terça-feira, 28 de setembro de 2010

Rui Responde n.º 14

Este é o último RR...

Com a fornada de perguntas que a Inês e a Sara me mandaram.


Ao longo de 9 edições, fui postando aqui as respostas às suas 27 perguntas.

Para a semana a rubrica continua, mas com perguntas de duas outras pessoas. Um é o que tem a tal banda e que por vezes aqui aparece a comentar. A outra tem um blog.

Mas podem continuar a mandar questões, Inês e Sara! Eu agradeço!

Já sabem... ruialvesdesousa@hotmail.com, comentários do blog ou telefone, se o tiverem.

E de seguida, as 3 últimas respostas às 3 últimas perguntas (de 27!) que a Inês e a Sara me mandaram no Verão.

40.ª pergunta

Qual o teu cheiro favorito?

Inês & Sara

Difficult, very difficult... Mas gosto de sentir o aroma de roupa acabada de lavar, de um livro novo, de um delicioso alimento, de perfume (principalmente de mulher), enfim..

41.ª pergunta

Que desporto ou actividade gostarias de experimentar?

Inês & Sara

Não me importava de fazer esqui... ou jogar mais bowling, que há uns anos até gostava, quando ia a festas de amigos.

42.ª pergunta

Qual a tua hora ou altura do dia favorita e porquê?

Inês & Sara

Gosto da manhãzinha, quando o Sol ainda está por nascer... e ao fim da tarde, também gosto muito. É mágico... Gosto também muito da noite, principalmente no campo, ou em zonas pouco movimentadas. Ou no Algarve. Em Lisboa, bah...

E foi mais um RR, o último com perguntas das 27 que a Inês & a Sara me mandaram. Se quiserem mandar as vossas perguntas, por mais idiotas que sejam, voltem a ler o post, porque lá em cima está tudo escrito, tá bom? Isto não é nenhum daqueles concursos das madrugadas da TVI, em que as apresentadoras dizem a mesma coisa o programa todo.

sábado, 25 de setembro de 2010

Filmaço!

Cá vou eu falar-vos de mais um filme, que vi recentemente.



Já tinha ouvido falar (e bem!) desta fita, que ganhou vários prémios, como o Óscar de melhor filme de 1988.
Há muito tempo que estava com curiosidade de ver este filme, porque gosto muito do Dustin Hoffman (e que já revelei, na famigerada rubrica do Rui Responde, que se tivesse um talk-show, ele seria um dos meus convidados), um grande actor que já tinha recebido o prémio da academia de melhor actor com o filme «Kramer contra Kramer», e pela segunda vez, recebeu a mesma galardoação, com a sua interpretação neste filme.
(clicando aqui podem ver um excerto dessa cerimónia dos Óscares)
Além destes Óscares, «Rain Man» também venceu nas categorias de melhor argumento e melhor realizador. Acho que para um filme seja digno que se chame «filme», tem de ter um bom argumento, uma boa realização e bons actores.
E este filme tem tudo isso!
Mas agora, passando à história...

O materialista Charlie Babbit espera receber uma vasta herança após a súbita morte do pai. Mas é a Raymond, o seu irmão mais velho, internado numa instituição psiquiátrica e de quem Charlie nunca tinha ouvido falar, a quem toda a fortuna vai afinal parar. Raymond é um "sábio autista", com grandes limitações mentais em algumas áreas mas surpreendentemente genial noutras. Quando Charlie rapta Raymond, a louca corrida através do país até Los Angeles ensina-lhes algumas lições sobre a vida.

À medida que ultrapassam a mútua desconfiança, um forte laço começa a a uní-los, enquanto partilham memórias do passado, problemas do presente e um possível e auspicioso futuro lado a lado.


O que mais se destaca é mesmo o Dustin Hoffman. Faz um papel tremendo e espectacular. Aliás, os filmes com ele que vi até agora, são sempre bons. E é nestas alturas que penso como um velho conservador que «já não se fazem filmes assim...»

Dou uma nota de 8.5/10.

Sei que posso ter uns gostos um pouco estranhos para a minha idade. Eu sei que é um bocado invulgar eu não adorar certas «obras», como o Twilight ou o Kick-Ass, como outras pessoas da minha geração. Eu gosto de bom cinema! Bons dramas e comédias. Filmes que sejam originais e fascinantes...

And that's all, folks!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Ah, este pelo menos sai a tempo e horas!

Finalmente, consigo pôr um capítulo do policial no dia certo.

E cá está ele.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 24

-Portanto, Estevão, a que horas chegaste à festa?

-Lembro-me que fui o primeiro a chegar, já que só estava o Rui, a andar de um lado para o outro, algo nervoso...

-Nervoso? - interrompi.

-Sim, estava um pouco... a roer as unhas e tudo!

-Hmm... está bem. A que horas chegaste?

