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A mostrar mensagens de Abril, 2010

A sexta parte do policial...

E, depois de 3 dias sem escrever devido a estar ocupado com coisas de estudos, regresso à escrita blogueira com a 6.ª parte deste policial, que até já tem dado (algo) que falar por aí na internet...

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 6

Quando eu entrei no escritório, já um pouco cansado (como é costume... sou uma pessoa que se cansa muito depressa), e me dirigi ao meu compartimentozinho, os nervos subiram-me à cabeça como se eu tivesse um íman para os apanhar a todos (ou lá como é que se diz isso em física.).

Numa chuva de «Mas o que é isto?», «Que raio se passa aqui?», «Que palhaçada é esta?», e «Quem foi a besta que fez isto?», foram as expressões que me saíram da boca ao reparar naquele espectáculo, tudo num tom semelhante ao som emitido pelas mulheres da feira da ladra, mas com voz mais grave e não esganiçada como essas senhoras (pelo menos é essa a minha opinião)...

E vocês devem estar a roerem-se de curiosidade para saberem o que é que afinal terá acontecido …

Vamos agora fazer um breve intervalo mas voltamos já! Não saia do seu lugar!

Esta fatídica frase deve aparecer pelo menos umas 3729101918 vezes em toda a televisão portuguesa.

Ah, os intervalos.

Mas o que eu vos queria falar era da publicidade.

Hoje, há tanta publicidade na televisão que até parece que é um programa de TV!

Um dia chegamos a esta situação:

-Vou ver TV. Vai começar a dar agora o bloco o intervalo do «Preço certo»
-Eh pá! Eu também quero ver! Eu também quero ver! Não posso perder!

ou a esta situação:

-E agora vamos fazer um intervalo no nosso programa de publicidade para apresentarmos as notícias.

E agora, poderia fazer um discurso que infelizmente, o excesso de publicidade implica um brutal aumento de consumo, pois essa publicidade alicia muito facilmente as pessoas que no final ficam inundadas de dívidas...

Mas não. Vou falar de uma coisa parvo e ao mesmo tempo giro, que não tem nada a ver com o que estava atrás.

Vou só dizer que gosto de publicidade.

É uma coisa agradável, acho. Aliás, para uma pessoa que só tem 4 canais... não há grande escolha quando se…

Aquele momento que vulgarmente se chama dormir...

Eu adoro dormir.

É uma das minhas perdilecções.

Chega a ser um dos meus passatempos.

Se eu encontrasse alguém que não gostasse de dormir...

Mas é tão bom!

No geral, eu deito-me, fico algum tempo acordado (mais ou menos tempo, dependendo dos dias).

É bom estar na caminha, às escuras, a pensar sobre coisas e tal.

Às vezes chego a ter ideias para posts no blog.

Depois, sem que nada o fizesse prever, vem o João Pestana, e caio no soninho bom.

Se querem que vos diga, todos os meus sonhos são parvos. Mas há sonhos que chegam a ser mais parvos que outros, e de que me permanece a memória deles durante imenso tempo (como este), enquanto que outros caem no esquecimento logo na manhã seguinte. O non-sense predomina nos meus sonhos, aliás porque deve ser dos alucinogénios que ando a tomar (eu disse que faziam efeito!). Mas é agradável.

Eu sou muito preguiçoso. Quer dizer, depende dos dias. Há dias, como hoje, em que acordei às nove (uhu! boa! Ganda campeão!), e outros dias que me levanto à uma da tarde (ei…

Cartas

Título singular para um post muito singular, mesmo.

Eu adoro ver o correio de minha casa, sempre na esperança de lá encontrar um envelope endereçado para «Rui Alexandre de Júdice Alves de Sousa».

Sou mesmo fã de receber cartas. É agradável. Uma sensação rara de acontecer, mas agradável. Aliás, todas as cartas endereçadas a mim são coisas boas, porque ainda não tenho idade para receber as chamadas «cartas do mal» (contas do gás, da luz, da água, do condomínio, etc.).

Mas receber cartas para mim é, como já referi, um acontecimento raro, muito raro. Mas quando acontece, eu quase rebento de alegria... por dentro. Por fora estou normal. Posso soltar um «Eh pá uma carta para mim? Eu não sabia que era gente. Eheheh...», mas estou normal.

