quarta-feira, 31 de março de 2010

Coisas que me irritam (n.º 15) - o racismo

E cá vem mais um post que tem uma certa dose de seriedade.
Preparem-se.
Podem não sair vivos depois de verem este post com os vossos olhitos...

Como qualquer pessoa normal, eu repudio o racismo, aliás, como toda a gente normal acho uma coisa completamente absurda e descabida!

Como é que podemos julgar alguém, dizer se é inferior ou não, pela sua cor de pele?

Meu Deus! Agora lembro-me de, no tempo do Luther King, quando o racismo ainda reinava nos EUA(e em certas partes do mundo), ocorrer um caso que chocou todo o país (ou nem tanto). Naquela altura, nos autocarros, as pessoas de cor negra iam sempre na parte de trás do veículo. Ora, um belo dia, e sem que ninguém estivesse à espera, uma senhora negra sentou-se na parte da frente do autocarro. Isso chocou os brancos, e que levou a uma manifestação dos negros, que motivou ainda mais a luta contra o racismo.

Aliás, neste vídeo que posto aqui, é feita uma paródia ao racismo nos EUA. Este vídeo foi retirado do brilhante documentário «Bowling for columbine» de Michael Moore (vale a pena ver, tanto este excerto como o documentário integral).




Mas eu ainda me pergunto como é que aquela juventude agora que há agora que se diz skinhead, que é careca, é racista (aliás, só faltava estarem vestidos à juventude hitleriana para completarem o «fato de carnaval»). Como é que, ao olharem para aquela ideologia, essas pessoas pensem «É isso mesmo! Muito bem dito! A partir de agora, vou ser racista!». Não percebo. Desculpem, mas não percebo.

Acho que o último parágrafo pode ter sido a minha sentença de morte.
Mas continuando.

E já que falei em Juventude Hitleriana, tenho de falar nesse ilustre senhor com um bigode que parece uma escova de dentes (só falta pôr o cabo da escova. Vejam se não fica igualzinho).
Eu acho que o Hitler, se não tivesse sido político daria um bom comediante. A sério. Mas daqueles que fazem humor... negro.
Porque aquelas ideias negras de campos de concentração e torturar e matar judeus daquela maneira tão banal parece mesmo de um comediante.
Sádico.
Ao máximo.

Aliás, eu nem percebo como é que quando o mundo já começava a caminhar para o desenvolvimento, nos anos 50, a Igreja e pessoas da ciência diziam que os negros eram gente sem alma. Não percebo! É a estupidez em cena!

Mesmo que certas pessoas tenham um elevado grau de inteligência, não quer dizer que tenham uma grande alma.

Eu conheço certas pessoas que se estão a lixar para este assunto, porque o racismo «é coisa do passado», para muita gente.

Mas, em muitas zonas do mundo, ainda se aplica o racismo, como é o caso dos skinheads e da Klu Klux Klan. (como me fez lembrar a Inês Rebelo, que podem ver o comentário a este post aí em baixo, de que o racismo não é coisa do passado).
Mas acho que devemos sempre pensar no quão a humanidade pode ser tão estúpida ao ponto de aceitar atrocidades como do Holocausto e outras que tais!

Eu acho que este post foi daqueles de deitar tudo cá para fora, mas que no final eu vou notar que faltou sempre dizer qualquer coisa.
Mas pronto. Um post é um post.

1 comentário:

  1. Ih, ainda ontem estive a pensar sobre o racismo, depois de ver um programa do Jamie Oliver...estive mesmo a pensar em escrever qualquer coisa no blog sobre o racismo, mas pronto, adiantaste-te. Adorei o post, concordo contigo em tudo, só há uma coisa a acrescentar.. podes achar (tu e muita gente) que o racismo praticamente não está presente hoje em dia, e que é 'coisa do passado', mas essa ideia, é infelizmente errada. Há zonas nos EUA, especialmente no Sul da América, onde o racismo está quase tão presente como há 100 anos atrás (mais ou menos..). Ainda existe Ku Klux Klan...
    E o 'giro', é que a mentalidade de muita gente ainda não mudou.
    E ainda mais giro é a hipocrisia de algumas pessoas (e algumas bem próximas de nós) que têm a lata de dizer: 'eu?! Eu não sou racista!' Mas depois mandam com cada boca e dizem com cada coisa...Algumas sim, é na brincadeira, mas outras, nota-se mesmo que é racismo..

    ResponderEliminar

Se chegaram até aqui e tiverem alguma mensagem, crítica, ou opinação a fazer em relação ao que acabaram de ler, façam o favor de o escrever aqui. A gerência agradece e responde (se não forem nenhum príncipe da Malásia que tem 10 milhões de dólares para me oferecer, claro).