post anterior, comecei a desenvolver um projecto (ranhoso, diga-se) que já tinha na gaveta há algum tempo.

A dita audionovela terá 20 episódios de cerca de 5 minutos, com diversas personagens (e eu vou fazer a voz delas todas!), e diversas situações de clímax e de estupidez. Será emitida durante quatro semanas, ao ritmo de cinco episódios por semana.

Mas primeiro vou gravar os episódios todos de uma vez, para poder depois postá-los nas datas prometidas.

A menos de um mês, já estará no ar. A data de estreia ainda está para confirmar, e o título do programa também.

Agora com licença, que tenho de carregar no botão «publicar mensagem».

Isto é algo estúpido de se dizer porque ao lerem esta mensagem eu já publiquei isto há algum tempo.

Mas é para criar alguma empatia entre vós, público, e eu, anormalzinho.

Agora sim, é que vou fechar o post. Com licença.

É bom de se ouvir...

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Uma obra algo infantil e tosca dos Beatles, mas gosto.

O refrão fica na cabeça.



Obla di, Obla da...
Estou a rever, na SIC, uma das melhores comédias que vi até hoje.

«Bruce, o todo-poderoso».

Com o grande Jim Carrey e também com Morgan Freeman.

Uma grande história, com uma grande moral.

Aconselho. Pode ser uma comédia algo parva, mas é interessante, ao contrário de muitas que são exibidas ao fim-de-semana...

N.º 42

E aqui vem o quadragésimo segundo capítulo deste policial que não ata nem desata.

Informações interessantes sobre o caso a ocorrer? Também nada vem neste capítulo.

Mas não perdem nada em o ler.

Perdem cerca de cinco minutos do vosso tempo.

Vá, para os mais minuciosos, cinco minutos, vinte e três segundos e quatro milésimas.

Este capítulo já está a fazer melhorias em relação ao anterior.

Enquanto que o outro foi colocado com quase uma semana de atraso, este é só com um dia...

Bom proveito!


Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 42

Cheguei a casa, preparei o tabuleiro com o prato, talheres e copo, para colocar na mesa que está disposta à frente da televisão. Fui pôr a lasanha dentro do microondas, e enquanto esperava que estivesse pronta, fui escolher que filme é que ia ver naquela noite.

Depois de matutar durante alguns minutos (e entretanto o microondas já tinha dado o sinal que o trabalho estava concluído), decidi pegar num clássico, uma obra de grande culto do cinema. «Cas…

Fazer algo novo...

De há umas semanas para cá tenho reunido mais umas quantas novas ideias para coisas que ando a planear fazer e quiçá possam um dia ver a luz do dia.

Um desses projectos é uma espécie de novela a dar os seus ares de comédia.

Seriam vinte capítulos exibidos durante quatro semanas, de segunda a sexta.

Hoje decidi pegar neste projecto, e vou começar a escrever umas ideias para ele.

Aposto que vai sair daqui uma parolice recheada de climax e de piadas secas, como já é meu costume.

Ah, e é claro, vou fazer tudo neste programa. E vai ter também o mesmo som com garantia de qualidade Rui Alves de Sousa.

Ou seja, de fugir a sete pés.

Estejai atentos, que daqui (não) vai sair coisa boa...

Já está aqui...

E aqui está o capítulo quase uma semana atrasado do policial.

Estou para ver quando é que acabo com isto!!!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 41

Esperei durante algum tempo que atendessem.

Nada. Sempre a tocar.

Decidi desistir, e terminei a chamada, dez toques depois de a ter começado.

Ou a Anne não tinha ouvido o telefone, ou já não tinha paciência depois da cena que foi no restaurante...

Deduzi que a segunda opção fosse a mais provável. Por isso, decidi preparar o jantar para comer, mais uma vez, sozinho, tendo as luzes da televisão como companhia.

Adoro fazer-me de coitadinho.

Nessa altura, só pensava na oportunidade que tinha perdido. Ao interrogá-la tudo parecia ter corrido bem, ela até parecia estar interessada, mas tinha de ir fazer aquela alarvidade no restaurante, que pimba! Lá se foram os meus planos todos por água abaixo.

Decidi então passar pelo supermercado, já que tinha a dispensa vazia. Tenho comido que nem um alarve. É da solidão...

Lá estou eu a fazer…

Mais uma crítica cinéfila

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Tenho andado um pouco ausente do blog, e ainda tenho de publicar o capítulo do policial da semana passada...

