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A mostrar mensagens de Junho, 2010

Mais um programa

O nono episódio.

Teve uma primeira versão improvisada do monólogo que descartei, por ser demasiado confusa, e está bem guardadinha nos meus arquivos... eheheh...

Depois fiz outra versão do monólogo já com texto, e digo-vos que ficou melhorzinho... ficou mesmo!

Mais uma vez excedi os 20 minutos... esta tem quase 22. Mas não faz mal que o tema é nteressantezinho.

Ouçam o programa clicando AQUI

Outro episódio...

OK.

Admito.

Esta semana o capítulo saiu um pouco atrasado por puro esquecimento. Não há razões mais importantes. Foi apenas a minha falha de memória...

Mas cá está ele.

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 11


Nessa altura, senti um tocar irritante vindo do meu bolso direito.


Num gesto hábil e veloz, porque não me apetecia estar a ouvir aquele toque por muito mais tempo, retirei-o dentro do bolso. Uma peça mesmo high-tech, como diz a malta nova. Até é a preto e branco. Ok, ok, não digam que é um telemóvel da Idade da Pedra. Pelo menos, é um pequenininho, do princípio do milénio. Pelo menos já não uso daquelas geringonças de 2 quilos que tinham uma antena. Comparado a um desses «instrumentos», é ou não o meu telemóvel todo tecnológico?

Mas continuando, retirei o telemóvel, e vi que tinha uma mensagem. Resolvi abri-la, porque a minha sede de curiosidade é grande. Esta é a mensagem, literalmente (até os erros ortográficos que o remetente fez estão lá):

Nelo,

Lembreime de uma …

Um cover...

Uma versão dessa música que eu adoro.

Já devem saber qual é.

Nem precisam de ler o título do vídeo.

Sim, é essa.

Aqui interpretada pelo Bon Jovi

Goooolooo!

Foi uma coisa que hoje não pude gritar.

Meus amigos, hoje sabem onde eu estive?

No campo pequeno.

A fazer o quê?

Ao contrário do que possam pensar, fui assistir ao jogo!!!

Sim senhora.

Quase duas horas ali ao Sol, de óculos escuros e com a bandeira portuguesa atada ao pescoço.

Ui! Que agradável!

Até teria sido melhor se tivesse encontrado os meus amigos!

Mas não, não os encontrei.

Eram poucos, porque os outros todos tinham dito que iam ao Parque das Nações ver o jogo porque não havia tanta confusão. É é... Quando cheguei a casa liguei a televisão, que é que estava a dar? Porrada dos polícias com as claques. Onde? No sítio do costume, o Parque das Nações. A não ser que aquilo fosse das situações menos graves que por lá ocorrem. Mas eu estive bem no campo pequeno, e prontos!

Mas o meu Pai veio comigo, e assim pelo menos não fiquei sozinho a ver o jogo.

Acho uma coisa muito boa ver toda aquela gente a apoiar Portugal.

Ah! E apareci na TV! A acenar.

Agora, vou-me armar à comentador desportivo.

O jogo fo…

o oitavo episódio

E cá está, mais um «Programa do Mal-dizer», que chegou um dia atrasado porque ontem tive de viagem, e só pude gravar o programa hoje de manhã. Desta vez o programa tem um tema pouco peculiar. É por ser parvo, e por ninguém pensar muito nele, porque não há muito para dizer sobre ele.

É um programa mediano, não excede os 20 minutos (novamente por alguns segundos), tem o monólogo do costume e o convidado parvo da semana.

Portanto, não tem nada de novo.

Nadinha, mesmo.

Mesmo nada.

Por isso, têm de o ouvir.

Eu sei que deveria ter sido «então,s e é igual aos outros, não devem ouvir», mas que eu saiba os «morangos com açúcar» é sempre igual e há sempre gente para o ver.

Portanto, ouçam também este programa.

Basta clicarem aqui.

Gostava, já agora, de deixar uma nota sobre o penúltimo episódio. Não sei ainda quanto tempo terá, mas acho que vai ser muito longo, tanto pelo tema em si como eu ter muito a dizer sobre ele. Talvez este seja o programa em que muita gente não estará de acordo comigo (se é que …

Eu estive lá.... e só vim escrever isto para vos relatar a minha, hã, experiência...

