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A mostrar mensagens de Novembro, 2010

No PMD for you...

Esta semana não vai haver PMD, pelo menos nesta quarta, por razões relacionadas com o penúltimo post.


Talvez ponha dois programas na quarta de daqui a uma semana, ou ainda se conseguir chegar a Lisboa e fazer o programa desta semana, ainda ponho no fim-de-semana.

Isto é tudo muito relativo. A minha vida é relativa.

E como este programa não tem grandes meios nem nada dessas coisas, a sua emissão não muito regular pode acontecer.

Peço desculpa já à meia dúzia de ouvintes do PMD... é a vida!

Adivinha quem voltou!

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Este é para mim, juntamente com o David Letterman, o melhor apresentador de late-night dos EUA. O David Letterman é um grande comunicador, e o Conan, um grande comediante.
Acho que deveria ter mais audiência. Pelo menos, na primeira emissão deste seu novo programa, teve mais que o Jay Leno (tipo insuportável... para mim). E isso já é bom. Mas depois voltou a cair... também, o programa está num canal de cabo (a TBS). Mas até mesmo para a primeira emissão, teve umas audiências bem boas, para um canal não-generalista...
Agora o Conan voltou à TV. Três semanas depois de ter estreado nos EUA, o talk-show «Conan», que o próprio diz que deu esse nome ao programa «para não haver o risco de me substituírem» (uma indirecta ao caso polémico que se deu há uns meses e que fez com que ele tivesse retirado da TV por muito tempo, quase um ano) estreia em Portugal.
Hoje, às 21:00, na SIC Radical.
A ver.

A minha Avó

Não gosto de escrever coisas tristes, porque não tenho jeito para isso e também porque sempre que tento escrever uma, nunca fica com a intensidade que eu pretendia dar, ou da forma que eu queria que estivesse.

Mas hoje tinha de fazer isto.

A minha Avó (era a única...) faleceu no sábado. Hoje foi o funeral. No sábado à noite fomos a correr para Santo Tirso (que era onde a minha Avó estava), e chegámos lá, e ao ver a minha Avó ali, toda arranjada e sem vida, deitada na cama, fez-me chorar. E chorei muito, muito, muito. Ao princípio, quando a minha Mãe me deu a notícia, uma hora antes de irmos embora, entrei apenas em estado de choque, mas mais nada. Até pensei que me tinha tornado num insensível por não ter reagido mais. Essa reacção chegou quando a vi.
Depois, de ontem até hoje de manhã, foi o velório, em que se encontram pessoas que dizem «eh pá, já não te via desde que eras assim», e fazem um gesto com a mão a simular um indivíduo de tamanho pequeno. E muita gente disse-me várias vezes …

Sem comentários

Programa satírico «Contra-informação» acabou - Media - PUBLICO.PT

É uma pena... um dos programas mais antigos da TV portuguesa.

Leiam a notícia, que vale a pena...

Música calminha, mas dá que pensar...

Esta música é uma versão da tradicional melodia de Natal «Silent Night», por Simon and Garfunkel. Mas tem uma coisa que as outras versões não têm. Ouçam a voz de fundo. Se conseguirem perceber o que essa voz está a dizer, vale a pena ouvir. E faz pensar...´É uma voz que está como que a apresentar um pequeno noticiário. E então, com as imagens deste vídeo, a canção faz mais sentido. Vale a pena ouvir.

Ai os meus olhinhos!

Estou sem óculos.

A razão:

Outro dia estava a passear, com os óculos postos num bolso que estupidamente não tem fecho (tem uma entrada para um botão, mas esse botão é inexistente!). Mais tarde, atravessei a passadeira a correr, para apanhar o sinal verde (que aquela passadeira é matreira).

Algum tempo depois, já a andar mais calmamente, para aí a uns 50 metros de distância da passadeira, tacteio os bolsos a ver se está tudo. O bolso onde supostamente estariam os óculos está vazio.

Procuro pelos lados próximos, até que tenho um flash de que poderiam ter caído ao atravessar a passadeira.

Chego lá e estão os óculos. Ou o que restava deles. Sem uma lente, com as hastes viradas para os lados, e algo esmagado.

E isto já foi sexta-feira passada!