-Oito e meia. Vim naquela limusine que viste na entrada. Cheguei demasiado cedo, não gosto de me atrasar!

-Fazes bem, fazes bem. E o que te lembras desse dia?

-Bem, passado cerca de uma hora, começaram a chegar os outros convidados. Depois, jantámos não me elmbro bem a que horas, mas acho que era por volta das nove e tal. Depois, o jantar, que estava muito bom, conversa, houve muita, mas não muito comigo, estive quase sempre muito calado, e o Rui também, com um ar pensativo. Depois, por volta das dez e meia, ele puf!

-Puf?

-Morreu. Bateu as botas, faleceu! Enfim...

-Ah, sim. Continua.

-Depois fui-me embora mais ou menos depois disso, para que quando chegasse a polícia não me culpassem do que não fiz. Acho que foi o que a maioria fez.

-Está bem. E não te lembras de mais nada?

-Infelizmente não, porque estive ocupado todo o dia, e à noite tinha coisas a tratar, por isso estive a falar muitas vezes ao telemóvel, e saí várias vezes da mesa para atender (que é ser-se educado, acho, não se falar ao telemóvel à mesa). Mas eu estou inocente. E tenho provas! Estive cá em casa a tratar de coisas a maior parte do dia, fui à televisão para uma entrevista, está gravado!

-Ok, ok. Não pergunto mais nada! Sendo assim, acho que vamos indo. Anda Finório.

O Finório contemplava o que estava à sua volta, com a boca aberta de espanto.

-FINÓRIO!

Aí, ele deu um salto, e saímos.

O Estevão acompanhou-nos à porta.

-Bem, desculpem não ter ajudado em muito.

-Ah, não faz mal. Até qualquer dia.

Abri a porta, e quando ia sair, ele interpelou-me.

-Nelo - disse-me ele - Olha, pá, nós somos amigos, tens de acreditar em mim!

-Desculpa Estevão - respondi - mas aqui são todos iguais. Não há previlégios para ninguém.

E antes de sair, questionei-o pela última vez.

-Só mais uma coisinha. Que é que andaste a fazer durante esse tempo de espera de uma hora?

-Bem, eu... passeei um pouco e falei com o Rui - respondeu ele, um pouco reticente.

-Hmm, está bem. Adeus.

Agora, achava que ele tinha estado envolvido na morte, também. Mas como descobrir a resolução deste estranho mistério, que já me dava dores na «massa cinzenta»?

Caramba! Ainda faltava tanto para isto acabar!

Continua...

Olha! O policial também já anda nas redes sociais!

http://www.facebook.com/group.php?gid=149716575066781&ref=ts

Ao clicarem no link, encontrarão um grupo, quase recém-nascido, ainda por desenvolver.

Mas juntem-se! Juntem-se e convidem amigalhaços, e inimigos também!

Quem sabe, se o homem estranho e maluco que anda à vossa procura para vos tirar as tripas, não fica fã do Nelo!

(desculpem... humor negro em excesso... e também falta de namorada. Deve ser isso, também. É por isso que imagino os outros a terem desgraças, para além de mim próprio! É melhor marcar o psiquiatra para a semana. A ver se melhoro.)

Rui Responde n.º 13

Aqui está o RR (não confundir com uma certa rádio), que deveria ser de anteontem, dia 22 de Setembro. Já sabem, são as razões do costume.

E aqui vão mais 3 respostas a 3 perguntas da Inês e da Sara, e esta fornada de 27 perguntas que elas me mandaram irá acabar para a semana, mas depois ainda dá para fazer mais um RR, porque o André (aquele da tal banda) e a Bárbara me mandaram também as suas questões.

Mas já sabem. Caixa de comentários, ruialvesdesousa@hotmail.com ou o meu telefone (se o tiverem, se não tiverem bem podem tentar mandar para um número ao calhas, a ver se dá), para mandarem as vossas, tá?

Quero ver isto a crescer, pessoal! E para isso preciso da ajuda dos meus (poucos) leitores para isto crescer!!!!

Vamos às perguntas.

37.ª pergunta

Tens alguma colecção, ou gostavas de ter?

Inês & Sara

Isso tenho muitas, mas não são muito grandes, comparado a outras pessoas que façam também colecções destas coisas que vou dizer: BD, postais, selos, enfim...

Mas não ando obcecado a coleccionar e a coleccionar! É só quando me aparece alguma coisa que eu digo «Ah, isto vale a pena para a minha colecção!». Não sou como os coleccionadores fanáticos, que chegam a pagar milhões por um mísero selinho, que com esse dinheiro dava para comprar uma casa na quinta da marinha, e ainda sobrava dinheiro!

É só de vez em quando...

38.ª pergunta

Qual foi a tua maior desilusão até agora?

