sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

A song at the last day of 2010...



Música de Paul McCartney em homenagem a John Lennon.

Hoje, na RTP2, dão, a partir da uma da manhã, três grandes concertos. Um do Paul McCartney, outro dos U2 e outro do Bruce Springsteen.

A ver.

Boa passagem de ano!

E um 2011 em grande!
Posto hoje, último dia de 2010, uma boa lista com os 10 filmes mais marcantes deste ano que está a chegar ao fim.

Podem consultar a lista aqui.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

E com este, os capítulos todos ficam em dia!

Aqui está o capítulo em atraso que restava publicar do policial.

Depois, publicarei o desta semana, e depois o policial fica suspenso por duas semanas, para eu poder tempo de alterar coisas nos capítulos anteriores e na história em geral.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 36

-Nelo! – gritou a Anne, aflita, que veio a correr em direcção a nós, vinda da casa-de-banho. – O que é que te deu?

Aí, lembrei-me exactamente dos filmes do Rocky… Talvez, com a minha força «extraordinária», até podia pensar em fazer carreira no boxe. Mas esse pensamento rapidamente se evaporou da minha mente, para dar lugar a pânico do género «ESTOU FEITO! ESTOU TÃO FEITO! MEU DEUS, O QUE É QUE EU VOU FAZER?!»

-“Famem” o «INEM»! – Gritava o Augusto, que mal conseguia falar.

O João sacou do telemóvel (daquelas tabletes a que dão o nome de «Iphone»), marcou três algarismos e ligou.

-Está? Poderiam mandar uma ambulância para o restaurante «Os Minhotos no Sul»? Sim… Sim, é aí mesmo… É que houve aqui um pequeno problema… Nada de muito grave… Só está a sangrar… Levou um murro… Uma tareia… Ah… Sim, sim… O quê?!... Mas… Ah, ok… Está bem, então… Obrigado, até já.

-Então? – Perguntou a Anne.

-Eles já vêm a caminho. – Respondeu o João.

-Eu vou fazer ‘queifa’ de ti, Nelo! – Berrava o Augusto. – O meu patrão ‘fai’ ‘oufir’ ‘daf’ ‘boaf’!

-Contenta-te por ainda conseguires falar! – respondi, nervoso e arrependido da situação.

Nesse momento, a Anne virou-se para mim, zangada e com «desiludiste-me» escrito no olhar».

-Olha, Nelo, tu vai embora daqui, que só estás a desajudar!
-Mas… Anne…
-SAI DAQUI!

Os burburinhos de fundo deixaram de se ouvir por uns segundos. Toda a gente a olhar para mim, incluindo o resto das pessoas que estavam no restaurante. Fugi a sete pés.

O Finório, que tinha estado sentado o tempo todo, em que deve ter estado a pensar «Mas que raio é que se está a passar?», ao ver-me a ir embora, seguiu-me rapidamente. Eu nem olhei. Só notei na minha companhia quando cheguei lá fora. Só pensava na vergonha da situação.

E agora, o que é que iria fazer?

Continua...

É o 16!

Cá vem o 16.º episódio do único programa da história da Humanidade em que o orçamento ronda os 0 euros, também ele especial, dedicado ao fim-de-ano.

Estou um bocado constipado, e para que a minha voz fosse perceptível, tive de pôr o volume da gravação no máximo (abençoada ferramentinha que descobri!).

Por isso, para juntarem mais 13 minutos de vida perdida, basta clicarem aqui.

Ah, e já agora, bom ano!

E hop! Cá vem mais um capítulo da saga com fama de sair sempre atrasada...

Nada a acrescentar.

Façam o favor então de ler mais um capítulo.

Curtinho.

Estou a pensar, depois de pôr este e o outro capítulo em falta, e também o desta semana, fazer uma interrupção de duas semanas no policial, para ter tempo de alterar coisas na história (se forem ver os primeiros capítulos, houve coisas que eu fui mudar, em termos de nomes, e certas sequências que não encaixavam), tá bom?

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 35

Decidi fazer o seguinte: Iria pedir para que os que ainda faltavam interrogar e que estavam presentes para irem para uma certa mesa, e os outros para irem para outra.

Levantei-me da cadeira e fui até ao sítio onde eles se iam sentar para almoçar. Ainda estavam em fase de preparação… estavam a arrumar umas mesas para ficarem todos juntos. Enfim, coisas que eu considero algo idiotas… agora é que se põem com mariquices de quererem estar todos unidos… Pois bem, que seja.

Ao chegar, de mãos nos bolsos e com ar trocista, perguntei aos presentes:

-Precisam de ajuda? – perguntei, virando-me para o João

-Ah, já que estás aqui… - respondeu ele.

-Não! – disse o Augusto – Deixa estar, que nós cá nos arranjamos.

Eu tenho um temperamento muito, muito, muito mau… Ao ouvir aquilo, vindo da boca de uma pessoa que, ao tê-la interrogado, mentiu descaradamente, e que agora estava ali como se nada fosse, apeteceu-me responder. E foi o que eu fiz.

-Olha lá, eu por acaso falei contigo?

Todos os outros colegas, que estavam a arranjar-se como podiam, viraram-se todos para mim. Ouvi algumas exclamações, alguns burburinhos de fundo, mas não liguei, estava ali, calmo e sereno, a meter-me com o Augusto. E queria continuar. E isto era só o começo do que aí vinha…

O Augusto, nesse momento, começou a suar, e começou a aproximar-se de mim, até ficarmos frente-a-frente, o bom, e o mau/vilão.

