segunda-feira, 26 de abril de 2010

Vamos agora fazer um breve intervalo mas voltamos já! Não saia do seu lugar!

Esta fatídica frase deve aparecer pelo menos umas 3729101918 vezes em toda a televisão portuguesa.

Ah, os intervalos.

Mas o que eu vos queria falar era da publicidade.

Hoje, há tanta publicidade na televisão que até parece que é um programa de TV!

Um dia chegamos a esta situação:

-Vou ver TV. Vai começar a dar agora o bloco o intervalo do «Preço certo»
-Eh pá! Eu também quero ver! Eu também quero ver! Não posso perder!

ou a esta situação:

-E agora vamos fazer um intervalo no nosso programa de publicidade para apresentarmos as notícias.

E agora, poderia fazer um discurso que infelizmente, o excesso de publicidade implica um brutal aumento de consumo, pois essa publicidade alicia muito facilmente as pessoas que no final ficam inundadas de dívidas...

Mas não. Vou falar de uma coisa parvo e ao mesmo tempo giro, que não tem nada a ver com o que estava atrás.

Vou só dizer que gosto de publicidade.

É uma coisa agradável, acho. Aliás, para uma pessoa que só tem 4 canais... não há grande escolha quando se instala confortalmente no «sófá».

Canequinha com leite (sim. Eu gosto de beber leite. E quem não goste que não critique fachavor!), umas bolachinhas e pronto! Estacionado no meu lugar para uma boa dose de publicidade

Gosto de publicidade que são giros. Que se possa recordar. Para eu daqui a alguns anos poder dizer «Eiii aquele anúncio (risadinha de senhor de 70 anos reumático), que memórias...»

Mas por agora também ainda não me posso dar muito ao luxo de ter essas memórias...

Mas uns anúncios que desprezo são os de perfumes. São sempre parvos. Nunca têm a ver com a marca anunciada.

Mas também sou um consumidor limitado de publicidade. Tenho um certo limite. Só posso consumir até x dose.

É como droga! A sério!

E este foi o meu devaneio do dia, completamente absurdo e descabido.

Obrigado e bom Natal.

Eu sei que é só em Dezembro mas assim fico já despachado.

Vá. Agora desapareçam. 'Tá bom?

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