quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Olha! Uma música do Simon & Garfunkel que ainda não tinha postado aqui!

Linda música.

Ando a ouvir esta muitas vezes estes dias.

Dos melhores temas que esta dupla teve para oferecer, para mim.

Fiquem então com «Homeward Bound»!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Uma crónica sobre... peluches. Ou iei! Voltei finalmente com as minhas idiotices!!! Ou ainda, eu sei que era (e ainda sou) um autêntico cromo...

Ah, peluches.

Seres fofinhos, felpudos, queriduchos, fluffies, enfim...

Quem dos meus leitores (sim, vocês são minha propriedade! MUHAHAHAHAHA!), não gosta destes objectos de pelúcia, hmm?

Acusem-se, vá!

Continuando...

Eu gosto imenso de peluches... poderia dizer que era para as miúdas, o que é uma perfeita mentira. Elas até devem pensar que eu sou um débilzinho mental, quando retiro o ratinho porta-chaves da minha mala, e começo a fazer coisas parvas com ele...

Resumindo, neste aspecto, sou uma criança grande. Pelo menos não sou como tais que se metem em drogas e tal. Nesse aspecto, sou saudávelzinho.

No resto, já possuo defeito de fabrico.

Eu tenho peluches que já vinham da minha infância. A maior parte deles está num cesto, que quase nunca mexo (faz-me sempre lembrar o «Toy Story 3», e a cena do miúdo a abandonar os brinquedos...). Mas estão lá, a marcar presença.

Ultimamente, tenho brincado muito com o ratinho porta-chaves, que me deram no Natal. Acho-o graça. E também porque a minha alcunha é «Rato».

E eu admito que gosto de peluches com toda a sinceridade! Não tenho problemas nenhuns em assumir isso (só se para ter um emprego, tivesse de odiar peluches, aí já considerava um pouco a minha opinião...).

Pensava, quando era pequenino, que os peluches tinham vida, e punha-me a falar com eles. Falta de vida social. Talvez fosse isso.

Mas enfim, fico orgulhoso que, na minha infância, gostasse de brincar com estes seres, e não com action-men, ou das outras coisas da moda. Eu sou sempre contrário à moda, não sei porquê. A moda é lentes de contacto? Pumba! Óculos de Sol. A moda é andar de skate? Pumba! Ando de trotinete e já vão com sorte... Aliás, acho que até já deixei de andar de trotinete long time ago... Por isso, vou a pé, que faz melhor!

E, para terminar esta idiotice, algo confusa, vinda dos recantos obscuros da minha imaginação, uma frase solene.

TEDDY BEAR AO PODER!

E assim, chegamos ao Fim.

PS - Este post é muito ridículo, eu sei. Mas serve apenas para marcar o meu regresso aos posts. O primeiro é sempre fraquinho, os outros, vamos a ver. Prometo que irão ser... mais fraquinhos, se eu conseguir.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Vigésimo Sééétimooo!

O 27.º capítulo do policial, todo ele atrasado.

Deveria ter sido publicado dia 15. Vai hoje.

Razões? As do costume. Atrasos e etc e tal.


Olho Morto, Detective Público


Um caso muito particular

Parte 27

-Começo por te perguntar a que horas chegaste a casa do Rui?

-Ó filho, lembro-me perfeitamente! Até olhei para o relógio nessa altura! oito e cinquenta e sete!

-Hmm... está bem. Que te lembras desse dia? E por favor apenas o essencial! Não comeces com desvios de conversa para tagarelice!

-Ai! Pronto, pronto, 'tá bom. Bem, do que eu me lembro é isto: cheguei, estava tudo na converseta. O Rui andava a passear pela sala e pela cozinha, a roer as unhas (uma nojeira, se queres que te diga... nem chegou a deixar esse vício, depois as pessoas admiram-se da vida que ele tinha...). Às nove e qualquer coisa, fomos comer. Não gosto nada daquela gentinha da turma... sempre todos parvos e...

-Sempre achaste isso de toda a gente, Ermelinda. Por isso toda a turma te desprezava - disse, interrompendo-a. Percebi que as minhas palavras a tinham deixado um pouco magoada.