Inês & Sara

É sempre difícil escolher uma, porque é nestas alturas que não me lembro delas. Acho que as maiores foram ou de saber como certas pessoas eram na realidade, afinal, quando eu pensava que eu era completamente diferente (não vou pronunciar nomes), e também o nosso país, por si só, é uma grande desilusão.

39.ª pergunta

Qual é o teu número da sorte e porquê? (se é que tens um)

Inês & Sara

Acho graça terem posto os parênteses... Pensavam que, sendo eu a pessoa que sou, não tenho números da sorte.

E por acaso, não tenho.

Tenho é obsessão por certos números. Vou dizer à mesma, para elas ficarem contentinhas.

Ora, os números pelos quais tenho obsessão são o 5, o 13 e o 26.

E não me peçam explicações!

E foi mais um RR!

Mandem as vossas perguntas (até vocês, Inês & Sara, podem enviar mais!), para os sítios do costume, e se fizerem o grande esforço de subir a página para cima, com o ratito, está lá tudo explicadinho.

Mau! Queres ver que estou outra vez a postar um capítulo do policial atrasado?

Bem, cá vai mais uma desculpa para o atraso do capítulo.

É que não tenho andado desocupado para o fazer, pronto... nem tenho tido muito tempo para escrever coisas «como-deve-de-ser» no blog.

Mas hoje, faço maratona. Posto agora o capítulo do policial da semana passada, 17 de Setembro, depois o RR desta terça-feira, e mais logo o capítulo supostamente de hoje do policial...

E não se preocupem... Qualquer dia volto a fazer posts enorrrmes sobre temas variados... Já tenho andado a ter umas ideias.

Mas chega de parlapier (ou lá como se escreve), e «disfruten» (homenagem à vizinha Espanha) de mais um «fascículo» desta história.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 23

Um «garçon», devidamente fardado de «groom» (como os dos hotéis, para os ignorantes), abriu-nos a porta do carro, e ofereceu-se para o ir estacionar. Logo reparei que, do lado esquerdo da casa, existia um parque de estacionamento subterrâneo.

E eu, como devido egoísta que sou, queria ser eu a estacionar o meu «pópó» e não que um miúdo o arrumasse. Sempre fui assim. Gosto de ser eu a tratar das minhas coisas, e não mandar outros fazer.

Dava por mim a pensar qual era a necessidade do Estevão de todas aquelas luxúrias. Bem, é o que eu sempre me pergunto quando vou a casa de pessoas com uma quantidade de papel verde muito mas muito superior à minha.

Se eu fosse rico, não iria exibir o meu dinheiro. Escondia-o o mais que pudesse (até me passava por pobre!), para não ficar rodeado de gente a fazer-se minha amiga, mas a única coisa que queria era o seu «cachet». Preocupava-me comigo, e é claro, dos meus amigos (verdadeiros) que precisassem de auxílio. Talvez comprasse um apartamento maiorzinho, e mais nada!

Nem percebo a ambição de certas pessoas, quando são novas. «Quando for grande, quero ser rico, e ter muitas coisas!!!». Eu não, estou bem como estou e arrepia-me que o dinheiro, algum dia, me suba á cabeça, ou que fique excêntrico por causa dele. Digamos que sou quase alérgico ao dinheiro.

É claro que é bom ter-se dinheiro. Acho que é um pouco mau ter-se em demasia. Aliás, tudo é mau em excesso.

Depois de arrumar o carro, outro «groom», ligeiramente mais alto que o anterior, acompanhou-nos ao grande «hall» da casa. De seguida, fomos levados para a sala onde o Estevão estava sentado num sofá, virado para uma das tantas janelas que ali estavam, de costas para nós, e algumas nuvens de fumo vindas dali eram visíveis.

-Olá, Estevão. - disse eu.

Aí, as tais nuvens deixaram de ser vistas por uns momentos, um cachimbo foi pousado numa mesinha junto ao sofá, e depois de ter olhado para trás, para comprovar que éramos nós, levantou-se, com um ar cansado e stressado, e cumprimentou-nos.

-Nelo! Há quanto tempo!

-Estevão!

Depois de um efusivo aperto de mãos entre ambos, apresentei-lhe o Finório.

Depois, comecei com as coisas sérias.

-Estevão, precisava de conversar contigo sobre a morte do Rui. Sei que estavas presente quando ele morreu.

-Sim. - respondeu ele - claro que estava. Mas primeiro sentem-se!

Indicou-nos dois sofás idênticos ao que ele estava a utilizar, virou o dele para a nossa direcção, ficando de lado. Depois de nos sentarmos, ele fez o mesmo e pegou no seu cachimbo.

-Fumas? - perguntou-me ele, mostrando uma caixa de charutos «havanos»

-Não, obrigado.