É que, mesmo que os emails sejam agora o correio do futuro, tiram toda a emoção de uma carta do correio normal. Por exemplo, no mail, basta clicar na mensagem e pronto. Quando é uma carta não. Há uma espécie de ritual. Primeiro, com todo o cuidado (a não ser que…

Dia Mundial do Livro

Já devem ter percebido que dia é hoje.

Além de ser sexta-feira, dia 23 de Abril, hoje é o Dia Mundial do Livro, um objecto que muita gente não conhece o seu valor, infelizmente, nos nossos dias.

Há livros que fazem pensar, sonhar, inventar...

Eu sou um fã absoluto de livros.

Em papel, claro. Não é em «e-books», que parece uma nova tecnologia em que dá para meter muitos livros dentro de uma tela tecnológica para depois os possamos ler.
Em vez de termos um livro encadernado, com folhas, e se for novo, com aquele «cheirinho», temos agora uma tecnologia que nos permite ler o livro num ecrã.

Que estupidez! É claro que tira a essência do livro!

É pena que Portugal seja um país que leia pouco. Já se lê, mas devia-se ler MAIS.

E se pusessem as leituras em dia? Olhem que é uma óptima ideia!

Mas agora, quero fazer aqui uma retrospectiva dos melhores livros que li até hoje, e que na minha opinião toda a gente devia ler.

«O Principezinho»
É um livro, que deixa-nos pensar. É intemporal e inesquecível. Lê-se …

Rui Responde n.º5

E eis que também quis voltar a mostrar-se ao público foi a rubrica «Rui Responde» aqui na sua quinta edição.

Continuem a mandar-me perguntas que achem úteis (ou não) e mandem-mas para os comentários do blog ou para ruialvesdesousa@hotmail.com

E cá vêm mais 3 respostas a 3 perguntas feitas pelo habitual pessoal que costuma dar uma vistadela neste blog.

13.ª pergunta

O que achas da ideia da escola ter posto câmaras na escola e sensores de movimento nas salas de aula?

Rúben

Sinceramente, acho uma estupidez pôrem essas coisas numa escola tão nano-mini-micro-mas-mesmo-muito-pequenininha como a minha.
Num sítio onde nunca se passa nada, e as únicas coisas que se passam é à entrada da escola, por volta das seis e meia da tarde. E também é preciso ter-se muita sorte para se apanhar um momento de acção por aqueles lados...
Até parece que aquela escola é um estabelecimento prisional! Um dia, talvez, até nos obriguem a usar umas coleiras com chip para saberem que estamos a fazer!
Em vez de vigiarem os p…

Olha! Outra música de meu agrado...

É o título em português desta música, injustamente pouco conhecida, dos Queen.

Vale a pena ouvir.

Letra muito gira, e muito bem interpretada por essa grande banda.

Ouçam-na! Pode ser?

Coisas que me irritam (n.º 20) - O cinema português...

... mais conhecido por «Xanax em forma de fita magnética».

Quem é que tem o prazer de ir à bilheteira de um cinema e dizer «Olhe desculpe queria um bilhete para o filme português novo do Manoel de Oliveira, para a sessão das quatro e meia.»?

Ah... os intelectuais, pois...

É por isso que todos os filmes portugueses experimentais (uiii que Portugal abundam tanto) e os de autor têm até 1000 espectadores, e o resto de filmes feitos em Portugal são eróticos e são os mais vistos de sempre (com um milhão de espectadores... chiii).

Há minutos, no programa «Câmara Clara», a apresentadora perguntava «Como é que os Portugueses vão ver mais cinema na sua língua?»

Eu respondo, deixem-se estar e nem precisam de pensar a vossa resposta.

A minha resposta é: Façam filmes de jeito. Sem serem filmes de autor ou experimentais, ou filmes que mostram meninas um pouco descobertas, de que o «povo gosta».

Façam filmes... normais, 'tá bom?

Nesse mesmo programa, certos realizadores de filmes... à portuguesa falavam…

Olha quem decidiu regressar! A rubrica das pessoas irritantes!

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E quem é que voltou, para vos alegrar, nas horas mais entediantes e sombrias das vossas vidas?