-Estavas a perguntar se alguém de nós todos precisava de ajuda, ó palhaço – respondeu-me ele.

-Ah, ah… Deixa-me rir! Palhaço, eu? Tu é que és um mentiroso que não sabe dizer a verdade dos acontecimentos! Tu estás a esconder alguma coisa… E olha, seu sacana, que eu vou descobrir.

-Ui… Estou cheio de medo do Nelinho… O que é que ele me vai fazer? Passar-me uma multa da verdade?

Aí, sucedeu-se uma coisa, que me faria arrepender mais tarde de me ter metido com ele. Passados alguns segundos de silêncio e impasse, apliquei ao meu «inimigo» um gancho de direita, que o fez tombar no chão, dada a força do golpe. Sangue começou a jorrar da boca do Augusto, e na altura, sentia duas coisas. Uma, que pensava que eu era o Rocky. A outra, que estava metido num belo sarilho.

Continua...

Uma coisinha de um concursozinho

Isto é um pequeno trabalho que fiz para um concurso do Diário de Notícias, juntamente com a ajuda da professora de Literatura e de dois amigos (um deles tem um blog a dar os primeiros passos), que decidiram juntar-se ao grupo (porque não podia fazer sozinho... tinha de ser no mínimo 3 pessoas e um professor), e demos um nome ao grupo, que é nada mais nada menos que «The sounds of silence» (hmm... este nome faz-me lembrar uma música qualquer...).

O trabalhão que esta porcariazinha deu para fazer...

Agora fui ver os outros trabalhos em concurso... claro, devem ter tido mais condições para fazer... eu digo-vos que este texto foi feito sob pressão, quando tinha feito outro que o site do concurso fez favor de «destruir»...

O objectivo era escolher uma das editorias do jornal (entre as quais nacional, política, desporto e cultura) e fazer um artigo de opinião sobre uma delas, além de uma pequena nota biográfica sobre uma pessoa que quiséssemos entrevistar...

O que eu decidi fazer foi um pequeno texto sobre «A música ontem e hoje», que foi o pomposo título que dei ao artigo. A personalidade escolhida foi o Rui Veloso.

Em baixo publico os dois textos: o de opinião e o pequeno texto biográfico.

Odeio só poder escrever tão pouco sobre um tema muito abrangente.

Aqui fica o artigo original. Um dia, talvez, pego nele e «transformo-o» numa coisa a sério.

Não numa coisinha destas.

A música ontem e hoje

Desde o início dos tempos até aos nossos dias, a música tem vindo a evoluir, variando numa multiplicidade de estilos, todos eles diferentes e cada um com as suas características específicas. É claro que se escutarmos uma ária de «La traviata» de Verdi, será diferente, em termos estéticos e melódicos, ao mais recente sucesso dos Moonspell. A música «cresceu» primeiro graças aos grandes compositores, como Mozart, Bach e Chopin, mas o ponto mais alto da evolução da música recente começou a partir dos anos 60, com os Beatles a fazerem o que ainda não tinha sido pensado, sendo inovadores para a sua época, e considerados a melhor banda de sempre da História.

A partir daí, a música deu uma volta de 360 graus. O rock foi-se construíndo, e a pop foi dando os primeiros passos. Depois dos Beatles, várias bandas, autores e cantores começaram a deixar um marco indelével na memória da Humanidade, como os Queen, os Pink Floyd, Bruce Springsteen, Simon & Garfunkel, e mais recentemente, U2, Green Day e Coldplay. Mas hoje em dia, a música não consegue ter aquele fulgor que nas décadas de 60, 70 e 80 conseguia ter.

Muita música feita na actualidade tem como base músicas já antigas, ou em alguns casos, dizem-se obras novas, mas têm vestígios de plágio. Hoje em dia, é notória uma falta de criatividade e de inovação na música que vai surgindo. É necessário que haja música nova, cativante e bem feita.

Rui Veloso

Contando já 30 anos de carreira, Rui Veloso é um dos nomes mais marcantes da música portuguesa. Foi responsável, com Carlos Tê, por grandes êxitos como os inesquecíveis temas «Cavaleiro Andante» e «Não há estrelas no céu», e o duplo álbum «Mingos e samurais», de 1990. Rui Veloso continua a ser ouvido e apreciado por fãs de todas as idades.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Uma pérola francesa

Enquanto os dois capítulos do «Olho Morto» não chegam, vou entreter-vos com mais uma crítica de cinema, das minhas. Daquelas que não se percebe patavina...

E depois ainda me vêm dizer que isto é escrito por um adulto... deve ser deve...

E fiquei muito contente porque hoje fui ao cinema pela 10.ª vez em 2010!

Ai, fiquei tão feliz...

Continuando, esta tarde fui assistir a um filme de animação, ao francês «L' illusionniste», por cá intitulado «O mágico».


Fiquei com curiosidade por ver este filme por dois motivos: para já por o realizador ser Sylvain Chomet, que foi o autor de outro grande filme de animação francês, «Belleville Rendez Vous», e depois porque nesta nova película o Chomet foi buscar um argumento do Jacques Tati que nunca chegou a ser filmado, e isso fez-me ficar curioso sobre como é que ele iria transpôr para animação um argumento de um realizador francês, onde os seus filmes estão repletos de pequenos pormenores, e que costumam ter um enredo não muito complexa, cheio de situações cómicas, como fazia tão bem Jacques Tati no papel do Sr. Hulot.