-Sim, 'tá bem. Depois, mais tarde, ele finou-se...

-Finou-se? - Perguntei, um pouco distraído com a conversa, que nada relevante estava a ser. Estava a pensar noutras coisas e quando ouvi aquela palavra, não me apercebi do seu significado. Já era a segunda vez que me acontecia naquele dia não perceber o sinónimo de «morrer». A primeira tinha sido com o Estevão...

-Bateu as botas! Morreu!

-Ah, sim, sim. Continua então.

-Bem, estava na parte do «finanço». Depois, passado um bocado, como eu sabia que estar lá ou não era a mesma coisa, fui-me embora. Mas pelo menos ele teve a decência de me convidar. Mas é como se não tivesse ido.

-OK, OK. Nada a acrescentar? Nada de relevante?

-Bem, que eu saiba não.

-Está bem, então vou indo. Anda Finório.

Ele levantou-se, e eu disse para ir indo para o carro, que eu queria só dizer uma última coisa à Ermelinda.

-Sabes, nao me espanta nada que toda a gente da turma te desprezasse. Eras má para toda a gente, uma egocêntrica e uma grande descarada. Eu sei que não mataste o Rui, porque tu para matar alguém não serias capaz. Só gostas de insultar os outros nas costas. Independentemente do que disseste de mim aos outros desde sempre, estou-me nas tintas. Desde que não me venhas chatear a dizer que és a coitadinha. Bem, adeus.

Saí e reparei num pequeno cartão de supermercado, daqueles que as funcionárias desses estabelecimentos usam. Agora sabia o que ela fazia. Também não era bem o que eu pensava, já que ela era virada para os maldizeres e a coscuvilhice, poderia ter ido para a TVI ou para a SIC substituir os fofoqueiros que por lá andam.

Quando estava a descer as escadas, ouvi uma espécie de choro misturado com uivos. Fui um pouco forte, mas penso que há coisas que têm de ser ditas.

Entrei no carro, o Finório a ouvir música no rádio. Quando cheguei ao carro apanhei-o desprevinido a cantar «Wake me up before you Go Go», dos Wham, a fazer coreografias e tudo! A cara de envergonhado dele... que hilariante!

-Desculpe chefe - disse ele - Exaltei-me.

-Não te preocupes - respondi - Pelo menos não estavas a fazer a voz exactamente igual à música original...

Continua...

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ai que é o 26.º!

E eis que chega, outra vez atrasadamente, mais uma parte da história mais idiota e pior feita de toda a história da Humanidade.

E não, não estou a falar da do «Crepúsculo». Essa também é algo mázita, mas não consegue bater a estupidez, falta de criatividade e de inteligência, que o autor destas linhas tem todo o orgulho em ser o seu possuidor.

E o próximo capítulo do policial, espero fazer ainda em breve (porque este post, mesmo que esteja marcado como de dia 11, só está a ser escrito dia 19 - maroto, o Rui...). Hoje, talvez. Tenho andado atarefado com novas ideias a fervilhar no meu cérebro, como a nova série do programa (que já começou a ser gravada, e vou dar novidades daqui a pouco), e com outros formatos...

Mas deixemo-nos de devaneios e avanti!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 26

Toquei três vezes (acho que tenho uma certa afinidade, e psicose,pelo número 3)… no sexto andar frente de um prédio roxo, com cerca de… muitos andares (agora ia-me lembrar dessas coisas inúteis? Bem… lembro-me de algumas, mas o número de andares de prédios não é com certeza uma delas…)

Uma voz feminina, de cana rachada, apareceu no intercomunicador.

-Sim, muito boa tarde. Quem é?

-Boa tarde, minha senhora. Sou detective, e vinha-lhe fazer umas perguntas sobre o caso Rui Sousa…


-Ah. Só um momentinho – respondeu-me. E nessa altura, a porta abriu-se.

Quando o elevador todo xpto terminou a sua viagem até ao sexto piso, saímos de lá de dentro e deparámo-nos com uma rapariga loira, de olhos verdes, e com muita gordura a mais...

-Ermelinda? - Perguntei, com certo tom de «Mas que raio?»

