quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Uma coisinha de um concursozinho

Isto é um pequeno trabalho que fiz para um concurso do Diário de Notícias, juntamente com a ajuda da professora de Literatura e de dois amigos (um deles tem um blog a dar os primeiros passos), que decidiram juntar-se ao grupo (porque não podia fazer sozinho... tinha de ser no mínimo 3 pessoas e um professor), e demos um nome ao grupo, que é nada mais nada menos que «The sounds of silence» (hmm... este nome faz-me lembrar uma música qualquer...).

O trabalhão que esta porcariazinha deu para fazer...

Agora fui ver os outros trabalhos em concurso... claro, devem ter tido mais condições para fazer... eu digo-vos que este texto foi feito sob pressão, quando tinha feito outro que o site do concurso fez favor de «destruir»...

O objectivo era escolher uma das editorias do jornal (entre as quais nacional, política, desporto e cultura) e fazer um artigo de opinião sobre uma delas, além de uma pequena nota biográfica sobre uma pessoa que quiséssemos entrevistar...

O que eu decidi fazer foi um pequeno texto sobre «A música ontem e hoje», que foi o pomposo título que dei ao artigo. A personalidade escolhida foi o Rui Veloso.

Em baixo publico os dois textos: o de opinião e o pequeno texto biográfico.

Odeio só poder escrever tão pouco sobre um tema muito abrangente.

Aqui fica o artigo original. Um dia, talvez, pego nele e «transformo-o» numa coisa a sério.

Não numa coisinha destas.

A música ontem e hoje

Desde o início dos tempos até aos nossos dias, a música tem vindo a evoluir, variando numa multiplicidade de estilos, todos eles diferentes e cada um com as suas características específicas. É claro que se escutarmos uma ária de «La traviata» de Verdi, será diferente, em termos estéticos e melódicos, ao mais recente sucesso dos Moonspell. A música «cresceu» primeiro graças aos grandes compositores, como Mozart, Bach e Chopin, mas o ponto mais alto da evolução da música recente começou a partir dos anos 60, com os Beatles a fazerem o que ainda não tinha sido pensado, sendo inovadores para a sua época, e considerados a melhor banda de sempre da História.

A partir daí, a música deu uma volta de 360 graus. O rock foi-se construíndo, e a pop foi dando os primeiros passos. Depois dos Beatles, várias bandas, autores e cantores começaram a deixar um marco indelével na memória da Humanidade, como os Queen, os Pink Floyd, Bruce Springsteen, Simon & Garfunkel, e mais recentemente, U2, Green Day e Coldplay. Mas hoje em dia, a música não consegue ter aquele fulgor que nas décadas de 60, 70 e 80 conseguia ter.

Muita música feita na actualidade tem como base músicas já antigas, ou em alguns casos, dizem-se obras novas, mas têm vestígios de plágio. Hoje em dia, é notória uma falta de criatividade e de inovação na música que vai surgindo. É necessário que haja música nova, cativante e bem feita.

Rui Veloso

Contando já 30 anos de carreira, Rui Veloso é um dos nomes mais marcantes da música portuguesa. Foi responsável, com Carlos Tê, por grandes êxitos como os inesquecíveis temas «Cavaleiro Andante» e «Não há estrelas no céu», e o duplo álbum «Mingos e samurais», de 1990. Rui Veloso continua a ser ouvido e apreciado por fãs de todas as idades.

2 comentários:

  1. «A partir daí, a música deu uma volta de 360 graus.»

    Ou seja, ficou exactamente na mesma xD

    ResponderEliminar
  2. Tchi que erro, meu Deus... nem tinha reparado... agora paciência... o texto original estava muito melhor...

    ResponderEliminar

Se chegaram até aqui e tiverem alguma mensagem, crítica, ou opinação a fazer em relação ao que acabaram de ler, façam o favor de o escrever aqui. A gerência agradece e responde (se não forem nenhum príncipe da Malásia que tem 10 milhões de dólares para me oferecer, claro).