Mas agora o que me está mesmo a apetecer é falar de cinema.

Pela 382371289.ª vez.

Gosto de divulgar cinema às pessoas.

E vou falar-vos de um filme que vi esta semana. Um filme de gangsters. E se pensam que eu estou a falar no épico «Padrinho», enganam-se. Falo de outro, que á algo diferente. Mas entretanto já devem ter visto a imagem do poster do filme que pus neste post, e já perceberam que não estava a falar na saga da família Corleone antes mesmo ter começado a escrever isto.

Falo-vos de «Goodfellas - Tudo bons rapazes», a minha obra favorita do realizador Martin Scorsese (a segunda é o «Shutter Island», e a terceira «O aviador», só para saberem). Entrou logo no n~º 1 do meu top deste realizador porque foi um filme que, sinceramente, gostei apenas um bocadinho mais que o «Shutter Island». Bem, em breve estou a pensar ver mais filmes do Martin Scorsese, por isso este top pode ser …

Qual deles?

Estou na dúvida entre qual deles escolher...

Passo a explicar. Não consegui ainda escolher qual o supermercado com a melhor campanha televisiva, se o Pingo Doce ou o Continente.

Um, diz que os descontos só existem para baixar preços que já estavam caros, e que se anda num sobe e desce de preços, e que o acumular dinheiro em cartões não vale nada a pena...

No outro, uma senhora riposta, atacando mesmo o Pingo Doce, chegando a proferir algo semelhante a isto: «Dizem por aí que os descontos não dão jeito para nada. Então não dão?», e depois põe-se num falatório sobre descontos... é claro que a senhora não falou daquela maneira, mas foi o mais próximo que me lembrei do original.

É-me muito difícil escolher entre um deles.

No Pingo Doce, os anúncios contêm a música com uma tendência para o piroso/musical da Floribella.

No do Continente, ouvimos aquela musiquinha irritante dos assobios, e os actores fazem sempre uns sorrisos que me soam a «Só estou a sorrir para a câmara porque é assim que consig…

Um momento nostálgico (mais um, vá...)

Hoje, o meu sobrinho de cinco anos convidou-me a (re)ver uma das minhas cassetes do Pokémon, escondidas algures na estante arrumada na arrecadação do meu quarto...

E digo-vos... que nostalgia!

E estou a ficar velho...

Mas, pensando bem, enquanto que quando era pequenito e gostava destes monstrinhos, achava espectacular um rapazola de aspecto algo duvidoso de nome Ash querer ser o maior treinador de Pokémon do mundo e querer apanhar todos os bichos com esse nome... com este (re)visionamento, vi que aquilo já perdeu a graça que tinha.

Menos a música! Ficou-me na cabeça... A primeira que saiu, que para mim é a melhor, e é a que eu tenho nas cassetes...

E que AGORA NÃO ME SAI DA CABEÇA!!!

«Vou apanhá-los todos...
POKÉMON!»

A sério. Estou a ficar velho...

Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...

Vinicius de Moraes

(é bonito, este poema...)

Aconteceu no fim-de-semana...

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Na sexta-feira e o sábado últimos, fui ver uma programação especial do Teatro Maria Matos, em que quatro pianistas, dois por cada noite, de géneros completamente diferentes, iriam mostrar os seus dotes. Duas noites de música, por apenas onze euros? Bora lá!

Dos quatro, só gostei de um.

O primeiro que ouvi, um tal de John Tilbury, bem... andei a vaguear pelo youtube, e há pessoas a dizerem que ele é um génio... opiniões são opinões, mas eu sei que o público, quando viu a actuação dele, ficou COMPLETAMENTE ATÓNITO! O homem, sempre a olhar para a pauta, a tocar o mesmo acorde durante vinte minutos, depois levantava-se e andava à volta do piano com um instrumento parecido com uma cobra, mas que faz com de maracas... desculpem, mas AQUILO NEM ERA MÚSICA! Aquilo era um homem, já de certa idade, a martelar num piano, como uma criança de cinco anos sabe fazer!

Mas, se isto é arte, é arte...

O segundo que ouvi, e último da noite de sexta-feira, foi o que eu gostei. Chama-se Dustin O' Halloran.…

Uma crítica ao filme «Wall Street»

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Cá estou eu de volta, depois de uma ausência de três dias.

Decidi voltar aos posts com mais uma crítica de cinema, para ver se animo um bocado o blog que tem um bocado parado.

