segunda-feira, 31 de maio de 2010

Mudança...

Depois de dialogar e de me reunir com a minha vastíssima equipa do «Programa do Mal-dizer», ou seja, depois de ter uma reunião comigo próprio e com um ursinho de peluche (é o meu amiguinho imaginário. Desculpem a minha infantilidade), ficou decidido que o programa iria mudar de dia.

E porquê?

Porque, como devem já ter reparado, tenho tido dificuldades em pôr o programa no ar à segunda-feira.

Portanto, a partir de agora, os 6 restantes episódios do «Programa do Mal-dizer» sairão sempre à quarta-feira. É a meio da semana e tal... é mais ligeirinho. Ou não.

Mas isso fica a vosso critério!

domingo, 30 de maio de 2010

Uma odisseia no aeroporto...

Meus amigos e minhas amigas (mais amigas que amigos, é certo, porque como já referi, o meu blog é mais lido pelo público feminino), resolvi hoje escrever um post grandinho, para voltar aos tempos (mais ou menos) áureos de quando eu escrevia artigos longos e algumas pessoas comentavam.

E hoje, resolvi escrever sobre aeroportos. Mais precisamente, a minha diz-que-é-uma-espécie-de-visita ao Aeroporto da Portela. Mas talvez vocês se estejam a interrogar: «Ora essa, esse Rui agora vai de férias e não me dizia nada?». Se vocês estivessem a pensar nisto é melhor deixarem de pensar e irem-se trancar na dispensa de vossas casas. Quem não pensou isto, pode continuar a ler este texto.

Bom, então, para as pessoas, talvez mais espertas (ou que lêem a mente dos blogueiros como eu), que pensaram (ou que perceberam que era para pensar) Mas que raio é que aquele caixa-de-óculos foi fazer ao aeroporto?», eis a explicação.

Ora, a minha Mãe é técnica de turismo, ou seja, trabalha com turistas (a sério?). Um dia, um grupo de estudantes luso-franceses (que nasceram em Portugal mas emigraram para França) de uma escola de Estética veio cá, e a minha Mãe é que ficou encarregue deles. Não como baby-sitter (ÓBVIO), mas ficava encarregue de os orientar nos aeroportos e nas viagens. Ora, há uns dias esse tão famigerado grupo ia embora de volta à terra das «baguettes» e dos «croissants», e a minha Mãe tinha de ir ao aeroporto tratar do check-in e etc e tal.

Estacionámos o veículo de 4 rodas (que normalmente é chamado de carro) no parque do Aeroporto. De seguida, subimos as escadas que iam dar acesso ao andar de entrada do aeroporto (e a esta altura alguns de vós estão a pensar «Uau! Isto é tão… interessante, que acho que vou fechar para ler noutro dia. Daqui a uns 50 anos, talvez».) Voltar a entrar naquele aeroporto deu-me uma certa, não sei como se diz, mas acho que era uma sensação próxima da nostalgia.

Uau! Ver aqueles estrangeiros todos a gritarem e a insultarem meio mundo por os seus voos serem cancelados (e com razão, diga-se. Esta «visita» foi feita na altura em que a nuvem da Islândia espalhava o terror nos aeroportos portugueses). Enfim, a minha Mãe pensava que o autocarro com o dito grupo estudantil ainda não tinha chegado, portanto fomos para a entrada do aeroporto a ver se o víamos. Quinze minutos depois, quando a minha Mãe começara a fumar um cigarrito, uma das professoras veio ter com ela (mesmo que francesa falava muito bem português, logicamente por ser emigrante em França) a dizer que já estavam todos lá dentro na fila do check-in.E a minha Mãe disse que «é que eu pensava que ainda não tinham chegado» e a professora disse que tinha de voltar ao grupo e a minha Mãe disse que já íamos lá ter.
Fumou o cigarro à pressa, e se eu me lembro deixou-o a metade (como é que eu me lembro destas coisas?)

Tapetes rolantes e muitos corredores depois, chegámos ao dito lugar.

Montes de gente, uma voz de fundo que dizia «Os passageiros do voo tal que se dirigam para a porta de embarque» e depois em mais umas 5 línguas (pena que não dissesse em russo, ou chinês. Para que eu me pudesse rir um bocadinho).