A ver se amanhã passo pelo oculista para ver se isto tem arranjo. Já vou lá tantas vezes para me apertarem as hastes, espero que agora também façam um bom serviço.

E também já ia mudar de lentes. As outras estão todas riscadas...

Ai ai ai... a ver se eu atino…

Cassetes! Ou Este post vai parecer uma edição da «Caderneta de cromos», só que com a diferença de ser pior!

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Ah, a magia da fita magnética das velhas cassetes!

O desespero que era quando a cassete ficava presa dentro do gravador, e depois não se conseguia tirá-la!

Bem, lembrei-me de falar deste tema porque há dias ouvi uma edição da «Caderneta de cromos», famosa rubrica do Nuno Markl, sobre cassetes. E decidi deixar a minha história de vida sobre elas.
E vou-vos falari (o «i» é propositado) na minha relação com estas maravilhosas caixitas.Quando eu era um moçito, venerava cassetes. De música e de vídeo. Lembro-me que tinha (e ainda tenho guardadas na arrecadação) uma colecção de cassetes de música, e numa estante enorme estão perto de 150 cassetes de vídeo. Eu adorava pôr na aparelhagem preta que tinha no meu quarto o último sucesso dos «Patinhos» ou uma cassete qualquer de compilações, e ficava a ouvir, a ouvir, a ouvir. E começava a desesperar quando as cassetes começavam a dar mal (porque naquela aparelhagem muitas vezes as cassetes ficavam com um som um pouco diabólico e sinistro), e rapida…

CHEGOU!

Cá está.

O primeiro episódio, de um conjunto de dez, da segunda temporada do «Programa do Mal dizer».

Tão mal gravado como sempre.

Tão grande e chato como sempre.

São as razões para ouvir mais um episódio.

Vá lá! Só mais um!

Basta clicar aqui!

31!

E cá vai mais um capítulo do policial.

Que diz que sai à sexta mas que é raro isso acontecer.

Mas leiam lá este capítulo, que é (nada) interessante!

Caramba, tenho de (não) deixar esta mania das palavras com parênteses, para (não) dar um duplo sentido às frases!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 31

Entrámos na igreja, que estava quase cheia, e ao longe ouvia-se cânticos «à capella», algo inperceptíveis. Aquela igreja era das que são enormes, e que sempre que se fala faz uma espécie de eco. Quando nos sentámos, numa das últimas filas, o padre, de voz grossa e barba, começou a falar, e quase não se ouvia nada. Só quando ele ligou o microfone é que ficou audível. O caixão estava à frente do altar, com a parte de cima destapada.

-Irmãos - disse ele - estamos aqui para prestar homenagem a Rui Alves de Sousa, que deixou o nosso mundo há poucos dias. Estão aqui reunidos os familiares...

Quando o padre disse isto tentei dar uma espreitadela à primeira fila. Aí deveriam estar…

O senhor do adeus. Ou mais um comentário para juntar aos milhares que têm sido feitos sobre a morte de João Manuel Serra

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Nunca me encontrei com este senhor. Pelo menos que me lembre. Talvez possa tê-lo visto e mal-educadamente tê-lo ignorado. Só soube da sua existência um dia depois de ter morrido.

Para quem não o conhece (depois de tanta divulgação na internet, e mais propriamente no facebook), este senhor costumava dizer adeus noite após noite aos carros que passavam na Avenida Fontes Pereira de Melo, em Lisboa. E aos domingos, ia ao cinema, e escrevia as suas impressões sobre os filmes que via neste blog.
Eu quando soube da existência desse blog, fui dar uma espreitadela. Além de reconhecer o aguçado espírito crítico que João Manuel Serra possuía, muitas mensagens de agradecimento ao homem que dias antes tinha partido deste mundo, dá-nos a perceber a importância que ele tinha. Movimentos no facebook foram feitos, e já querem erguer uma estátua ao senhor. As pessoas que com ele conviveram sentem mesmo a sua falta. E eu, mesmo nunca tendo estado com ele, sinto que faz falta haver pessoas assim.
Tenho resp…

Magnífico!

É raro eu ver curtas metragens portuguesas, mas recebi esta por mail e surpreendeu-me.