-Nelo? Olá! - reconheci a voz fininha, algo tosca. Tinha prevalecido, passados todos estes anos!!!
E aí lembrei-me do quão tagarela (e chata) era a Ermelinda.

-O... Olá.

-Então? Como te vai a vida? Não me lembro de ter visto lá no jantar! Ah, esquece, tu não foste, não foi? Também não perdeste nada, foi só treta. E depois mataram o Rui... e então como te vai a vida? Mulher? Filhos? Vamos ter muito tempo para conversar. Entra, entra, que estou à espera de um polícia que me vem interrogar por causa desse assassínio...

-Ermelinda... - disse, interrompendo-a - Eu sou... o que dizer ser o «polícia».

-Quê?! TUUU? Pffff....

E começou-se a rir a bandeiras despregadas, para minha humilhação, e para os vizinhos.

-Tu, Nelo, que querias trabalhar nas artes, na música, tornas-te chui? AHAH! É a piada do ano!

Nessa altura, dois vizinhos saíram dos seus apartamentos, um a gritar «Ó mulher, você pode calar-se, fachavor?», e outro, a protestar que com todo aquele barulho, não conseguia acompanhar a novela brasileira. Aí, ela calou-se, pediu desculpa, e levou-me para dentro do seu pequeno compartimento habitacional, onde me conduziu à sala.

E continuou a palrar.

-O Nelo que eu conhecia, virado para artista, que actuou várias vezes com a sua banda lá nos bailes da escola, agora virou polícia? My god, a quantas anda o mundo...

-Eu não sou polícia - respondi, algo indignado. - Sou detective. E isso já foi há muito tempo, nem me lembro de quase nada dessa banda... nem sei onde andam os outros membros. Mas vamos a despachar, não comeces a tagarelar, porque ainda tenho muito trabalho para fazer hoje.

-Está bem, está bem. Só acho estranho teres ido para uma profissão que nada tinha a haver contigo na altura.

-Paciência. Vamos lá fazer isto.

E liguei o gravador, pronto para tentar «sacar» algo da Ermelinda...

Continua...

domingo, 10 de outubro de 2010

Análise à obra «O País do Carnaval»

(Este texto é um trabalho que fiz ontem, para Língua Portuguesa, em que tínhamos de ler um livro, e fazer um texto sobre ele. Publico aqui porque, enfim, também vai servir para encher espaço no blog. Amanhã vou ter de o apresentar à turma... aiaiai! Se puderem, dêem uma opinião sobre o texto. Demorei muito tempo para que ficasse como está agora... a porcariazinha.)