Vi tantos jovens nos tão populares grupinhos, que existem em todos os países. Pareciam hippies, ou coisa parecida, da maneira que estavam dispostos. Em roda, sentados no chão, mesmo no sítio do check-in. Portanto, uma pessoa está à espera de levantar o seu bilhete de aeroporto e sente um pouco atrás de si muitos pares de olhos a observarem-no. É desconfortável, essa situação. Digo-vos que é porque passei por isso nesse dia. A minha Mãe foi ter com as professoras da tal turma de alunos, e elas estavam lá com os alunos que faltavam para fazer o check-in. Bom, eu e a minha Mãe fomos ter com elas. E entrámos naquela fitinha que quando não há fila de espera é muito estranha para mim. Aquela fita das filas, que faz um percurso tipo labirinto. Não vos consigo explicar melhor, desculpem.

Depois, a minha Mãe ainda pôs conversa com as professoras, que eram 4, mas só estavam ali duas. Parecia que aqueles alunos tinham feito javardice e asneirada na pousada onde estiveram estabelecidos. Segundo uma das professoras, que agora não me lembro, os «mais mal-comporrtados desenrroscarram os alarmes de incêndio parra poderrem fumarr sem serrem descoberrtos». (os alarmes de incêndio referidos têm assim uma aparência àquelas lâmpadas semi-circulares que se põem no tecto.)

Depois, os que restavam fizeram o dito check-in, mas aquela professora que contou da malandrice de certos alunos continuou a dialogar com a minha Mãe. Eu tive o infortúnio de olhas para trás, e… vi cerca de 10 pares de olhos sentados no chão nas ditas filas hippies. Fiquei logo «Ai que vergonha». Ainda por cima daquele grupo de estudantes haviam uns da minha idade…

Bom, depois, um rapaz acorreu à professora (e ainda bem, senão tinha enchido isto com mais 200 linhas de coisas inúteis e dispensáveis), pedindo-lhe dinheiro. Poderia ser um ladrãozeco de aeroporto, poderia ser um cobrador, mas afinal era o filho dela, como eu pude constatar quando ela no-los apresentou. Depois ela deu-lhe uma notita, ele soltou um «merci», mas ela «Parler en portugais» (peço desculpa se houver algum erro nesta frase… o meu francês é um bocado… mauzito). E ele disse «obruigado». Disse mesmo assim! Não é nenhum erro de escrita! Uau! Só aí é que me apercebi que o meu nome é muito utilizado por franceses que não sabem falar português… Iupi! Sou um felizardo! Mas afinal parece que não. E aí (finalmente) acabou a conversa, e a professora chamou as outras professoras para reunirem todos os alunos.

Encortando, porque houve partes que se seguiram a isto que não interessam MESMO nada (como alguns alunos irem à casa de banho, uma das professoras telefonar de um telefone público para a dita escola em França, e que uma dúzia de alunos se julgavam perdidas mas afinal tinham ido comprar chocolates), nem dá para tirar um pingo de humor (quer dizer, da cena do telefone público até dá, porque noutro telefone ao lado, estava um indiano a falar… indiano. Pffff… meteu-me tanta piada. E ainda por cima tinha voz fanhosa. Duplamente engraçado! É daquelas coisas típicas que se encontram nos aeroportos. É isso e preços exorbitantes em coisinhas mínimas...), os alunos dirigiram-se para a porta de embarque.

As professoras despedem-se, agradecem inúmeras vezes à minha Mãe, e ela toda coisa, e tal.
Ah, de seguida as ditas miúdas que se tinham perdido chegaram, uma das professoras estava à espera delas (os outros todos já tinham ido para o avião), e disse-nos «Au revoir» e disse às meninas que eu era o filho da Cristina (a minha Mãe, dah!), e a dizer para elas se despedirem de mim. Elas todas «Au revoir», e eu, um pouco envergonhado, vá, porque digamos, eram giras, disse, um pouco engagejado, «Au…au…revoir». A minha Mãe e a outra professora a rirem-se baixinho. Ai que vergonha!

Bom, e de seguida, foram também embora. E eu e a minha Mãe seguimos para casa. «Pronto, isto já está despachado», soltou a minha Mãe, e dirigimo-nos ao carro e voltámos a casa.