-Ok, eu também não - disse-me - Só o cachimbo. Isto é só para aquela malta toda fina, que por vezes tenho de receber. Não gosto nada. Enfim, ossos do ofício. Então faz lá as perguntas que tens a fazer, que ainda tenho «affaires» daqui a duas horas.

-Vamos a isso então.

Liguei o mini gravador portátil e comecei mais um inquérito.

Continua...

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Este sim, é um filme que quero ir ver no cinema muito em breve!

Wall street 2: Money never sleeps.

Parece uma boa sequela, o filme original nunca vi, mas espero ver, e com o Oliver Stone a realizar, é sem dúvida uma boa fita. Basta dizer que este realizador foi responsável por outro grande filme, «W.», que aconselho a ver... É para mim o «Michael Moore», só com a diferença de Stone não fazer documentários.

Deixo-vos o trailer.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Born to run!



Muito boa música! De notar o solo de saxofone da música... gosto imenso, sei lá porquê!

Rui Responde n.º 12

E cá está.

O RR da semana passada.

Mais uma vez atrasado.

Já se sabia.

Well, mandem perguntas para os comentários, para ruialvesdesousa@hotmail.com ou para o meu contacto telefónico, isto é, se o tiverem.

E respondo a mais 3 perguntas da Inês e da Sara, que me mandaram 27!!! Ainda faltam algumas.

34.ª pergunta

Se agora pudesses escolher a tua profissão de sonho, qual seria?

Inês & Sara

Agora pensando bem, gostava de ser apresentador de TV, ser um realizador de cinema reconhecido em todo o mundo, e escritor (a ver se melhoro esta escritazinha).

Ou seja, tudo profissões irrealizáveis.

É a vida!

35.ª pergunta

Se um dia tivesses um talk-show, que nome lhe darias? E quem gostarias de convidar?

Inês & Sara

Se eu tivesse um talk-show, que também é uma das minhas ambições, para escolher o nome ficava indeciso... tenho algumas propostas. «Noites brancas», que é o título de um pequeno livro que li há pouco tempo, mas é muito «estranho», digamos assim. Também tenho a proposta de «O programa do mal-dizer» (eheheh, demasiado pretensioso, eu sei), e por último «The R side of life» (este já é um pouco mais interessante...). Talvez ideias melhores depois me surjam.

Convidados, gostava de trazer muitos, mas por agora só me lembro destes, e com um pequeno comentário a cada:

-Monty Python: Basta dizer que eles me influenciam muito, não só a mim mas como a muita gente que enveredou pelos caminhos da comédia. Seria uma grande honra tê-los no meu show.

-Bruce Springsteen: O Boss também teria de vir ao programa. É obrigatório que fosse. Grande figura, grande músico, é um dos melhores artistas que já vi, e that's all...

-Os «sobreviventes» dos Queen: Outra das grandes honras da casa seria receber os 3 senhores que faziam os Queen, e que com o Freddie, eram um grande quarteto. Seria um grande previlégio receber Brian May, Roger Taylor e John Deacon.

-Os «sobreviventes» dos Beatles: Paul McCartney e Ringo Starr. Apenas porque são grandes artistas, e também porque gostava de desmistificar alguns mitos, como que o Paul McCartney está morto e tal... eheheh ia ser um programa e pêras!

-Simon & Garfunkel: Palavras para quê? Até lhes podia para cantarem esta música, iria ser espectacular. Aliás, o meu talk-show seria espectacular, porque só para olharem para a minha cara de parvo, as pessoas mudavam para o canal do talk-show, para rirem e apontar... enfim.

-Jack Nicholson, Morgan Freeman, Dustin Hoffman, Tim Robbins e Sean Penn: Cinco grandes actores, indispensáveis para o show.

-Gato Fedorento: Why not?

-Michael Moore: Grande documentarista...

-Christopher Nolan, Tim Burton, Roman Polanski e Martin Scorsese: Grandes realizadores...

E mais uma data de gente que por agora não me ocorre. Estes chegam, não é?

36.ª pergunta

Porque decidiste criar o teu blog?

Inês & Sara


Uiii... essa é difícil...

Bem, era para ser um dos 282727 blogs que eu costumava fazer e que só duravam uma semana, só com vídeos e coisas assim. Mas depois este durou, fui escrevendo umas coisas, e pronto. Muitas vezes quis acabar com o blog, e ainda quero, às vezes, mas nunca desisto!

And that's all folks!

Foi mais um RR... Amanhã esta rubrica volta (porque amanhã sai outro... este era o da semana passada, supostamente...)!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O 22.º capítulo da saga de mistério do blog, que com as andanças que tenho tido não pude publicar sexta-feira passada, e publico hoje!

O título diz tudo...

Agora ando com a mania dos títulos grandes!

Let's go with one more chapter!

Ladies and gentlemen...

Trrrrr....

