A minha vida dava um filme da Disney, misturado com um filme do Manoel de Oliveira e outro do Ingmar Bergman, ou seja, a minha vida é...

... é uma seca.
De vida.
Mesmo.

É como os filmes da Disney, nas partes mais desgraçadinhas, como por exemplo no Bambi, quando ele perde a Mãe e o Bambi fica a chorar. Aquele choro do Bambi caracteriza a minha vida numa coisa: É uma lástima, que dá vontade de chorar, e daquela maneira!!!

É também como os filmes do Manoel de Oliveira, porque a história nunca avança, fica sempre tudo parado, e pode só aparecer uma árvore durante imenso tempo, porque se calhar o Manoel de Oliveira põe árvores durante imenso tempo nos seus filmes porque talvez elas sejam mais interessantes do que a história dos filmes.

E é também como os filmes do Ingmar Bergman. São desinteressantes, monótonos e cansativos, que é o que eu acho que é a minha vida.

Portanto, se eu fizesse um filme sobre a minha vida, chamar-se ia «O tédio: sofrimento e solidão», teria uma árvore em meia hora de filme, na meia hora seguinte aparecia eu a fazer coisas monótonas, ou a repetir o mesmo dia várias vezes, e nos últimos 30 minutos de filme só chorava.

Era um bom filme para ser visto por cerca de... 10 pessoas. Praí.

Comentários

  1. Devias acrescentar uma parte no filme em que aparecerias tu a ser exagerado ...(e outra em que aparecias tu a ser sarcástico)...OU então uma parte em que aparecessem dezenas de pessoas a ser mortas a tiro e tu ao cantinho a rir à gargalhada...

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