Ao lerem o título, não deverão perceber, mas eu, meus amigos, vou agora falar-vos da minha experiência no Bairro de Alfama, nessa noite que foi a do Santo António. Aliás, eu acho que o Santo António é o nosso carnaval do Brasil... pela quantidade de bêbados.

E o que é que o nosso Rui foi lá fazer?

É o que vamos descobrir neste documentário em forma de post!

Epá, eu acho que não tenho muita coisa a dizer sobre isto que dê para encher um documentário de uma hora. Mas vamos a ver.

Para já, uma reflexão pessoal.

Para mim, o Santo António é o nosso Carnaval do Brasil. Refiro-me à quantidade de embriagados, claro, e também ao número de sirenes de ambulância. Também são muitas, como nesse famigerado Carnaval.

Antes de ir a Alfama questionava-me como é que a gente nova gosta tanto destas tradições antigas. Conclusão: Onde houver álcool e javardice, os jovens sempre irão lá marcar a sua presença.

Também gostava de deixar aqui uma questão, que talvez seja um dos grandes dilemas da humanidade. Porque é…

Grandes frases de músicas, séries e filmes - Parte I

E eis que chega uma nova rubrica ao blog!

Nela postarei, em cada edição, 5 frases que ficaram célebres, de músicas, séries e filmes, algumas comentadas por mim (se eu achar necessário).

Esta selecção é de minha opinião, portanto não se zanguem se por aqui aparecer alguma frase que vocês detestem, por alguma razão, saibam que não foi de propósito, OK?

Bom, e estas são as 5 frases desta primeira edição:

Are you talking to me?
Robert De Niro, no filme «Taxi Driver»

É uma frase que fica sempre bem dizer-se quando nos queremos armar em bons, em «chefões», como dizem os brasileiros.

E.T phone home
(Não preciso de dizer de onde é que vem esta frease, pois não?)

Faz-me lembrar a cara de «coitadinho» que o ET tinha. Ah, e lembra-me também os miúdos histéricos desse filme, a armarem-se em bons, e coiso e tal, mas depois berravam, pareciam umas tiazinhas.

The time travelling is too dangerous. Better that I devote myself to study the other great mystery of the universe: women!
Christopher Lloyd, no filme «B…

Coisas que me irritam (n.º 22) - O ser humano

E eis que, finalmente, a tão famigerada rubrica do blog está de volta, com um tema que pode gerar tanta polémica, como nem gerar.

Isso depende do que eu escrever aqui. Se forem coisas sérias, não haverá probabilidade de causas polémica. Se forem macacadas, é totalmente capaz de gerar polémica e de eu receber ameaças de morte via telefone de um homem que dá pelo nome de «Bifinhos».

Ah, pois... o que eu vou escrever aqui é macaquices, portanto... é melhor eu ter cuidado nos próximos dias.

O ser humano.

Acho que é um tema tão complexo, mas tããããão complexo (é que é mesmo!), que conseguia encher todas as linhas que já escrevi na sua totalidade neste blog.

Mas eu vou tentar abreviar o máximo possível. E gostava de falar sobre este tema baseando-me num filme.

Ontem, vi o «Ensaio sobre a cegueira», e mesmo que já tivesse bastante soninho, porque o filme acabou quase às três da manhã, e a seguir dava um programa que ainda me dá mais sono (que é o das meninas que fazem passatempos tão fáceis, e que …

Outro capítulo...

Na sexta-feira, não pude vir escrever isto porque fiquei sem tempo. Sábado a mesma coisa.

Portanto, hoje, domingo, fica mais um capítulo deste policial, que ainda está no seu início!

É uma parte pequenina, porque não tive grande inspiração para a escrever, e também porque foi feita um pouco «sob pressão». Decidi, como estava sem criatividade, puxar das minhas filosofias mais uma vez.

A história ainda tem um grande caminho a percorrer... e vamos a ver se tenho paciência para chegar ao final!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 10

Depois de enchermos a barriga no dito restaurante, voltamos a seguir viagem. Agora, pensava que deveria ter ordenado os suspeitos pela ordem crescente de distância. É que de um sítio que até era perto de minha casa estava a ir para a casa de outro suspeito 50 quilómetros adiante!