Tratatatatatatata!

(música de épico)


Olho Morto, Detective Público


Um caso muito particular


Parte 22


-Epá! C'a casa chique! - proferiu o Finório, boquiaberto.

E tinha razão. Quando chegámos ao local, avistámos uma enorme mansão, toda 'finérrima', como dizem as tias, seguranças a vigiar, e pelo portão, daquelas que são grades, conseguia-se ver estacionada uma limousine, com 6 portas de cada lado, pelo o que consegui contar.

Ao ver o carro, um dos seguranças veio interpelar-nos.

Depois de uns dois minutos de silêncio, em que o dito agente, bastante alto e com óculos de sol de marca, inspeccionava o carro, finalmente ele disse algo.

-MAS QUE VEM A SER ISTO???

Aí dei um salto, porque estava com a janela do carro aberta, e levei com aquela espécie de grito de guerra dos índios no ouvido esquerdo. Ah, e com alguns perdigotos, também.

Depois de alguns momentos de silêncio, o estranho homem lá voltou a fazer a pergunta.

-RESPONDA, O SENHOR! QUÉ QUE VOCEMECÊS ESTÃO AQUI A FAZER?

Depois de alguns segundos de silêncio, lá balbuciei umas palavras.

-N... nós... v...v...viemos falar c... com o senh....senh...senh...senh...

-MAU! COM QUEM É QUE VOCÊ QUER FALAR AFINAL?

Aí, consegui dizer algo correcto.

-Com o senhor Estevão! Sou... Olho Morto, detective... Para lhe fazer umas perguntas... sobre o caso Rui Sousa...

Depois de outros momentos mudos, o homem botou um sorriso na cara a olhar para mim. De repente, começou a falar connosco num tom de voz normal, mas ainda parecendo que nos queria fazer mal.

-Ah! Colegas! Sempre a trabalhar pela justiça, não é? Eheheh...

-Ah, pois... - respondi, soltando um «eheheh» pouco efusivo.

-Bem, o senhor Estevão está agora a falar ao telefone com o ministro das obras públicas.

«Ministro das obras públicas?» pensei. «Ah, é isso! Ele é o ministro dos negócios estrangeiros!»

-Aaaah - respondi - E quanto tempo é que demora?

-Bem, eu não sei se ele depois terá mais algum compromisso, mas aguardem um pouco, que já venho.

Lá foi o fulano, esperámos um pouco, enquanto eu andava de rádio em rádio a ver o que estava a dar (é tão giro quando se passa pelas rádios locais e ouvem-se músicas, enfim, tão... ah, basta dizer que são pimba).

Passados 38 minutos (segundo o meu cronómetro), o homem voltou.

-O senhor Estevão quer recebê-lo. Ao princípio, não queria falar com ninguém, mas assim que soube que era sobre o caso, mudou logo de ideias.

-Ah, boa. - respondi.

-E o outro passageiro, talvez ficasse...

-Ah, não se preocupe - respondi - É o meu adjunto.

-Ah, sendo assim está bem.

O Finório mostrou uma cara feliz, ao ter ouvido aquilo. Logo abriram-se os portões e entrámos no casarão.

Continua...

PS- a parte que supostamente era a de hoje, vai sair para a semana, porque este fim-de-semana não vou poder ir à net. Peço desculpa pelos sucessivos atrasos, é temporário.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Anúncio que surpreendemente foi censurado e não passou na TV (deve ser por causa da violência)

Lembram-se deste post?

Pois bem, então vejam este anúncio.

É algo chocante, mas se o virem e pensarem...

Expressa totalmente a minha opinião sobre esta temática.

Mais um post para me tentar desculpar pela minha atrasadice (mais uma, sim) em relação aos posts, mesmo sabendo que apenas meia dúzia de gente lê isto

(Eh pá c'a ganda título!)

Desculpem, mais uma vez.

Quando puder, irei postar o capítulo do Olho Morto da passada sexta-feira, e o RR de ontem...

Não tenho tido muito tempo para o blog...

Ainda se ganhasse dinheiro para escrever aqui, mas nem isso...

Well, see ya.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Rui Responde n.º 11

Este era o RR que deveria ter saído esta terça. Não saiu porque não pude vir à net postá-lo.

Aqui vão mais 3 perguntas que a Inês e a Sara me mandaram em parceria. No total são 27 (uh lá lá, quero ver quem me manda mais... eheheh), que eu ando a responder. Ainda faltam muitas por responder...

Mandem as vossas questões para os comentários, para ruialvesdesousa@hotmail.com ou para o meu número de telemóvel, se o tiverem.

31.ª pergunta

Quando eras pequeno qual era a tua mania da perseguição?

Inês & Sara

(acho que ainda sou uma criança, mas pronto...)