Bom, e foi esta a minha odisseia no aeroporto.

Quê? Esperavam mais? Ora essa! Isto já deu um trabalhão de escrita e de memória, ok? Portanto… contentem-se com o que há!

Achei giro contar esta história para preencher os ditos posts enormes que não tenho feito. Este até é grande, mas para mim é um bocado insonso. Bom, também a minha opinião é minha! Mas acho que a vossa opinião não deve divergir muito dela…

Até qualquer dia!

Rui Sousa

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Sexta-feira, dia de policial...

Como prometido, aqui têm mais uma parte do policial, que agora sairá sempre um novo capítulo à sexta-feira.

Só para esclarecer, porque há uns dias um leitor me perguntou: Neste policial, certos nomes são reais (são pessoas que eu conheci mesmo) e outros são nomes inventados, porque achei que havia certas pessoas que não seriam necessárias omitir nesta história, por isso, dei-me ao trabalho de inventar certos nomes.

E pronto, leiam que agor só há mais para a semana e isto ainda vai ter muitos episódios...

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 7

Depois de ter feito uma lista detalhadamente detalhadíssima e organizadamente organizadíssima, com os contactos de todos os arguidos (ou suspeitos, ou como lhes quiserem chamar), que me custou duas horas de trabalho, mandei de seguida o Finório para casa. Estranhamente, durante aquele tempo ficou muito quietinho e caladinho e, o mais impressioante de tudo, não causou estragos! Deve ter sido do sermão que lhe dei. Quando acabei já era de noite, portanto decidi continuar a investigação no dia seguinte. Aproveitei para estabelecer-me em frente ao sofá e inserir no leitor de DVD's «Voando sobre um ninho de cucos». Não sei porquê, mas apeteceu-me ver um filme com loucos. Talvez por achar que um dia também iria parar a um hospital daqueles. Não por vigarice para escapar a algo, (no caso do Jack Nicholson, no filme, era escapar à sua pena de prisão dizendo-se louco), mas por um dia com o stress e as tretas todas da minha vida. Não vou começar agora, neste ponto, a contar a minha vida. Mas apenas vos digo que não foi muito boa. Só isso.

De seguida, meditei alguns momentos no sofá onde estava acomodado. Pensava de novo numa coisa que talvez vocês não percebam. Mas é tão estranho pensar que talvez, um tipo que talvez fosse nosso amigo, nosso camarada, talvez seja culpado de um homicídio. Eu sei que isto talvez pareça um pouco estúpido para vocês, mas por vezes nos últimos dias estas coisas têm-me vindo à mente.

Tanta "papelada" que tenho no meu cérebro...

Voltei há dias a ter aquela sensação que só se tem nos tempos idos da adolescência (ou talvez não). Mas que raio é que estou aqui a fazer neste mundo? Porque é que nasci?

Minutos depois, adormeci.

Sonho esquisito. Parecia daqueles filmes emotivos à italiana. Sendo eu a figura central e estando a passear por momentos importantes. Tudo ao som de «No one But you (Only the good die young)» dos Queen (sim, porque além de música clássica de leste também gosto de Queen... enfim, gostos são gostos e gostos não se discutem, como eu gosto de dizer...)

Enfim, mas os sonhos não duram para sempre. Se eu não tivesse dormido 7 horas, poderia até dizer que só tive com o sôtor João Pestana» 4 minutos e 7 segundos, que é o tempo de duração da dita música, e o sonho pareceu-me ter só durado isso.

No dia seguinte, entrei no carro e fui buscar o Finório ao escritório. Ou era isso ou deixava-o lá a fazer asneiras. O patrão gosta muito dele, diz que ele é bom rapaz, por isso tem de se arranjar trabalho para ele fazer.

Depois, quando já estávamos os dois no carro. Pedi-lhe para me indicar a morada do 2.º arguido. Era uma miúda agora.

-Qual, chefe? Qual quer?
-O segundo da lista, Finório.
-Da direita ou da esquerda?
-DA DIREITA!
-'Tá bem, 'tá bem. Ora, está aqui «Anne Madrureira». É este?
-Sim, é, Finório. Agora diz-me a morada se fazes favor.