Mas talvez fosse melhor assim, porque como eu sou muito organizadinho, preferi interrogar os suspeitos por ordem alfabética.

Enquanto pensava nos euros em gasolina que…

A minha próxima vida, de Woody Allen

Mandaram-me este texto por mail e achei-o engraçado para pôr no blog.

Uma reflexão humorística desse grande cineasta que é o grande Woody Allen.

Por sugestão de um leitor do blog, estou para ler há imenso tempo um livro-antologia com tudo o que ele escreveu. A ver se consigo ler esse livro, já que o Woody é, como se pode ver neste próximo parágrafo, impagável.

Na minha próxima vida, quero viver de trás pra frente. Começar morto, para despachar logo o assunto. Depois, acordar num lar de idosos e ir-me sentindo melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a reforma e começar a trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável, até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamente e ser bastante promíscuo. E depois, estar pronto para o secundário e para o primário, antes de me tornar criança e só brincar, sem responsabilidades. Aí torno-me um bébé inocente até…

E cá vem mais um episódio...

E eis o sétimo episódio do «Programa do mal-dizer», que hoje saiu propositadamente na sexta-feira, porque já que era um programa sobre a escola, deveria só ir para o ar no último dia de aulas.

Aqui faço também uma pequena referência a outro tema que já falei, mas pronto, nunca é demais criticar esse tema (se ouvirem o programa descobrirão).

É um programa especial, porque no final eu embaraço-me.

A sério.

O programa pode ter passado a meta de até 20 minutos cada episódio (este tem 23), mas vale a pena ouvirem até ao fim, porque eu embaraço-me a mim próprio, e também porque o final é um pouco sentimental...

Chuif!

Mas ouçam o programa! Ouçam-no e saberei de tudo o que estive para aqui a falar. E o que devem fazer para o ouvirem? Ora pois! Basta clicarem nesta linha!

Dois avisos muito simples...

O primeiro é para promover um concerto da banda Rockability, que da qual um amigo meu, o Nuno, que em tempos teve um blog que eu aqui publicitei e que infelizmente acabou, faz parte.
É uma banda que tem como especialidade rock, blues e funk
O concerto vai ser nesta sexta-feira, a partir das 22h30, no parque das Cebolas. A entrada é livre. Apareçam que o Nuno agradece.

Outra coisa é que o «Programa do Mal-dizer», desta semana, vai sair na sexta-feira. Não por sair atrasadamente. É de propósito. Ora, como o tema desta semana é a escola, decidi por bem apenas pôr o episódio no ar no último dia de aulas... E vai ser um episódio um pouco especial...

Vá. Gostaram das sugestões?

Pena que eu não tenha mais que me lembre assim de momento...

Comentários imbecis

Só digo isto uma vez. Portanto leiam isto bem!

Há minutos recebi este comentário: So metes comentarios que te agradem, isso e censura... ditador de m....

Bom, vou-me explicar. É claro que não vou publicar comentários de certos imbecis que, como não têm mais nada que fazer, só dizem coisas sem nexo. E criticam, de uma forma estúpida, os posts.. Queria ver, se algum desses comentadores anónimos (são anónimos porque são cobardes em dizerem o seu nome) tivesse um blog, se eu fosse ao blog deles escrever coisas estúpidas como «Preferia que o blog acabasse», «isto é uma ganda treta». A ver se eles não eliminariam esses comentários, também!

Aliás, isto não é censura, nem os comentários desses estúpidos são liberdade de expressão. São insultos. Por isso, apago-os.

Outra coisa, eu não publico os comentários que me agradam. Por outro lado, publico os comentários que podem gerar algum interesse, como foi num post que fiz sobre o cinema português que um indivíduo (uma pessoa muito culta, de certeza)…

Mais um...

Cá está.

Mais um capítulozinho do policial, que até está a ter uma quantidade aceitável de leitores. É muito bom quando sabemos que há pessoas que lêem o que escrevemos.