Ora vejam:



Nuno Rocha está de parabéns com esta curta metragem de grande qualidade.
Numa noite normal com o passado largado da memória, um homem reencontra, no
lugar a que chama casa, lembranças de um tempo que viveu.
Fragmentos de pura felicidade e instantes de sublime partilha, surgem como
apontamentos de esperança de um presente que não voltará a ser o mesmo.

OTÃ?

Ahahah, que trocadilho idiota com a sigla da NATO... OTAN em língua tuga.

E eu, se me desculparem a minha querida ignorância, pergunto-vos:

Esta cimeira serviu para alguma coisa?

É que eu não sou como aqueles que são anti-NATO, mas começo a questionar-me para que é que serviu esta cimeira. Se foi mais do que os presidentes de vários sítios do mundo estarem em desfile para os fãs.

Mas a sério, se alguém mais velho (ou não) puder explicar a esta pobre cabecita de adolescente anormal o que foi decidido na dita cimeira, queira fazer o favor de mo explicar.

E que não se zangue! Eu sou um pobre adolescente em fase de crescimento...

Post que nada contribui para a minha vida... É apenas uma espécie de desabafo...

Estou farto de tudo!
Farto da vida
Farto da morte
Farto de pensar nos enigmas da humanidade.
Farto de pensar
Farto de argumentar
Farto de sintetizar
Farto de problematizar
Farto de conceptualizar!
Estou farto de tudo e mais alguma coisa
Estou farto de ti, dele, dela, daquele palerma, daquele estafermo!
Estou farto da política
Estou farto da ganância
Estou farto do poder
Estou farto da avareza
Estou farto da riqueza
Estou farto da idiotice
Estou farto de mentiras
Estou farto de ilusões
Estou farto de coisas parvas
Estou farto de dramas
Estou farto de música pimba
Estou farto dos preços das coisas
Estou farto do preço da vida
Estou farto da desonestidade
Estou farto do passado
Estou farto do presente
Estou farto do futuro!
Estou farto de injustiças
Estou farto de chantagens
Estou farto de esquemas
Estou farto de raptos
Estou farto de contrabandos
Estou farto de criminosos
Estou farto de corruptos
Estou farto de maldades
Estou farto de atrocidades
Estou farto de atentados
Estou farto de queixosos
Estou farto dos que falam, fa…

Good stuff...

2010 é um ano de grandes datas para Rui Veloso. É o ano em que se assinalam os seus 30 anos de carreira e, simultaneamente, 20 anos sobre a edição do álbum “Mingos & os Samurais”, um dos álbuns mais marcantes da carreira de Rui Veloso e da música portuguesa.
Em Maio de 1990, mesmo antes da edição do disco, Rui Veloso inicia em Lisboa a digressão “Mingos & os Samurais” no Campo Pequeno. Sala esgotada.
No início de Agosto desse ano chega, finalmente, às lojas o duplo-álbum “Mingos & os Samurais”, sendo a realização de um sonho antigo da dupla Rui Veloso/ Carlos Tê. O êxito é estrondoso: Platina no dia de edição; em pouco mais de quatro meses, chega às Sete Platinas! Mais: “Mingos & os Samurais” ocupa o 1º lugar do top durante 24 semanas! Os temas “Não há Estrelas no Céu” e “A Paixão (segundo Nicolau da Viola)” são os maiores êxitos desse ano.
Para celebrar a data, “Mingos & os Samurais” é reeditado numa edição de luxo (digipack) - Edição especial 20º aniversário que inc…

Queres ver que é o 30?

E chegamos ao capítulo 30 deste policial.

Eu penso que este policial irá ter ainda tantos capítulos como os de uma novela.

Para aí uns 150.

Não... estou a brincar, leitores ingénuos!

Vai até aos 300.

E com sorte!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 30


-E todo o resto da turma continuava envolvida?


-Maior parte. E os outros não me dava, e eles não se davam comigo.