A rubrica das Pessoas Irritantes!
Ou então, vai manter-vos mais entediados do que já estão...
Cá vão mais 5 pessoas que, na minha opinião, considero irritantezinhas, e peço desculpa se ofender alguém, pois talvez esse seja (ou não) o meu objectivo.
21 - Paris Hilton
Esta mulher, bem, nem sei o que é que ela fez para ter tanto dinheiro e tanta fama! Para mim, é daquele grupo de pessoas que não deveriam merecer tanto pelo que fazem. Aliás, ela não faz nada! Além de ser dotada de uma extrema burrice, e até porque ela é um alvo sempre procurado pelos paparazzi e pelos programas de humor americanos (deve ser a celebridade mais gozada na televisão... e ainda bem!)

22-João KléberOutro tal que não deveria ganhar tanto pelo que faz. Onde põe os pés, só acontece polémica. É outro alvo dos paparazzi e apresentador habitual de talk-shows no Brasil e foi apresentador de um programa de mau gosto da TVI (aliás, …

Dia Mundial da Voz

Ontem foi o Dia Mundial da Voz.

E a SIC fez uma fantástica reportagem que é uma retrospectiva das melhores vozes.

Música, cinema, rádio, televisão...

Mesmo que acha que ache que faltam outras vozes que deveria estar nesta reportagem...

Mas vale a pena ver.

Riso garantido!

Dois momentos (um pouco antigos) de stand-up comedy de Eddie Murphy.

Vale a pena ver. Perdem 8 minutos da vossa vida, mas não são mal desperdiçados



Fora do vulgar...

Serão concerteza as próximas linhas que vão ler, escritas por mim.
Depois no final eu explico o porquê disto estar no blog.

Estava num sítio paradisíaco. Uma espécie de hotel numa ilha.
Lembro-me de estar a contemplar a vista que aquela altura proporcionava. Ouvia-se um silêncio profundo, e só se ouviam as ondas do mar, a virem à terra, e a voltarem para trás, numa sequência igual a um disco que está sempre a tocar a mesma coisa.

Lembro-me também de ter um jeep, e de estarem mais 4 indivíduos comigo. Eu tinha saído do jeep para ver a vista, enquanto que os outros tinham ficado no carro, talvez impacientes por chegarem à cama do quarto do hotel.

Ainda fiquei um bom bocado a contemplar aquela paisagem. As gaivotas a voarem, o vento que abanava as copas das árvores em redor. Mas, em primeiro plano, estava aquele mar, que tanto me fascinava.

Até que certa altura, um dos supostos indivíduos (que deveriam ser meus conhecidos, mas não me lembro de quem eram), replicou que já estava muito frio e ia…

Música que até dá gosto de ouvir...

Muito conhecida.

Mesmo.

E bestial, mesmo.

É daquelas músicas que toda a gente já ouviu falar.

Aliás, 95% das músicas que eu ouço são muito conhecidas.

Mas esta era obrigatória aparecer no blog.

Apesar de ser um bocado azarado e perder um bocado em tudo...

Mas gosto de pensar, que sou O CAMPEÃO!

Mas esta música está no plural, NÓS SOMOS OS CAMPEÕES!

Já devem ter percebido que música estou a falar, não???

Vá lá, nem é preciso pensar muito...

Pronto, pronto, está aqui a música.


A votação...

Como já devem ter reparado, a votação encerrou.

E está na altura de proclamar o grande vencedor.

Mas, como se faz nas grandes galas, vou só dizer uma palavrinha:

Muito obrigado pelos 26 votos!

Um deles meu, óbvio.

O vencedor é... Ouçam o rufar dos tambores! tumtumtumtum! É o Dev Patel, com 7 votos.

Eu nem me acho parecido com ele, mas se há 7 pessoas que acham que sim, tudo bem.

Eis os votos para as outras personalidades:


2.º Lugar - Nuno Markl, com 6 votos

3.º Lugar - Nilton e Zé Diogo Quintela, com 5 votos cada

4.º Lugar - «Outra personalidade», com 2 votos

5.º Lugar - George Harrison, com 1 voto.


Numa competição que esteve muito renhida quando Markl e Patel tinham a mesma pontuação, um certo (ou certa) leitor(a) votou no actor indiano, e ele ganhou.