E lá fomos nós no carrinho até à casa da dita-cuja.

-A ver se consigo sacar alguma informação desta - conversava eu com os meus botões.

Ui, mas isto ainda estava longe de acabar. Oh lá se estava!

Continua...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A ouvir ininterruptamente estas duas músicas...

Recentemente descobri esta música, «Under pressure», dueto dos Queen com o David Bowie, outro grande artista. Uma música que vale a pena escutar. E vale a pena mesmo!



Outra música que ando muitas vezes a ouvir é a «Something», dos Beatles, uma música que também vale a pena ouvir, e é uma das grandes músicas dessa mítica banda.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

E cá está ele! Atrasadinho mas está!

Mais um episódio do Programa.

Fresquinho.

Mais pequeno que o anterior, mas afinal não e o mais pequeno de todos, como eu pensava (tem 12 minutos e 12 segundos).

A parte de entrada é longuinha, e o meu monólogo é mais curtinho, porque achei que sobre o tema abordado neste programa acho que já tinha dito tudo o que havia a dizer.

Mas basta de paleio e façam o download nesta linhazita a azul, tá bom?

Vá. Cumprimentos a todo o pessoal!

Isto sim é que pode ser considerado um post de despedida para as pessoas que para o ano vou deixar de ver...

Gostei deste ano lectivo.

Ao contrário dos anteriores, deste até gostei.

Mudei, isso sim.

Então não mudei? Quem é que diz que não mudei? Ora essa!

Bom, como vou para o D. Leonor, e como todos os meus colegas dizem que vão para o Camões (mas está visto que nem todos vão conseguir, mas pronto), tenho de fazer aqui as devidas despedidas a todos aqueles que eu, vá, vou ter saudades (eles sabem quem são).

Bom, espero não os encontrar daqui a uns anos todos mudados. Enfim, como se estivesse transformado nuns parvalhões (que foi uma coisa que fui reparando com colegas que deixei de ver e só os revi anos depois)

Eu sei que ainda faltam três semanas de aulas, e que ainda falta um bocado para essas pessoas que, digamos, me marcaram, me desaparecerem da vista «forever». Mas isto assim fica já despachado. Eu não gosto de despedidas, e assim pronto. Já fica.

Mas eu acho que vos voltarei a ver. Noutra altura, mas vai haver alguns que vou voltar em breve.

E pronto. Façam tudo bem , uma boa vida para todos, e claro.. FAÇAM O FAVOR DE SER FELIZES!!!

É claro que este apelo aplica-se não só às ditas pessoas a quem dedico este post, mas também a todos os leitores do blog. Afinal, quem é que não quer ser feliz?

Eu ando a aprender a ser feliz, como diz a música dos Pólo Norte.

A ver se um dia consigo mesmo ser feliz, e ser e fazer o que quero.

Um muito obrigado a todos!!!

E já agora, um eterno clássico musical dos Queen sobre a amizade (já adivinharam qual é, de certeza). Aliás, eu acho que os Queen têm canções para tudo. Eu lembrei-me de outras tantas canções emotivas e tristes e cativantes para postar aqui, mas achei que esta era a ideal.


Então?

Amigos serão sempre amigos, não é?

Talvez nos voltemos a encontrar, mas será noutro tempo e noutro lugar!

«The time is present, but the future is now!» (frase criada por mim inspirada na saga «Back to the future». E sempre que escrevo esta frase lembro-me logo da soundtrack do filme, que posto em baixo. É uma música que, quando a ouço, penso no futuro. Ora porque será?)



Até sempre! e mais uma vez, e pelamordedeus, FAÇAM-ME O FAVOR DE SER FELIZES!

Lembrem-se! A vida continua!

«To be continued...»

Vemo-nos noutro tempo e noutro lugar!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Notícias...

Não tem sido ultimamente o meu costume dar notícias, mas hoje parece que é excepção.

Esta semana, e peço imensa desculpa, o programa também vai sair atrasado. Na semana passada foi po motivos mais estudantis, mas desta vez é porque hoje estou um bocado rouco e, com a minha nova mania de deixar tudo para a última da hora, queria gravar o programa hoje mas não consigo. Portanto, a ver quando o problema se resolve, pelo menos até quarta-feira o programa estará no ar. Peço imensa desculpa aos (poucos) ouvintes, mas prometo que os restantes 6 episódios do programa sairão sempre no dia. Está juradinho! (sem figas, claro.)