E vou-vos falar de um filme que vi hoje.

Este aqui. O que está na imagem, por baixo desta frase.

Este é daqueles filmes que merecia um post aqui no blog.A primeira vez que o vi foi há cerca de uns três anos, já não me lembro onde. Já não me recordava muito da história, porque há três anos atrás, tinha outra mentalidade (ou seja, mais infantil). Agora, que tenho novamente DVD em casa (o meu antigo foi-se à vida há uns tempos, comprou-se um novo da Philips que é muito bom - e barato!), decidi começar a «papar» todos os filmes que fui acumulando para ver. E decidi começar por pegar por este. Tinha-o comprado há umas semanas no el corte inglés, com um cheque prenda recebido no Natal, e como tinha mesmo curiosidade em rever todo aquele universo de que pouco ou nada me recordava, aventurei-me a introduzir o DVD no leitor,…

Parece ser boa coisa!

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Estive a ver umas imagens e uns vídeos desta série.

Palpita-me que seja boa.

Ganhou dois globos de ouro, um deles para melhor série dramática.

Com grandes actores, «Boardwalk empire» passa-se na América dos anos 20.

Acho que ainda não chegou a Portugal.

Se ainda não dá por estas bandas, devia dar!

O quadragésimo

Cá vai mais um capítulo do famoso policial...

... que está a dar cabo do cérebro!

Este tem o redondo número 40.

Desfrutem!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 40

Olhei pela janela, vi que já estava escuro. Olhei para baixo e vi um vulto com um casaco azul e vermelho a dirigir-se para a porta do prédio onde moro. Era o Finório.

Tocou 3 vezes à campainha. Fui abrir, ele subiu no elevador e chegou ao apartamento.

-Então chefe? Explica lá o que é que eu tenho de fazer!

-Primeiro entra! Já te explico.

Fechei a porta de entrada, conduzi o Finório à sala. Disse para se ir sentar na mesa de jantar, enquanto eu ia ao quarto buscar umas coisas.

-Ora bem - comecei a explicar - o que tu vais fazer é o seguinte: Tens aqui uma lista com 5 perguntas que deves fazer aos interrogados. Se achares que há alguma coisa mais a interrogar, fazes a questão. Mas lembra-te sempre que, antes de cada sessão, deves ligar o gravador aqui, neste botão. Estás a ver?

-Estou, sim senhor - respondeu o Finó…
Esta semana foi cheia.

Aliás...

Ainda está a ser.

No blog é que não.

Já soube quando vai ser a segunda fase do concurso do DN.

Dia 2 de Março.

E possivelmente vou entrevistar, juntamente com os meus dois colegas, o Rui Veloso.

O teatro lá da escola está a ir bem.

Os testes vão indo.

E amanhã tenho duas apresentações orais. Uma de livro, em que vou falar da obra «O velho que lia romances de amor», e outra de tema livre, em que vou falar no Simon and Garfunkel. Estive a treinar várias vezes em frente ao espelho, mas sei que, provavelmente, vai ser como no primeiro período. Chego lá à frente e engasgo-me todo.

Aquela professora de português fornece sempre uma certa dose de stress...

Vamos a ver no que vai dar.

Musiquita algo invulgar para o que eu costumo aconselhar aqui no blog

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Tenho um gosto tão eclético, que ultimamente tenho ouvido esta música.

É de uma banda também ela muito eclética, que toca variados géneros. Blues, rap, rock alternativo. São os Fun Lovin' Criminals.

Talvez para vocês esta música não vos interesse para nada, mas eu gosto dela.

Eu sei que é estranho eu aconselhar uma música de rap...

Tenham calma, eu estou de saúde!

Eu já várias vezes digo que tenho um gosto musical muito eclético...

Não quiseram acreditar... Ah ah TOMEM!

E ouçam a música, «fachavoire».

Isto se vos apetecer.

Se estiverem mal-dispostos, é melhor fecharem já a página do blog.

Não entra aqui gente mal-disposta, perceberam?

Quer dizer, entrar entra... eu é que não queria.

Às vezes tenho a impressão de a minha escrita, para além de ser patética e vergonhosa, é também algo infantil.

Não acham?

Ou é só impressão minha?


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Eu acho que devo ter razão. Só pelo facto de gastar um post para perguntar isso, é porque tenho razão. Além da escrita, também a minha pessoa é algo infantil.

Mil perdões.

Prometo que vou crescer.

Mentalmente.

Porque de altura já estou bem como estou.