Fui ver o filme e digo-vos que, para quem já viu os filmes do Tati, nota-se que neste «L'illusionniste» há muitas marcas "Tatianas". A própria personagem principal, um mágico de, diria eu, meia-idade, tem muitas parecenças físicas e psicológicas do Hulot. Além de que o filme mostra algumas homenagens a Jacques Tati, como numa cena em que mostram um excerto de um filme dele (agora é ir ver ao cinema para descobrirem o porquê de mostrarem).

O filme usa o mesmo tipo de animação que «Belleville rendez-vous», ou não estivesse a falar do mesmo realizador.

Ao sair do cinema, várias pessoas andavam a discutir qual dos dois filmes do Chomet era melhor. Eu, ao princípio, tinha dito que era este (ai as minhas precipitações), mas acho que os dois têm características diferentes, que os fazem ter o mesmo nível de qualidade. O «Belleville rendez-vous» é uma grande história repleta de acção e com um humor extraordinário. O «Illusionniste» conta uma história mais simples, sobre a relação de um mágico à procura de público e de uma rapariguinha adolescente que encontra durante o seu percurso, com argumento de Jacques Tati, e com humor meio Tati meio Chomet. E que também me fez lembrar, em certa medida, o grande «Limelight - Luzes da Ribalta», de Charlie Chaplin.

O filme passou num ápice. Foi muito rápido, mesmo. E eu que pensava que isto ia ser realizado à maneira do Tati, em que os filmes, principalmente o «Mon Oncle» e o «Playtime - vida moderna», estão cheios de cenas, parecendo nunca mais acabar. Este foi mais soft, e foi muito bonito.

Vale a pena passar menos de uma hora e meia sentados em frente a um ecrã a assistir a esta fita. No meio de tanta animação vinda dos EUA, sabe bem que cá no Velho Continente também se fazem filmes com igual qualidade, ou até mesmo superiores.

E, em relação ao facto de ser 2D, eu acho que os filmes assim têm um carácter diferente que os 3D têm. Acho que este «L'illusionniste» está tão bem feito assim que em 3D seria completamente diferente, e as personagens não mostrariam as coisas que mostram em 2D. Aliás, como diz o próprio Sylvain Chomet num artigo do DN (que podem ler na integral clicando aqui), a força da animação 2D é que tem vibração e é imperfeita, como a realidade. As imperfeições são importantes quando lidamos com uma história com personagens humanas. Ajuda ao realismo, torna-o mais poderoso.

Nota também para a banda sonora, agradável de se ouvir e adequada ao desenrolar do filme.

É uma história bonita, que, desculpem se a expressão for pirosa, é para se ver com o coração. Nunca pensei dizer uma expressão assim...

Tenho dito. Agora ide ao cinema! IDE!

Ah, a nota que eu dou a este filme é 9/10.

Let's look at the trailer...

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Já está cá mais um capítulo, também ele mais que ligeiramente atrasado...

Aqui vai, o capítulo que supostamente era de há duas semanas, do policial.

Este policial poderá dia chegar a estar impresso nas páginas de um livro (já várias pessoas me propuseram isso, e não só os meus amigos...).

Mas enquanto não vejo essa hipótese do policial andar por aí nas livrarias (e possivelmente em e-book, que é o que o pessoal gosta nestes tempos que correm... por mim não o fazia, mas se tiver mesmo que ser, se eu só tiver leitores de e-book... ai que vida... por isso prefiro não editar ainda o policial em livro e pronto...), fiquem com o 34.º episódio.


Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 34

O restaurante era muito acolhedor. Já era um tique meu «fugir» a funerais, indo para um restaurante próximo. Não gosto simplesmente, como já referi, do que vem a seguir ao funeral… se é para ter conversa de café, não o façam à frente da sepultura do falecido!

Pedi uma garrafa de água fresca, e um bitoque para acompanhar. Mal tinha comido nos últimos dias, e estava esfomeado. Tenho de ter mais cuidado com a alimentação.

Notei que momentaneamente me tinha esquecido que o Finório também estava ali.

-Desculpa Finório, esqueci-me de te perguntar. Que é que queres comer?

-Oh chefe, não ‘tou com fome…

-É melhor comeres qualquer coisa rapaz… o dia ainda é longo.

-‘Tá bem… então pode ser uns filetes de pescada, chefe.

Fiz também o pedido do Finório, e o empregado que nos tinha atendido saiu a correr para a cozinha, onde se ouviu, em alto e bom som, um grito que pedia para se fazer um bitoque e uma dose de filetes de pescada.

Uma televisão ultra-gigante estava instalada à frente dos meus olhos, a alguns metros de distância. Consegui acompanhar alguns minutos de um jogo entre duas equipas de leste com nomes tão estranhos que não consegui memorizar.

E decidi começar a fazer um apontamento de tudo o que já sabia até então. Peguei no gravador, e liguei-o, a ver se conseguia ouvir alguma coisa.

Contudo, o barulho era tanto que mesmo com o som no máximo, nada conseguia entender do que tinha sido gravado. Por isso, fiz uma lista em que escrevi os nomes de todas as pessoas da turma, e umas linhas para cada uma delas para eventuais apontamentos.

-Chefe – perguntou o Finório – Que é que está a fazer?

-Estou a elaborar uma lista com os nomes de todos os suspeitos… É para me organizar melhor, sabes? Já tenho a cabeça cheia de tralha…

-Sim, sim, estou a ver…

Foi a única conversa em todo o almoço. Nem eu nem o Finório voltámos a abrir a boca para falar um com o outro até sairmos do restaurante. Eu estava empenhado na minha tarefa, e ele estava a acompanhar a partida na TV.

