quinta-feira, 4 de março de 2010

A minha vida dava um filme da Disney, misturado com um filme do Manoel de Oliveira e outro do Ingmar Bergman, ou seja, a minha vida é...

... é uma seca.
De vida.
Mesmo.

É como os filmes da Disney, nas partes mais desgraçadinhas, como por exemplo no Bambi, quando ele perde a Mãe e o Bambi fica a chorar. Aquele choro do Bambi caracteriza a minha vida numa coisa: É uma lástima, que dá vontade de chorar, e daquela maneira!!!

É também como os filmes do Manoel de Oliveira, porque a história nunca avança, fica sempre tudo parado, e pode só aparecer uma árvore durante imenso tempo, porque se calhar o Manoel de Oliveira põe árvores durante imenso tempo nos seus filmes porque talvez elas sejam mais interessantes do que a história dos filmes.

E é também como os filmes do Ingmar Bergman. São desinteressantes, monótonos e cansativos, que é o que eu acho que é a minha vida.

Portanto, se eu fizesse um filme sobre a minha vida, chamar-se ia «O tédio: sofrimento e solidão», teria uma árvore em meia hora de filme, na meia hora seguinte aparecia eu a fazer coisas monótonas, ou a repetir o mesmo dia várias vezes, e nos últimos 30 minutos de filme só chorava.

Era um bom filme para ser visto por cerca de... 10 pessoas. Praí.

1 comentário:

  1. Devias acrescentar uma parte no filme em que aparecerias tu a ser exagerado ...(e outra em que aparecias tu a ser sarcástico)...OU então uma parte em que aparecessem dezenas de pessoas a ser mortas a tiro e tu ao cantinho a rir à gargalhada...

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