Mas eu acho que não sou muito parecido com ele.

Nada parecido, aliás.

Mas pronto, que é que se pode fazer?

Aliás, se há 7 pessoas que lêem o blog e acham que eu sou parecido com o Patel, deve ser por alguma coisa.

Tenho de começar a investigar...

Não vai…

Uma explicação...

Lembram-se que eu estava a dizer que o post sobre a minha opinião sobre os talk-shows iria dar polémica?

Parece que deu...

Uma certa pessoa, que não sei quem é, mandou-me um comentário a dizer «se os programas te irritam tanto, porque os vês? Se não visses não estarias tão bem informado.»

É aqui que é preciso pôr alguns pontos nos is.

Ora, sabes, eu estava a referir-me às pessoas que adoram estes programas do fundo do coração! Eu, uma ou outra vez, vejo porque não há mais nada a dar na TV (também, com 4 canais não é difícil...), e também não é preciso ver-se muitos para se perceber que são todos iguais. MAS há aquelas pessoas que vêem todos os dias. E eu respeito, pronto. Mas eu não gosto de ver aquilo TODOS OS DIAS. Acho um espectáculo televisivo prefeitamente deprimente. Mas esta é a minha opinião, e se estou no meu blog, digo as coisas de minha justiça. Portanto quem não gosta, que não insulte, ao menos.
Aliás, também não é difícil estar bem informado. Aliás, as pessoas, para saberem se…

Coisas que me irritam (n.º19) - Os talk-shows nacionais

Mesmo que os da tarde sejam iguais aos matinais, ver um talk-show de manhã dá-me sempre vontade de, desculpem a expressão, «vomitar-me todo».

Literalmente.

Mas, pensem lá comigo!

Quem é que, na sua perfeita consciência, e estando de perfeita saúde, sintoniza o televisor na RTP1, na SIC ou na TVI para ver aqueles talk-shows matinais só com desgraças de pais que matam os filhos e cortam-nos às tiras e depois metem esses 'restos' na zona de charcutaria do supermercado mais próximo?

(Este caso é completamente recambolesco e inverosímil. Peço perdão. Mas os casos normais que costumam aparecer nos talk-shows nacionais costumam ser mais ou menos deste género...)

Eu sei que às vezes sou um pouco arrogante nestas coisas, e que me dizem que é importante falar nestes problemas na televisão, e blablabla, mas por favor, podem fazê-lo quando quiserem, desde que não seja DE MANHÃ, PORRA! FAÇAM NOS TALK-SHOWS DA TARDE (ah, esqueçam, lá também já fazem em abundância. Então, têm boa solução. PONHAM …

Duas melodias...

Esta primeira é o single do ex-baterista dos Queen, Roger Taylor, que depois de uma carreira sem sucesso dos Queen + Paul Rodgers (o Paul é o vocalista que substituía o Freddie), decide recomeçar a sua carreira a solo com este single, que tem por título The Unblinking Eye (Everything Is Broken).
Vocês talvez estejam à espera que eu diga que é um single espectacular e tal, mas a mim não me agradou muito. Poderia ser melhor. É algo boa, mas poderia estar melhor estruturada.


E esta é uma do Bruce Springteen, que se chama Racing in the Streets, de que tomei conhecimento ao ler uma entrevista ao Roger Taylor e ele disse que tinha feito uma nova versão desta música e que era uma das suas favoritas do Springsteen.
Eu ouvi, e acho que é mesmo à Bruce.

Gostei.

E, sem que nada o fizesse prever, e ninguém estivesse à espera, entra em cena o 400.º post do blog!

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Em apenas 11 meses, o blog conseguiu 400 posts.
Mais de 6000 visitas.
Muitos comentários.
E 13 seguidores! (são 13 mais eu. Sim, porque eu também sigo o meu próprio blog. Sou o leitor mais assíduo.)


Parece pouco, mas para mim é bestial.

E parece que foi ontem que tudo isto começou.


E, para comemorar estes 400 posts e quase um ano de vida do blog, vou fazer uma das minhas antigas rubricas, mas ao contrário. Em fez de ser as «Pessoas irritantes», vão ser as «Pessoas que não são irritantes».