Escolhi para ler a obra O país do Carnaval, de Jorge Amado. Considerado por muitos o mais famoso e mais traduzido escritor brasileiro, a sua vasta obra foi adaptada para cinema, rádio e televisão. Foi autor de livros tão famosos e conceituados como Capitães da Areia, Gabriela, Cravo e Canela, Tieta do Agreste e O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, e recebeu inúmeros prémios vindos de toda a parte, como o Prémio Camões, em Portugal, no ano de 1994, e o Prémio Pablo Neruda, vindo da Rússia, em 1989. Foi Doutor Honoris Causa por diversas universidades um pouco por todo o mundo. O país do Carnaval foi o primeiro livro escrito pelo autor, quando este tinha dezoito anos. Publicado pela primeira vez em 1931, surpreendeu a crítica e foi considerado o melhor romance desse ano.
Queria ler este livro há muito tempo, porque o meu Pai gosta muito dele, e como já tinha ouvido falar de algumas obras dele (nomeadamente Gabriela, Cravo e Canela, que até gerou uma telenovela, e Capitães da Areia), achei que agora estava na altura de pôr a vista numa sua obra. E, para começar do princípio, li a primeira.
A história é, de uma forma muito resumida, isto: Paulo Rigger, um intelectual brasileiro que, a ordens do Pai, um agricultor de cacau, foi estudar Direito para França. Sete anos depois, Paulo volta ao Brasil, desembarcando na Bahia, num dia de sábado de Carnaval (várias vezes ele se pronunciará sobre o Brasil designando-lhe «o país do Carnaval»), desejoso de participar na vida política e intelectual do país. Lá, vive duas situações amorosas, que acabam mal, sente-se amaldiçoado com a sua má sorte, e entra num grupo de intelectuais, que irá mudar a sua vida, e a de todos os outros membros. Pedro Ticiano, um homem sexagenário, antigo jornalista, céptico e sarcástico, o líder e mentor do grupo, que, por escrever de uma forma completamente diferente e muito crítica, acabou por ser esquecido pela cultura e imprensa brasileira. Do grupo ainda fazem parte Ricardo Braz, um poeta que tenta fazer a vida na Bahia; o Gomes, jornalista e ao mesmo tempo ganancioso negociador, com alma de chantagista, que tem a obsessão de querer ficar rico; Jerónimo Soares, um bom rapaz, ingénuo, é o mais apagado dos amigos, e a sua vida é sempre perturbada com as questões incutidas por Ticiano; e por fim, José Lopes, o mais estranho de todos. Estes seis indivíduos, aparentemente diferentes, têm algo em comum: procuram a felicidade. Cada um tem a sua teoria para a encontrar. Só Pedro Ticiano, diz que só se encontra a felicidade, através da… infelicidade. José Lopes acredita que é através da filosofia, Jerónimo Soares, através da religião, e não digo mais, porque tira um pouco da graça ao livro, para quem não o leu. Várias peripécias vão acontecendo, sendo uma das mais importantes a fundação do «Estado da Bahia», um jornal feito pelo grupo de intelectuais, que visa atacar o Brasil. Depois, ao longo do tempo, várias coisas vão acontecendo durante o desenrolar dos tempos, o Gomes praticamente deixa de existir, Ricardo Braz acha que conseguiu encontrar o verdadeiro sentido da sua existência, José Lopes e Jerónimo Soares, também. Cada um tinha seguido caminhos opostos, e apenas Paulo Rigger achava que não tinha ainda encontrado o sentido da sua vida. Até que, quando acontece algo de grave a um deles (não revelo o nome do sujeito nem o que lhe aconteceu por circunstâncias que devem perceber, do tipo «Ah, se não leram o livro, então não vale a pena estar para aqui a falar de coisas que depois, se vocês tiverem oportunidade de o ler, já não vão saborear tanto a leitura como eu»), faz mudar tudo. E aí, enfim, chegamos ao final da história, que também não vale a pena revelar.
Gostava de apenas acrescentar uma pequena opinião crítica sobre esta obra.
O livro fala-nos do cepticismo dos intelectuais, de um país sem princípios éticos nem preocupações filosóficas ou políticas, na década de 20 do século passado. É uma crítica a um Brasil que, na altura, parecia não ter um rumo a seguir.
Jorge Amado, com uma perspicácia e genialidade pouco fáceis de encontrar, sobretudo na literatura brasileira consegue, mesmo que na altura tivesse 18 anos aquando a publicação de O país do Carnaval, uma história original, diferente e que retrata a sociedade daquele tempo, que em alguns aspectos, é perfeitamente actual. E é o verdadeiro exemplo de que a quantidade não é a mesma coisa que a qualidade, porque mesmo sendo uma obra pequena, de 150 páginas, está muito bem estruturada. Enfim, política, ideais, romance, traições, dinheiro, literatura, filosofia, alguns tabefes e muito samba e Carnaval são os ingredientes-chave deste livro de sucesso de Jorge Amado, numa narrativa deliciosa, que põe em causa também as diferentes mentalidades dos membros do grupo. Paulo Rigger é o centro da história, o principal, e acho que foi a personagem que mais me marcou, porque é um miserável com a vida que leva, e não consegue encontrar o verdadeiro sentido da sua existência! Nesta parte, identifico-me com ele (já na outra, envolvendo namoros e sexo feminino, é que parece que já fico um pouco aquém dele… mas enfim, isto não é a minha biografia!)
É claro que não é o livro indicado para quem leia pouco, ou para quem só aprecie literatura que não dê alguma ginástica mental (porque neste livro, Jorge Amado tenta que, em algumas partes, o leitor reflicta sobre certos aspectos da vida), mas quem goste de boa literatura, é o livro ideal.
Agora, irei ler mais livros dele, e tentar conhecer melhor a literatura brasileira. De uma terra de onde saíram grandes músicos (exemplificando, Vinicius de Moraes, Tom Jobim e Chico Buarque), excelentes escritores não faltam, e este é um deles.
É com casos destes que pensamos: «Já não há gente assim!»

sábado, 9 de outubro de 2010

John Lennon nasceu há 70 anos...