Também queria dizer que, a pedido de muitos leitores (e quando digo muitos, é porque foram cerca de 20 pessoas, o que já é muito para mim), que queriam ler mais capítulos do policial do Sotôr Olho Morto. Ora, por isso, decidi agora fazer um capítulo semanal deste policial, que será à sexta-feira.

Portanto, não se esqueçam. Programinha na segunda (excepcionalmente nesta semana não) e policialzeco na sexta.

Apontaram? Ainda bem. Não apontaram? Depois queixam-se que são uns cabeças no ar...

cumprimentos

Senhor da Rica Vidinha,

Mais conhecido por Rui Alves de Sousa

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Mais umas sugestões de filmes, para mudarem um pouco a rotina e verem filmes de jeito...

E cá vêm mais três sugestões de bons filmes para verem. Aproveitem os conselhos daqui do Tiozinho porque um dia talvez eu já não esteja cá e vocês «Ei os conselhos do Tiozinho que não aproveitei e que agora me fazem tanta falta!». Isto pensando de forma que esteja quase a bater as botas, que não é o caso. Portanto, esqueçam este parágrafo para sempre. Simplesmente apagem-no das vossas mentes...

Para começar, aconselho-vos uma comédia, de 1997, vencedora de dois óscares para melhor actor e melhor actriz, e nomeada para mais algumas categorias, incluindo a de melhor filme. «As good as it gets», ou na língua lusa «Melhor é impossível» (mas eu prefiro o título original), um filme que nos conta a história de Melvin, um escritor anti-social, com as suas psicoses. Mas um dia, a sua vida vai mudar quando aparece a única pessoa capaz de o ouvir que mudará completamente a sua vida.
Muito bom, com bons actores (um deles, Jack Nicholson, é um dos meus favoritos), é uma boa fita para se passar a tarde.


Outra sugestão cinéfila, também com o mesmo actor Jack Nicholson. «One flew over the cuckoo's nest» ou «Voando sobre um ninho de cucos».
Para escapar à pena de prisão que tem para cumprir, Randle P. McMurphy finge-se louco e vai parar a um hospital psiquiátrico para ser testado. Contudo, o seu espírito de rebeldia vai desconcertar todos os pacientes do dito hospital, e que vai afectar as suas vidas e a do próprio Murphy.
Óptimo em tudo (aliás, foi um filme que ficou na história porque foi o primeiro a receber os 5 principais óscares). Vale a pena ver.


E, por último, aconselho-vos «Being There», ou «Bem-vindo Mr Chance», um filme com Peter Sellers, o penúltimo da sua grande carreira, e tendo sido este um dos filme smais marcantes em que participou. Tendo vivido toda a sua vida isolado do mundo, dentro de uma mansão de Washington, Chance apenas conheçe o mundo através da televisão. Quando as circunstâncias da vida lhe pregam uma partida e ele vê-se atirado para o meio de um círculo de importantes políticos em busca de «novas ideias e abordagens», os resultados são mais do que interessantes.
Um bom filme, brilhantemente interpretado por esse grande artista Peter Sellers! Mais uma sugestão que fica!


E que tal que vissem pelo menos UM dos filmes que aqui propus? Muito agradecido.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Mais um episódio do Programa, três dias atrasado...

E cá vem mais um episódio do programa, que saiu três dias depois do previsto. É que tive muita gente cá em casa e é preciso silêncio para se gravar isto... Portanto, só pude gravar hoje. O programa está igualzinho, como se fosse numa segunda-feira. A diferença é que já foi um bocado gravado à pressa, e foi gravado numa quarta-feira. Eu costumo ou gravar na sexta-feira antes ou na própria segunda-feira, mas nunca pensei gravar um programa depois de ele ter uma data de estreia prevista dois dias antes! Mas pronto, foi uma experiência boa, para mim, ou não, que não se voltará a repetir! De agora em diante, só por algum motivo assim mais importante, os restantes 7 episódios do programa sairão sempre à segunda-feira.