1 - Raul Solnado


Além de grande actor e humorista que foi, que é o «Pai» do Stand-up comedy português, era uma pessoa dotada de uma grande humanidade. Era muito humilde, dinamizador, uma pessoa intemporal, sem dúvida.

Ele não queria que a cultura em Portugal morresse, e trabalhou muito por essa causa. Criou o Teatro Villaret, e a Casa do Artista, para ex-profissionais do mundo do espectáculo.

Foi uma pessoa que ficará sempre na memória dos Portugueses. Aliás, a importância que ele teve na nossa cultura foi tes…

Cartões de Agradecimento...

Quem é que, dos leitores do meu blog, já viu alguma vez o «Late night with Jimmy Fallon», um talk show da NBC que por cá passa na SIC Radical?

Ninguém?

OK.

Nesse programa, existe uma rubrica que são os cartões de agradecimento, onde o Jimmy escreve cartões para certas pessoas, ou coisas.

E eu vou fazer a minha versão dessa rubrica.

Escrevi alguns cartões de agradecimento. Cá estão eles.


Obrigado, Madoff,
Porque me ajudaste a perceber que, mesmo eu te achando parecido com o Tio Patinhas, não tens nada a haver com ele. Só têm em comum as patilhas, mesmo.

Obrigado, Lili Caneças,
Porque me ensinaste que estar vivo é o contrário de estar morto. Ensinamento esse que me deu muito jeito, acredita.

Obrigado, Leitores do meu blog,
Porque me ajudam a tentar aguentar as maluqueiras que aqui escrevo (falo para os sobreviventes que ainda se dão ao trabalho de vir aqui).

Obrigado, jingle do Pingo Doce,
Porque contigo me apercebi que não é só a música satânica que me dá dores de cabeça.

Obrigado, corrupção,
Se não…

Um remix...

Uma música dos Green Day e o clássico «Bohemian Raphsody» dos Queen foram misturados neste brilhante remix, que o André Pereira me enviou. Ele tem uma banda, sabem?

Um dia ainda faço publicidade à banda dele...

A 5.ª parte do policial...

E cá vem mais uma parte do policial made by Rui, para meia dúzia de pessoas ler.

Mas mais vale assim do que nada...

Aliás, se for uma meia dúzia de leitores que comentam os meus posts e me ajudam com o blog, que é o caso, tudo bem!

Olho Morto, Detective Público

Um caso muito particular

Parte 5

Entrei na casa, depois do André.
E não, ele não disse para eu entrar primeiro. Entrou logo. Continuava o mesmo rude de sempre.
Segui-o até à sala. Era muito grande, e talvez, a minha sala cabia 4 vezes na dele.
Ele sentou-se numa poltrona vermelha, de veludo. De vista parecia confortável. Daquelas que quando se senta se apetece soltar um «aaah que confortável».
Eu sentei-me numa poltrona ao lado dessa, mais pequena, e de cor verde, e era um bocado dura. Eu não tinha experimentado a outra, mas parecia-me que era mais confortável que esta.

O André começou a conversa.
-Então, Nelo! Já não nos víamos há quê? Há...
Completei-lhe a frase.
-25. Há 25 anos que não nos víamos, André. Desde o último dia de aulas do non…

E agora, um espectáculo degradante...

Ontem, estava a sair do Minipreço e vi uma coisa dislumbrante para o David Attenborough e para a National geographic, mas degradante para o comum mortal.

Do outro lado, duas gaivotas debicavam uma pomba morta.

Estavam numa luta desenfreada por aquele prémio, ou cadáver, para nós.

Luta pela sobrevivência.

Blharg!

Que nojeira!

E não paravam de bicar o pobre pombinho morto!

Eu acho que as gaivotas são fofas, mas depois de ver aquele, hã, documentário, a consideração que eu tinha por estas aves desceu a pique.

Mas continuo a gostar de ver gaivotas a voar.

Não a comerem pombos mortos.

A voar.

Não a comer outras aves.

A voar.

Coisa única e incrível...

Mesmo único, e é raro de acontecer.

Fez Sol no Porto, nos dias em que eu lá estive.

Nem uma nuvem no céu.

E fazia calor!