Quando era mais novito, tinha a mania de ouvir vozes a chamarem-me «Rui!» por todo o lado. Não sei porquê. Sou louco eu sei. Mais recentemente, foi quando havia um Rui para além de mim próprio na sala, e sempre que falavam com ele pensava que estavam a falar comigo. Enfim...

32.ª pergunta

Qual o teu ditado favorito, ou qual aquela que te identificas mais?

Inês & Sara

Epá, ditados, o meu preferido é um provérbio acho que chinês, que é este.

Um idiota pobre é um idiota. Um idiota rico é rico.

Acho muita graça a este provérbio, porque realmente diz uma grande verdade.

Agora, o que me identifico mais, não sei.

Talvez Grão a grão enche a galinha o papo.

Não sei porquê. É giro.

33.ª pergunta

Gostavas de um dia, te casar e ter filhos?

Inês & Sara

Claro! Why not?

Acho que deve ser o sonho de qualquer pessoa. Pelo menos por agora quero é arranjar namorada. Depois logo se vê isso tudo.

E foi mais uma edição do RR. Já sabem, mandem as vossas perguntas para... ora, está lá em cima do post a dizer!

Adeuzzz...

O capítulo da semana passada...

E eis que agora, posto o suposto capítulo da semana passada do policial. Depois, postarei o RR desta semana, e amanhã de novo o policial.

Cá vai.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 21

Bem, que haviam 3 assassinos, isso não tenho dúvidas. Mas quem seriam? Tantos suspeitos, e só alguns é que já tinham sido interrogados.

Tinha de pensar bem, reflectir no assunto...

Quem mata uma pessoa, ou foi paga para o fazer, ou tem os seus motivos.

Ou então foi paga para o fazer por alguém que tem os seus motivos

Hmm... Já estou confuso.

Mas quem quereria matar o Rui? Quem teria motivos para o fazer ingerir um veneno mortífero?

Alguém a quem ele devesse dinheiro? Naaa, ele não devia nada. Nunca pedia nada a ninguém...

Talvez em algum sarilho em que se tenha metido.

Escrevia num bloco as conclusões a que chegava.

Bem, ele era conhecido... talvez a sua escrita tivesse feito alguma polémica... se calhar ele meteu-se em politiquices... já era costume...

Nesse momento, o Finório bate-me à porta, despertando-me do meu pensamento.

-Chefe! Cheeeefe!

À primeira não tive paciência para abrir, mas ele insistentemente continuou.

-Cheeeeefeeee! ó Cheeeefeee! Abra a porta!

Fui abrir a porta, já irritado.

-Finório, eu não disse que não queria ser incomodado?

-Era só para lhe trazer a sua tosta mista e o seu café habitual da tarde, quando o chefe está cá.

-Hmm, obrigado.

Arranquei-lhe o tabuleiro das mãos, fechei a porta na cara dele, com uma força descomunal, que o levou a proferir «Eia c'a bruto!».

Continuei a pensar. Depois lembrei-me que ainda tinha outros suspeitos para investigar. O tempo corria contra mim.

Saí a correr, chamei o Finório, para vir comigo, depressa saímos, mas antes deixei um recado
à secretária.

-Dona Carla - disse-lhe - Se eu receber alguma visita, alguma mensagem, enfim, seja o que for, ligue-me logo, está bem?

-Ok, senhor Nelo.

Aquela secretária. Às vezes arrepelava-se-me a espinha só de falar com ela. Bem, é dotada de uma beleza... enfim, não nos metemos em rodeios.

Entrámos para o carro, e pedi ao Finório para me passar a lista.

-Hmm... próximo suspeito, Estêvão Ramos... acho que já ouvi este nome em qualquer lado...

Meti o prego a fundo, e lá seguimos caminho.

Continua...

PS-Desculpem esta parte ser tão pequena, mas é daquelas partes a que chamo «de transição». E também servem para encher chouriços. Isto tem de durar!

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Rui Responde n.º 10

Este é o suposto Rui Responde da semana passada. Logo virei postar o de ontem, depois de postar o capítulo do Olho Morto que faltava (eram dois que faltavam, um deles já está). Está biene?

Cá vão mais 3 perguntas da Inês e da Sara. Já sabem, as vossas perguntas, para onde as mandam? para a caixa de comentários, para ruialvesdesousa@hotmail.com ou para o meu telemóvel, se o tiverem.

Cá vão:

28.ª pergunta

Qual é a foto tua mais estranha que tens?

Inês & Sara

Qual Pfff ahah... deve ser uma piada não?

Se ainda fosse «Qual a foto tua menos estranha que tens?», era mais normal, mas agora a mais estranha? São tantas!!!

Aiai... estas miúdas matam-me...

29.ª pergunta

Qual a tua memória mais antiga?

