domingo, 30 de janeiro de 2011

E cá está o trigésimo nono capítulo desta saga policial muito fraquinha...

Nem mais.

Acho que vou ter que mudar a data de lançamento do policial. Sai todas as semanas, ou à sexta, ou ao sábado, ou ao domingo.

Tenho também de continuar a modificar os capítulos mais antigos, porque houve certas coisas que eu quis mudar, primeiro para não haver nomes ou situações reais (par não me meter em sarilhos), e segundo porque há certas partes da história que não encaixam. Eu a escrever este capítulo já nem sei localizar isto no tempo!

Fiquem com mais um capítulo.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 39

Cheguei a casa, sem saber o que poderia fazer. Pensava que o Finório iria só fazer asneira. Por isso, mais valis eu ajudar.

Aproveitei para organizar os dados que tinha retirado das gravações dos interrogatórios aos suspeitos que já estavam despachado (tirando um ou outro que eu deveria estar de vigia...). Demorei cerca de duas horas para concluir este trabalho. Não mostro a lista já. Só o farei quando todos os interrogatórios estiverem prontos, para poderem também arrumar as vossas ideias em relação a este caso tão particular.

Decidi descansar um pouco quando me liga o Finório.

-Chefe! Chefe! Preciso que me ajude! Eu não sei fazer estas coisas!

-Mas o que é que o patrão disse para tu fazeres?

-Disse para eu ir entrevistar os outros suspeitos! Mas eu não sei fazer isto! Eu não consigo resolver este caso! Ah, e há outra coisa...

-O quê? - perguntei.

-O chefe tem de me ajudar!

-Eu já te disse que te ajudava! Mas ele não disse nada acerca de se ele me vir ainda a trabalhar neste caso?

-Ah, disse que se me visse consigo, que o despedia.

-Hmm... está bem. Então vamos fazer o seguinte. Sabes onde é a minha casa, não sabes?

-Sim, sei.

-Então vem cá, que eu vou-te dar instruções para poderes trabalhar. Não te preocupes que ainda vamos resolver isto.

-OK Chefe!

Desligou o telefone, já mais alegre. Agora eu tinha de pensar numa maneira de poder resolver este caso sem estar, claro está, dentro do caso!

Continua...

Sem comentários:

Enviar um comentário

Se chegaram até aqui e tiverem alguma mensagem, crítica, ou opinação a fazer em relação ao que acabaram de ler, façam o favor de o escrever aqui. A gerência agradece e responde (se não forem nenhum príncipe da Malásia que tem 10 milhões de dólares para me oferecer, claro).