Não posso dizer que sou azarado, porque isto é raro, e quando acontece é inesquecível!

Uau! O Porto não estava cinzento.

Fiquei mesmo... :O

Coisas que me irritam (nº 18) - O Acordo Ortográfico

Como o Miguel Sousa Tavares, no seu programa «Sinais de Fogo», na SIC, falou (e bem!), sobre este "acordo", acho que chegou a altura de me expressar sobre esta temática. É um pouco tarde, mas acho que ainda é importante falar desta destruição da nossa ortografia, porque até hoje, não encontrei ninguém que estivesse a favor deste acordo, até como disse o Sousa Tavares.

Acho que vou estar todo este post a repetir frases ditas neste programa, mas aqueles 5 minutos que ele usou para falar nisto resume totalmente a minha opinião deste desacordo, que só entrará mesmo em vigor em 2012.

Por isso, aviso já, não me acusem de plágio, mas é que a minha opinião reflecte-se totalmente na dele!
Este acordo, vamos lá a ver, serve para unir os países de língua portuguesa, mas não vejo quais são as vantagens de eu dizer fato em vez de facto e correção em vez de correcção.

Isto é que vai melhorar os negócios dos países de Língua lusa? Não me parece.

Aliás, se fosse assim, teríamos de falar todos co…

Tou de volta!

Olá meus amigos (ou não)!

Tiveram saudades do blog?

Não?

Então pronto, porque eu também não tive saudades vossas!!!

AHAHAHAH!

Não! Não se vão embora! Desculpem.

Estes dias estive de novo no Porto, mas desta vez sem este meio de comunicação que é o computador.

Portanto não vos pude escrever nem contar a minha demência, perdão, o meu dia-a-dia, neste blog.

Mas agora voltei.

E em força!

Esperem só para ver...

À minha maneira!

Não, não vou falar da música dos Xutos.

Mas estou a ouvi-la agora!

E tive a ideia de escrever um post com este título.

Eu faço as coisas à minha maneira.

O meu blog é à minha maneira!

A minha vida é à minha maneira!

Tudo o que faço, tudo o que fiz e tudo o que farei será sempre, sempre à minha maneira!

E pronto. Vim só escrever esta treta!

As tretas à minha maneira!

Só isso!

Não tenho mais nada que fazer, desculpem-me!

Pronto, adeus!

(parabéns! Acabou de ler o post mais estúpido do mundo publicado num blog! Sinta-se feliz e realizado, porque eu não estou! Vá, sinta-se melhor que eu... Vai ver que lhe vai saber bem saber que está melhor que outra pessoa. Acredite!)

Uma ajudinha vale sempre a pena

Olá!

Sabem uma coisa?

Eu estou num grande dilema!

E que grande dilema é esse! Uiii!

Ando a pensar muito em qual seria a música que seria o genérico do «Programa do Mal-dizer», mas ainda não cheguei a nenhuma conclusão.

Portanto, aceito as vossas sugestões para a música deste meu programa.

Ponham a vossa sugestão na caixa de comentários deste post.

Eu depois, decidirei qual é a melhor sugestão.

Mas comentem!!!

Antevisões do «Programa do mal-dizer»!

E como todo o programa de internet que quer ter algum sucesso, eis que chegam, quase 1 mês antes da estreia, algumas previsões do que serão os 10 episódios da primeira temporada do «Programa do Mal-dizer».

O Programa será emitido à segunda-feira, como já tinha dito noutro post, pois é o dia mais chato da semana, coisa que tem tudo a haver comigo.

A série terá o objectivo de mal-dizer sobre um determinado tema, com um convidado a cada semana e duas rubricas surpresa...

Eu até pensei fazer o genérico, fiz uma letra baseando-me na melodia de «Me and Julio down by the schoolyard», do Paul Simon, mas como o meu computador é muito fraquinho, decidi não fazer porque ficava mal gravado.

Mas não percam, a partir de 3 de Maio, todas as semanas, o «Programa do Mal-dizer»!

Viajar para outro lado

Este é o nome do blog da minha mais recente seguidora, a Carina.

E cá está ele! Basta clicarem aqui.

Voar

É o título de uma grande música cantada e composta pelo Tim, baixista e vocalista dessa grande banda lusa que são os Xutos e Pontapés.