Lennon ficou conhecido com os Beatles, mas fez também uma carreira a solo sempre muito marcada pelo intervencionismo político, nomeadamente em defesa da paz. As celebrações vão espalhar-se pelo mundo. Em Liverpool, local onde nasceu, vão haver exposições e espectáculos e a inauguração de um monumento em homenagem ao ex-Beatles. A viúva de Lennon, Yoko Ono, e Sean Lennon, filho do casal vão estar na Islândia onde há um memorial da paz em homenagem ao cantor.


In RTP



Palavras para quê? Um grande artista, dos melhores e mais geniais do seu tempo. É o que se pode dizer dele.

Até foi criado uma conta no Youtube!

E, como já era esperado, o Google mudou de visual.

Termino esta pequena homenagem relembrando um excerto de uma célebre música dele...

Give peace a chance!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Rui Responde n.º 15

E eis que chegámos ao ÚLTIMO Rui Responde... da temporada! Não sei porquê, tenho uma obsessão pelo número 10. Isto teve 10 semanas a ser publicado... enfim.

O RR vai fechar temporariamente. E porquê?

Porque não recebi mais perguntas, até estas três. Por isso, reabro o RR daqui a uns tempos quando tiver mais.

E assim terei mais tempo para pensar noutras coisas do blog, como um certo programa que irá para o ar um pouco mais cedo do que eu disse (eheheh).

Mas fiquem então com as últimas 3 perguntas desta fornada do RR.

Duas vieram do André Pereira (o tal da banda) e uma da Bárbara (que tem um blog que podem ver o link por estas bandas, mas que já não é actualizado há algum tempo, com muita pena minha).

43.ª pergunta

Porque mudaste a visualização do teu blog?

André Pereira

É muito simples. Porque já estava farto da outra. Às vezes causava-me náuseas só de olhar para aquela página... Parecia de há 20 anos... Felizmente o Blogger pôs modelos de blog novos, e pronto, mudei!

44.ª pergunta

Achas que a palavra "mudasti" devia fazer parte do dicionario de língua portuguesa?

André Pereira

A minha pergunta é: aquilo é só uma manobra de marketing ou querem mesmo pôr aquilo nos nossos dicionários? É que, se fosse assim, mudava de país. Já não bastava o acordo ortográfico, agora isso também... ora... Se fosse uma palavra inventada cá, é uma coisa... Agora vinda de fora, naaa (acho eu que não é de cá, não tenho a certeza... NÃO ME PROCESSEM SENHORES DA NESTEA!!!)

45.ª pergunta

Qual é o teu top5 de músicas preferidas?

Bárbara Xavier

Já me tinham perguntado quais eram as músicas cujas letras me dizem mais. Agora esta pergunta é verdadeiramente lixada (desculpem o termo).

Bem, não ha top5. Há as que eu gosto mais. Uma delas é de certeza «Bridge over troubled water».

Agora, outras que goste muito, ponho aqui as que me lembro. Mas podem faltar mais!

«Let it be»
«Hey Jude»
«Sgt Peppers Lonely Hearts club band» (não a versão original, um remix do original que ouvi que achei muito bom)
«Cavaleiro andante»
«Heaven for everyone»
«Too much love will kill you»
«The boxer»
«Mrs Robinson»
«À minha maneira»
«Made in Heaven»
«Viva la vida»
«Dancing in the dark»
«Born to run»
«The river»
«Against all odds»
«It's raining again» (é tosca, mas acho graça)
«Circo de feras»
«Spread your wings»
«Streets of Philadelphia»
«(eu) Mudo»
«Quem me leva aos meus fantasmas»
«You can call me Al»
«Another brick in the wall»
«Man on the Moon»

Enfim, eu sei que faltam muitas, muitas, muitas, e que estas são mais do mesmo, são sempre as mesmas que eu digo, mas ficam aqui algumas, que te «saciem» a curiosidade. Desculpa não ter respondido à pergunta completamente dentro do contexto. Não conseguia...