Inês & Sara

Uiii... para responder a esta pergunta, preciso de puxar muito pelos neurónios... ora deixa cá ver... a minha memória mais antiga... hmmm...

Ah, deve ser quando eu tropecei no chão, tinha 4 anos.

É a minha memória mais antiga, acho eu.

E que bela memória.

(se não perceberam, era sarcasmo. Completo. Chorei muito nesse dia. Pobre de mim...)

30.ª pergunta

Qual a recordação/memória (que não tenha a haver contigo) que mais te "marcou", ou de que te lembras bem por alguma razão estranha/especial?

Inês & Sara

Ao princípio respondi mal à pergunta, porque a li mal, e pus coisas que tinham a haver comigo.~

Mas a Inês viu e disse-me que tinha posto mal, lá estou eu a corrigir...

Enfim... recordações que não tenham a haver comigo? Recordações dos outros?

Epá!

Depois eu fui-lhe perguntar o que queriam que eu respondesse, e ela disse-me que era uma história, uma imagem, algo que me tenha marcado não directamente.

Depois eu disse-lhe que isso, que essas recordações, tinham a haver comigo!

E a resposta dela «sim, mas... arg. Esquece, não sei explicar». Aqui ela já se estava a passar, mas enfim.

Vou responder à pergunta dizendo coisas que me recordo que não tenham a haver com a minha vida pessoal, mas, que no fundo, têm a haver com a minha vida pessoal!

AI! Já estou confuso. E vocês também, presumo. Isto já parece a feira...

Por isso, vou responder à pergunta (que está mal feita, segundo a lógica da resposta que elas querem), coisas que me marcaram, mas que não estejam directamente relacionadas com a minha vida pessoal. Coisas que se depararam comigo, pessoas, situações, que me marcaram, mas que eu não tivesse envolvido. E que sejam estranhas. Ela depois explicou-me, depois de tanta conversa a dizer que era assim, afinal era assado... aiaiai... as mulheres. Quem as entende? (brincadeirinha).

Portanto, cá vai a resposta.

Ah, lembro-me uma vez de estar no Chiado (aliás, o Chiado é o sítio das coisas estranhas por excelência, dava para fazer uma nova temporada dos «Ficheiros Secretos» toda ela passada no Chiado), de ver um homem a apregoar aos sete ventos que o mundo ia acabar e que os extraterrestres vinham aí para nos salvar. Não sei porquê, recordo-me disto muito bem. Já tinha visto muitos lunáticos destes, mas este marcou-me especialmente. Era diferente. O homem parecia uma espécie de Panoramix (aquele magozinho do Astérix), mas mais louco. Enfim, depois nunca mais vi o homem. (agora um pouco de ficção à «Ficheiros secretos») Talvez ele estivesse a dizer a verdade, e o governo raptou-o. Pelo menos era o que pensaria o Mulder...

E dava um bom episódio dos «X-Files».

Outra coisa estranha, que me recordo, é de uma senhora que vendia flores. Estava sempre à porta de casa da minha avó materna, na avenida de Roma, que já morreu, e sempre que eu ia lá, lá estava ela. Depois morreu, há pouco tempo, mas sempre que passo por aquela casa.

Enfim, por agora só me lembro disto.

E foi mais um RR. O próximo sairá loguinho que possa.

Bye!

Sobre aquele caso que parecia que tinha acabado de vez na semana passada mas afinal não acabou, ou seja, o da casa Pia...

Sem comentários.

Só digo que isto ainda tem muito para durar...

Oh se tem...

Vão agora todos os arguidos condenados apresentar queixas, e tal, até vão fazer queixinha ao tribunal dos direitos humanos, ou lá o que é... pelo menos o Carlos Cruz vai.

Enfim...

Culpados, afinal, quem serão?

Isto é só o príncipio de um fim que ainda está longe...

Muito, muito longe...

Está mesmo!

O capítulo de há duas semanas...

Ora, como já devem saber, estive fora nos últimos 12 dias, e foi-me impossível vir aqui postar com tempo o Olho Morto e o Rui Responde.

Por isso, posto agora os capítulos do Olho Morto que faltavam, o de há duas semanas e o da semana passada, e os números do Rui Responde, da semana passada e o de ontem.

Para já, fica aqui o capítulo de há duas semanas. Depois postarei o Rui Responde da semana passada, depois o Olho Morto da semana passada e o Rui Responde de ontem, está bem?

Cá vai.

Este capítulo é bonzinho...

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 20

Logo que cheguei ao escritório, fui interpelado por um tipo com óculos de fundo de garrafa, que envergava uma camisa xadrez, metida para dentro dos calções de ganga que vestia, sapatos all-star e meias até ao joelho. Um homem que tem muita dificuldade em vestir-se, e com mulheres. Foi o que pensei.

-Shôr Nelo - disse-me ele - Eu shou o Shamuel, lá do laboratório dash autópshias.