Ah! O almoço estava a saber-me tão bem… Enquanto terminava a minha tarefa de escrita, pedi a um empregado que estava próximo para trazer a carta das sobremesas.

Depois de averiguar, decidi ficar pelo costume.

-Queria uma salada de frutas.

E o Finório:

-Por mim, pode ser uma baba de camelo…

Ah, afinal o menino Finório até queria empanturrar-se…

No final, estava eu a contar o dinheiro para deixar na base metálica com o talão da conta (incluindo uma gorjeta de dois euros) quando ouço um burburinho, que significava que vinha aí uma multidão. Olhei para trás… e vi que eram os colegas todos que tinham decidido ir lá almoçar. Gaita! Agora que eu estava no fim é que eles tinham decidido vir…

Continua...

sábado, 25 de dezembro de 2010

Thank God it's Christmas!

Grande música natalícia. De quem?
Dos Queen, meus amigos.
Tem passado inúmeras vezes nas rádios...
Ouvide a música, ouvide!

La la la la la la...

Esta deve ser a melhor, ou para não ser bastante precipitado, uma das melhores músicas incluídas na banda sonora de um filme de animação...

Adoro esta música. De tanto falarem na Disney, ao longo do dia, na SIC, lembrei-me deste clássico criado por Randy Newman, para a épica trilogia «Toy story».

Ouçam as duas versões desta música que posto aqui. A original, e uma que fizeram para o terceiro filme (só vendo esse terceiro filme é que se percebe a inclusão dessa música)...



Um texto de Charlie Chaplin...

É bonito, este texto...
Faz pensar...
Percam dois minutos do vosso dia a lê-lo, que vale a pena...


A tua caminhada

A tua caminhada ainda não terminou…
A realidade te acolhe
dizendo que pela frente
o horizonte da vida necessita
das tuas palavras
e do teu silêncio.

Se amanhã sentires saudades,
lembra-te da fantasia e
sonha com a tua próxima vitória.
Vitória que todas as armas do mundo
jamais conseguirão obter,
porque é uma vitória que surge da paz
e não do ressentimento.

É certo que irás encontrar situações
tempestuosas novamente,
mas haverás de ver sempre
o lado bom da chuva que cai
e não a faceta do raio que destrói.

Tu és jovem.
Atender a quem te chama é belo,
lutar por quem te rejeita
é quase chegar a perfeição.
A juventude precisa de sonhos
e de se nutrir de lembranças,
assim como o leito dos rios
precisa da água que rola
e o coração necessita de afecto.

Não faças do amanhã
o sinónimo de nunca,
nem o ontem te seja o mesmo
que nunca mais.
Os teus passos ficaram.
Olha para trás…
mas vai em frente
pois há muitos que precisam
que chegues para poderem seguir-te.

Charles Chaplin

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Uma pequena mensagem de Natal

Caros amigos e amigas,

Se querem que vos diga, o Natal não me diz muita coisa.

Para mim tornou-se um dia que penso que é igual aos outros, com excepção de uma coisa... neste dia celebramos o nascimento de Jesus e etc e tal...

Qundo era mais pequeno ligava às prendas, e por isso o Natal era muito importante... agora a essa parte já não ligo muito. É claro que é importante que me ofereçam coisas que eu goste... mas pode até ser um par de meias... desde que não sejam collants!!!

Odeio a azáfama que há cá em casa para fazer as coisas todas, que por mim eram totalmente indispensáveis.

Mas pronto, têm de se fazer porque é Natal!

A mesa toda enfeitada para um jantar que eu até diria que será normal, com todos nós stressados para que tudo corra bem...

E ainda dizem que o Natal devia ser todos os dias...

A parte verdadeira do Natal é que deveria ser feita todos os dias...

Não esta, senão já nenhum de nós conseguia aturar ver tantos sonhos e rabanadas à frente... pelo menos eu, que não gosto nada dessas coisas...

Acho piada ao facto de nos preocuparmos com o que vamos oferecer a uma certa pessoa, e que depois só a voltaremos a ver dentro de um ano ou coisa disso... acho que ligamos demais ao dar prendas...

Preocupamo-nos com o que não é necessário...

Mesmo que o espírito do Natal seja a paz e a alegria e tudo o mais, isso fica posto de parte por todos nós. O que interessa é que o bacalhau esteja na mesa e as sobremesas todas...

E se fizéssemos deste Natal um Natal mais simples, mais vivido em família, um Natal mais... Natalício???

Votos de um grande e Feliz Natal para todos vocês,

Rui Alves de Sousa

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Not goodbye, just so long

Descobri isto há momentos no youtube.

O final do último «Larry King Live».

Arrepiante.

Vejam até ao fim.

Estamos no Natal...

... Tempo de recordar canções desta quadra.

Uma delas é esta, de Stevie Wonder...

Escutem-na.

15.º PMD

E aqui fica o especial de Natal do «Programa do mal-dizer». É o episódio mais curto da segunda temporada, com 13 minutos e 20 segundos, se não me engano, mas lá está, para ser especial, decidi que não haveria entrevista, nem «O que está mal aqui?» nem «Olha que sorte!». Também era para não haver «A Tiazinha aconselha», mas depois ela decidiu aparecer, via SMS... Bom, para saberem do que eu estou a falar, contemplem-se com este programa , cheio de tosse, com uma moral natalícia para todos nós... é um programa mágico... ou eu é que não tomei os comprimidos.

Bom, talvez eu ainda faça um pequeno texto dedicado a esta quadra, mas diferente do que falei neste programa... vamos a ver se ainda faço... porque amanhã já é dia 24!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

COF COF!