Mas para compensar (ou não) toda esta minha trapalhada, é grandinho. 19 minutos. Recorde! Iupi! Um dia vou chegar aos 20!

Vá, se quiserem escutar o programa, cliquem nesta parte sublinhada a azul. Estão a ver? Ainda bem. Então carregai!

sábado, 15 de maio de 2010

15 anos!

Que é que será este número? Que significa?

Hoje é dia 15, mas além disso...

Eu faço 15 anos! Iupi!

Mais um ano e posso ir para a «borga» (como me disse uma amiga que me ligou há instantes), mesmo que não seja muito do meu agrado...

E, para surpresa de alguns, eu vou querer passar o «meu» dia sossegadinho, sem grandes festas.

Um passeiozito por aqui ou por acolá...

Só isso...

Eu sou assim, não dou muita atenção aos aniversários... Gosto de estar sossegado, para variar...

Ah, gostava de vos revelar uma coisa, já que é o meu aniversário...

Ouçam o rufar dos tambores...

tamtamtamtam...

Eu ando a escrever as letras de um possível «Disco do Mal-dizer».

É verdade.

Ainda é só uma ideiazita do meu miolo cerebral, mas é uma ideia que pode andar para a frente.

E agora, tenho de me preparar para os 382393023 telefonemas que vou receber.

Até daqueles parentes muito distantes, que nunca ouvi falar...

«Tou? Olha, fala o Tio Falâncio»
«Tio Falâncio?»
«Sim pá! Não te lembras? O irmão do primo do cunhado do sobrinho do Primo Jorginho pá!»
«Ah... hã... sim! Então não havia de me lembrar?»

...

Ah, e outra coisa fascinante. Posto aqui a música que estava a ouvir quando «soou» a meia-noite de hoje. E estou a pensar usar a melodia desta música para um dos temas do referido «Disco»...

É uma música um bocado popularzeca, mas eu gosto. E quem não gosta, não critique...



E agora, depois de ouvir a música, penso em não ir para a tropa...
Agora, esta música vai-me marca para sempre, ou não...

Bom, passem bem o dia! Pelo menos, como eu vou passar...

:D

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Um grande projecto musical

Gostava de vos aconselhar a ouvir o álbum dos «Cabeças no ar», de 2002, um projecto que junta Tim, Jorge Palma, Rui Veloso e João Gil.

Estes dias sem escrever no blog, andei a redescobrir alguns discos que já não ouvia há séculos. E este era um deles

É um álbum que fala, nem mais nem menos, dos tempos de escola.

Acho que, tanto novos como velhos, deveriam ouvir este disco. As músicas e as letras são muito boas e conseguem tocar em alguns factos da vida escolar.

Um óptimo momento de nostalgia para os mais velhos, e um óptimo disco para os adolescentes como eu!

E cá fica a sugestão, e deixo aqui 4 grandes músicas deste disco, e que algumas vocês devem conhecer, e outras talvez não:




Coisas que me irritam (n.º 21) - A corrupção

Desculpem-me mas tenho andado a escrever pouco.

Com tanta coisa por fazer, testes, deveres, «Programa do Mal-Dizer»...

Enfim, depois de fazer estas coisas todas (perdoem o que vou dizer agora) fico sem paciência para vir aqui escrever.

Mas, se andaram a sentir a minha falta (o que é pouco provável - e depois não venham dizer que eu sou pessimista demais), decidi escrever algo hoje.

E decidi retomar a tão infame rubrica das Coisas que me irritam, pegando num tema tão comum na actualidade portuguesa.

A corrupção.

Polémica, controversa, idiota, estúpida, má, etc.

É assim como eu a descrevo.

E parece que somos o 37.º país menos corrupto do mundo...

Uau!

Uhu! Vai Portugal! Bora lá! Vamos chegar ao 50.º!

--' peço imensa desculpa por este vaipe...

É que estou sem ideias, não estou mesmo com cabeça para isto, mas achei por bem escrever aqui algo.

Eu acho que todos nós, qualquer ser humano, já foi corrupto na sua vida, quer seja em pequenas coisas ou em grandes coisas.

Toda a gente, de uma maneira ou de outra, numa situação mais ou menos grave, já foi corrupta.