Só me faltava esta! Um homem que diz os «esses» e os «cês» de uma maneira tão ridícula. E assim está completa a descrição deste homem tão peculiar.

-Deixe-me ver isso.

Entregou-me um envelope para as mãos. Não percebi nada do que estava lá escrito. Era daqueles hieróglifos de especialistas criminais.

-Poish - disse o especialista - Bem me parechia que não ia consheguir ler isho.

E soltou uma risada parecida com o cantar de um abutre (perdoem-me a expressão, mas foi o que me veio à cabeça ao ouvir aquele riso).

-Eu explico-lhe. Ao andarmosh a inveshtigar o corpo da vítima, encontrámosh não um, nem doish, mash shim trêsh tipos de venenosh, altamente mortíferosh. Cada um delesh...

-Olhe - disse-lhe, interrompendo a explicação, e já irritado com aquela estranha maneira de falar - Não veio nenhum colega consigo?

Estava basicamente a tentar arranjar maneira de ele se calar e de conseguir ouvir a história de uma forma normal.

-Shim, mash o meu colega shentiu-she mal dishposhto e teve de sair.

O meu pensamento foi inundado por um grande palavrão, que nestas linhas não digo, meus caros, por ter consideração por vocês.

-Hmm, está bem - respondi - continue lá o resto.

Nessa altura, reparei que ele usava um aparelho, daqueles de tirar e pôr.

-Espere - disse eu - Não podia tirar o aparelho por uns instantes?

-Ah, eshtá bem - disse ele a tirar o aparelho. - Posso continuar?

Agora já falava correctamente.

-Claro que sim, rapaz! Continue lá.

-Bem. como eu estava a dizer, encontrámos três tipos de venenos no corpo da vítima, que cada um deles pode matar uma pessoa. E os três juntos, então, matam o morto...

Novamente uma risada de abutre.

-Peço desculpa, foi muito engraçado. Não me pude conter. Mas continuando... Cada veneno tem funções diferentes, e mata a pessoa a tempos diferentes. Um dos venenos foi o clekezembrafotol, que o que faz basicamente é destruir os pulmões da vítima, que ficam como cinza, e demora duas horas a actuar. Tem um sintoma, que é dores no peito, como se fosse uma pontada, noventa minutos depois de ingerido. É um pequeno líquido, cerca de 2 mililitros, que se mistura num copo.
O segundo veneno encontrado foi o glokozesfecterol, que os nazis tiveram a ideia de chegar a usar para os judeus, nos campos de concentração, mas que foi abandonado por não matar em massa, como Hitler queria. Demora cerca de uma hora a aniquilar um ser humano, e o sintoma são dores de cabeça constantes nos últimos 15 minutos de efeito da droga. O que faz basicamente é congelar rapidamente o cérebro, ficando este sem funcionar no final do efeito do veneno. É também um líquido, de 1,5 mililitros.
Por fim, o terceiro veneno utilizado foi um pó que é da mesma textura e da mesma cor que o sal de mesa, que ao entrar no organismo, começa a fazer uma espécie de «aperto» no sistema circulatório. Demora 10 minutos para fazer aquilo para que foi criado. O sangue deixa de circular, e o coração pára. Não tem sintomas. Provavelmente terá sido posto na comida da vítima. E não tem sintomas.

-Caramba! - exclamei. - Coitado do Rui! Três venenos diferentes! Então, mas você disse que um único veneno bastava para matá-lo?

-Afirmativo. - respondeu-me. - E já agora, posso voltar a colocar o aparelho?

-Com certeza. Mas então, isto confirma que houve mais que um assassino, e que eram todos eles peritos em assuntos de venenos mortais!

-Poish, exactamente.

-Hmm. Ok. Senhor Samuel, deixe-me ficar com o resultado da autópsia. Pode retirar-se.

-Ok, obrigado, shôr Nelo.

Nesse momento, chegou o Finório.

-Finório, agora vou para o meu gabinete. Vou pensar neste caso, que estes dados que recebi foram muito importantes.

-Tá bem chefe.

E fui para o meu compartimentozinho, meditar no assunto.

Continua...

PS - Tudo o que é relacionado com os venenos é ficção, mas se algo corresponder à realidade é pura coincidência. Ou então sei muito de venenos sem o saber...

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Desculpem qualquer coisinha...

Estes dias não pude vir à net, porque... não pude!


Virei cá postar, quando tiver mais tempo, os dois capítulos do Olho Morto, o da semana passada e o de hoje, em breve, e o RR da semana passada.


Em relação ao programa, pronto, vai haver um novo genérico. Já previa, e já tenho uma ideia...


Mais novidades em breve, amiguitos.


Agora tenho de ir.


Vou para a praia.


Solzinho, águinha...


Enfim.

Adeuzito!