E sem mais demoras, cá está mais uma parte do policial, para todos vós!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 9

Liguei o rádio e começámos a seguir viagem para o próximo suspeito. O Finório estava um pouco pensativo. Depois de um bom bocado de viagem, quis satisfazer a minha curiosidade interior.

-Ó Finório, reparei que estás um bocado pensativo. Passa-se alguma coisa?

-Não chefe. - respondeu-me ele, com uma voz baixa - Não se passa nada.

-Eh pá, conta lá! Sabes que eu sou teu amigo! No fundinho, sabes que sim! Portanto, conta lá, o que te vai na alma?

-É que... é que... ó chefe - respondeu-me ele já com uma voz mais normal - É que... é que... eu tenho andado aqui com uma dúvida. Tenho andado a pensar muito nisto. Acho que quase demais.

-Mas o que é que é? - Perguntei, morto de curiosidade. - É miúda?

-Ah..…

Mais um programa...

... e só umas horinhas atrasado! Uhu!


Este programa é que deve ser o mais longo de sempre! Só por uns 45 segundinhos não excedia os 20 minutos.


Aqui está ele.


Carreguem aqui.


Já agora, já que mudei para um servidor menos manhoso, aproveitei e fiz o upload dos episódios que estavam no servidor antigo para este, para aquelas pessoas que se andavam a queixar que não podiam ouvir os episódios no servidor antigo, que era o Ziddu, porque tinha vírus e tal. Portanto, agora, estão todos os episódios no megaupload.


Aqui estão os links, dos primeiros 4 episódios, que ficaram alojados no ziddu, e agora passei para o megaupload (o 5.º já estava nesse servidor):
Episódio 1Episódio 2Episódio 3Episódio 4
E agora, não têm desculpa para não ouvirem o programa!

Vá ouçam-no!

PS - Mesmo assim, em breve vou pôr os episódios no youtube. Nessa altura é que não terão desculpa mesmo!

A minha autobiografia

Tinha começado a escrever isto há algum tempo, mas não tinha chegado a acabar.
Um texto que tinha começado por ser humorístico acabou no final a pecar por excesso de drama. Talvez por agora não estar com grande paciência para posts para (tentar) fazer rir, tenha ficado no final como uma espécie de versão do filme «A melhor juventude». Giro e dramático ao mesmo tempo.
Mas leiam-no. Talvez vos interesse.

Olá! Como estão? Tudo bem? E lá em casa? Está tudo «numa boa»? Yo, tá-se. Peço desculpa por este momento tão adolescente, mas a mim dá-me para estes vaipes… E nem me apresento! Sou o Jorginho, residente em Carcavelos, e… estava a brincar! Claro que devem ter percebido que eu estava reinando… Ou não?

Pronto, ok, deixemo-nos de rodeios. Sou o Rui Sousa, Rato para os parentes mais próximos. Há uma coisa que me irrita no meu nome. As diferentes formas como as pessoas o pronunciam. Rui, Ruí, Rúi… Enfim, é uma variedade de escolha tão grande quanto o catálogo do Mc Donald’s.

Mas agora sim, caros a…

Último

E este é o último dia de aulas do ano. O definitivo, porque depois serão aulinhas suplementares para os exames nacionais

Não vou fazer mais despedidas, porque já as fiz todas num post mais atrás.

Mas pronto.

Vamos lá a ver como vai ser para o ano.

Tenho medo de mudar radicalmente e de me tornar este blog uma propaganda ao nazismo.

Nunca se sabe.

Para os meus (agora) ex-colegas, volto a dizer.

Até qualquer dia, e façam o favor de ser felizes!

Rui Sousa

Lisboa

Cá está. Tinha de dedicar um post a esta minha cidade.

Sim, eu posso ter nascido no Porto, mas vim para a terra dos Alfacinhas com 2 anos de idade, portanto posso considerar a cidade como «minha». Daqui a bocado ainda tenho algu vaipe de querer dominar o mundo, ou isso... Mas não, acho que fico só por Lisboa.

Ainda por cima, Lisboa, na minha opinião, ainda fica mais rica nesta altura dos Santos populares. Fica mais alegre. Aliás, como o Nuno Artur Silva, das Produções Fictícias, escreveu numa crónica, «Lisboa e Junho são um casamento perfeito».

