segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Agora é que fica tudo em dia!

E posto agora o capítulo que restava publicar do Olho Morto.

A tensão aumenta... quem serão os culpados?

Sei lá pá!

Esta parte tem um número que eu acho muito curioso. Trinta e três. Se o disser com os «elles», fica mais giro ainda. tlinta e tlês.

PS - Nada do que é aqui descrito tem a ver com a realidade. Vá, 95%. Se alguma coisa for realidade é pura coincidência. Só para saberem. Não pensem que isto é uma demonstração do verdadeiro Rui... na na... o Rui da história nada tem a ver com este Rui que escreve a história... o Rui real, ok?

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 33

O Miguel começou então o seu pequeno discurso de homenagem ao Rui.

-Caros colegas de turma, caros familiares do Rui, caros anónimos aqui presentes - começou ele - deixou-nos a nós todos um grande homem, e sobretudo um grande amigo, que com simpatia e humildade, gostava de conviver e estar com as pessoas. Sinto a dor dos familiares do Rui, pela perda que estão a sentir de um grande exemplo para nós todos. Tipos como ele há poucos, e vão continuar a haver poucos. Deixou um grande legado de obras literárias, e deixou em Portugal um orgulho de ter gente deste calibre. Obrigado Rui.

Uma breve salva de palmas inundou o cemitério, onde várias pessoas assistiam, e um cameramen da TV, que tinha aparecido sem ninguém ter dado por isso, filmava cada segundo do que se passava.

Depois, os 4 homens da funerária, que à conta das vezes que já fizeram coisas daquelas, é como se fosse um hábito do dia-a-dia, pegaram de novo no caixão e encaixaram-no num lugar a meio da parte esquerda do jazigo.

E pronto, aqui acabou o funeral. Quer dizer, quase. As pessoas depois começaram a conversar. Odeio gente a conversar em funerais. É claro que eu depois também vou nas conversas, mas sinto-me mal por ter morrido alguém e depois estar ali a ter conversa de café. Mas o que é verdade, e já um parente meu me dizia, onde só reencontramos maior parte das pessoas é nestas ocasiões. Ou nestas ou em casamentos.

Tive a ideia de ir ao grupo onde estavam os colegas de escola. Não todos. Ouvia-se galhofa e conversas desinteressantes. Pelo menos para mim. Queria encontrar os que me faltavam interrogar. Não estavam uns 3 ou 4. Mesmo assim dirigi a palavra aos que faltava interrogar que estavam presentes para virem ter comigo ao restaurante ao pé do cemitério. O Finório veio comigo.

Agora ia falar com muitos deles. Assim despachava mais trabalho e mais depressa resolvia isto!

Continua...

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