-Epá! Que paranóia! - exclamei - Eu nunca percebi esta turma. A sério! Mais parecia uma versão escolar de uma novela qualquer. Então havia aquelas intrigas, as pessoas que não se falavam por não-se-sabe-porquê, as armadilhas que faziam uns aos outros... não percebo! E não percebo também como continuam assim uns macambúzios uns com os outros! Vocês são crianças, pá? Se calhar o Rui teve a ideia desse jantar para tentar pacificar as coisas... Até os que são amigos uns dos outros tentam-se destruir mutuamente! Cambada de doidos pá! E é este um dos motivos que me leva a pensar em resolver isto depressa! Para ver alg…

Mais um capítulo atrasado, o 29.º

Uau!

O próximo é o 30!

Mas agora leiam o 29.º...

Porque senão não vão perceber nada do próximo!

É como no Harry Potta, ou lá como se chama!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 29

-A que horas chegaste a casa do Rui?

-Faltavam quinze minutos para as nove - respondeu-me ele´.

-E o que te lembras desse dia?

-Cheguei, falei com algumas pessoas...

-Algumas?

-Sim, algumas. Não sei se sabes, mas muitos dos nossos ex-colegas, eu cortei relações...

-Mas então porquê?

-É uma longa história. Foi no 10.º ano. Maior parte dos nossos ex-colegas, incluindo eu, e o Rui, foram para o mesmo liceu, acabada a estadia na outra escola. Se eu me lembro, tu foste para outro liceu...

-Sim, fui. Se queres que te diga, não me arrependi nada.

-Bom, se o dizes... E aí, nessa nova escola, as pessoas que faziam parte da turma foram mudando, e começaram a meter-se em certas coisas que me fizeram separar-me deles.

-Mas eles andavam metidos em quê? Drogas? Álcool?

-Bem, sim, mas... Olha, Nelo, eu vou-te contar i…

E agora, a crítica ao filme do momento...

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Afinal, ainda consegui vir aqui escrever hoje no blog!!!
E vou começar por fazer a crítica ao filme mais falado da actualidade.
Ou seja, «The social Network», ou na nossa língua, «A rede social».

(uma palavra sobre o cartaz. Esplêndido. Não sei porquê, gosto muito dele!)Queria só, antes de mais nada, dizer uma coisa às pessoas que estão a pensar em ir ver este filme ao cinema.Não entrem na sala com grandes expectativas do tamanho do mundo. Lá por os críticos e muita gente dizer que é uma obra-prima, não quer dizer que a vossa opinião será igual às desses indivíduos. Foi o que aconteceu com a minha.Já tinha metido na cabeça que o visionamento desta película iria ser uma coisa inesquecível...E tenho de vos dizer que não foi.Para quem não sabe, «A rede social» fala do facebook, mais propriamente do que andou metido na sua criação.Fui vê-lo na passada quinta-feira, no cinema monumental do Saldanha, às 16h40. A sala estava quase vazia, que é uma coisa que eu gosto nos cinemas. Uma sala enorme…

Interrupção

O blog vai estar sem publicações este fim-de-semana.

Não vou poder ir à internet, vou estar fora.

Por isso, eu prometo prometo prometo PROMETO que na próxima segunda-feira, publico o capítulo da semana passada e o de hoje do policial (que já me anda a bombear os miolos há séculos), além de outros posts, entre os quais uma crítica grandinha (espero eu) ao filme «The social network», que ontem fui ver.

Portanto, até segunda-feira!

PMD!

Está quase a chegar...


Ah pois é...

E sabem porquê?

Porque decidi adiantar a estreia desta nova temporada do Programa do Mal-dizer duas semanas!

Por isso, a data de estreia será...

24 de Novembro!


Não percam!


E desta vez vou tentar mesmo pôr todos os programas a tempo e horas...


Vamos lá a ver...


O primeiro programa já está meio gravado, e o guião já está feito. Todos os outros episódios também já estão idealizados...


E já ando a pensar noutros projectos áudio... e vídeo também!


É questão de andarem atentos às novidades!!!

Noites tranquilas...

Clássico.

Sempre com o João Chaves.

Sempre que vou de viagem à noite, os meus Pais põem sempre na RFM, para ouvirmos música calminha, e a voz deste senhor, tão grossa e tão suave, a recitar textos para nos fazer manter calmos, quase por vezes nos fazem adormecer...

Eu gosto é do genérico. Até se ouvem golfinhos.

