domingo, 8 de agosto de 2010

Outro...

E como prometido, fica aqui antecipadamente publicado o capítulo da próxima semana do policial.

As razões disto? Ler aqui

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 18

Dei-me no carro a imaginar se a resolução do caso não seria como no «Crime no expresso Oriente», um dos meus policiais favoritos.

Mas não. Tinham de ser todos ou parentes do Rui, ou empregados, enfim...

E o Rui, a vítima, não tinha sido um assassino, como na dita obra...

Se não sabem do que estou a falar, vão ler esse livro, ora!

Enfim, agora chovia! Que bom! Que mais poderia acontecer?

Parecia que estava tudo contra mim, ou coisa parecida. E só tinha mais 7 dias, contando com este, para resolver isto. Caramba! As coisas inesperadas só acontecem, isso mesmo, inesperadamente!

Andava eu a pensar nestas coisas, e não reparei que uma senhora já com idade avançada ia a meio da passadeira. Despertei para o mundo real com o grito estridente da senhora, que se ouvia perfeitamente, travei a fundo, e por uns centímetros, não houve sarilhos.

Ainda ouvi a senhora dizer:

-Estes bandidos da estrada! Deviam era ir todos para a cadeia, p'ra aprenderem! É assim que se tratam as pessoas? Ai, no meu tempo é que era.

Continuei a viagem, e por fim cheguei a casa do seguinte inquirido, o Daniel Pinto.

Depois de ter demorado a encontrar lugar para estacionar, que ficou muito longe da casa, corri até à habitação, para não ficar doente, como o Finório, supostamente, ficou.

O prédio era gigante. 13 andares. Foi pelo menos o que consegui contar. Talvez fossem mais.

Toquei à campainha e uma voz feminina, vinda do continente africano, atendeu.

-Sim? Quem é?

-Boa tarde. Precisava de falar com o senhor Daniel Mota. Ele está?

-Mas quem deseja falar?

-Sou Olho Morto, detective. Precisava de falar com ele.

-O siô Daniel ainda não chegou. Ainda demora um pouquinho.

-Não faz mal, eu espero. É urgente!

-Então suba.

Abriu-me a porta e entrei no elevador, todo xpto, e fui para o 8.º andar. Uma senhora baixa, que como adivinhei, era africana (ou então, portuguesa, sei lá! Só sei é que era de raça negra! E eu não sou racista! Aliás, nem gosto de dizer negros, nem pretos, nem nada disso. Faz-me impressão), estava à espera à porta.

Conduziu-me à sala.

-Espere aqui, que ele, daqui a meia hora, mais ou menos, chega. Quer tomar algo?

-Ah, não obrigado - disse-lhe

E ela foi-se embora, e fiquei à espera do Daniel. Entretanto liguei a televisão e fiquei entretido a ver a FOX. Estava a dar os simpsons. Eheheh.

Depois, lá chegou o Daniel.

Continua...

PS - desculpem se esta parte do policial está muito fraquinha. Mas como eu prometi que postava antecipadamente, e não estou com grande imaginação, por agora, só me lembrei de fazer isto assim.

Bom, então até daqui a uma semana, que é quando eu, mais ou menos, vou voltar a postar aqui!

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