Não tenho tido tempo para escrever aqui no blog, porque tenho andado estranho ultimamente por causa da tal doençazinha que estou a sofrer...

Mas um dia, meus leitores, um dia, virei cá postar tudo o que falta do policial!

Agora é que me tem dado um bloqueio de criatividade, também... A minha cabeça tem andado muito à roda... tenho muitas ideias, algumas já as comecei a trabalhar... aiai...

E vou fazer uma coisa em relação ao «Programa do mal-dizer».

Eu estou com a voz muito grossa, e a tossir muito, mas vou fazer uma espécie de PMD... vai ser é uma mensagem de Natal... não muito grande, para que não fique demasiado chata para depois vocês, cheios de compaixão, pensarem: «Oh, coitadinho do Rui! Vamos ajudá-lo ligando para o 760...»... estava a brincar... mas se quiserem podem ligar para o meu número para me darem dinheiro.

Estejam à vontade.

Não se incomodem.

Afinal até tive criatividade suficiente para fazer este pequeno post...

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O que toda a gente gosta que lhe aconteça, principalmente nesta época do ano...

Estou doente.

Estou sempre a tossir, estou rouco, enfim, estou mal.

E ainda por cima nesta altura...

Enfim, queria com este pequeno post que não vai haver «Programa do mal-dizer» esta semana, por não estar em condições de o gravar. Não tenho voz, e sinto-me muito mal.

Mas ainda vou fazer um post de Natal... e pôr os policiais em atraso...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Ei-lo que parte...

Vou estar fora este fim-de-semana.

E vim dizer que não irei à internet até domingo à noite. Depois postarei os capítulos do policial.

Vou estar fora, that's all.

E vim agora à net só para vos avisar disso...

E também para ver o facebook.

Mas mais nada.

Hoje comecei a escrever um livro que não postarei no blog, pelo menos por agora. São uima série de crónicas, que querem contar uma história.

Mas ainda está no início...

Bom, tenham um excelente fim-de-semana, beijinhos, abraços e muitos palhaços.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

A banda desenhada: Uma crónica nostálgica

Esta tarde tive vontade de ir à arrecadação do meu quarto espreitar a minha colecção de banda desenhada.

E fui.

Folheei, com volúpia, livros do Tintim, do Astérix, do Lucky Luke, do Blake e Mortimer, lembrando-me de várias cenas desses livros que tinham ficado guardados num cantinho obscuro da minha memória.

Eu lia muita banda desenhada. Agora, leio menos. Não por ter deixado de gostar, mas porque eu já li tudo o que me tinha interesse e que estava à mão para ler. Depois reli tantas vezes que me cansei. Queria coisas novas.

De vez em quando, vou à livraria da minha rua, e se encontro algum título novo, desconhecido para mim, pulo de alegria e satisfação (interiormente) e perco mais meia hora da minha vida a ler um livrinho de BD (sem o comprar, claro... aos preços que estão para venda...).

A minha infância foi vivida muito à volta das personagens da BD. Enquanto que a maioria dos petizes da minha idade se entretia com beyblades, futebol, e coisas do género, eu lia (ou relia pela 50.ª vez) a banda desenhada, querendo viver daquele tipo de aventuras.

Depois, comecei a ficar saturado de reler tantas vezes os mesmos livros.

Depois de ter estado uns tempos sem olhar muito para eles, soube bem dar de novo uma vista de olhos aos irmãos Dalton, à aldeia dos gauleses irredutíveis, ao temível Olrik e ao estupendo capitão Haddock.

Houve uma altura em que eu fazia as minhas BD's. E tiveram sucesso! Na primária, fiz uma «cópia» de um personagem que sempre achei graça, de nome «Capitão cuecas». Essas BD's desapareceram.

Depois mais tarde, no sétimo ano, peguei num personagem feito por um amigo meu, e transformei-o. Era o Tostas. Criei umas seis histórias para ele, que também tiveram fama. Depois tive uma ou outra personagem, que não durou meia dúzia de quadradinhos, como o Supertuga ou os 4 parvalhões (esta estou a pensar seriamente em pegar nela para uma série... o conceito era todo ele muito giro...)

Talvez um dia volte a fazer BD's... e a ler mais. Mas só se editarem muitas.

Assim, a maior parte do meu tempo livre vai ser passado na Bulhosa de Entrecampos, sentado numa poltrona com uma pilha de livros de BD para «desgustar».

Não pode!

Um atentado ao que ainda há de bom na televisão americana!

É nestas alturas que me questiono, olhando para o céu, elevando os braços:

WHY GOD, WHY???

Se isto aconteceu, o que virá a seguir?

Uma grande perda... Larry King tinha um estilo de entrevista inimitável...

Vai fazer falta...
É triste quando morre um grande comunicador, como é o caso de Carlos Pinto Coelho, grande divulgador da cultura no nosso país.

Tristemente Aconteceu.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Consegui! Iupi! Consegui! Foi difícil, mas consegui!

Hoje, ao chegar a casa, decidi aproveitar a hora que tinha livre sozinho para gravar rapidamente o PMD.

E cá está ele.

Saiu no dia... é para comemorar!

Tem 25 minutos...

Ultimamente não tenho tido muita paciência para fazer textos. É o que me vem à cabeça.

Ouçam o programa clicando aqui.

Sorry...

O blog tem andado parado. Eu não tenho andado muito concentrado no blog, pois tenho muita coisa que pensar, como num concurso que estou a participar e que acaba hoje, como é que vai ser com o PMD no Natal e no Ano Novo, o Olho Morto, etc, etc, etc.