Já os tipos que dizem «Eu tenho um amigo que faz o serviço» já estão a ser corruptos.
Ou os que dizem «Epá! Aquele tipo vai demorar um ano a chegar àquele cargo e eu com uma 'ajudinha' estou lá em 5 minutos.»

Eu odeio injustiças, e por isso, odeio a corrupção. Acho mesmo injusto e criminoso estes actos.

São coisas de que os governos deveriam andar com mais atenção (e se possível que eles também não fossem corruptos).

E, como estou pouco inspirado para este tema, pergunto-vos, é necessária corrupção para fazer girar o mundo?

Fica então uma pergunta para vocês reflectirem, para não ser só eu a reflectir nestas coisas e que
vocês também reflictam nalguns temas de que eu escrevo.

Despeço-me com amizade,

Rui Sousa

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O segundo episódio do «Programa do Mal-dizer»

Peço imensa desculpa às (poucas) pessoas que se preocupam em vir ler o blog, mas como tenho andado ocupado com coisas que denomino «mais importantes» não tenho tido muito tempo para vir cá escrever. Mas nos próximos dias, virão mais uns posts. No final da semana, talvez.

E aqui está o «Programa do Mal-Dizer», na sua segunda edição, relativamente mais curta (menos dois minutos que o primeiro episódio), mas continua a ter a mesma dose de parvóíce.

Um indivíduo, de nome «Hacker das Caraíbas», disse que o servidor onde ponho os episódios traz vírus. Ora, no meu PC nada ocorreu. Portanto, acho é que se deve ter um pouco mais de cuidado com as janelas de pop-up.


Mas pronto, cá está o episódio para download

Mas se tiverem receio de apanharem algum vírus, não ouçam o episódio. Acho que ficam mais felizes e a vossa vida vos corre melhor se não se dignarem a ouvirem esta gravação mal-feita em áudio.


PS - Para aquelas pessoas que irão dizer «Oh, mas este patife não tinha dito que estava sem o computador porque os Pais dele levaram para Coimbra?», e eu respondo «sim senhor. Isso é verdade. Mas eu estou na internet na Câmara Municipal de Lisboa e vim de propósito aqui só para pôr o episódio no blog...»
Caros ouvintes que se queixavam do relógio que se ouvia de fundo, podem estar descansados que agora ele já não se ouve neste episódio. Poderia dizer que fiz essa proeza utilizando grandes técnicas de masterização de áudio, mas a única coisa que fiz foi tirar o relógio do meu quarto. Só isso. Portanto, já não se podem queixar disso, 'tá bom? Vá, vão à vossa vidinha...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

O primeiro episódio do «Programa do Mal-Dizer»

E cá está ele.

O episódio-piloto do «Programa do mal-dizer».

13 minutos e 23 segundos de pura parvoíce.

Como comecei a ter dificuldades em pôr um leitor de áudio aqui no blog, decidi pôr o episódio (e os seguintes) para download no ziddu.

Este episódio é fraquinho, mas talvez os seguintes sejam melhores. Não sei, talvez seja só uma suposição.

Façam o download aqui. Depois, digam o que é que acharam, 'tá bom?

domingo, 2 de maio de 2010

1 ano!

Quem diria! O meu blog faz um ano!

Tchiii! Até parece que foi ontem...

Mais de 400 posts, num ano de publicações.

Queria agradecer às pessoas que têm feito o favor de ler o meu blog e de o comentar, quer com coisas boas ou não.

Tenho reparado que o meu blog tem evoluído ao longo deste ano. A minha escrita está um pouco mais construtiva, e mais parva, também.

Como prenda para os leitores do blog, vou revelar aqui a música do genérico do «Programa do mal-dizer», que estreará amanhã. É o genérico de um programa de TV humorístico português. Se procurarem pela net, saberão qual é. Era mesmo a música que eu queria para o programa. Mexida e um pouco parva.

(ahahah não dá.)

E aqui está! Espero que (não) tenham gostado, pois esta vai ser a música do meu «Programa do mal-dizer», que estreia amanhã e será sempre emitido à segunda-feira, durante 10 semanas.

(parece que vão ter de esperar pelo dia de amanhã...)
E que venham mais 1 ano de blog (pelo menos!)...