E foi mais um RR, o último desta temporada. Mas irá voltar. Para isso preciso de perguntas vossas. Para os comentários, para ruialvesdesousa@hotmail.com e para o meu telemóvel, se o tiverem.

Bye bye!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

E abram aulas a mais um capítulo!

É claro que me refiro ao policial.


Cá vem mais um «fascículo» desta história interminável.


Ultimamente o blog tem sido só RR, isto e coisas de cinema... Mas tenho andado a juntar temas para fazer posts novos.

Mas o RR vai acabar (por enquanto) na próxima edição, e terei mais tempo para outros posts.

E também quero acabar com isto... o problema é que ainda falta muito!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 25

Saímos da casa quase assombrada, e o Finório ditou-me a morada do próximo suspeito. Suspeita, neste caso.

-Ermelinda Vasques - leu o Finório.

-Recordo-me bem dela. Era a galdéria da turma. Andava com todos.

-E com o chefe também? - perguntou o curioso rapaz.

-Não! Claro que não! A minha namorada era outra, na altura.

-Ah, está bem.

Um silêncio entediante reinou no veículo por instantes. Até que o Finório decidiu falar.

-ó chefe - disse ele - Você acha que vamos conseguir solucionar isto?

-Vamos o tanas! Se EU vou solucionar este caso!

-Pronto! Pronto! Está bem!

-Mas porque perguntas?

-P'ra saber.

-'Tá bem.

Liguei o rádio e, com o volume baixo, conseguia notar uns acordes de «Money» dos Pink Floyd.

-O chefe acha que vai receber alguma coisa especial por causa deste caso?

-QUE RAIO DE PERGUNTA, FINÓRIO?! CLARO QUE NÃO!

-Ah, é que como vejo o chefe tão empenhado, até estranhei...

-É porque... é porque... este caso tem muito a haver comigo, percebes? Estas pessoas, estes suspeitos e esta vítima, fizeram parte da minha vida! Foram meus colegas de turma! E... e... e eu quero resolver isto, para poder saber se os culpados não são pessoas com quem me dava, naquela turma. Percebes?

-Bem, está bom, chefe. Lá sabe.

-És muito novo para perceberes...

-Ó chefe! Eu já sou maior! Já tenho idade suficiente para pensar nessas coisas. Mas a mim este caso não diz nada, pronto.

-Ok.

Outro silêncio. Depois, foi a minha vez de começar.

-Eu não percebo como é que quiseste seguir este caminho.

-Não dava para mais nada, chefe! Sou um zero, percebe? E, com isto, que até gosto de policiais e tal, até me identifiquei. E o chefe foi muito generoso para mim, por me ter acolhido...

E começou a chorar.

-Vá - tentei consolar - Eu sei que tens razão. Não percebia era porque é que quiseste vir para assistente de detective. Aliás, ainda não percebi. Mas mais tarde explicas-me melhor, porque agora chegámos à casa da suspeita, vamos trabalhar um bocadinho. 'Tá bom?

-'Tá... 'Tá bom... - respondeu ele, já um pouco melhor.

Continua...

Fantástico!


Grande filme, adorei.

Michael Moore é um grande cineasta. Muitos já notaram isso. Acho que os filmes que ele faz deviam ser exemplo para o resto do pessoal do entretenimento, porque conseguem gerar controvérsia, mas não por coisas chocantes ou inúteis, simplesmente porque o Michael é directo com o espectador. Já vi outros filmes dele, os notáveis «Bowling for columbine» e «Sicko», mas gostei mais deste, talvez por ter visto numa sala de cinema, e não na televisão.

Vi ontem no cinema King, estão a fazer um ciclo dos melhores filmes desde Setembro de 2009 a Agosto de 2010. Achei interessante ver este filme e porque já tinha visto outros dele.

Por último, gostava só de dizer que o Moore consegue, ao mesmo tempo, fazer cenas hilariantes e fazer pensar as pessoas.

É muito raro haver filmes assim.

Vejam o trailer. Se o virem, irão pensar, talvez, que esta película é só galhofa e tal, mas não é.

É apenas um grande filme, um dos melhores do ano.

9/10