Se me perguntassem a parte de Lisboa que mais gosto, eu responderia com toda a certeza que é o Chiado. Principalmente nos fins-de-semana. Eu considero-o o bairro mais animado de Lisboa (e talvez o mais grafittado, mas isso não interessa para este post, porque aqui só quero BEM-DIZER). Mas gosto muito deste bairro. Tem sempre música, animação, e deve ser o único bairro (do mundo, provavelmente) onde, sempre que lá vou, tenho um sorriso estampado no…

Grande Stevie

Grande música de Stevie Wonder, pouco conhecida, mas que conheci há pouco porque está na lista das 500 melhores músicas rock da história da revista Rolling Stone.

Até dá gosto ouvir!

O Policial está cá mais uma vez!

E cá vem, mais um capítulo, episódio, parte, chamem-lhe o que quiserem, desta história do Olho Morto, o detective público.

Leiam-no!

Olho Morto, detective público

Um caso muito particular

Parte 8

Chegámos à dita morada. Era um bairrozinho típico de Lisboa. Prédios pequeninos, com cerca de 3 a 4 andares, sem ruído, enfim, havia paz naquele lugar. Ao menos a mim parecia. Fazia-me lembrar o meu bairro de infância. Era parecido com este.

Parámos em frente a um prédio cor-de-rosa. Por sorte (coisa incrível), havia um lugar disponível à porta da dita habitação.

-Finório, toca aí no 2.º direito.
-Ó chefe, isto aqui não diz nada!
-Então procura! Caramba pá, tenho de ser eu a fazer tudo? Usa a cabeça!
-Ah, pronto, 'tá bem. Se o chefe quer assim. Olhe, acho que deve ser este.

Segundos depois do Finório clicar num dos vários botões (acho que ele escolheu à sorte, por eu o estar a pressionar), ouviu-se uma voz. Uma voz que me parecia de uma pessoa já de idade avançada.

-Quem é?

O Finório afastou-se um pou…

Bonito...

Um texto muito giro que me mandaram por mail, num power point que tinha a «Imagine», do John Lennon, como música de fundo. Aliás, o final tem uma frase desse grande artista brasileiro que foi Vinicius de Moraes. Eu achei que tinha tudo a haver com esta situação que estou a viver da perda de muitos dos meus grandes amigos destes últimos anos quando mudar de escola. Vale a pena ler!

Um dia a maioria de nós irá se separar. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, as descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que compartilhamos...

Saudades até dos momentos de lágrima, da angústia, das vésperas de finais de semana, de finais de ano, enfim... do companheirismo vivido... Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre...

Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai pra seu lado, seja pelo destino, ou por algum desentendimento, segue a sua vida, talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe... nos e-mails trocados...

Pode…

Mais um programa

Duas coisas:

1.º - mudei o gerenciador de download. Talvez agora não apanhem tantas janelas pop-up. Portanto, agora já não há desculpa para não o ouvirem

2.º - Este programa tem 18 minutos.

E que tal ouvirem-no? Ele está aqui.

O fim

Caros amigos e leitores,

o blog está na sua fase final.

Vai acabar dentro em breve e depois será apagado.

Desculpem-me, mas eu achei que esta era a melhor altura para acabar com tudo isto.

Eu já disse a várias pessoas desta minha opinião. Todos me perguntaram porque é que eu ia acabar. Depois disseram todos «Ah, está bem». Uns diziam que iam ter saudades, outros não perceberam porque é que eu tinha tomado esta decisão.

Bom, eu também começo a estar farto do blog, sinceramente. Ultimamente, talvez derivado das minhas crises de adolescente, não tive grande criatividade para escrever. Aliás, ultimamente só tenho tido azares. Tinha imensas ideias para posts que ficaram no meu telemóvel antigo que agora não funciona.

Também, nem sei porque é que continuaria a escrever. Enquanto outros blogueiros escrevem um post que só diz «Hoje comi cozido à Portuguesa. Estava muito bom!» e tem logo 2636262 comentários nesse post, eu escrevo posts grandes que 5 ou 6 pessoas lêem.

Mas pronto, quero acabar com o …