Desde já peço as minhas sinceras desculpas a vocês, leitores, mas também é para saberem que eu não ando aqui a brincar!

Em relação ao PMD, o problema é que vai estar gente cá em casa. Depois é muita confusão para gravar o programa...

Mas tenho de arranjar uma solução...

Bom, adeus, vou fazer aquilo que tenho de elaborar para o concurso e mais logo vejo se ponho o PMD e o policial hoje.

Ciao!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Há bocado tive uma ideia hiper-espectacularii! Querem saber?

Cá vai.

Sabem que eu digo sempre que a minha vida dava um filme???

Bom, eu vou fazer o guião do filme da minha vida, e postá-lo aqui...

Terá as músicas para acompanhar cada cena do filme...

Um dia, talvez alguém se interesse e o ponha no grande ecrã...

Estou só a sonhar alto.

Talvez comece já hoje a escrever, mas não para ser publicado agora...

Mas vai ser longo...

Mas prometo que não vai ser secante... Vai ser ritmado e com uma história delirante e estúpida, baseada em coisas da minha vida.

Mas primeiro, vou postar o policial...

Até já...

domingo, 12 de dezembro de 2010

Magnífico!



Isto está muito bom, mesmo.

Ao ir ao blog do Pedro Ribeiro, deparei-me com este magnífico vídeo, que decidi postar aqui no blog para vocês verem.

E já agora, um feliz Natal!!!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Décimo terceiro

Aqui vai, atrasado três dias, o décimo terceiro episódio do mítico «Programa do Mal-dizer».

Este tem 32:34 de duração.

É o segundo maior, para aí.

O primeiro tem 33 minutos e 14.

Este episódio vai ter um momento de nostalgia, talvez para os mais velhos, em que vou rebuscar anúncios antigos... eu disse que é um top, no episódio, mas não é. São alguns anúncios antigos caricatos, e no final, pus para rematar essa parte, úma parte de um anúncio da coca-cola que há uns tempos por cá passou.

Já perceberam que o tema deste PMD é a publicidade?

Bom, sacai lá o episódio clicando nesta palavra.

Olhem que doeu fazer este episódio!

Ainda sinto a dor...

Aiaiai...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

É hoje...

Já gravei o «Programa do mal dizer», supostamente de quarta feira. Agora, falta tirar umas coisas, acrescentar outras e montar tudo...

Este programa foi também improvisado (não só o monólogo como a entrevista) e digo-vos que deve ser o pior programa de todos. O outro, o anterior, improvisado até saiu bem, mas este, acho que não.

Por isso, têm de o ouvir. Para depois poderem gabar-se que ouviram a pior coisa do mundo...

Mas é só loguinho, tá bem?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Uma música francesa, para variar

Não costumo ouvir música francesa, mas esta foi-me mostrada pelo meu Pai há uns tempos e hoje lembrei-me de a postar no blog. Atenção à letra! Ela está incluída no vídeo...

O autor é Jean Gabin, um famoso actor francês, que nos tempos finais da sua vida, escreveu e compôs esta música...

A ouvir.

O que eu encontrei...

Memória Online - RUI VELOSO AO VIVO NA AMADORA - RTP Memória - RTP

Andava a vaguear pelos sites da RTP e descobri esta pequena pérola no espaço da «memória online» da RTP memória. Um concerto de Rui Veloso, de 1990.

Reparem nos óculos dele... eheheh...

Já foi há 30 anos...



Há 30 anos Mark Chapman assassinava um dos maiores ícones da música mundial... John Lennon.

Em homenagem ao grande artista deixo aqui outra música dele. «Give peace a chance»

Não deveria ser o que todos deveríamos fazer?

Grande notícia!

Gostei de hoje, depois de andar a pesquisar nos habituais fóruns e sites de cinema, descobrir esta notícia:

"O Escritor Fantasma", de Roman Polanski, é o filme europeu do ano

O thriller de Roman Polanski foi consagrado com seis prémios, tendo sido distinguido nas categorias de melhor filme, melhor realizador, melhor argumento, melhor actor (Ewan McGregor), melhor banda sonora (Alexandre Desplat) e melhor direcção artística (Albrecht Konrad).
In http://ww1.rtp.pt/icmblogs/rtp/cinemax/index.php?k=O-Escritor-Fantasma-de-Roman-Polanskie-o-filme-europeu-do-ano.rtp&post=29220

Gostei de saber isto porque foi um filme que fui ver ao cinema e gostei imenso...

Isto mostra que ainda há bom cinema para se ver (e bons júris... eheheh)

A um passo de algo que é para mim impossível...

Hoje estive a um passo de deixar a totózice numa aula de educação.

Joguei futebol. E bem!

Até marquei dois golos!

Depois disto, era a escalada para o paraíso do «social» e não sei que mais... Senti que seria daqueles rapazes com quem toda a gente gosta de estar e que tem as raparigas à perna...

Nada disso aconteceu.

Só o meu ego é que aumentou um pouco por pela primeira vez na minha vida eu estar a jogar bem futebol!

Quanto a popularidade, na mesma... podia ter aproveitado a escalada para o sucesso com aqueles grandes momentos futebolísticos, dignos de aplausos, mas não... não aproveitei a oportunidade.

Talvez por ser humilde demais, não sei... Não gosto de me gabar e de me expôr para a estupidez, só para certas pessoas fingirem que são minhas amigas. Daquelas que é mesmo para não se falar, mas que estamos com elas para nos acharem bons tipos.