Esta música é baseada numa história real, sobre um miúdo portador de deficiência mental.



Posto também aqui a nova versão da música, que o Tim canta em dueto com outro grande nome da música nacional, Rui Veloso.

Aproveitem esta sexta à tarde para verem um filme de jeito na televisão!

«The pursuit of happyness», em português «Em busca da felicidade», vai ser exibido hoje na SIC às 17:35.
Vale a pena ver.
É um filme bom, garanto-vos, e é uma história real.
Não é daqueles filmes de outro mundo, mas é um bom filme para se passar a tarde.
Felizmente que de vez em quando ainda são exibidos bons filmes na TV generalista!

5 formatos de filmes que serão sempre sucessos de bilheteira

Muitas pessoas, em vez de irem ver filmes de qualidade, vão ver filmes um bocado da treta, que depois se tornam sucessos de bilheteira.

E os tipos de filmes que essas pessoas vão ver ao cinema são:

-Comédias românticas
Geralmente, as histórias destes filmes remetem para a estupidez.
Ai e tal, é um casal e depois aparecem os amigos só para atrapalhar.
É sempre a mesma coisa.
Sempre.

-Filmes com animais
Na maior parte dos casos, os espectadores vão ver estes filmes porque «Oh, não são fofinhos? Que ternurentos. Oh, tão fofos que são. Ai que vou desmaiar de tanta fofura».
E parece ser um formato inesgotável!
Já vi filmes com cães a jogarem rugby basquetebol e a deslizarem na neve, macacos a jogarem hóquei em patins, cães que são super heróis ou que conseguem derrotar uns malvados (que nem são tão malvados), e mais recentemente, com porquinhos da índia que tem uma força G.
Aliás, a Disney adora este formato. Já deve ter feito para aí uns 53830292726 filmes só com animais, de todas as formas e feitio…

Novo talk-show do Herman José na RTP

Herman José está de regresso à estação pública, uma década depois. O novo programa retoma o nome dos seus últimos "talk-shows" na RTP1: "Herman 98" e "Herman 99". "Herman 2010" estreia a 17 de Abril e será exibido aos sábados.

Mais íntimo, menos longo e sem quaisquer concessões à facilidade" é como o humorista descreve o novo programa, sublinhando que será muito diferente de "Herman SIC", que terminou em 2006. O humor faz parte do seu "código genético" e, por isso, além das conversas com os convidados, os espectadores podem contar com apontamentos humorísticos naquela que é descrita como uma "aventura" entre Herman José e as Produções Fictícias, com quem partilha a autoria do guião.
Questionado sobre semelhanças com o programa de Jay Leno, Herman José responde que são poucas. "A nossa maneira de estar no mundo do espectáculo está nos antípodas dos americanos", disse. Mas um ponto em comum é a presença d…

Coisas que me irritam (n.º 17) - A morte

Acho que não há nada mais intrigante e misterioso na nossa vida que a morte.

É isso, e as fraldas descartáveis.

Os DOIS grandes mistérios da humanidade.

Mas debruçemo-nos apenas sobre o primeiro: a morte.

A morte acontece quando...

Bolas, eu não preciso de vos explicar o que é a morte, pois não?

Bom, mas avancemos...

A morte deixa, para todos os mortais vivos (não fazer confusão com mortos-vivos), uma série de perguntas, que só serão respondidas quando, enfim, patinarmos.

Batermos a bota.
Sucumbirmos.
Etc.

E essas perguntas são «Mas o que será que vem a seguir?», «Caraças, mas o que é que nós estamos a fazer aqui na Terra?, se depois vamos morrer?» etc, etc, etc.

Mas não pensem que eu vos vou responder a estas perguntas. Não sou eu que saberei a resposta a essas perguntas!
Aliás, são essas perguntas que me irritam na Morte! Ser uma coisa que nos deixa perplexos, e com imensas questões por responder! Nem sabemos bem o que ela é! É desconhecida!

Mas vejam só a definição de Morte, no dicionário:

Morte:…

Publicidade a mais um blog...

Este blog é da Bárbara, e supostamente, como ela anuncia, vai ser sobre tudo e mais alguma coisa.

Mas visitem-no aqui