Gosto de imitar os golfinhos.

«Uiiiiiiim».

(Bem, aquilo parece-me serem golfinhos!)

E o barulho das ondas.

E depois «uououo»

E depois outra vez os golfinhos e as ondas, e depois um trompete, e depois lá vem o João, dizendo:

«Oceano... Pacífico»...

Repito, é um clássico da nossa rádio.

E desperdiçei um post para falar dele.

Sinto-me orgulhoso.

É um dos programas da minha vida.

Já o oceano Pacífico, o real, não é assim tão pacífico, tão calminho como as músicas que eles passam dos Guns & Roses, do Rui Veloso e dos Queen. Nem deve ter os golfinhos a fazerem aquele som!

É um nome que engana, mesmo.

O oceano pacífico é, digamos, um lobo com pele de cordeiro.

Hoje?

Depois de não-sei-quanto tempo no ar, vale a pena interrogar-me.

Valeu a pena a RTP2 fazer aquele aparato todo porque ia mudar o seu telejornal?

A resposta?

Não.

Ainda ficou pior.

É verdade!

Tentem ver uma dessas edições do «Hoje» (nome menos original de sempre...). Só gaffes, problemas técnicos, maus apresentadores, que muitas vezes não se apercebem do que estão a fazer, e reportagens mal montadas.

Preferia a edição antiga. Era melhor organizada.

Toda aquela publicidadezinha... e sai-me aquilo.

Ai esta malta da TV anda toda estranha...

E o povo que a vê também! Preferem ver a vida de uma cambada de parolos dentro de uma casa fechada do que coisas mais interessantes, do que conviver, etc e tal.

Talvez essas pessoas têm uma vida fantástica, para não se terem de preocupar com ela e só com as dos outros.

Rico país, sim senhor...

E já agora, vale a pena pensar nisto.

Música

Queria falar-vos sobre música. O que ela significa para mim e quais os meus gostos musicais (duas pessoas que conheço acham a expressão «gostos musicais» um pouco anormal. Eu não acho, e por isso escrevi-a de propósito para os enervar. Para que aprendam!).

Num Programa do Mal-dizer já tinha falado deste tema, mas, lá está, só tinha... mal-dito sobre ele. Sobre certos «artistas» e afins... Ouçam-no, que talvez a vossa mente fique completamente perturbada para sempre (ou não). Para exercerem o acto de descarregar o episódio referido, para mais tarde poder escutá-lo quando lhe der na gana, e fazer o criador de toda esta parafernália ficar com mais 0,0000001% na sua percentagem de felicidade (é muito baixinha, mesmo), basta clicar aqui!!!

Mas aqui quero dar uma opinião pessoal e positiva (e talvez algo polémica) sobre a música.

Não saiam dos vossos assentos,vai começar MAIS UMA CRÓNICA MIRABOLANTE DE RUI ALVES DE SOUSA!!!

(música do género dos filmes épicos)

Muito bom dia, muito boa tarde, ou …

O vigésimo oitavo, com já muitos dias de atraso, uma semana e quatro dias, para sermos mais precisos...

E eis que chega mais um capítulo, novamente atrasado, do policial.

Logo, postarei o outro que falta, desta sexta-feira.

Para já contentem-se com este, está bom?

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 28

-Quem é a próxima... vítima? - inquiri ao meu assistente.

-É um João... João... hã, qualquer coisa... Não consigo ler! É muito complicado!

-Ah, é o João Petrovresky. Não é muito difícil de dizer.

-Mas por que raio este tem um nome tão esquisito?

A esta pergunta, respondi-lhe isto.

-Ora, meu caro Finório, para uma pergunta idiota, acho que merece uma resposta idiota. Porque não tentas usar a arte da dedução para resolver esse teu «enigma»?

-Hmm. - Respondeu ele, um pouco confuso. - Está bem, chefe.

-Vá, eu vou-te ajudar. Isto é apenas uma questão de se possuir alguma inteligência, meu caro amigo. Ora, vamos lá a ver, o Pai dele é originário da Rússia, e ele veio para Portugal, onde conheceu uma senhora portuguesa. Casaram-se, e tiveram o filho, e se não me engano, mais tarde, t…