Não preciso de fazer isso na vida real.

Para isso já existe o facebook... e afins...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Agora é que fica tudo em dia!

E posto agora o capítulo que restava publicar do Olho Morto.

A tensão aumenta... quem serão os culpados?

Sei lá pá!

Esta parte tem um número que eu acho muito curioso. Trinta e três. Se o disser com os «elles», fica mais giro ainda. tlinta e tlês.

PS - Nada do que é aqui descrito tem a ver com a realidade. Vá, 95%. Se alguma coisa for realidade é pura coincidência. Só para saberem. Não pensem que isto é uma demonstração do verdadeiro Rui... na na... o Rui da história nada tem a ver com este Rui que escreve a história... o Rui real, ok?

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 33

O Miguel começou então o seu pequeno discurso de homenagem ao Rui.

-Caros colegas de turma, caros familiares do Rui, caros anónimos aqui presentes - começou ele - deixou-nos a nós todos um grande homem, e sobretudo um grande amigo, que com simpatia e humildade, gostava de conviver e estar com as pessoas. Sinto a dor dos familiares do Rui, pela perda que estão a sentir de um grande exemplo para nós todos. Tipos como ele há poucos, e vão continuar a haver poucos. Deixou um grande legado de obras literárias, e deixou em Portugal um orgulho de ter gente deste calibre. Obrigado Rui.

Uma breve salva de palmas inundou o cemitério, onde várias pessoas assistiam, e um cameramen da TV, que tinha aparecido sem ninguém ter dado por isso, filmava cada segundo do que se passava.

Depois, os 4 homens da funerária, que à conta das vezes que já fizeram coisas daquelas, é como se fosse um hábito do dia-a-dia, pegaram de novo no caixão e encaixaram-no num lugar a meio da parte esquerda do jazigo.

E pronto, aqui acabou o funeral. Quer dizer, quase. As pessoas depois começaram a conversar. Odeio gente a conversar em funerais. É claro que eu depois também vou nas conversas, mas sinto-me mal por ter morrido alguém e depois estar ali a ter conversa de café. Mas o que é verdade, e já um parente meu me dizia, onde só reencontramos maior parte das pessoas é nestas ocasiões. Ou nestas ou em casamentos.

Tive a ideia de ir ao grupo onde estavam os colegas de escola. Não todos. Ouvia-se galhofa e conversas desinteressantes. Pelo menos para mim. Queria encontrar os que me faltavam interrogar. Não estavam uns 3 ou 4. Mesmo assim dirigi a palavra aos que faltava interrogar que estavam presentes para virem ter comigo ao restaurante ao pé do cemitério. O Finório veio comigo.

Agora ia falar com muitos deles. Assim despachava mais trabalho e mais depressa resolvia isto!

Continua...

domingo, 5 de dezembro de 2010

Sorri!

Uma canção da autoria de Charlie Chaplin, um dos grandes ícones do cinema mundial (e uma das minhas referências), e que também nos deixou grandes citações. Ouçam a música, cantada nesta versão por Nat King Cole.




Um dia sem sorrir é um dia perdido.

Charlie Chaplin

Homem na Lua

É o título em português de uma grande canção dos REM, em homenagem ao comediante Andy Kaufman.

Para ouvir em qualquer altura.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Sou um desenrascado de primeira.

Sou muito simples, e uma coisa que para muitos não tem solução, para mim é evidente.

Sou como o McGyver, mas não salvo o mundo.

É pena, podia fazer um jeitão.

E este vai para a lista dos posts inúteis...

É bom fazer uns quantos de vez em quando para ocupar espacinho...

Uma pequena memória...

Lembrei-me agora que quando era pequenino, gostava de ser mágico quando crescesse.

Até depois deram-me uma caixa daquelas da «Magia Borras» com truques!

Estava pronto para ser o Harry Houdini...

E alguém dizia: «Queres ser o Harry Potter?»

E eu pensava: «Naa, o Harry Potter não tem style e não anda em digressão com os truques. aquilo é só efeitos especiais, nos filmes dele...»

Infelizmente, nem com as fichas do Luís de Matos que saíam com o JN, com truques simplíssimos, corriam-me sempre mal...

Aí, parte da minha alma foi destruída.

Aí, tive a ideia de trabalhar na área da escrita, que perdura até hoje...

Vamos a ver até quando esta ideia vai...

12...

Este episódio mete muita estupidez...

Tem muita parvoíce lá dentro.

Mas tem menos de meia hora! Não é como o outro, que era enorme!

Tem 22 minutos, este.

Ouçam, vá.

Tenham paciência.

Carreguem aqui fachavor...

Odeio ser um irresponsável e não cumprir o que prometo... mas enfim, é a vida! Por isso cá vai o capítulo do policial da semana passada...

Está tudo no título.

Agora vai dar início mais uma parte, a 32.ª, de 500 previstas, desta grande novela... perdão! Policial!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 32

Quando cheguei lá fora estavam as pessoas a entrar nos respectivos carros, pois parece que o Rui queria ser enterrado noutro sítio. Podia bem ter sido ali, que até era mais agradável. Mas não, talvez quis ir para ao pé das pessoas da família qe também já não estão neste mundo...

O Finório e o João esperavam por mim dentro do carro. Entrei para o lugar onde estava, à frente, o João ligou o carro e seguimos o carro funerário até ao cemitério. Ainda foi um caminho longo, cerca de meia hora para lá chegar.

-Agora o Rui vai para onde? - perguntei ao João, a meio do caminho.

-O Miguel disse-me há pouco que o enterro seria no cemitério onde está a família toda do Rui. - respondeu ele.

Ah a minha teoria estava correcta. É a lógica da batata. Também eu quero, quando morrer, ir para o pé dos meus entes queridos... mas cremado. Eu sei que vai ser doloroso para quem for ao enterro, mas depois farei uma cláusula no testamento a dizer para fazerem a cremação sem que ninguém veja... é um pouco estranho, mas pode-se tentar. Depois as pessoas só veriam uma caixinha com as cinzas lá dentro. Depois quero que ponham uma florzinha ao pé das cinzas, que seriam deitadas numa relvinha que está ao pé do jazigo da minha família... deixemo-nos de devaneios pessoais e continuemos a história!

Chegámos lá, todos saíram dos seus respectivos carros. Pessoas das ditas anónimas entraram também no recinto do cemitério. 4 homens vestidos de fatinho preto e gravata, saíram do carro funerário e apressaram-se a retirar o caixão, que deveria ser pesado como o caraças, como pensei. Depois levaram-no para uma casinha onde o fecharam, com aquela coisa de ferro derretida, ou lá como se chama. Lá dentro só entraram as pessoas mais próximas, como os Pais do Rui, e as três irmãs. Todos saíram de lá com lágrimas nos olhos.

De seguida, os homens levaram o caixão, já fechado, para a frente do jazigo. Pousaram-no num carrinho, e abriram o jazigo. Antes de meterem o Rui lá dentro para sempre, uma pessoa chegou-se à frente para dizer qualquer coisa sobre ele. E esse ele era o Miguel.

Continua...

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Fita...

Quero ir ver este filme.
A história parece interessante e peculiar.
Alguém se oferece para ir ao cinema comigo? Hmm?
Estava a brincar, petizada! Podem sair debaixo das vossas camas! Não precisam de ter medo, que foi só uma brincadeira! Não vos quero levar comigo ao cinema, por isso escusam de se esconder.
Em resumo: Já me está a fazer falta uma boa ida ao cinema...

Trailer

Still Crazy after all this years

Mais uma grande canção desse senhor da música chamado Paul Simon. Música calminha, para descontrair, e ouvir com atenção.



(ah, entretanto, o PC voltou! O arranjo foi mais rápido do que eu pensava...)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Threat detected!

O computador portátil foi para arranjar.

Ai e tal, a minha pen tinha um vírus, vindo de um computador da escola, do ano passado. e tufas!

Mas isto até já foi há algum tempo! Só foi é para arranjar agora...

Aquilo até foi acumulando vírus e tudo...

Bom, só para dizer que o Olho Morto da passada sexta vai ser publicado amanhã.

Não desespereis, fiéis seguidores do policial!

São poucos, é preciso tratá-los bem.

Estou na Câmara Municipal de Lisboa (passo a publicidade) a escrever este post de aviso.

Por acaso isto aqui de cima tem uma vista para o jardim agradável...

E em relação ao «Programa do mal-dizer»?

Bem, não vou pôr-me a gravar o episódio aqui na Câmara! Só se fosse maluco!

Com sorte, se o computador vier antes da próxima quarta-feira (espero eu), como lá tenho alguns ficheiros de áudio essenciais ao programa, como a parte de início (antes do genérico) do 12.º episódio, o segundo desta segunda season, vou fazer um passe de mágica, e com uma velocidade inacreditável para um tipo como eu, gravar, editar e montar o episódio desta semana e o da próxima!

Vai ser giro, se acontecer...

Muito, muito giro...

(a frase que dá título ao post faz parte das caixinhas que costumam aparecer lá no computador quando há víruzzz. É claro que vão haver CRÓMÓS que irão depois dizer: «ó Rui és mesmo burro! Isso toda a gente sabe pá!». Bom há quem não saiba. E eu essas pessoas, só de lhes chamar CRÓMÓS desta maneira tão peculiar que faz lembrar um certo genérico de um certo programa de rádio, já me sinto feliz. P'ra que aprendam!)

30!

O blog atingiu os 30 seguidores.

Aliás, 28, porque eu sigo o meu blog duas vezes, como já referi.

Mas toda a gente faz isso, vá.

E quem é que atingiu a proeza de chegar a este magnífico número?

Foi o sotôr Pedro Esteves, que faz parte dos «Cavaleiros do Faroeste», um grupo de parentes (bem, se todos têm o apelido Esteves devem ser da mesma família, não?) que faz vídeos de humor descabido e parvo, num estilo Pythonesco. É como eu gosto. Podem conhecer o trabalho destes patifes clicando aqui.

Aqui fica uma pequena amostra. Esta é uma paródia assumida ao clássico «Filadélfia».



Não aconselhável a murcões ou a quem diz que não gosta de perder alguns minutos da sua vida com parvoíces da internet, mas que depois fica logo todo histérico ao ver um vídeo de um macaquinho a jogar bilhar.

E, comio eu costumo dizer em posts deste género, venham mais uns quantos!

Não peço 30, que talvez seja demasiado.

Apenas 10 pessoas e eu com 20 identidades diferentes.

É isso, é.

Já tá.

Depois do incidente relatado aqui, e passado mais de uma semana do ocorrido nesse post, tenho uns óculos novos.

Adeus, vista cansada e desnorteada! Já sou um espécime de «quatrum-olhius» novamente! Devolvam-me o emblema da associação «Amigos da Lente»!

Ahahahah!

Foi bom para dar, durante alguns momentos, asas à minha grotesca imaginação e estúpida maneira de ser...

Tchauzinho e até depois!